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1 de abr. de 2015

Gato herói tenta várias vezes impedir que homem bata em bebê

Quem nunca conviveu com um bichano, não tem idéia de como os gatos são leais, amorosos e protetores, e independentemente de seu tamanho, os gatos protegem seus entes amados, sejam eles humanos ou não-humanos. Ás vezes usam de muita inteligência para defender ou salvar, e ás vezes usam de suas garras. 

Gato herói tenta várias vezes impedir que homem

Um dos casos mais famosos de heroísmo felino, é o vídeo da gata Tara que foi adotada, e defendeu um menino do ataque de um cão.

Em um vídeo colocado no YouTube nesta semana, um gato preto muito protetor pode ser visto arriscando sua própria segurança ao tentar impedir - o que o bichano considerou como uma agressão a um bebê em sua cadeirinha.

Embora esteja claro que não havia um perigo real para a criança (o homem aparece apenas para batendo a mão fortemente na cadeirinha), o gato não estava disposto a arriscar a segurança do bebê com o que alguns poderiam considerar como uma tosca brincadeira.

O gato várias vezes se joga suavemente tentando bloquear o ataque e ataca o braço do homem para detê-lo.

Depois que percebe que seus avisos são ignorados, o gato preto resolve dar um ponto final e recorre ao uso de suas garras, para assegurar que o bebê não seria mais importunado. 

Conheça outros super-heróis felinos e suas histórias de amor e fidelidade;

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Gato Herói Salva

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Gata que Defendeu Menino de Ataque_thumb[1]

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12 de fev. de 2015

Cãozinho pede ajuda para salvar idosa desmaiada na Mata

Os latidos e a corrida do vira-lata Pitoco ajudaram a encontrar a tutora, uma idosa de 77 anos. Ele não se desgrudou da aposentada Dalva Moreira da Silva, e conseguiu chamar a atenção de trabalhadores de uma fazenda.

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O caso aconteceu no distrito de Pontinha, em Paraopeba, na região central de Minas.

No sábado (7), dona Dalva saiu de casa e não deu notícias à família. Os três filhos chamaram o Corpo de Bombeiros, que fizeram buscas sem sucesso no domingo (8) e na segunda-feira (9), com a ajuda de vizinhos, sob chuva forte. No fim da tarde, veio a surpresa, segundo o sargento Luciano Carlos Batista.

— Ela estava a 4 km de casa, já na cidade de Caetanópolis. Os funcionários de uma fazenda notaram um cão saindo da mata, que aparecia e voltava, latindo muito. Eles estranharam esse recuo e decidiram segui-lo, até que o Pitoco os levou até a dona, que estava caída.

A aposentada foi encontrada desmaiada, com hipotermia e desidratação. Ela foi internada no Hospital Municipal de Sete Lagoas, mas não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (11).

— As buscas foram complicadas, até pela mata fechada e pela chuva.

Cachorro entra na viatura e vai para a delegacia em Cabo Frio/RJ

O caso aconteceu em Cabo Frio, no Rio de Janeiro. O cachorro entrou no porta-malas da viatura e não quis sair.

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O cachorro avançou em um dos vizinhos do suspeito, que tentava retirá-lo de dentro do carro. Por fim, a polícia resolveu levar o homem e o cachorro para a 126ª Delegacia de Polícia. Mesmo com o suspeito já dentro da unidade, o animal permaneceu do lado de fora, esperando pela saída do homem.

Policiais informaram que chegaram ao local após uma denúncia anônima. Na residência do suspeito foram encontrados  cocaína, maconha, e celulares. O caso foi postado pelo Repórter Eduander Silva em seu blog.

Em dezembro do ano passado, também o cachorro de um morador de rua em Florianópolis/SC, pulou na viatura para acompanhar o amigo. Veja o vídeo.

Cachorro pula na viatura para acompanhar homem que foi preso

 

7 de jan. de 2015

Cachorro é chutado por PM's no Litoral Paulista por latir durante a prisão de flanelinha

A cena onde vários PM’s tentavam segurar um homem para prendê-lo, enquanto um cachorro começa a latir desesperadamente, e é por duas vezes chutado pelos policiais, está causando revolta nas redes sociais.

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O caso ocorreu no último domingo (5), e foi registrado em vídeo por um morador da cidade de Praia Grande, que acompanhou o caso e postou.

O homem detido é um conhecido cuidador de carros na avenida Av. Costa e Silva, boqueirao, que por algum motivo estava alterado, gritando, mas que não estava fazendo mal a ninguém, e os comerciantes da região dizem que também nunca souberam de nenhum delito dele..

