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8 de ago. de 2015

Depois de adotado cachorro é negligenciado por família de Goiânia

O descaso com a dor por qual este cachorro passou é inimaginável.  O cãozinho que foi adotado há pouco tempo, estava sendo mantido isolado em um quarto úmido e escuro pela mesma família que se comprometeu a amar e cuidar do animal, adotando-o, mas que depois o deixou apodrecendo até que coleira encravou em sua pele.

Depois de adotado cachorro negligenciado

Chamado de Bowie, o cão chorava atrás de uma porta trancada, e o cheiro de miíase e de carne podre dominava o ambiente externo.

Imediatamente o cão foi levado para a Clínica VetSul, aos cuidados dos Dr.Daniel e Dra. Raissa. O tratamento será longo, e ele provavelmente ficará internado por um bom tempo.

O caso já foi encaminhado a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente – DEMA.

Quem puder ajudar financeiramente, os Protetores Independentes de Goiânia, por favor, deposite a ajuda nas contas abaixo ou diretamente na clínica VetSul, na Rua 88, n° 721, Setor Sul, tel 3624 3335, em nome de Carlos Filho / Vida Lata.

BANCO DO BRASIL
AG 1610-1
Conta Poupança 107240-4
Carlos Cesar Elias Filho
CAIXA
AG 1550
C/C 00032238-7
Operação 001
Carlos Cesar Elias Filho
BRADESCO
Agência: 140-6
Conta Corrente: 0226136-7
Addlay Anne Ferreira e Vilela

ITAU
Agência 7138
Conta Poupança 01666-7
Carla Ghader

Por favor nos enviem os comprovantes por mensagem inbox, tanto de depósito nas contas quanto na clínica na página Facebook.com/protetorasindependentes.goiania

Entenda o caso, lendo o relato dos Protetores Independentes de Goiânia

Hoje eu vi uma das cenas mais chocantes em quase 5 anos trabalhando voluntariamente com resgate e adoção de cães e gatos.

As fotos abaixo são do Bowie, mestiço de lhasa apso adotado conosco há cerca de três meses. Bowie foi encontrado nas ruas de Aparecida de Goiânia muito debilitado, com doença do carrapato, problemas nos olhos, sarna demodécica. Mas estava feliz, gordinho. Foi tratado, ganhou lar temporário na minha casa, foi muito amado e cuidado.

Bowie (9) Bowie (10)

Quando ficou disponível para adoção, conseguiu uma madrinha que se dispôs a cobrir todos os custos até o fim do longo tratamento de sarna. Sua promessa era cuidar dele completamente, pagando todos os custos, para depois, juntos, escolhermos a nova família do Bowie.

Passadas poucas horas, ela mudou a conversa: iria doar o Bowie no dia seguinte para cruzar. Logicamente, o pegamos de volta. Algum tempo depois, ele foi adotado. Mesmo com todo o cuidado que nos é peculiar (e pelo qual somos criticados como “chatos” e “cheios de dificuldade” na hora da triagem), a nova tutora “deu” o Bowie para um parente NO MESMO DIA. Lá fomos nós novamente atrás dele. Logo depois, uma nova família foi escolhida para o Bowie.

Bowie (11)

Parecia a família dos sonhos. Simpáticos, com filho pequeno, tinham disponibilidade para passeios, e o Bowie adorava rolar no colchãozinho com o bebê, apoiado pela mãe.

Pronto, acaba aí a parte boa. Como é de praxe, nós sempre acompanhamos as adoções. E com a do Bowie, dadas as duas experiências anteriores, não foi exceção. Porém, por algumas dificuldades impostas pela nova família, não conseguíamos visitá-lo. Recebíamos notícias de que estava ótimo, brincalhão, vacinado. Passamos na porta algumas vezes para fazer visita surpresa, e ninguém atendia. Ficamos desconfiados. Bowie (5)

Na início da semana, eu tive um clique sobre o Bowie. Precisava ter notícias dele. Enviamos uma mensagem no whatsapp da tutora, que respondeu que estava tudo ótimo, e que eles estavam em uma viagem longa para Brasília, por conta das férias do marido.

