11 de set. de 2013
Salvos por seus cães-guias em 11/09/2001
“Pensei que estava condenado – o barulho e o calor eram terríveis – mas tinha que dar ao cachorro a oportunidade de sobreviver. Por isso, tirei-lhe a trela e ordenei que ele fosse embora”, relata Rivera.
Roselle estava dormindo debaixo da mesa de Michael no 78 º andar da Torre 1 do World Trade Center quando o ataque começou. Ela foi acordado pelo impacto cerca de quinze andares acima deles.
Ela levou seu proprietário e 30 outras pessoas para baixo 1463 passos para sair da torre. Depois de descer mais de metade da distância, eles passaram os bombeiros que se dirigiam para cima, e Roselle ainda parou para cumprimentar. A descida levou pouco mais de uma hora. Só depois que saiu da torre 1, a torre 2 desmoronou, enviando detritos. Uma vez desobstruída, Roselle levou seu proprietário para a segurança de uma estação de metrô , onde eles ainda ajudaram uma mulher que havia sido cegada pelos destroços.
Fonte: Today
26 de ago. de 2013
Bombeiro salva 4 cachorros em Dourados
Com uma corrente, um pedaço de pano improvisado para guiar um dos cachorros enquanto o outro o acompanha para fugir do incêndio, o soldado retirou os quatro animais do perigo do incêndio que durou mais de 10 horas em Dourados na última quinta-feira e matou uma pessoa
A boa ação do soldado do Corpo de Bombeiros, ao salvar os cachorros que estavam em meio as chamas que devastaram fazendas ao longo da BR-463, Na saída de Dourados para Laguna Carapã.
A imagem postada pela fanpage com o nome de “Dourados Brilha”, e internautas identificaram o bombeiro que salvou os quatro animais como soldado “Marimbondo”. A foto é de Eliel Oliveira.
Internautas apaixonados por animais e pela ação exaltaram o trabalho do corpo de bombeiros. “Parabéns para esse Bombeiro e todos que trabalharam, Deus abençoe todos Bombeiros porque também eles arriscam suas vidas para salvar vidas”, postou Lenir Matheus.
Até mesmo os satélites da Nasa captaram os focos de incêndio e fumaça. A causa do fogo, foi um incêndio programado por uma usina da região, mas as chamas saíram do controle. A aproximação de frente fria faz o vento aumentar, o que facilitou o espalhamento do fogo e da fumaça.
Além das suas mais de 10 horas de destruição, uma morte, nove pessoas precisaram ser socorridas, inclusive um bebê de cinco meses, por intoxicação com a fumaça.
Em uma das fazendas, cerca de 40 bois morreram queimados e outros terão que ser sacrificados, pois tiveram parte da carcaça queimada. O total de animais mortos ainda está sendo apurados, já que propriedades vizinhas também foram atingidas.
Segundo os Bombeiros, 15 caminhões pipas de usinas e da Prefeitura de Dourados ajudaram no combate que levou mais de cinco horas. Ao todo, 330 mil litros de água foram usados.
29 de jul. de 2013
Bombeiros fazem rapel para resgatar cão pendurado em morro de Santos
Outro cachorro acabou rolando pelo morro, mas também foi resgatado.
Ação durou aproximadamente quatro horas.
Bombeiros resgataram dois cachorros que se acidentaram no morro Santa Terezinha, em Santos, no litoral de São Paulo, na tarde deste sábado (27). Um cachorro ficou pendurado por uma bromélia e o outro acabou escorregando pelas pedras no morro. Mas, ambos foram resgatados e passam bem.
Na região das pedras do morro Santa Terezinha, os latidos chamaram a atenção dos moradores, que ligaram para o Corpo de Bombeiros de Santos para o resgate. Um cão estava pendurado somente com a ajuda de uma bromélia. Outro cão já havia caído morro abaixo.
Uma equipe de sete homens precisou descer o morro de rapel para alcançar o cão. “Fizemos quase 80 metros de corda para acessar o animal, depois para tracionar também. O bombeiro teve que fazer praticamente um zigue-zague lá embaixo, isso dificulta muito na hora de puxar”, explica o tenente do Corpo de Bombeiros Renato Abreu do Carmo.
Ainda pendurado pela planta, por mais de dez vezes o animal tentou subir, mas a pedra estava molhada e as patas escorregavam em todas as tentativas. A preocupação era que, nestas tentativas, o animal acabasse caindo. Até que o bombeiro finalmente conseguiu prender o animal em cintas junto ao corpo. O cachorro ficou paralisado com o susto, mas passa bem. “Ele está bem assustado, um pouco machucado, mas ele não dificultou não. Parece que sentiu o perigo, então colaborou com a gente”, afirma o bombeiro José Martins.
Foram cerca de quatro horas de trabalho. Uma moradora se sensibilizou com o caso e, antes mesmo do fim dos trabalhos já tinha ligado para um médico veterinário. Ao descer, a equipe ainda andou pela mata que fica embaixo do morro. A segunda surpresa boa do dia: o cachorro que caiu foi encontrado em um cantinho, nos fundos de uma casa, com a pata quebrada. “O importante é trazer uma vida, e o cachorro é uma vida. A gente nem sente o tempo passar e quer fazer da melhor forma possível, esse é nosso trabalho, nossa missão”, finaliza o bombeiro.
Fonte: G1