Sobre o cãozinho dizem que é inofensivo e muito dócil, e era sempre visto com o flanelinha.

Pelo vídeo é possível ver que ele só estava latindo, e reparem que quando foi brutalmente chutado nem estava mais latindo, estava apenas olhando seu amigo humano ser preso.

Se o primeiro chute tivesse atingido o animal, provavelmente poderia tê-lo matado dependendo de onde pegasse ou se machucado seriamente, sem contar que não sabemos se o animal teve sequelas pelo golpe desferido nele, já que é possível ouvir seu grito de dor.

Representando a causa animal, o vereador Cadu Barbosa, recebeu o video, e está se mobilizando contra a atitude dos policiais em relação ao cachorro. “Vamos pedir providências para as autoridades. Faltou habilidade e preparo da polícia. Eles estavam algemando ele e o cachorro estava ali defendendo o amigo. Esse pessoal de situação de rua cuida muito bem desses animais”, afirmou ele.

Há um mês uma situação muito parecida, mas com um resultado bem diferente, demonstra bem a diferença entre os policiais ‘conscientes’ e os ‘despreparados’, quando durante a prisão de um morador de rua, seu cão pula na viatura.

Mas talvez a cena que demonstre o verdadeiro respeito a outras formas de vida, e que leva a compreensão de que os animais sofrem de preocupação, e se arriscam de fato, seja a dos Bombeiros que também são policiais militares, que se comoveram com o cãozinho que seguiu a ambulância de resgate.

O G1, informou que a Polícia Militar emitiu uma nota dizendo que toda a conduta do policial será apurada para verificação dos procedimentos operacionais padrão, dentro do contexto geral da ocorrência, sendo que qualquer inconsistência detectada será própria de responsabilização. A PM reforça ainda o compromisso com a defesa da vida, da integridade física e dignidade da pessoa humana, o que inclui o respeito a toda e qualquer forma de vida, e por consequência, o repúdio aos maus tratos aos animais, bem como a preservação do patrimônio humano.

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14 de ago. de 2014

Beni o Hachiko Húngaro é homenageado com um Memorial em Budapeste.

No início deste ano na Hungria o nome do cão Beni apareceu no noticiário. Beni, era um cachorro idoso que viveu nas ruas por mais de década.  Quando mais jovem, ele teve um tutor que era cozinheiro em uma pastelaria do distrito 16 de Budapeste.

Beni o Hachiko Húngaro é homenageado com

Por muitos anos o mundo conheceu Hachiko, um cão akita que pertencia a um professor japonês. E quando o professor morreu, Hachiko esperou por ele todos os dias na estação de trem por anos. Hachiko é um exemplo de lealdade e tem uma estátua em sua homenagem.

Muitas histórias de cães leais que esperaram por seus proprietários como Hachiko já foram relatados. E uma das mais recentes histórias é sobre Beni.

No início deste ano na Hungria o nome do cão Beni apareceu no noticiário conforme o portal Kerulet. Ele já era um cachorro idoso que viveu nas ruas por mais de década. Quando mais jovem, ele teve um tutor que era cozinheiro em uma pastelaria do distrito 16 de Budapeste.

Infelizmente há 12 anos atrás, o tutor de Beni faleceu, e o cão ficou sozinho vageando pelo bairro que ele conhecia tão bem. Houve muitas tentativas de adotar o cão, mas ele sempre voltava para o lugar que ele amava e que conheceu como sua casa.

Ele ficava parado em frente a porta do prédio, deitado na grama durante todo o dia.

Ele se tornou um cão de rua e vivia graças à bondade de pessoas que se importam com ele e davam-lhe  água e comida, exatamente como ocorreu com Hachiko .

O cachorro sobreviveu todos esses anos graças aos vizinhos, que davam comida e até mesmo o levavam para casa, embora ele sempre fugisse para voltar àquela que foi a casa da família.

Beni se transformou no "cachorro do bairro", uma celebridade local que há dois anos a pedido dos moradores, foi adotado pela prefeitura;que o alimentava e que se encarregou de lhe dar assistência veterinária, além de impedir que o serviço de controle de animais o levasse ao canil.

Beni viveu seus últimos anos, permanecendo como animal de estimação dos moradores do bairro, onde em março de 2014 ele faleceu, e enfim se encontrou com seu tutor lá no plano espiritual.

Em reconhecimento a sua fidelidade, e após quatro meses que Dani faleceu, a prefeitura fez uma estátua de bronze, que foi instalada em uma esquina de seu bairro, em 13 de julho.

No memorial esta escrito: Beni o cão fiel.

