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3 de ago. de 2015

Foto ‘Segredos da Baleia’ vence concurso 2015 da National Geographic

A foto de um encontro casual com uma baleia jubarte e seu filhote, foi a escolhida entre as 17.000 que se inscreveram no concurso da National Geographic desse ano.

A imagem em preto e branco de uma equipe de mergulhadores nadando perto de uma baleia jubarte e seu filhote, impressionam.

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Foto: Anuar Patjane Floriuk

O fotógrafo mexicano Anuar Patjane Floriuk, autor da imagem disse que a foto foi feita em uma viagem de mergulho perto de Roca Partida, uma ilha ao largo da costa ocidental do México, e que; ‘A foto não foi planejada. Eu estava tirando fotos perto da cabeça da baleia, e, de repente, ela começou a nadar em direção ao resto da equipe de mergulho. "Os mergulhadores deram espaço para a baleia e seu filhote nadaram, e eu só cliquei no momento em que o fluxo e a composição da cena aparecia melhor. "

Veja abaixo outras fotos premiadas pelo concurso

NAGEO3

NAGEO2

NAGEO1

Clique aqui para ver a galeria completa dos vencedores do concurso 2015 da National Geografic.

16 de dez. de 2014

ASSISTAM BLACKFISH - Atriz Brasileira Alerta seus Fãs

Bruna Marquezine se revoltou com o parque aquático SeaWorld, da Florida, neste domingo (14), depois de assistir ao documentário Black Fish, que fala do tratamento que as baleias têm no resort, que vende ingressos para espetáculos dos mamíferos todos os dias.

ASSISTAM BLACKFISH Marquezine

Tentando alertar os fãs sobre o mau trato dos animais no parque, ela escreveu um texto em seu Instagram.

“Eu já tinha ouvido falar muito sobre esse documentário, já tinha pesquisado sobre o assunto, mas só hoje consegui assistir. Ele sempre me causou muito interesse, e de uns tempos pra cá, muita indignação!

ASSISTAM BLACKFISH!

Eu fui ao SeaWorld com a minha família quando era mais nova! Assisti a apresentação da ‘Shamu’ e eu lembro que saí de lá encantada, invejando a criança que tocou nela, e achando que aqueles treinadores tinham o melhor trabalho do mundo!

E eles te contam milhares de mentiras. Dizem que as baleias vivem mais no parque do que na natureza porque lá elas recebem toda a assistência veterinária que precisam, que todas as baleias são da mesma família e que elas amam estar ali, fazem porque gostam e amam seus treinadores.

É tudo tão ‘mágico’ que você acredita! Na verdade não é nada mágico, é extremamente triste. Eu acredito que muitos dos treinadores realmente amavam esses animais e tinham o intuito de cuidar, se encantavam com esse trabalho, desenvolviam uma relação com o animal, criavam afeto!

Mas isso é completamente ERRADO! Esses animais foram criados pra ser livres!

Imagine se alguém te sequestrasse, te afastasse da sua família, e te prendesse numa BANHEIRA pro resto da sua vida! Junto com outras pessoas que não falam sua língua, que não se relacionam bem com você, e ainda ser obrigado a fazer tarefas todos os dias em troca de alimento?!

Assistam #blackfish! O seu entretenimento foi sequestrado e sofre diariamente!”, escreveu a atriz.

Veja outras celebridades que também fizeram o memo pedido a seus fãs.

Celebridades Pedem que Assistam 'BLACKFISH' e Boicotem Parque Marinho

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15 de dez. de 2014

Salvar Baleias o Segredo para impedir as Mudanças Climáticas

Quando as populações históricas de baleias foram reduzidas aos números atuais, parece que as baleias podem ter sido responsáveis pela remoção de dezenas de milhões de toneladas de carbono da atmosfera a cada ano. As Baleias podem mudar o clima.

teoria_baleias 

Pesando cerca de 200 toneladas, as baleias são os reis e as rainhas do mar. Mas seu impacto sobre os oceanos - e até mesmo com o clima do mundo - é ainda maior.

Durante muito tempo, os caçadores implacaveis espalharam o boato de que porque as baleias comem peixes e krill, elas estariam em competição desses alimentos com os seres humanos. Mas a verdade, é que apenas o oposto é verdadeiro: as baleias são os grandes estabilizadores do oceano.

Um vídeo impressionante produzido por Humano Sustentável e narrado pelo ambientalista e escritor britânico George Monbiot mostra como esse processo funciona - e como aumentar as populações de baleias pode mudar o mundo.

Como o ambientalista diz no vídeo, o impacto que as baleias têm sobre os oceanos - e em toda a atmosfera - é tão poderoso que poderia até mesmo atenuar alguns dos efeitos da mudança climática. Pela liberação de nutrientes em suas plumas fecais para fertilizar o plâncton e misturando-se a coluna de água para permitir ao plâncton alcançar a zona fótica, as baleias criam o que é chamado de "cascata trófica" ao longo de todo o ecossistema do oceano.

"O retorno das grandes populações de baleias, se elas pudessem se recuperar, poderia ser visto como uma forma benigna de geoengenharia.Isso poderia desfazer alguns dos danos que temos feito ao planeta, tanto para os ecosistema do mar, quanto para a atmosfera”.

Visite a página oficial Sustainable Human, para saber como você pode apoiar, e criar vídeos como How Whales Change Climate, em colaboração com uma equipe global de voluntários.

Juntos, podemos mudar a história do mundo.