O Bowie, segundo ela, estava tosado bem baixinho pois a “alergia” havia voltado. A alergia, no caso, era a sarna. Mas estava ótimo de saúde e ela só levou pois não confiava em ninguém para cuidar dele, apenas ela mesma. Ótimo, recebemos notícias, mas algo ainda me incomodava. O pior estava por vir.Bowie (8)

Hoje no final da manhã recebo uma ligação do tutor. Ele reclamava que o Bowie estava fedendo muito, e que não aguentava mais gastar com o cachorro. (Abro aqui um parêntese: eu me dispus a pagar TODOS OS TRATAMENTOS que porventura o Bowie precisasse pro resto da vida.

Eles precisavam cuidar dele, dar ração, amor, carinho, banhos. O resto, todos os custos, eram por minha conta, mas isso não foi suficiente). Perguntei com o que ele havia gasto, já que me falaram que ele estava bem e tosado dois dias antes. Ele insistiu que já havia gasto mais com o cachorro do que com o próprio filho. Eu achei estranho e perguntei da saúde dele. “Está com feridas, e eu tenho filho pequeno, não sei se é bom eles ficarem juntos”.

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Nessa hora eu já havia entendido. Enquanto falava com ele, entrei no carro e segui para a casa deles.

A partir desse momento foram cenas de horror. Ao chegar na casa, a mãe do tutor, que mora na casa em frente, me recebeu. “Meu filho, graças a deus vocês vieram, há semanas que eu peço pra eles te chamarem e eles não fazem nada.

Apenas trancaram o cachorro há mais de 20 dias, fedendo, cheio de bichos”. Quando entrei no quintal, eu não queria acreditar no que via. O Bowie chorava atrás de uma porta trancada, isolado em um quarto úmido e escuro. O cheiro de miíase e carne podre dominava o ambiente externo. Daí pra frente, uma misto de revolta e nojo (dos tutores, jamais do cachorro) tomou conta de mim. Acho que vocês conseguem imaginar o que senti.

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Levei o Bowie às pressas para a clínica. O pelo tampava os olhos e bochechas, inflamados e cheios de pus e bichos. As gengivas fétidas, os dentes podres, com bichos saindo por entre eles, perfurando as gengivas.

Em cada bochecha havia buracos infestados de larvas. Nas patas, a mesma coisa. O corpo estava tão podre que foi possível retirar a maior parte dos pelos apenas puxando com as mãos. O nível de desidratação que o Bowie estava foi único pra mim até hoje: puxava-se a pele, e ela ficava, estática. Não foi possível nem colocá-lo no soro. Nos olhos, úlceras gigantes, onde foi preciso COSTURAR a terceira pálpebra por cima do olho para preservá-lo durante o tratamento.

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A dor que este cachorro passou é inimaginável. O nojo e desprezo que eu sinto por esta família é ainda maior, e eu espero, do fundo do meu coração, que eles paguem por isso. Já tomamos as providências necessárias junto à Dema.

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Precisaremos muito de ajuda para pagar os custos do tratamento e internação do Bowie. Ele está na clínica VetSul, aos cuidados dos médicos veterinários Daniel e Raissa. O tratamento será longo, e ele provavelmente ficará internado por um bom tempo. Quem puder ajudar financeiramente, por favor, deposite a ajuda nas contas abaixo ou diretamente na clínica VetSul, na Rua 88, n° 721, Setor Sul, tel 3624 3335, em nome de Carlos Filho / Vida Lata. Nos enviem os comprovantes por mensagem inbox, tanto de depósito nas contas quanto na clinica.

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Fotos: facebook.com/protetorasindependentes.goiania

7 de ago. de 2015

Policial militar é flagrado chutando gato em São Sebastião/SP

Irritado com a clara demonstração de carinho, enquanto o gatinho se entrelaça em suas pernas, o policial militar chuta o pobre animal.

pm_chuta_gato

Um policial militar lotado no 20º Batalhão da Polícia Militar do Litoral Norte foi flagrado por um repórter-fotográfico do Portal Litoral Norte dando um chute em um gato durante uma operação na Costa Sul de São Sebastião.

O policial (cujo rosto não pode ser mostrado), ri enquanto chuta o filhote de gato. O flagrante foi registrado por Reginaldo Pupo do Portal Litoral Norte.

O policial ficou irritado quando o gato, que aparentemente era um filhote, ficou entre suas pernas enquanto conversava com outros cinco policiais.