 

#Hachiko #MuralAnimal #CéudosAnimais

28 de jul. de 2014

Gato Sai a Busca de Cadela Perdida

Cachorra passou 30 horas dentro do buraco de 4 metros de profundidade, e seu irmão Gato, que foi em seu auxílio ficou dentro do buraco em torno de 18 horas.

Uma cachorra idosa, passou 30 horas no frio, e presa dentro de um buraco de quatro metros de profundidade, teve a companhia de seu irmão gato, que foi procurá-la e ali ficou até que ambos fossem resgatados.

Gato Sai a Busca de Cadela Perdida

O veterinário Brett Kirkland estava levando seus dois cães para uma caminhada em torno das 6 da manhã, quando ele percebeu, que Saffy de 12 anos de idade, tinha desaparecido.

"Saffy andava atrás de mim, quando eu observava meu outro cão que estava comendo alguma coisa, mas quando eu me virei, Saffy não estava por perto. Como ela é idosa eu pensei que ela poderia estar mais atrás."

O Sr. Kirkland procurou o bairro todo, e não a encontrou. Ele e seus amigos, passaram o dia distribuíram panfletos de procura-se, e a noite foi para a cama preocupado com o que teria acontecido a cachorra.

Mas pela manhã, ele acabou ficando ainda mais preocupado quando ele percebeu que seu gato Zippy, também não havia estava em casa ontem à noite.

Ele então saiu e voltou as buscas em torno da área onde Saffy havia desaparecido;

"Eu vi uma pequena abertura na grama onde antes havia uma tampa de concreto de um tanque séptico, olhei dentro e lá eu vi o olho do meu gato que corria lá dentro, tentando sair."

Quando o Sr. Kirkland olhou para baixo, e quando seus olhos se adaptaram à escuridão, ele viu que Saffron (Acafrão em português) estava lá também.

"Eu acho que o Zippy, o gato foi lá procurar a Saffy."

"Ela estava tentando escalar pelos lados do buraco, e eu pude ver que ela não tinha nenhuma fratura ou machucado."

Saffron a cachorra idosa apelidada de Saffy, não tem um latido muito forte, e pode ser por esse motivo que ela não podia ser ouvida, lá do fundo do buraco, disse ele ao site NZHerald.

"Eu e mais um amigo colocamos uma escada dentro do buraco e eu fui e peguei o gato. Era um buraco de 10 ou 12 pés, e não havia nenhuma maneira onde eu poderia levar minha cachorra para fora dali."

O Sr. Kirkland então chamou os Bombeiros, que chegaram para ajudar a tirar a cachorra de uma forma segura com cordas.

"Eles foram brilhantes, absolutamente brilhantes.

"No final eu disse eu perguntei aos bombeiros, se devia alguma coisa? E eles disseram, 'não é tudo parte do serviço." Mas eu acho que lhes devo algumas bebidas. "

O Sr. Kirkland, é dono de uma clínica veterinária na Nova Zelândia há 17 anos, e mora ao lado da clínica.

23 de jan. de 2014

Morre Cão que ficou 9 anos junto da Sepultura do Dono

(Com Vídeo) Collie era um cachorro que não se deixava acariciar por nada. Chegou ao cemitério aos cinco anos de idade, no dia em que enterraram seu tutor, e ele jamais se afastou da tumba.

O cachorro sempre resistiu a todas as tentativas de o afastarem da sepultura e, mesmo quando adotado por alguns familiares do antigo dono, acabava por regressar ao cemitério, teria entre 12 e 14 anos e, desde há nove anos, que não se afastava do local, onde chegou pela primeira vez no dia de funeral.

Morre Cão que ficou 9 anos junto da

Nessa noite ficou junto da sepultura e daí nunca mais se afastou. Relatos indicam que foi a porta do cemitério o local mais afastado a que ia ao longo do dia durante todo este tempo.

O animal morreu na quarta-feira, quando os veterinários  diagnosticaram uma insuficiência renal grave, tendo sofrido uma crise na segunda-feira, e na sequência da qual foi transportado, apesar de resistir inicialmente, para uma clínica veterinária.

Os veterinários que procuraram tratá-lo explicaram aos jornais locais que o animal sofria de "desidratação profunda" e estava "muito enfraquecido".

Collie, apesar dos tratamentos, "teve convulsões e acabou por morrer com dignidade".

Collie foi se juntar a seu tutor com quem selou uma amizade eterna.

Leia Também  (Com vídeo) Cães passam a morar em cemitério após morte dos donos

A História

Collie veio a La Piedad cerca de cinco anos atrás, o mesmo dia em que enterraram seu mestre.