O vídeo abaixo foi produzido como um presente para a humanidade por Humano Sustentável (sustainablehuman.me).

Nota do blog: Desde 2010, espero que a 'minha' teoria  "Salvando Baleias Esfriamos os Oceanos" seja comprovada pelos especialistas.

Leia também:


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11 de jun. de 2014

Blackfish Nos Bastidores do Parque Marinho SeaWorld

(Vídeo legendado em português) O documentário Blackfish que concorreu ao Oscar 2013, revela os bastidores da história de Tilikum uma das orcas do show do SeaWorld, que é o maior parque de atrações marinhas da Flórida e tem algumas franquias pelo mundo, e existe desde 1973. Nele há Orcas, Golfinhos, leões marinhos, focas e até tubarões.


Nos Bastidores do Parque Marinho SeaWorld

Blackfish foca-se na orca Tilikum e nos perigos de manter as espécies em cativeiro. Em 24 de fevereiro de 2010, a experiente treinadora Dawn Brancheau é atacada pela baleia orca com quem fazia um show no SeaWorld. O caso teve repercussão mundial e levantou questionamentos sobre as condições que os animais viviam em cativeiro e a segurança dos próprios treinadores ao dividirem a mesma piscina com eles durante os shows. 

O documentário investiga o histórico dos shows com baleias orca nos Estados Unidos, mostrando que acidentes deste tipo não são tão raros assim.

A cobertura de Tilikum começa com a sua captura, em 1983, nas águas na Islândia e mostra como ele foi perseguido por colegas animais em cativeiro e deixado em um tanque escuro por horas, o argumento de Cowperthwaite é que esses fatos contribuíram para a agressão da baleia. 

Cowperthwaite também se concentra nas alegações do SeaWorld que as baleias em cativeiro vivem mais tempo, e de que isso é falso.




Fonte: Mural Animal




31 de mar. de 2014

Tribunal da ONU proíbe Japão de Caçar Baleias na Antártida

Juízes do mais alto tribunal da Organização das Nações Unidas (ONU) ordenaram ao Japão nesta segunda-feira a suspenção a caça às baleias na Antártida, rejeitando o argumento de longa data de que a captura tinha fins científicos e não o consumo humano.

Tribunal da ONU proíbe Japão de

O Japão manifestou desapontamento, mas afirmou que acatará a decisão, enquanto ativistas disseram que esperam que isso contribua para o fim completo da atividade baleeira em todo o mundo.

A Corte Internacional de Justiça ficou ao lado da Austrália, que apresentou a petição, ao considerar que a produção científica do programa de caça à baleia não justificava o número de baleias mortas.

O tribunal disse que não serão emitidas novas licenças para a caça científica, quando os animais são primeiramente examinados para fins de pesquisa antes de a carne ser vendida aos consumidores.

"Os objetivos da pesquisa devem ser suficientes para justificar a amostragem letal", disse o juiz que presidia a sessão, Peter Tomka, da Eslováquia.

Aqui um registro emocionante do salvamento de espécies marinhas 

"À luz do fato de que (o programa de pesquisa) vinha acontecendo desde 2005 e incluiu a morte de cerca de 3.600 baleias-minke, a produção científica até o momento parece limitada."

O Japão assinou uma moratória à caça de baleias em 1986, mas continuou caçando até 850 baleias-minke nas águas geladas do oceano Austral, bem como um número menor de baleias-fin e jubarte, citando um tratado de 1946 que permite matar os mamíferos gigantes para pesquisa.

O julgamento é um embaraço para o Japão, mas os japoneses poderão continuar a atividade baleeira se criarem um programa novo e mais persuasivo de investigação científica que exija uma "captura letal" de baleias, ou se retirar-se da moratória, ou da Convenção Internacional para a Regulamentação da Caça à Baleia, de 1946. (Fonte: Reuters)

 

Mas a indústria baleeira ainda vai continuar caçando no Pacifíco Norte

O Tribunal Internacional de Justiça, só ordenou o Japão a temporariamente parar de matar baleias na Antártida, chamando blefe do Japão na "pesquisa científica" de baleias caçadas por trás que matam cerca de 1.000 baleias por ano lá. Em outras palavras, ele determinou que a caça e matança de baleias, em seguida, vender a sua carne em uma perda de escolares do ensino público e no pechincha em supermercados não é ciência. Isso é um grande negócio. Mas, enquanto a decisão do Tribunal Internacional de Justiça irá parar os ¥ 795.000.000 (EUA $ 9940000) da Antártida operações de "pesquisa" do Instituto de Pesquisa de Cetáceos do Japão (o sem fins lucrativos que funciona a caça), baleia-caça japonês vai continuar. O governo ainda investe ¥ 715.000.000 em suas atividades baleeiras no Pacífico norte.Programa de caça à baleia do Japão tem se esforçado. ICR vendido apenas ¥ 2000000000 em carne de baleia no ano passado-down de ¥ 7 bilhões em 2004-mesmo enquanto se espera que o governo de injetar ¥ 5000000000 no total este ano fiscal, informa a Associated Press. O problema? Cada vez menos pessoas querem comer carne de baleia. Uma vez que um prato comum em Japão pós-guerra, a demanda, desde então, caiu acentuadamente, como o público japonês encontra cada vez mais apetitosa. A carne agora é consumido principalmente na especialidade restaurantes, escolas e em algumas cidades da baleação costeira.