Durante e após o chute, o policial ainda sorriu, no que foi acompanhado pelos demais colegas.

Segundo o capitão Samir Tobias Alvarez, responsável pela Seção de Comunicação Social do 20º Batalhão, a atitude do policial foi “isolada, por motivos desconhecidos”.

“Em nenhum curso orientamos tal atitude, ainda mais em se tratando de animais, já que pode ficar caracterizado crime ambiental”, frisou o capitão.

Segundo ele, uma sindicância interna será aberta. “Se for constatada a infração, ele poderá ser punido ou até exonerado do cargo, caso o fato seja considerado grave”.

A sindicância tem prazo de 30 dias. As informações são da Tribuna do Povo.

O G1 informou que a identidade do cabo não foi revelada pela polícia, mas que de acordo com o capitão Samir Tobias Alvarez, ele foi afastado e uma sindicância foi aberta para avaliar a conduta do cabo.

"O policial foi afastado logo que tivemos conhecimento dos fatos e está passando por avaliação psicológica.

A ação não condiz com os ensinamentos da Polícia Militar, já que pode se tratar de um crime ambiental de maus tratos a animas, mas ainda estamos averiguando o caso", disse o capitão.

A sindicância tem prazo de 30 dias. Se constatado a infração, o policial poderá ser punido ou até exonerado do cargo.

A lei de crimes ambientais de maus tratos prevê detenção de três meses a um ano e multa.

Nota do blog: O fotógrafo Reginaldo Pupo não postou mais informações a respeito do gatinho, o que leva a crer que o animal deve ter conseguido andar, e se esconder depois de tamanha brutalidade a que foi submetido com esse ato covarde e cruel.

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Maus Tratos aos Animais e Violência Contra as Pessoas

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6 de ago. de 2015

Instaurada a CPI dos Maus-tratos a Animais

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), destinada a investigar casos envolvendo maus-tratos aos animais, foi instaurada hoje na Câmara.

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Foto: Facebook/Ricardo Izar - Deputado Federal

A pauta da primeira reunião no dia 06/08/2015, foi a instalação da comissão e a eleição do Presidente e dos Vice-Presidentes, nos quais foram eleitos;

PRESIDENTE: DEP. RICARDO IZAR (PSD/SP)
1º VICE-PRESIDENTE: DEP. LAUDIVIO CARVALHO (PMDB/MG)
2º VICE-PRESIDENTE: DEP. JOZI ROCHA (PTB/AP)
3º VICE-PRESIDENTE: DEP. TEREZA CRISTINA (PSB/MS)
E como relator foi designado o DEP. RICARDO TRIPOLI (PSDB/SP).

Em sua página pessoal, o Deputado Federal Ricardo Izar, escolhido como Presidente da CPI escreveu;
Vamos investigar e mudar a condição que são tratados em nosso País.
Gostaria de agradecer TODOS que lutaram arduamente ao meu lado para tornar esse sonho REALIDADE.
Já o Deputado Federal Ricardo Tripoli, eleito como responsável por relatar as investigações, cita em seu site que vai sugerir um cronograma de trabalho para que o Colegiado trabalhe de forma concisa.

A CPI pretende investigar casos como a morte de cães abandonados na Ilha do Marajó, no Pará, e denúncias de maus-tratos nos centros de zoonoses de Poços de Caldas, em Minas Gerais.

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Foto: Facebook/Ricardo Izar - Deputado Federal

As CPIs destinam-se a investigar fato de relevante interesse para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica ou social do País. Têm poderes de investigação equiparados aos das autoridades judiciais, tais como determinar diligências, ouvir indiciados, inquirir testemunhas, requisitar de órgãos e entidades da administração pública informações e documentos, requerer a audiência de Deputados e Ministros de Estado, tomar depoimentos de autoridades federais, estaduais e municipais, bem como requisitar os serviços de quaisquer autoridades, inclusive policiais. Além disso, essas comissões podem deslocar-se a qualquer ponto do território nacional para a realização de investigações e audiências públicas e estipular prazo para o atendimento de qualquer providência ou realização de diligência sob as penas da lei, exceto quando da alçada de autoridade judiciária.

