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10 de set. de 2013

SUPER-HERÓIS SALVAM GATO DE INCÊNDIO

Dois americanos fantasiados de Batman e Capitão América, e que fazem parte de uma organização que entretém crianças e faz alertas sobre segurança, durante uma apresentação viram que uma das casas estava em chamas. Quebraram janelas e portas  para entrar. Dentro havia um gato desmaiado. Já na rua, em segurança, foi feito respiração boca-a-boca no bichano, e conseguiram fazer com que o gato voltasse a respirar. “Ele foi ressuscitado pelo Batman”, que era um ex-bombeiro.

SUPER-HERÓIS SALVAM GATO DE INCÊNDIO

O fato ocorreu na cidade de Milton, na Virginia Ocidental (EUA)

Fonte: News Chanel

11 de jul. de 2013

Branquinha ganha estátua em Avaré

A cachorra que acompanhava velórios e seguia os enterros em Avaré, no sudoeste paulista, ganhou uma homenagem dos moradores da cidade, dois meses após sua morte. Em 06/07/13, em frente ao cemitério da cidade, foi inaugurada uma estátua da cachorra conhecida como ‘Branquinha’. Pelo menos 50 pessoas acompanharam a inauguração.
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Todos da cidade gostavam muito dela. Os funcionários do cemitério se encarregavam de alimentá-la e davam roupas nos dias frios.
“Ela era muito dócil e amada por todos. Com certeza vai fazer muita falta”, explica Alexandre Passos, farmacêutico da cidade.

A autora da iniciativa, Castorina Rodrigues, presidente da Casa de Artesanato de Avaré, disse que o objetivo é lembrar um animal estimado por toda cidade. “A Branquinha era muito querida por todos e sua morte causou comoção. Ela merece ser lembrada.” A estátua, em tamanho natural, foi confeccionada pelo escultor Florisval Tegani.

No pedestal, foi fixada uma placa com os dizeres: “Sou Branca, branquinha de alma e coração. Por muitas vezes acompanhei suas aflições. Hoje estou com os anjos em oração e para ser guardiã de todos que por aqui se encontrarão”.

A administração do cemitério não soube explicar onde Branquinha foi enterrada.

A cachorra apareceu no portão do cemitério com vários ferimentos há oito anos e foi adotada pelos coveiros. Quando saíam os cortejos para sepultamento, ela ia à frente e permanecia ao lado do túmulo até o fechamento da sepultura. Ela teve câncer e, apesar de bem cuidada, morreu no dia 2 de maio.



A História
Ela acompanha todos os funerais de Avaré, interior de São Paulo, ajuda os funcionários das funerárias, se preocupa com a segurança dos túmulos e ainda presta, à sua maneira, solidariedade às famílias. A descrição não é de uma pessoa e sim de uma cachorrinha. A Branquinha é uma típica vira-lata, mas que segue cortejos fúnebres.

Durante boa parte do dia, ela fica tranquila, sempre embaixo de alguma sombra. Mas quando um dos funcionários pega o carrinho que busca os caixões do velório municipal para o cemitério, ela desperta.

Primeiro, vira uma espécie de guarda de trânsito, correndo atrás dos carros que passam pela avenida em frente ao cemitério. Quando chega a hora do cortejo, ela logo toma a dianteira e acompanha a caminhada até o túmulo.

Sem descanso
A atitude da cachorra é a mesma todos os dias do ano, sem descansar nem aos fins de semana ou nos feriados. “Se tiver cinco ou seis enterros no dia, ela segue todos. Quando eu chego ao cruzamento das ruas, ela espera pra ver se eu viro ou se eu vou reto. E na volta ela vem junto”, diz Fernando Vona, funcionário de uma funerária.

Pelas contas de quem trabalha no local, a Branquinha está no cemitério há uns cinco anos. Mas o que ninguém consegue entender é o porquê dela ter uma atitude tão curiosa como essa.
Carlos Antônio Dias, dono de outra funerária, se surpreende: “Não tem uma explicação de como essa cachorra consegue acompanhar todos os enterros. Ela participa do velório e também do sepultamento”.

