5 de nov. de 2014
Arara Azul alça voo pelos céus de Curitiba, e dá trabalho para ser resgatada
Um filhote de arara azul (Anodorhynchus hyacinthinus ) criada desde o nascimento no ambulatório do Passeio Público de Curitiba, o parque mais antigo da capital do Paraná, deu esta semana seu primeiro voo. E não foi um voo qualquer. Blu, como é carinhosamente chamada pelos veterinários e técnicos do Passeio, acabou no alto de um prédio em construção e deu trabalho para as equipes de resgate, até ser levada novamente para o recinto onde vive.
A arara azul toma banho de sol e faz exercícios de voo todos os dias, mas até agora se mostrava desengonçada ao voar. Na última segunda-feira, porém, ela fugiu. Voou alto, foi parar no topo de prédios da região e no fim da tarde foi vista em uma árvore. Os bombeiros foram chamados, mas não conseguiram resgatar a ave, já que a escada não alcançou o topo da árvore.
Na manhã desta terça-feira, Blu foi novamente avistada, e uma dupla de servidores que auxiliam na poda de árvores altas na cidade (conhecidos como “homens-aranha”) foi chamada para resgatá-la. Ao se aproximarem, ela voou do mais alto eucalipto do Passeio Público para um prédio ao lado. A veterinária, a zootecnista e a bióloga que cuidam da arara Blu foram até o edifício em construção, mas ao chegarem perto de um dos andares mais altos, onde se encontrava a arara, ela novamente voou, despistando as equipes novamente.
No final da manhã ela foi finalmente avistada em outro prédio do entorno do Passeio Público, e desta vez, talvez já com fome ou cansada da "brincadeira", se deixou levar para o seu recinto.
O diretor do Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna, Alexander Biondo, explica que por ter sido criada em um local fechado e alimentada desde recém-nascida, a arara azul não se adaptaria à vida livre. “A arara Blu está no Passeio desde os seus primeiros dias de vida. Ficou na incubadora e foi alimentada na seringa. Hoje, com seis meses de idade ela recebe alimentação no seu recinto. Como comprovou que está apta ao voo, estamos analisando a sua transferência para um local maior, provavelmente o Zoo”, informa a Agência de Notícias da Prefeitura de Curitiba.
23 de out. de 2014
Resgate Triplo Bebês - Um Elefante e Duas Avestruzes
(Vídeo) Sempre que um bebê elefante é resgatado, é uma boa notícia. E quando ele é acompanhado por outros dois bebês que precisam também de uma nova casa - é uma tripla boa notícia.
No início desta semana, os socorristas do David Sheldrick Wildlife Trust (DSWT) no Quênia recebeu um chamado sobre um jovem filhote de elefante que havia sido resgatado depois de cair dentro de um poço numa região remota.
"Os batedores tentaram reuni-lo com sua família, mas infelizmente isso não possível, pois ele estava muito fraco, e fomos buscar Wass [o bebê elefante], que recebeu esse nome em homenagem a área em que ele foi resgatado," disse Amie Alden, um porta-voz DSWT , ao site The Dodo.
Os socorristas do DSWT, rapidamente perceberam que para recuperar o filhote, precisavam reuni-lo com os outros dois órfãos inesperados: pequenos filhotes de avestruzes.
Os três resgatados chegaram ao berçário em segurança, disse Alden.
"Todos os filhotes de elefantes são extremamente frágeis, quando eles tem que ser separados de suas mãe e estamos fornecendo a Wass, todos os cuidados especiais de que ele precisa.
1 de out. de 2014
Pato volta a andar graças a cinta-prótese feita em impressora 3D
(Vídeo) A história do pato ‘Lung Lung’, é um exemplo de quão útil a impressão 3-D, pode ser para os animais e seus cuidadores , escreveu o website 3Dprint; "Todos os anos há milhares de aves que são feridas por veículos, por linhas nos varais de roupas, por caçadores ou até por outros animais. Muitas vezes eles estão tão feridos ao ponto que eles não podem mais sobreviver em estado selvagem, e seus cuidadores são deixados sem escolha a não ser colocar o animal para dormir ... E perceber que a impressão 3-D pode realmente ser usado para algumas grandes causas, nos deixa muito orgulhosos ".
Para tentar ajudar os animais, veterinários da Universidade Nacional de Taiwan estão utilizando impressoras 3D para criar próteses e devolver a mobilidade destas aves.
"O desenvolvimento da cinta-prótese levou cerca de dois meses e custou mais de 3.300 dólares", escreveu o Apple Daily. "Os grupos de bem-estar animal dizem esperar que a tecnologia se torne mais popular e que seu custo se torne mais razoável, permitindo que mais animais sejam beneficiados."
Há alguns meses atrás, o pato batizado de ‘Lung Lung’, foi atacado por um cachorro e sua perna e seu pé esquerdos ficaram gravemente feridos, deixando-o incapaz de andar.
Mas os veterinários do Hospital Nacional de Animais da Universidade de Taiwan se recusou a desistir do pobre pássaro. De acordo com 3Ders.org, os médicos voltaram-se para um site local; um grupo de design e tecnologia baseada em Taipei, que concordou dar uma mãozinha ao paciente de penas.
O grupo logo começou a trabalhar em uma prótese com cinta impressa em 3-D personalizada para o pato . A equipe da 3Ders.org, juntamente com os veterinários estudaram o ferimento, calcularam o diâmetro do osso de ‘Lung Lung’ e fizeram uma prótese para ajudar o pato a voltar a andar - um processo que teve que se repetir em várias tentativas - antes de finalmente a prótese ser impressa (mostrado no vídeo abaixo), completa com um pouco de "sapato" que ‘Lung Lung’ usaria em seu pé machucado.
Quando a cinta terminou de ser impressa, e finalmente foi colocada no pato, houve uma profunda transformação no animal. Inicialmente ele lutou se equilibrar com o seu novo pé, mas o pato estava andando confortavelmente em a 15 minutos.
(Assista a criação da prótese e a colocação dela no pato, no vídeo abaixo.) De acordo com Taiwan Apple Daily, os voluntários do resgate de animais e defensores do bem-estar animal no país têm comemorado a criação da cinta-prótese e a recuperação do pato, como uma grande vitória para a tecnologia 3-D, e de seu potencial para ajudar os animais com deficiência. No entanto, eles notaram que todo o potencial da tecnologia ainda tem que ser alcançado, como a modelagem 3-D e a impressão continua a ser demorada e com um alto custo.