Pelo site da Câmara dos Deputados, será possível acompanhar o andamento da CPI - Maus-Tratos de Animais, cujo contato listado é;
Secretário: Tarciso Aparecido Higino de Carvalho
Local: Anexo II - Pavimento Superior - Sala 165-B
Telefones: (61) 3216-6252
FAX: (61) 3216-6225

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24 de jul. de 2015

Campeã das chicotadas leva coice de cavalo e morre

(Vídeo) Conhecida como a ‘campeã das chicotadas’, depois de ser filmada dando  450 chicotadas em 30 minutos - Cristine Wels aos 67 anos de idade, literalmente recebeu seu castigo ‘à cavalo’, morrendo em decorrência de um coice que acertou seu crânio no dia 17 desse mês.

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Nos últimos anos, Cristine Wels já havia sido condenada diversas vezes por crueldade com os animais.

Em 2007,  já havia sido divulgado um vídeo mostrando Wels golpeando repetidamente um cavalo em treinamento.

Ela ainda tentou justificar seu comportamento defendendo-se contra a acusação de crueldade contra os animais, dizendo; "Claro que eu tenho uma mão forte, então os cavalos tem que obedecer e aceitar a guia.” E que ela não era a única a tratar os cavalos de competição daquela maneira.

Ela costuma treinar os cavalos na guia com rédeas auxiliares super apertadas, sempre fazendo uso excessivo e inadequado do chicote, e quando montava deixava marcas e feridas causadas pelas esporas,

Em 2008, ela foi condenada a uma pena de prisão de um ano e nove meses em liberdade condicional e uma proibição profissional de três anos sem trabalhar com cavalos. Depois disso parou de montar e se tornou somente adestradora de cavalos, utilizando-se dos mesmos métodos cruéis.

No vídeo de 2 anos atrás divulgado pela TV da Alemanha, o repórter faz uma série de perguntas a adestradora;

Repórter: Esse é o treinamento de um cavalo de competição: Uma e outra vez a amazona em cima do cavalo, e cujo nome não podemos revelar, devido a razões legais, bate no animal por 30 minutos sem parar. A câmera não consegue mostrar o rosto do cavalo totalmente aterrorizado, sendo espancado com a coronha do chicote. Mostramos as imagens para o editor-chefe de uma revista equestre respeitável (Oldenburger Sportpferd Magazine). Ele ficou chocado.

Jan Toenjes: Você não entende "O que ela está fazendo lá?" e o cavalo certamente não vai entendê-la também! Uma surra sem sentido ... Eu só estou sem palavras! "

Repórter: Uma antiga amazona de provas equestres  bem conhecida golpeia seu cavalo quase 500 vezes nesta sessão de treinamento de 30 minutos, mas quando ela é confrontada com suas ações, ela lhe nega.

Repórter: "Por que você faz isso?"
Wels: "eu não faço" isto "em tudo!"
Repórter: "Por que você está negando isso?"
Wels: "Eu não torturo os cavalos-por que você não vai lá e olha para os cavalos?"

Mas as imagens falam uma linguagem diferente:

Um ativista da proteção animal levou os cavalos para fora dos estábulos e eles mostravam sinais evidentes de maus-tratos. Os metacarpos tinham sangramento e suas bocas mostravam as cicatrizes de feridas profundas, obviamente o resultado dos métodos de treinamentos brutais. E esta não é a primeira vez que esta ex-atleta, hoje treinadora foi acusada de maus-tratos de animais, e esse é provavelmente a razão pela qual ela agora se mudou para Dinamarca. As organizações de proteção animal tem a intenção de entregar esse vídeo para as autoridades para que nunca mais haja dúvidas sobre estas imagens de cavalos torturados novamente.

Nota do blog: Testemunhas oculares do acidente que mataram Wels, disseram que o cavalo estava deitado no chão, e ao subir de repente, deu um pontapé na cabeça de Cristine, que esperamos que mesmo morta receba as mesmas chicotadas que distribuiu em vida, em sua estadia eterna no reino do inferno.

Uma vez que ela era somente a treinadora do animal pertencente a um haras, e que o erro de estar com a cabeça abaixada próxima da pata quando o animal se levantava, significa que não existe nenhuma possibilidade do animal ser sacrificado por isso.

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18 de jul. de 2015

Criada a 1ª. CPI para investigar Maus-Tratos aos Animais no Brasil

Após longos dois anos de espera na fila regimental de CPI’s, foi criada ontem a primeira Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), destinada a investigar os fatos determinados de maus-tratos de animais.