Naquela noite, ele ficou no túmulo e no dia seguinte , quando a família veio para ele, não havia nenhuma maneira de carregá-lo. Houve uma quebra de alguns dias e voltou, desta vez com uma corda.

" Então veio o filho do falecido, tentou prendê-lo com uma corda , mas o cachorro correu para o fundo e não havia maneira de sair daqui ", lembra Lombardo , que tem 30 anos de trabalho no local e pessoalmente cuida da alimentação Collie todas as manhãs , como o resto dos cachorros vadios que escolheram o cemitério como uma residência .

De acordo com o homem , que é a única hora do dia que mostra sinais de afeição Collie . Uma vez terminado o pequeno-almoço , o cão está perdido por horas ou mentira vagueia em torno do que foi o túmulo de seu mestre.
"Eles dizem que o mestre foi cremado e que o desorientado, ainda vindo para esta área onde tudo começou ", diz Eduardo Visconti , citando uma versão que circulou entre o pessoal da Misericórdia. "Agora cochilos no lugar perto do túmulo e no resto do tempo está próximo dos escritórios da entrada ", diz ele .

Antes de domingo, um Collie cuidou Landriel Miguel , agora aposentado lugar capataz , que passou o cargo . "Eu queria fazer amigos , mas, correndo , não me deixou trazer ", lembra e que mesmo sua esposa está envolvido na história. "Na noite passada eu preparei o arroz com miúdos de frango que eu tenho e trouxeram -lhe todos os filhotes "

13 de jan. de 2014

Há 5 anos Cachorro Lamenta e volta ao local da Morte de seu Tutor

Alguns o chamam de "Huachi" ou "Huachito", e outros de "Hachi", lembrando o cachorro japonês que ficou na estação de trem esperando para encontrar seu melhor amigo...

Assim que seu dono morreu, o "Hachi" boliviano não parava de chorar na esquina do acidente e uivava e latia desesperadamente cada vez que passava uma motocicleta pelo lugar, pensando que se tratava de seu dono, conta Román Bilbao.

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"Faz cinco anos que seu dono morreu em um acidente de moto. O cachorro vinha atrás e ficou aqui desde então", diz à Agência EFE Román Bilbao Luján, proprietário de um açougue a poucos metros do lugar em que "Hachi" perdeu o dono.

O dono do cachorro era um universitário que todos os dias fazia esse caminho de moto acompanhado pelo cão, até que um dia o rapaz foi atropelado por um táxi e morreu quando era levado ao hospital, contou a jornaleira Aida Miranda, que trabalha no local, ao jornal "Opinión".

Desde então, "Hachi" fez da avenida Papa Paulo seu lar e uiva na esquina onde ocorreu o acidente que lhe tirou o dono, disse à Agência EFE Elizabeth Martha García, que ajuda na venda de periódicos a Miranda. "Ele anda de esquina a esquina e volta para onde seu dono morreu. Vai caminhando, para em uma esquina e uiva quando vê o lugar onde seu dono morreu", acrescenta Elizabeth.

Assim como os usuários da estação de Shibuya começaram a alimentar e cuidar diariamente de "Hachiko", o cão boliviano também despertou a compaixão e a solidariedade na avenida Papa Paulo, onde as pessoas passaram a lhe dar carinho.

O cachorro sabe que tem café da manhã garantido com Bilbao, cuja loja funciona há 18 anos na avenida Papa Paulo. Assim, a jornada de "Hachi" começa entre 6h30 e 7h na porta do estabelecimento de Bilbao, que o aguarda com pescoços de galinha e água.

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"Hachi" pega um dos "presentes" e volta para sua esquina para comê-lo; depois caminha um pouco e no meio da manhã vai para um pequeno restaurante ou à loja vizinha, onde sabe que poderá receber algo para o almoço.

À noite, consegue alimento em uma churrascaria, onde o cachorro de olhar melancólico também recebe abrigo ocasional para passar a noite.

Várias pessoas tentaram adotar o cão, e até os parentes de seu antigo dono o levaram para casa, do outro lado da cidade. Aparentemente, no entanto, a saudade de "Hachi" é maior, por isso ele sempre consegue fugir para voltar à sua esquina a esperar que seu dono volte a passar por ali de moto, como nos velhos tempos.

Mas o certo é que o cachorro de pelagem de cor café comoveu os moradores e comerciantes da avenida Papa Paulo, na região nordeste de Cochabamba, que o alimentam. A cidade na Bolívia, é testemunha da lição de lealdade e perseverança desse cachorro vira-lata que há cinco anos espera reencontrar seu melhor amigo.

Fonte: Diario Popular