Os estoques de carne nos portos japoneses continuam a subir, atingindo 4.600 toneladas (4.173 toneladas) em 2012, ante menos de 2.500 toneladas na década anterior. Ainda assim, a indústria não desistiu. O mais recente aderência de marketing da ICR é promover a carne como "um alimento nutritivo que aumenta a resistência física e reduz a fadiga." Em uma tentativa desesperada de cobrir as dívidas de montagem do programa de caça à baleia do ICR, o governo japonês desviado alguns 23 milhões dólares americanos destinados à recuperação de desastres após o terremoto de Fukushima / tsunami em 2011.

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Então, por que se preocupar lutando para a caça de baleias?

Como uma simples questão de oferta e demanda, as operações da ICR não fazem sentido. Mas através de uma lente diferente que eles fazem. Programa de caça do governo, provavelmente, tem mais a ver com a defesa dos direitos territoriais e reivindicações para os abundantes recursos marinhos da Antártida do que com qualquer verdadeiro apetite por carne marine-mamífero. Como Patrick Ramage, diretor do programa de baleias para o Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW), disse Quartz no ano passado :

"Junto com a questão baleeira, [o governo japonês se opõe fortemente a questões como] a gestão da pesca do atum, propostas internacionais para proteger os tubarões ou ursos polares, mesmo que surgem em reuniões internacionais relevantes, mesmo que eles não têm uma relação directa interesse .... Acesso irrestrito a recursos marinhos em alto mar importa muito para você, se você é um tomador de decisão japonesa. "

Se o programa do ICR é de fato uma atividade reservado para afirmar esses direitos territoriais, a caça-baleia não são susceptíveis de se tornar ainda uma coisa do passado. (Fonte: QZ)

7 de mar. de 2014

Quando Criança ajudou a Salvar Orcas Agora torna-se Parceira de Parque Aquático

Uma orca de doze metros, é capturada para fazer shows aquáticos. No aquário a baleia Willy, é visitada por crianças que se afeiçoam por ela. Nesse sólido relacionamento, o carinho e a ternura aumentam, e quando as crianças vem a saber que a baleia pode morrer no cativeiro, reúnem todas as suas forças para libertá-la.

Essa é a sinopse de Free Willy é um filme americano, e que revelou a atriz mirim Bindi Irwin, que é filha de Steve Irwin que mantinha um zoológico fundado por seus pais na Austrália, e que adquiriu fama mundial através de seu programa O Caçador de Crocodilos, e que morreu em 2006, após ser atingido fatalmente por um aguilhão de raia.

Quando Criança ajudou a Salvar Orcas

O filme teve três sequências e uma curta série animada de televisão. Free Willy lançado em 1993 já era uma crítica ao confinamento dos animais marinhos e a exploração aos parques aquáticos, e foi um sucesso junto ao público.

Agora aos 15 anos de idade Bindi Irwin, anunciou no programa televisivo "Good Morning America", que vai se juntar a equipe do SeaWorld, o parque que mais explora e maltrata animais marinhos.

Bindi disse - "Estou muito feliz em anunciar que vou me juntar ao SeaWorld em uma nova iniciativa chamada 'Geração Natureza", que tem tudo para incentivar as crianças a se envolver com a vida selvagem e lugares selvagens ".

A adolescente disse que quer continuar o legado de promover a conservação da vida selvagem de seu pai.

A ONG PETA tem faz campanha contra a exploração e o tratamento dado aos animais marinhos pelo do parque aquático SeaWorld, especificamente as orcas. A questão explodiu nas manchetes dos jornais após o lançamento do documentário "Blackfish - Peixe Negro."

Após a grande revelação de Bindi, a PETA divulgou um comunicado criticando Irwin e sua família:

A família Irwin vem explorando animais há anos, então não é nenhuma surpresa que Bindi concordou em se tornar a mais recente figurante do SeaWorld. Mas colocar seu rosto no site da SeaWorld não vai encobrir o fato de que as orcas, golfinhos e outros animais estão sofrendo em pequenos tanques do SeaWorld depois de ter sido arrancadas de suas famílias. O que milhões de pessoas têm realizado - através de massiva campanha da PETA e o documentário "Blackfish" - é que o SeaWorld não é lugar para quem realmente se preocupa com os animais.  O Talk-show de Bindi e manter as aparências são apenas um último frágil esforço  de um parque dos horrores, na a esperança de fazer um pouco mais de dinheiro.

Fonte: Huffington Post

6 de mar. de 2014

Raríssimas Baleias Jubarte Albinas se encontram nas Águas da Antártida

(VÌDEO) Em Junho de 1991 foi fotografada na Austrália, a 1ª. Baleia Jubarte Albina, e foi batizada com o nome usado pelos aborígenes australianos para descrever um homem branco “Migaloo”. Mas em setembro de 2011, uma segunda baleia albina, foi avistada, como era bem jovem é conhecida como ‘Mini Migaloo'.

Recentemente, o grande Migaloo foi encontrado nadando para as águas frias da Antártida com um companheiro também branco e um pouco menor.

Raríssimas Baleias Jubarte Albinas se encontram nas Águas

Os cientistas não sabem dizer com precisão se é um filhote do Migaloo ou outra anomalia da espécie. O Migaloo é frequentemente acompanhado pelos cientistas, justamente por ele ser, pelo menos até então, considerado uma excentricidade da própria espécie.

Pensa-se que 'Migaloo' tenha nascido em 1986. Análises feitas em 2004 permitiram confirmar que se trata de um macho. Por ser uma baleia tão especial, está protegida pela lei australiana, sendo proibido às embarcações aproximarem-se a mais de 500 metros e aos aviões de voarem a menos de 600 metros.

