25 de mar. de 2015
Gato sobrevive aos cinco anos que ficou preso dentro da parede
(Vídeo) Após cerca de cinco anos de "aprisionamento" atrás de uma parede em uma estação de Metro do Cairo, um gato foi salvo de seu "tumba", graças a um homem idoso que o alimentou durante todos os dias e um grupo de mulheres que pressionaram para libertá-lo.
Abdo é dono de uma pequena loja próxima à saída da estação e cuidava do gato desde que ele era apenas um filhote. Ele conta que o gato apelidado de ‘Biso’, costumava se esconder ali perto e, depois de uma briga com um gato maior, entrou por um buraco e não conseguiu mais sair.
Foi em 2010, que o gato encontrou um esconderijo entre a superfície externa da parede e uma parcela extintor de incêndio na estação de Metro Mohamed Naguib no centro do Cairo. Entretanto um dia, o gato ficou espremido dentro de um buraco na parede e não conseguiu sair mais. O Sr. Abdo fez várias tentativas para libertar Biso da parede, mas essas não deram certo.
O Sr. Abdo passou então a alimentar diariamente o gato emparedado. Em 2011, depois de vários protestos da população o governo instalou o toque de recolher, onde o comércio ficou fechado várias semanas, mas mesmo assim o idoso continuou indo todos os dias à estação para alimentar o gato.
Em meio aos protestos violentos entre a população e o governo, que se sucederam nesses anos, com a renúncia do presidente, alguns trabalhadores do metrô tentaram ajudar o Sr. Abdo a retirar o gato para fora da parede, mas o animal estava muito assustado e permaneceu ali dentro, disse o idoso.
O gato, chamado Biso, só sobreviveu graças aos cuidados do “tio Abdo”, foi que garantiram que “Biso” conseguisse sobreviver todos esses anos que lhe dava água através de funil feito de uma garrafa plástica e a comida através de uma pequena fresta na parede.
No começo de março, uma imagem postada da cauda do gato pendurado atrás da parede apareceu na página do Facebook "Ajuda e salvamento dos animais de rua", reclamando que ele não poderia quebrar a parede para libertar o gato, porque isso seria considerado sabotagem de bens públicos.
Mas outra pessoa compartilhou a imagem, e foi assim que vários ativistas egípcios dos direitos dos animais, tomaram conhecimento do caso e começaram a se mobilizar para salvar o gato.
A agência Vetogate divulgou no mesmo dia, um vídeo de alguém tentando alimentar Biso que estava atrás da parede, na qual é possível ver a pata do gato tentando agarrar a carne, e no dia seguinte um outro vídeo do Tio Abdo alimentando Biso.
Duas defensoras dos direitos dos animais Dina Zulfikar e Dalia Shaheen, ao saber do caso pelas mídias sociais, apresentaram uma queixa na delegacia sobre o gato aprisionado no metrô. A polícia e as protetoras foram e informaram ao chefe da estação que havia uma ordem judicial para resgatar Biso. A equipe de manutenção da estação foi chamada em seu dia de folga para retirar as placas da parede.
"Quando nós removemos a parede, um cheiro hediondo surgiu a partir do buraco negro, que era de 15 centímetros de largura com quatro metros de comprimento. Era como uma tumba. Havia vermes negros ao longo de quatro metros da borda, onde o tio Abdo foi capaz de colocar os alimentos para Biso, contou a ativista dos direitos dos animais Mounira Shehata, que também participou do grupo de resgate.
Depois de 5 anos de escuridão, e sem que seu frágil corpinho tivesse sido acariciado por alguém, Biso ficou aterrorizado com a quantidade de pessoas que apareceram junto a luz com a retirada do revestimento da parede.
Eles tentaram seduzir Biso, com uma lata de atum. A foto revela a escuridão da tumba, onde somente o brilho dos olhos do gato pode ser visto.
Biso ficou muito assustado e não quis sair do seu esconderijo involuntário até que um trabalhador da estação, foi para dentro do buraco para obtê-lo.