A CPI dos maus-tratos aos animais vai investigar não apenas pessoas que escravizam, agridem e matam os animais sem piedade, mas também a falta de políticas públicas, e as politicas de controle populacional de animais em todo território nacional.
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Os casos listados a época de seu requerimento, pelo seu autor o Dep. Federal Ricardo Izar - PSD/SP, são muitos e ficaram conhecidos como o do massacre dos cães de Arari ordenado pelo prefeito, o da matança de animais pelo CCZ de Poços de Caldas, o da enfermeira que matou a yorkshire, o da assassina em série de animais de São Paulo, o dos dromedários escravizados nas praias do Rio Grande do Norte e alguns outros.

“Cabe salientar que no dia 22 de janeiro de 2012 o movimento ‘Crueldade Nunca Mais’, mobilizou em todo o território nacional mais de 100 mil pessoas apelando para o aumento das penas aos que cometerem crimes contra animais…”, a citação constou no requerimento para a instalação da CPI dos Maus-Tratos aos Animais.

E mesmo os casos da enfermeira já julgado, e do da assassina de São Paulo que recorreu da sentença, a investigação trará a sociedade fatos desconhecidos da maioria das pessoas, tais como; se os valores das multas foram efetivamente pagos, ou se estas infratoras recorreram das multas aplicadas, e para qual órgão o valor das multas foi destinado, e se esse órgão que recebeu a multa efetivamente atua no combate aos maus tratos aos animais, e muitos outros fatos.

Os fatos determinados a época eram de relevante interesse para a vida pública e a ordem social do país, e foram devidamente caracterizado para que a CPI pudesse ser requerida. O que significa que todos os outros casos de maus tratos aos animais relacionados e que ocorreram após o requerimento da CPI também podem ser incluídos pela comissão para ampliar o leque de investigação.
Casos como o do vídeo que mostrava um carro abandonando o cachorro em plena marginal de São Paulo, e que comoveu milhares de brasileiros, continuam a acontecer indiscriminadamente país afora, sem sequer chegarem aos noticiários e sem a devida punição, porque não há uma obrigatoriedade da identificação dos animais - e mesmo nos casos onde existe a identificação do individuo que abandona um animal, não existe uma compensação para o tratamento do animal que está machucado ou aleijado, e nem uma indenização para a instituição que acolheu o animal - há somente uma multa irrisória que não coíbe a que outros pratiquem o mesmo crime cujos indivíduos não são fichados, o que talvez  impediria que cometessem crimes mais graves contra animais não-humanos e humanos.

Se existisse uma legislação punitiva e eficiente contra o abandono de animais, talvez o menino Joaquim Ponte Marques de 3 anos ainda estivesse vivo. O casal acusado de sua morte, poucos meses antes do ‘desaparecimento’ do menino, despejou na rua uma cachorrinha ainda filhote que foi socorrida pelos vizinhos e que na época não deram registraram boletim de ocorrência do fato.

Há ainda diversos outros casos revoltantes como o do cão triturado vivo pelo caminhão de lixo, o dos periquitos exterminados pelo condomínio de luxo em Manaus, o dos beagles e outros animais maltratados pelo Instituto Royal e tantos outros casos difíceis de esquecer.

O objetivo das investigações pela Comissão de Inquérito é de aperfeiçoamento da legislação, de fiscalização e de controle.

Já o projeto da política de castração que poderiam ajudar a conter o abandono de animais nas ruas, e que já foi aprovado em todas as comissões, espera por um lugar na pauta de votação da Câmara dos Deputados. Quanto à reconversão ou divisão dos Centros de Controle de Zoonose-CCZ’s, em abrigos de animais nada foi mencionado. (Por um novo CCZ na cidade de São Paulo).

A Constituição Federal já estabelece que é dever do Poder Público cuidar da fauna e da flora, mas, na prática, nem todas as prefeituras têm projetos para castrar os animais. Com isso, animais que vivem nas ruas continuam se reproduzindo.

O projeto que obriga os governos estadual, federal e municipal a colocar em seus orçamentos previsões de verbas para política de castração, significaria uma economia aos cofres públicos já que a castração custaria ao estado bem menos do que manter funcionários, medicamentos e aparelhos para matar os animais.