"Toda a gente está excitada", disse Oskar Peterson, que está à frente da página da Internet criada especialmente para seguir a migração de 'Migaloo'. "Vemo-la quase todos os anos, mas ainda é notícia quando aparece".

Embora a obra ficcional Moby Dick conte a história de um cachalote branco, baleias dessa cor são raríssimas.

Mesmo sendo uma celebridade em questões marítimas, Migaloo precisa de silêncio e paz. Pesquisadores já avisaram os cidadãos de Cape Byron sobre a região em que se encontra a baleia, para que eles se mantenham distantes.

Baleias se assustam facilmente com barulho e movimentos, o que pode fazer com que percam a energia necessária para completar sua migração

Todas as baleias-jubarte são protegidas pelas leis da Austrália; o contato humano é praticamente proibido. O bebê Migaloo com certeza receberá esse mesmo tipo de tratamento e acompanhamento.

Estima-se que atualmente o grande Migaloo tenha pouco mais de 20 anos, e poderá chegar aos 90.

Musica do vídeo : Where Sky Meets Sea by Kendra Springer - http://creativecommons.org/licenses/b...

 

10 de jan. de 2014

ORCA NÃO É NEM BALEIA NEM ASSASSINA

Prevendo que  Blackfish vai ganhar o Oscar de melhor documentário, preparei algumas postagens sobre o assunto em questão. A orca, é o membro de maior porte da família dos Golfinhos (ordem dos cetáceos).

A designação "baleia-assassina" não é a mais correta por ser uma tradução direta do inglês "killer whale" (que resulta em um erro na tradução; já que o termo original significa "assassina de baleias"), e pelo fato do animal não ser uma baleia, e sim se alimentar de outros animais marinhos como as baleias.

orcanembaleianemassassina

A ordem dos cetáceos (da classe dos mamíferos) é dividida em dois grandes grupos: o grupo dos cetáceos com dentes (Odontocetos) e o grupo dos cetáceos sem dentes (Mysticetos).

No grupo dos cetáceos com dentes, temos, por exemplo, a orca, os golfinhos e botos, o cachalote, o narval e a beluga. Por se alimentarem de peixes, lulas e até mamíferos marinhos (no caso da orca), as espécies desse grupo precisam dos dentes para segurar essas presas, que encontram através da ecolocalização.

No grupo dos cetáceos sem dentes é que estão as baleias. Elas não têm dentes, mas possuem as famosas barbatanas (cerdas bucais) que peneiram e retêm o alimento engolido (zooplâncton e pequenos peixes e crustáceos) em grandes goladas de água na superfície.

7 de jan. de 2014

BALEIAS SIAMESAS SÃO ENCONTRADAS

Este é o primeiro caso documentado de baleias cinzentas gêmeos siameses, e foram encontradas no México. Em outras espécies como as baleias minke, há casos publicados de gêmeos siameses, também chamados de gêmeos xifópagos.A mutação ocorre em várias espécies de animais além do ser humano.

Os gêmeos siameses são os gêmeos idênticos que nascem colados um ao outro. Isso ocorre por uma mutação genética, quando um óvulo é fecundado duas vezes e outras alterações vão acontecendo, impedindo a formação de dois corpos separados.

BALEIAS SIAMESAS SÃO ENCONTRADAS

As Baleias cinzentas estão chegando as lagoas no México ao longo da península de Baja Califórnia, após uma viagem de quase 6.000 quilômetros das águas do Ártico.

Nessa época elas costumam dão à luz durante a viagem para o sul, ou nas lagoas de águas mais quentes que o oceano pacifico.

A maioria dos filhotes nascem durante a última semana de dezembro e as duas primeiras semanas de janeiro.

Os cientistas mexicanos encontraram os filhotes já mortos, e acreditam que eles foram abortados, como resultado de sua deficiência.

Alisa Schulman-Janiger, um pesquisador norte-americano, destacou que os gêmeos eram demasiadamente subdesenvolvidos e indagou que o nascimento ou a morte fetal dos filhotes, também pode ter matado a mãe.

A carcaça dos gêmeos foi coletado para estudo.

As imagens foram publicadas pela página de Guerrero Negro Verde Facebook

-  "Infelizmente, o animal morreu. Sua sobrevivência era muito difícil. "

Fonte: Daily News

6 de jan. de 2014

BALEIAS AS MORTES ALÉM DO ARPÃO

(Com vídeo) Hoje, duas notícias distintas despertaram a minha atenção, de que a causa das mortes de tantas baleias em lugares diferentes, teriam o mesmo assassino – a frota baleeira japonesa.

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A primeira notícia - SEA SHEPHERD FLAGROU A FROTA JAPONESA MATANDO DENTRO DO SANTUÁRIO DAS BALEIAS.

A organização ambientalista Sea Shepherd denunciou que barcos japoneses mataram baleias no Santuário das Baleias do Oceano Austral, zona que circunda a Antártida, onde é proibida a caça comercial, informou a imprensa local. A frota da Sea Shepherd, composta pelos barcos Steve Irwin, Bob Barker e Sam Simon, promove a sua campanha anual contra a pesca ilegal da baleia na Antártida pelos japoneses. Desde 1987, eles praticam a pesca, alegando fins científicos.