Assustado, o gato correu rapidamente e fugiu antes que alguém pudesse pegá-lo. O resgate levou mais de cinco horas, de acordo com Shehata. Ela e o Sr. Abdo ainda estão procurando Biso dentro da estação de metro.
"Eu faço isso para Deus. O que é de Deus não vai embora ", disse o Sr. Abdo Masr al-Arábia.
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14 de fev. de 2015
Cadelinha foge de casa e caminha até achar hospital para visitar sua mãe humana
(vídeo) Aos 11 anos de idade, Sissy a pequena schnauzer, fugiu do quintal de sua casa seguindo seu coração, em busca de sua mamãe humana que ela não via havia duas semanas.
A cachorrinha andou por vinte longos quarteirões, para visitar Nancy Frank, de 64 anos, que estava internada se recuperando de uma cirurgia para a retirada de um câncer, e ninguém sabe como a cadelinha soube como chegar lá.
Nesse período o marido de Nancy, entre as idas e vindas do hospital, cuidava de Syssi e Barney. Dale Franck, 66 anos, estava em casa quando em torno da 1:30 da tarde de sábado, ele notou que Sissy tinha desaparecido. Preocupado ele avisou o Centro de Controle de Animais em Cedar Rapids, Iowa.
Mas às 5h30 da tarde, ele recebeu um telefonema – seu número de telefone e endereço constavam na coleira de um pequeno cão, que ‘apareceu’ no hospital onde sua esposa estava internada.
Durante essas 4 horas, que a cadelinha havia desaparecido ela caminhou por calçadas e ruas desconhecidas e cheias de neve. A câmera de segurança do hospital mostra Sissy entrando no edifício através das portas automáticas que se abrem quando percebem movimento. Uma vez lá dentro, a cadelinha olhou ao redor, colocou o nariz para o chão e ficou vagando pelos corredores, mas ela não conseguia encontrar uma forma de chegar até o andar onde Nancy estava, o acesso aos andares é feito por elevadores.
Assista ao vídeo, e veja como Sissy entra e tenta achar a tutora dentro do hospital.
Durante o telefonema entre Frank e o hospital, ele informou que sua esposa estava internada lá, e que talvez esse fosse o motivo da schnauzer ter fugido para lá, e que ele já estava indo busca-la.
O hospital então permitiu que Sissy fosse levada até o quarto de Nancy por alguns instantes. Nancy ficou bastante surpresa ao ver sua filha canina, e ainda mais a forma como ela chegou sozinha, sem nunca antes ter sido levada para lá. O encontro foi como um bom remédio que as duas estavam precisando.
"Você acha que isso foi apenas uma coincidência que ela andou aleatoriamente para este hospital? Não. Ela estava em uma missão", insistiu a filha de Nancy, Sarah Wood."O jeito que ela entrou no hospital, ela estava em uma missão, ela estava determinada a encontrar Nancy, e consegui."
"É incrível e é o desejo de Deus que ela não desapareceu, e agora ela está de volta", disse Bucko. "O que mais se pode dizer?"
O que será que Barney, o outro cão da família, achou da aventura de Sissy.
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5 de fev. de 2015
Cachorro abandonado junto a mala é adotado e faz cirurgia
Muitas pessoas se comoveram com o ‘Caso Cão Abandonado em Estação de trem da Escócia’, e que depois foi esclarecido.
Depois de ser resgatado pela SPCA, a história de Kai comoveu muitas pessoas e, por conta disso, teve uma repercussão mundial.
— Era muito importante para nós selecionar um dono que fosse adotar Kai pelas razões certas e tivesse realmente pensado muito bem sobre a adoção de um cão resgatado. Nós sabemos que Kai vai ter uma vida ótima ao lado de Ian e nós não poderíamos estar mais felizes por ele. Essa é uma ótima oportunidade para nós lembrarmos que temos centenas de animais aos nossos cuidados que, assim como Kai, também precisam de um lar, disse Alan Grant da SPCA.