A atuação firme e louvável das comissões na defesa da sociedade contra abusos e irregularidades praticadas por agentes públicos dos mais diversos escalões, poderia quem sabe ao final recomendar que não fossem negados a abertura de boletins de ocorrência pelos agentes policiais para os casos de maus tratos, como também recomendar a instalação de Delegacias Especiais para investigar maus tratos aos animais – o tema maus-tratos aos animais é sempre listado como um dos 5 assuntos mais abordados no Alô Senado.

Além disso exercem papel de grande relevância na formação da opinião pública, o que resulta em grande pressão sobre os governantes.

A conexão existente entre quem maltrata e mata um animal, e que fatalmente irá maltratar e matar crianças, idosos, e quaisquer outras pessoas também, não pode mais ser ignorada pela nossa legislação, como no caso em que os autores de violência sexual contra animais (zoofilia) e contra crianças (pedofilia) não são punidos por tal crime, já que a lei brasileira não traz um tipo penal específico para os casos. Assim como as crianças, os animais não são capazes de consentir emocionalmente com o abuso sexual.

Em vários países existem dispositivos contra a Zoofilia e a pedofilia, mas, no Brasil, para punir o pedófilo é necessário se valer de outros crimes tipificados pelo Código Penal, como estupro, atentado violento ao pudor, presunção de violência, lesão corporal, corrupção de menores e, se for o caso, homicídio. E para punir o Zoófilo é necessário se do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais, no que se refere à prática de abuso,maus-tratos, ferimentos ou mutilação de animais.

Um estudo conduzido pela Universidade de Iowa descobriu que 96% dos jovens que tinham tido relações sexuais com animais não-humanos também admitiram crimes sexuais contra humanos e relataram vários outros delitos,  do que os outros criminosos sexuais de mesma idade.

“A CPI para investigar abusos contra animais tem o meu apoio. Sou a favor de que esta CPI vá adiante e apure rigorosamente tudo”, informou Eduardo Cunha em seu site.

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18 de jun. de 2015

Mãezinha é baleada por policial por proteger seus filhotes

Ao ouvir disparos, vizinhos foram até o local ver o que estava acontecendo, mesmo baleada e sem conseguir levantar do chão, a cachorrinha abanava o rabinho por entre suas pernas. Os vizinhos então a retiraram da terra e a colocaram por sobre um colchão até a chegada do resgate.
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A cachorrinha que vagava pelas ruas do bairro há algum tempo, havia dado à luz recentemente a dez filhotes, e mesmo debilitada, fraca e faminta, ela amamentava seus bebês, quando o policial disparou sua arma contra ela e seus filhotes recém-nascisdos.
 
Os vizinhos chamaram a corregedoria de polícia que levou Milagros para uma clínica veterinária. Um dos disparos atingiu um filhote que morreu e outros dois ficaram feridos. Chamada de Milagros, após sobreviver ao fuzilamento efetuado pelo homem que era um policial em Neuquén na Argentina, a cachorrinha lutou para sobreviver.
 
Além de perder um olho, Milagros teve a língua e a mandíbula dilacerados pelos disparos, depois da cirurgia para a reconstrução da mandíbula, estava sendo alimentada através de uma sonda nasogástrica. Os filhotes que sobreviveram ao fusilamento foram divididos entre três lares temporários, onde havia outras cadelas que os pudessem amamentar.
 
 
O policial de nome Maximiliano Mellado, foi detido e exonerado de suas funções. O porta-voz da corporação informou a imprensa que o orgão iria arcar com toda a cirurgia e os gastos para a recuperação da cachorrinha, e informou que em depoimento o policial contou que Milagros havia um mordido um de seus cachorros e que então ele sacou a arma e disparou contra a mãe e os filhotes.
 
Em resumo o policial durante sua folga passeava com seus cães sem o uso de coleiras. Quando os cães invadiram o matagal onde Milagros aquecia seus filhotes recém-nascidos, ela como toda mãe zelosa, se colocou em defesa de suas crias com aproximação de outros animais que poderiam lhes fazer mal, partindo para o ataque antes de ser atacada.
 