A frota japonesa é formada por cinco barcos que se encontram no interior da zona protegida, segundo a organização. A Sea Shepherd divulgou imagens e fotografias de três baleias minke mortas no convés do navio-fábrica Nisshin Maru, além de uma quarta espécie, que estaria sendo abatida quando um helicóptero da Sea Shepherd sobrevoou o navio.

"É uma cena horrível, sangrenta e medieval, que não tem lugar neste mundo moderno", disse hoje o presidente da Sea Shepherd Austrália, Bob Brown, que acusou o governo australiano de não cumprir a promessa de vigiar a área. A Austrália tinha prometido enviar à Antártida um barco para prevenir a matança ilegal de baleias, mas no mês passado indicou que enviaria um avião.

A Sea Shepherd considera que o Japão viola a regra internacional estabelecida em 1986 sobre a pesca comercial de baleias, embora o governo de Tóquio garanta que as capturas têm fins científicos. (Fonte: Phis)

A segunda notícia - Dezenas de baleias morrem encalhadas na costa da Nova Zelândia

39 baleias-piloto morreram depois de ficarem presas em uma remota praia da Nova Zelândia. As baleias encalhados no Sul do país, morreram na segunda-feira depois de terem sido descobertas perto da costa no dia anterior, disseram as autoridades de conservação.

Doze das baleias morreram naturalmente e os outros foram sacrificados depois que autoridades determinaram que elas estavam muito longe da  praia para serem devolvidas ao mar . Encalhes em massa de baleias-piloto são comuns na Nova Zelândia, mas os cientistas não estão claras sobre por que os mamíferos marinhos nadar até a praia em grandes grupos. (Fonte: Aljazeera)

 

Coincidências e Fatos

O encalhe e a morte de baleias nas praias da Nova Zelândia, se tornou tão frequente, que poucos jornais divulgam o fato – OU – será que não divulgam para que outras pessoas ao redor do mundo, não vejam que isso tem ocorrido exatamente quando a frota baleeira japonesa está se aproximando da Antártica que fica próxima a Nova Zelândia….

Para quem não sabe já foi comprovado cientificamente que  baleias e outros animais marinhos são muito sensíveis aos sonares, equipamentos que emitem frequências acústicas para auxiliar na navegação, pesca ou, ainda, em casos de guerra, para localização de submarinos. Os dados, apontam que os mamíferos aquáticos, quando expostos a este tipo de som, inclusive a níveis baixos, reagem de maneira extrema.

Eles interrompem sua alimentação ou nadam de forma rápida para se afastar do local de transmissão. Além disso, só retomam seu comportamento normal cerca de quatro horas após a exposição ao sonar.

Á única real defesa das baleias tem sido a ONG SEA SHEPHERD, que infelizmente precisa de muitos mais voluntários e de doações para poder atuar em vários locais, e conseguir comprovar através de exames que os encalhes ocorrem devido ao uso de sonares nos navios.

http://seashepherd.org.br/doacoes/

Por que as baleias encalhadas morrem

Como todo mamífero, elas respiram fora da água. Mas não resistem à pressão e ao calor da superfície. Morrer na praia - Entenda a agonia de uma baleia encalhada
Forno => Com a pele geralmente escura e uma camada interna de gordura de até 40 centímetros, expostas ao sol, as baleias iniciam um processo de superaquecimento.
Seca=> O excesso de calor faz com que as células comecem a perder líquido, iniciando uma longa e debilitante desidratação.
Pressão=> Na água, as dezenas de toneladas de uma baleia não são problema. Na terra, a gravidade faz com o que o mamífero marinho são suporte o próprio peso.
Sufoco=> A baleia começa a sufocar. Sim, ela respira ar como nós, mas seu peso na superfície acaba comprimindo os pulmões. A cada hora, o intervalo de respiração do animal fica mais longo.
O Último Suspiro=> A baleia inspira, mas o oxigênio não chega aos órgãos, que vão entrando em falência. Logo o organismo para de funcionar. Geralmente, só um guincho é capaz de transportar o cadáver.

E eu continuo a propagar a minha Teoria “SALVANDO AS BALEIAS ESFRIAMOS OS OCEANOS”  , talvez se as pessoas souberem que estão matando o planeta,  se souberem que são elas mesmas que causam as fortes chuvas, inundações, tufões, devido a matança das baleias, essa barbárie tenha fim.

3 de out. de 2013

BALEIA SALTA DE ALEGRIA APÓS SALVAMENTO

A baleia Jubarte conhecida como Foggy, uma fêmea, ficou presa em várias cordas usadas em velhas armadilhas para a pesca de lagosta na Baía de Fundy, ao largo da costa da Nova Escócia, no Canadá. Junto a Foggy estava outra baleia conhecido como Grommet, que permanece ao seu lado e espera pacientemente por um milagre, pois sua amiga estava se afogando.
BALEIA SALTA DE ALEGRIA APÓS SALVAMENTO
Foggy tinha cordas enroladas em sua na cabeça que a impediam de respirar através de seu espiráculo.
Uma equipe especializada no resgate de baleias, foi acionado e chegou ao local para salvar a jubarte.
No instante em que Foggy foi libertada, sua amiga Grommet, começa a dar vários e vários saltos em torno do barco dos socorristas, uma celebração espetacular de agradecimento e felicidade, na hora que percebeu que sua amiga estava fora de perigo.