O caso, que poderia ser um triste exemplo de abandono, teve um desfecho emocionante. O animal conseguiu encontrar um novo dono.
O cão foi adotado pelo engenheiro hidráulico Ian Russell. Ian, que estava sofrendo pela morte de sua cadela da raça dálmata no último Natal, que sente-se sortudo em ter encontrado o novo amigo. "Parece que o destino quis que eu adotasse Kai, embora eu não acredite muito nisso", declarou.
De acordo com Alan, o motivo de eles terem escolhido Ian como a pessoa para adotá-lo foi pelo fato de ele ter se oferecido para adotar o Kai, mas que ele ficaria feliz se pudesse adotar qualquer outro que eles achassem que fosse se dar melhor com ele.
Depois que Ian adotou Kai, ele precisava fazer passar por uma cirurgia nos olhos. As anomalias mais freqüentes das pálpebras são o entrópio e o ectrópio. Ambos influem no globo ocupar e necessitam de intervenção cirúrgica. Kai tinha entrópio, uma má-formação que se manifesta-se por uma inversão para dentro do bordo, e que afeta os olhos dos animais quando os pelos estão em constante contato com a córnea.
Para isso, a SPCA organizou uma arrecadação de dinheiro para ajudar com os custos da cirurgia e eles conseguiram o dobro do necessário em apenas um dia.
22 de dez. de 2014
Cãozinho segue Resgate e comove Bombeiros
O cãozinho correu por volta de 2 km, até que os bombeiros notaram a reação do animal pelo retrovisor. Logo depois ele cercou a viatura até "pedir" para entrar. E chegando ao Pronto-Socorro ele ficou esperando o atendimento, bem quietinho debaixo da maca.
A cena de um cachorrinho seguindo uma viatura do 2° Grupamento do Corpo de Bombeiros de Brasília, a caminho do hospital emocionou muita gente nas redes sociais. Na gravação, o bichinho corre por alguns minutos atrás do veículo que transportava seu dono até o Hospital Regional de Taguatinga. Ao perceber a saga do cãozinho, os bombeiros pararam a ambulância e deixaram o melhor amigo do homem entrar.
O sargento Celiomar Ferreira do Couto, de 42 anos, foi quem fez o vídeo. Ele conta que toda a equipe de atendimento ficou sensibilizada com o amor demonstrado pelo cachorro. Ao chegar na unidade de saúde, o morador de rua foi colocado em uma maca. Carinhoso, o bichinho não saiu do lado do leito.
Com muito tempo de carreira, o sargento afirmou nunca ter visto uma cena como a registrada.
— Trabalho há 19 anos na profissão. Nunca vi isso. A gente chega nas ocorrências, às vezes tem animais que ficam ariscos, não deixam a gente chegar perto. Mas não essa reação. A gente fica sensibilizado com a situação, né? Porque vê ali o amor que o animal esboçou pelo dono. Não teve como nao abrir a viatura para ele entrar — disse o Sargento ao Extra.
O bichinho ganhou também nota dez em comportamento: depois de comover a equipe e entrar na ambulância, o cachorrinho sento ao lado do dono até chegar ao hospítal.
Segundo o sargento, durante os momentos de lucidez, o homem conseguiu ver que seu fiel companheiro o acompanhou. Couto torce para que a história dos dois tenha um final feliz. E mostra timidez ao comentar a repercussão do vídeo.
— Infelizmente, não tive mais notícias deles. São muitos pacientes, moradores de rua, que atendemos.
Eu não queria aparecer, mas teve muita repercussão, não teve como ficar alheio.
Ao contrário do que tem sido compartilhado nas redes sociais, a imagem não aconteceu na última semana, mas sim em julho, segundo Couto. Depois do atendimento, o bombeiro não teve mais notícias do cãozinho e do seu dono, que não estava com identificação quando deu entrada no hospital com ataque epilético.
Ao Sargento Couto, e todos os outros integrantes do 2° Grupamento do Corpo de Bombeiros de Brasília, o meu, ou o nosso (de todos que também se importam com os animais) MUITO OBRIGADO!
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