Sempre ao seu lado?

Será que a história dela é parecida com a do Akita Hachi, o cão japonês que esperou pelo dono na estação de trem mesmo depois que ele faleceu? Essa história foi mostrada no filme “Sempre ao seu Lado”.

O coveiro João Caetano dos Reis acha que sim, já que ela não sai de perto de um dos túmulos do local. “Eu não sei se ela tem alguma pessoa que tomava conta dela e morreu. Tem um túmulo que ninguém pode mexer, porque ela já vai atrás.”

Com esse comportamento pra lá de curioso, a Branquinha se tornou mais do que uma companheira. “É o xodó do cemitério”, diz Carlos Antônio. Já o coveiro vai além na declaração de amor: “Ela é a relíquia, a mesma coisa de minha filha. Eu gosto muito dessa cachorra, ela ficou no nosso coração”.





25 de abr. de 2013

Cão Vermelho o filme


Uma história de determinação, amizade e companheirismo é contada através do filme Cão Vermelho (Red Dog-2011). A história de um cachorro da cidade de Dampier, uma pequena cidade da Austrália povoada por mineradores de todas as partes do mundo.
 
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A trajetória do cão foi relatada por um escritor chamado Nancy Gillespie, que através de relatos e entrevistas de todas as pessoas pode compor o seu romance “Red Dog”, que foi depois adaptado para o cinema recentemente.

Sozinhos, truculentos e afastados de suas casas, esses homens foram para lá em busca de dinheiro. Até que surge um cão vermelho na cidade , cheio de atitude e decidido, que cativou todos no local. 

Uma de suas principais habilidades era pedir carona. E quando alguém decidia dar carona, não tinha jeito: Cão Vermelho sempre exigia novamente seus préstimos, na hora em que ele mesmo decidia.

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Red Dog aparenta ser uma história real com um sabor diferente de drama, firmando a certeza de que não é apenas um filme pegando a onda de histórias reais de animais. Mas não deixa de nos fisgar pela engraçada, emocionante e profunda história de um cão da raça Kelpie Australiano que viveu na região de Pilbara (oeste da Austrália) desde 1971.

Red Dog (Cão Vermelho) ganhou esse apelido pelos membros das comunidades que ele frequentava por causa da poeira vermelha da oeste australiano, e foi “adotado” por muitas pessoas desde então, incluindo uma veterinária que passou a cuida-lo, e também feito membro de várias instituições, incluindo a União de Transportes da Austrália.

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Até que um dia John chegou em Dampier para ser motorista do ônibus dos mineradores. Sabendo da petulância de Vermelho, ele relutou até onde pode para não lhe dar carona. Só que Vermelho o escolheu como dono e conquistou o direito de andar no primeiro banco, com muita insistência. Até o dia em que teve que dividir o banco com Nancy a nova secretária da mineradora, que também fisgou o coração de John.

Depois de passar a noite com ela, John nunca mais voltou.

Desde que o seu segundo dono, um caminhoneiro chamado John Stazzonelli morreu, em 1975, Tally Ho (o nome original do cão) passou a andarilhar por conta própria pelo desértico outback australiano em busca do seu primeiro dono: Colonel Commings, e iniciou sua busca por todo o país, transformando sua história numa lenda.

Red chegou a ter até uma conta bancária, e após sua morte ganhou uma estátua na cidade de Dampier, onde ele costumava aparecer bastante.

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Essa aventura canina de como um cão pode mudar e tocar a vida de comunidades inteiras foi contada por Kriv Stenders de uma forma muito divertida, carregada de lições de vida e merece ser vista, e caso você tenha se apaixonado pelo drama Hachiko, Sempre ao Seu Lado, você certamente não vai poder perder o filme Red Dog.


Quem quiser ver o filme pelo youtube, aqui a versão completa dublada (só precisar fechar todas as janelas que aparecem no começo como se fosse legenda)


PS: O cão que interpretou Red Dog no filme chama-se Koko.
Tanto Red Dog como Koko hoje brincam no céu dos animais.
A eles deixo aqui a minha singela homenagem.

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