Esta baleia literalmente ficou pulando de alegria depois que uma equipe de resgate salvou sua amiga de um afogamento.
"Todo mundo no barco sentiu uma enorme sensação de que tínhamos acabado de presenciar algo maravilhoso."
Todos os presentes ficaram com um sorriso em seu rosto, depois que viram como as duas baleias nadaram lado a lado até a Baía.
As imagens impressionantes foram capturados por Christine Callaghan, uma guia local de observação de baleias.
Fonte: DailyMail

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26 de jul. de 2013

A Extinção das Baleias

Em 1986, o filme Star Trek IX – A Viagem para casa, já denunciava que a caça as baleias às levaria a extinção.
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A Terra, no século XXIII, recebe uma estranha "visita" quando uma sonda espacial aparece e emana sons estranhos para a planeta, aparentemente esperando por uma resposta. Com o passar do tempo, a sonda começa a causar grandes tempestades, ameaçando a destruição da Terra, pois está ionizando a atmosfera e as fontes de energia entraram em colapso. Além disto as naves em órbita estão inoperantes e a sonda está vaporizando os oceanos. Kirk e sua tripulação são avisados que a humanidade perecerá se não for achado um meio de responder a sonda. Spock então conclui que o som é o canto das baleias-jubartes, em uma tentativa de se comunicar com estes cetáceos.
Porém, como elas foram extintas no século XXI, nunca haverá resposta e a Terra está com os dias contados.
Assim só resta uma saída para Kirk e sua tripulação resolverem este gravíssimo problema: voltar no tempo até o século XX, pegar um casal de baleias-jubartes e levá-las até o século XXIII, onde eles poderão responder à sonda e assim salvar o planeta.
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Talvez esse filme de 1986, tenha contribuído para que em 1988, as pessoas se mobilizassem exigindo dos governantes  para o salvamento emocionante de baleias encalhadas no Alaska, também transformado em um filme intitulado “ O Grande Milagre” do qual hollywood foi fel ao fatos.
milagre-baleias (13)[3]

Talvez os fatos acima e muitos outros tenham contribuído para a minha teoria de que Salvando as Baleias esfriamos os oceanos”, e evitamos o aquecimento global, e preservamos a vida na terra para todos nós humanos e os outros seres viventes deste planeta.

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#SalvemAsBaleias


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8 de jul. de 2012

As Baleias e o Grande Milagre

Nos dias atuais, com o mundo todo interligado pela internet nas redes sociais e na mídia, salvar baleias da morte pela caça indiscriminada não tem sido tarefa fácil para os ativistas.

Imagine então como teria sido salvar três baleias encalhadas há 23 anos atrás, quando ainda não existia internet, e o mundo vivia no tempo da guerra fria entre EUA e a Rússia.

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Como se isso ainda não bastasse, as baleias estavam presas em buraco no gelo no Alasca, no território dos Inuíts, que são os membros da nação indígena esquimó, que habitam as regiões árticas, e que sobrevivem da caça à baleia branca.

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O grande milagre realizado por essas três baleias encalhadas, ajudadas inicialmente por 3 pessoas, foi o de alterar a mentalidade de seus até então algozes caçadores, para resgatadores de baleias, e fazer com que os governos dos Estados-Unidos e da Rússia, colaborassem para resgata-lás e devolve-las ao mar, independentemente dos motivos de cada um.

Abaixo as fotos reais do esforço dos inuíts para salvar as baleias.

milagre-baleias (4)

O fato verídico e que emocionou corações em todo o mundo em 1988, envolve um repórter de um pequeno jornal local,  uma voluntária do Greenpeace, e o chefe inuít local, que se unem para salvar uma família de majestosas baleias-cinzentas presas pela rápida formação de gelo no Polo norte, e que se transformou em um esforço internacional chamado de Operação Breakthrough.
 
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E como toda boa história sempre um dia chega aos cinemas, holywood demorou, mas conseguiu retratá-la o mais fielmente possivel, tanto que foi após assistir o filme O Grande Milagre, é fui atrás dos fatos verídicos ocorridos em 1988.

milagre-baleias (12)

Um fato não relatado no filme foi um telefonema muito importante que dizia:
-"Aqui fala Campbell Plowden coordenador da campanha de baleias do Greenpeace. Gostaria de informá-lo que a União Soviética enviará dois navios quebra-gelo para abrir caminho às baleias presas no Alasca”.

milagre-baleias (13)

Isso desencadeou o enlace do resgate das três baleias-cinzas, que estavam prestes a morrer presas no gelo do Alasca. O ativista Campbell Plowden telefonou para a agência de notícias Associated Press, que imediatamente espalhou a notícia (que até então não havia sido confirmada pela Russia, e  que forçou tanto o governo dos Estados Unidos, como os soviéticos, a atuarem em conjunto com os esquimós, as empresas de petróleo e os ambientalistas para salvar as baleias).

milagre-baleias

Infelizmente não posso contar a verdadeira história aqui, sem desvendar o filme, portanto recomendo que assistam “O Grande Milagre”, abaixo o trailler.

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17 de jun. de 2010

Salvando as Baleias, esfriamos os Oceanos

"Muitos viram cair uma maçã, mas só Newton pensou na gravidade" (José Adolfo Azcárraga, catedrático).
A frase acima, deu-me coragem para escrever essas linhas endereçadas a todas as pessoas que se preocupam com a sobrevivência do Planeta Terra e de seus habitantes, como nós humanos os animais e os vegetais.

Minha teoria é tão simplista e aparentemente tão básica, que até hoje me surpreendo por nenhum catedrático ou PHD, a ter formulado, e/ou pesquisado o assunto.
De tão simples, tive que fazer algumas pesquisas na internet, para poder descrevê-la para alguém ou um grupo formado por biólogos e matemáticos pudesse ter aquele momento de "eureca", e fazer os cálculos necessários para provar ao mundo, mais um grande motivo para preservarmos as baleias e proibir definitivamente e indefinidamente a caça aos animais marinhos.

A Teoria: Uma Xícara de Baleias.
Em uma noite bem fria, me preparei para assistir o meu canal preferido: Animal Planet, fervendo um café-com-leite, e embaixo de uma coberta no sofá.
O Programa transmitido mostrava uma matéria de 1 hora, e ia descrevendo a caça as baleias desde a década de 1950. Dizia que a baleia-azul, em média mede entre 23 e 25 m, e pesa cerca de 110 toneladas. As fêmeas são maiores que os machos da mesma idade e podem chegar a pesar 130 toneladas. A baleia branca mede até 5 metros de comprimento e pesa até 1,5 toneladas, que a baleia Jubarte, tem comprimento médio de 12 a 15 metros e o peso varia entre 25 a 30 toneladas, e ia descrevendo cada uma das espécies.
Enquanto assistia o programa, eu bem que tentava tomar a minha xícara de leite, mas ele estava tão quente, que só ficava dando voltas e voltas com a colherzinha de café para que o leite esfriasse.

E ao final do programa, o narrador disse que atualmente a quantidade de baleias existentes é somente 10% (dez por cento), da quantidade de baleias que existiam em 1960.

Ao ouvir isso, na hora abaixei a cabeça, sabe aquele movimento que fazemos de desgosto profundo por ver ou ouvir algo abominável, e nessa hora olhei diretamente para a xícara que eu segurava e sabem o que foi
que eu vi dentro da minha xícara?



-Baleias!

Sim, por alguns instantes, eu tive essa visão miraculosa de ver baleias nadando dentro da minha xícara, e sabem o que elas estavam fazendo lá, elas estavam esfriando o meu leite quente, e esfriaram.

Isso já faz algum tempo, ou melhor muito tempo, quase dois anos, e desde então, tenho pesquisado para ver se alguém já tivesse tido essa visão, ou desenvolvido essa teoria, ou pesquisado, e até agora não encontrei nada.

Para aqueles que não entenderão minha visão, vou tentar explicar;
- Uma xícara em média 240 ml
- Uma colher de chá - 2,5 ml ou 5 gramas

Então se somente 1% (colher) esfriam os outros 99% (xícara) quente, a mesma porcentagem pode ser aplicada as baleias em suas migrações pelos oceanos.

As Baleias com seus milhões de toneladas, vivem em movimento constante esfriando nossos oceanos.
Baleia jubarte - Peso: varia entre 25 a 30 toneladas
Baleia-bicuda-de-cuvier – peso aproximado de 3 toneladas.
Cachalote - O peso médio do macho é de cerca de 45 toneladas, e o da fêmea 20 toneladas
Cachalote-anão - Peso: Pesam 210 kg.
Baleia-minke - Peso: até 10 toneladas.
Baleia-de-bryde - Peso: entre 16 e 20 toneladas.
Orca - Peso: Fêmeas 7 toneladas e machos 10.
A baleia-azul – machos 110 toneladas, fêmeas podem chegar a pesar 130 toneladas.
A baleia branca pesa até 1,5 toneladas.

Na matemática das águas, os números são os seguintes:
=> 71% da superfície do planeta Terra são ocupados por água.
Deste percentual, 97% constituem água do mar, o que equivale a pouco mais de 1,368 bilhão de quilômetros cúbicos.Entre os quatro oceanos existentes, o maior é o Pacífico, com 707,6 milhões de km3 de água. Em seguida vem o Atlântico, com 323,6. Depois é a vez do Índico, que tem 291 milhões de km3 d’água. O Antártico tem 28,8 milhões e o menor é o Ártico, com 17 milhões de km3.



Aqueles que puderem comprovar essa teoria, e colocar um fim a caça as baleias, peço gentilmente que dediquem as Baleias a autoria dessa teoria por darem o privilégio de vê-las, e da mesma forma que uma frase me impulsionou para escrever a quem interessar possa esta teoria, quero terminá-la também com uma outra celebre frase.

“O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo”. (Émile Zola)

Defensores de Baleias
Hoje novamente assistindo ao Animal Planet, na série Whales Wars do Sea Sheppard, vi pela primeira vez um vídeo da crueldade da caça a baleia; vi o navio japonês transvestido de pesquisa, a tentativa de fuga da baleia, o arpão, o sangue, e a luta da baleia já sangrando para se libertar do arpão, e vi e ouvi os tiros - Sim os tiros, eu não sabia e para que não sabe, as Baleias são mortas a tiros, 6 ou mais, foram necessários para esta baleia. E vi o tipo de pesquisa mentirosa e endossada pelas nações que a praticam e a sancionam.

As Baleias são mortas pelo navio-abatedouro e levadas para o navio-açougue, e lá a vista, elas são cortadas, a gordura, a pele, as vísceras,as costelas, são jogadas ao mar, e a carne vai para os porões do navio, para serem embaladas e vendida.

Não sou bióloga, nem médica, mas 40 anos de TV, me proporcionam um pouco de conhecimento, para saber distinguir um abate, de um estudo científico, e nunca soube de nenhum estudo cientifico sobre animais que não levasse em consideração entre diversas coisas de seus hábitos alimentares que estariam em suas vísceras.

Temperatura dos oceanos está subindo
Em 2009, cientistas do Centro Nacional de Dados Climáticos dos Estados Unidos, informaram à imprensa que os oceanos estão com a temperatura média de 17 °C, a mais alta desde 1880, quando iniciou-se os registros ,esse é um forte indício do aquecimento global e um fator importante para elevação do nível dos mares.
Segundo especialistas, a água do mar se expande quando é aquecida, o que pode responder por um terço ou até metade da elevação global do nível dos oceanos.

Baleias Vítimas Constantes
Inúmeras são as notícias que ouvimos sobre elas todos os dias. E, infelizmente, não são nada boas. Destacando as mais recentes, temos a temida Orca, conhecida como “baleia assassina”, ocupando cada vez mais o papel oposto ao significado de seu “apelido”. No final de 2005 pesquisadores noruegueses da ONG WWF chegaram à conclusão de que as orcas são os mamíferos que mais sofrem atualmente com a poluição no Ártico, ocupando o lugar dos ursos polares, que até então lideravam esse triste ranking. Nenhum outro mamífero ingere uma concentração tão grande de substâncias químicas maléficas produzidas pelo homem naquele ecossistema.

Enquanto isso, a Sociedade pela Conservação das Baleias e Golfinhos (WDCS - Whale and Dolphin Conservation Society) afirma, segundo notícia divulgada em fevereiro, que o estoque de carne de baleia mantido pelo Japão é tão grande que o país começou a vendê-lo como comida para cachorro. “A WDCS espera que o uso manifesto de carne de baleia como ração para cães no Japão demonstre que o programa científico de caça às baleias é uma armação com motivações políticas”, disse a organização em seu site sobre a justificativa dada pelo país para dar continuidade à caça de baleias.

Não há dúvidas de que o Japão hoje é o país-vilão quando se trata da não- proteção às baleais. Apesar de ser proibida em nível mundial desde 1986, através de uma moratória internacional, a caça comercial às baleias continua a acontecer no país com a justificativa de fins científicos.

A questão delicada da moratória é o fato de permitir aos países se auto-outorgarem licenças para a captura de baleias para pesquisas. O Japão abusa dessa norma e mata centenas de baleias por ano com o argumento da “pesquisa científica”. A carne e a gordura resultantes da “pesquisa” são vendidas livremente no mercado japonês. O grande desafio hoje é fazer com que o Japão pare de usar essa mentira para expandir sua caça comercial.

Caça de baleias pode voltar, denuncia o Greenpeace
Integrantes da Comissão Internacional da Baleia (CIB) preparam uma nova emboscada contra as baleias e golfinhos do mundo.

Um documento oficial, abre uma perigosa brecha que pode permitir a volta da caça comercial das baleias, suspensa desde 1982 para controlar a matança que ameaçava diversas espécies desses animais em todo o mundo.
O documento que ameaça a proteção das baleias foi elaborado por um grupo de trabalho da CIB formado por 12 países, entre eles o Brasil, e é um retrocesso à Moratória da Caça Comercial de Baleias de 1982. O texto maquia a CIB como avançada, pois proíbe a caça para fins científicos, desculpa usada pelo Japão para na prática caçar baleias para consumo.
A contrapartida é a liberação da caça comercial com cotas. “O acordo beneficia claramente o Japão, pois coloca na legalidade uma prática que eles já realizam ilegalmente”, as cotas serão propostas com justificativa duvidosa, a caça científica.”
A proposta é colocar a caça de grandes baleias sob o controle da CIB em dez anos, período em que serão estabelecidos seus limites e cotas, assim como um programa internacional de observação. Porém, o documento está coalhado de buracos, pois não apresenta nenhuma sugestão de quanto essas cotas poderão vir a ser. “O texto traz uma tabela de limites de caça para cada um dos próximos dez anos, com as cotas previstas para a Antártida sob o rótulo de ‘a ser decidido’.

Contradições internas
Formada em 1946 por 15 países interessados em fortalecer a indústria baleeira, a comissão passou a controlar a caça na década de 1980 pois, se mantida fosse, baleias já teriam sido extintas da face da Terra. Desde então, países com sanha caçadora, capitaneados pelo Japão, pressionam a CIB para regredir seu pensamento em 60 anos e abdicar de suas posturas ambientais.
Dois santuários de proteção de cetáceos foram criados, o do Oceano Índico, em 1970, e o do Oceano Antártico, em 1994. O grupo conservacionista da CIB hoje é composto por 42 países. Os baleeiros são 33
países e, apesar de minoria, conseguem manter o desrespeito permanente da moratória da caça praticada pelo Japão, que mata usando o disfarce de “fins científicos”. A mentira foi exposta por ativistas do Greenpeace no Japão, Junichi Sato e Toru Suzuki, que passam atualmente por um julgamento de cunho puramente político e correm o risco de passar mais de 10 anos na cadeia.Como são necessários ¾ dos votos para qualquer nova aprovação, o duelo de forças dentro da comissão impede que o debate avance. Enquanto isso, há dez anos o Japão pratica a compra de votos de países menores, com o objetivo de ganhar força dentro da comissão. “A CIB é uma organização que vive todo ano o mesmo impasse. Nada consegue ser aprovado. Apenas as baleias saem perdendo”.


Petições - Pelo Fim a Caça as Baleias

Marli Delucca
"Se não faço tudo o que devo, pelo menos faço tudo o que posso"