Os vizinhos ficaram alarmados com a atitude do policial, e recordaram que há alguns dias atrás, durante uma partida do River, ele saiu para o quintal e disparou para o céu. "Usa sua arma para festejar, e é arrogante. O que podemos esperar, que uma bala perdida mate um de nossos filhos?", disse uma vizinha diante da gravidade da situação.
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Após o ato condenável, o policial foi afastado do cargo e agora responderá ao processo instaurado pela polícia Neuquén.

Milagros foi baleada no último dia 10, e estava aos cuidados do veterinário Federico Lopez, que  informou que seu estado de saúde piorou e que ele não poderia salvá-la. "Ela estava lutando", disse ele com angústia que diante deste novo ato de abuso de animais. Agora, seus filhotes estão sendo cuidados por mães de leite. 
 
O veterinário expressou sua tristeza e confessou estar arrependido de ter se "atrasado". "Se tivéssemos castrados todos os animais do bairro antes, talvez ela não tivesse passado por isso".
 
Muito debilitada e altamente desnutrida, o focinho de Milagros começou a necrosar, uma situação que não poderia ser revertida, segundo o veterinário que optou por colocar Milagros no sono eterno, onde nunca mais ela será atingida pela crueldade humana.
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13 de jun. de 2015

Pinguins o sofrimento e a morte no cativeiro de concreto

Você não precisa ser graduado para saber que os pinguins vivem entre a areia e a água salgada do mar. No entanto mesmo assim o Aquário de São Paulo mantém os pinguins cativos no concreto e as pesquisas ali realizadas onde também eles são colocados em água doce citam isso como um dado sobre o enriquecimento ambiental.

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Por viverem em ambientes de abundante disponibilidade de água salgada, alguns animais marinhos, dentre eles os pinguins, desenvolveram glândulas supraorbitais, que possuem função essencial de eliminação do excesso de sal decorrente da ingestão de água salgada. Isso torna possível que os pinguins ingiram tanto água salgada como doce, entretanto em cativeiro, dado a dificuldade em se conseguir água salgada na maioria dos zoológicos e aquários, os animais são mantidos em piscinas de água doce, onde além das lesões nos pés, também sofrem com a deficiência de sal.

Os pinguins são animais proporcionalmente muito pesados e que se apoiam muito nas patas quando estão fora do mar. O piso inadequado concreto, cimento pode levar à fricção demasiada nas patas o que propicia o surgimento da doença. No começo, há o aparecimento de uma pequena lesão que vai crescendo. Depois, há a formação de pus sólido no local e a ferida fica cada vez maior, sendo uma porta de entrada para diversas bactérias.

O Bumblefoot, ou pododermatite, é o termo utilizado para descrever qualquer lesão podal em animais.

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Em pinguins o principal fator para seu desenvolvimento é o trauma associado a serem mantidos em cativeiro em um piso duro (cimento-concreto), que depois acompanha uma contaminação bacteriana, e é uma doença de alta morbidade em pinguins mantidos cativos. Desde 1993 estudos internacionais comprovam que, sendo a doença de curso progressivo, quando uma pata é afetada a outra pata sofre sobrecarga de peso, o que explica os diferentes graus de lesão num mesmo pinguim.

No entanto, os pinguins cativos no aquário de São Paulo, não tem direito a pisar na areia, e parece que os profissionais que lá trabalham também desconhecem o que os ‘reais’ especialistas recomendam.

Em 2009 o doutorando do Laboratório de Patologia Comparada de Animais Selvagens (Lapcom), Ralph Vanstreels discorreu sobre o tema durante a XVIII Semana Científica dentro da Faculdade de Veterinária e Zootecnia da USP, e acrescentou;

“O tratamento é muito difícil, portanto, o ideal é que o animal seja devolvido à natureza antes que desenvolva a doença. No caso dos que vivem permanentemente em cativeiro, a recomendação é que se crie um ambiente mais parecido possível com o natural. Botinhas para aliviar a pressão nas patas também são muito utilizadas”, afirma Vanstreels.

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Abaixo seguem alguns trechos do artigo ‘A redução do bumblefoot com a utilização de enriquecimento ambiental para um grupo de pinguim-de-Magalhães (Spheniscus magellanicus) mantido em cativeiro’, de Laura ReisfeldI; Mayla BarbiratoI; Laura Ippolito; Ricardo Cesar Cardoso; Marcílio Nichi; Manuela G.F.G. Sgai; Cristiane S. Pizzutto.

Cinco pinguins de Magalhães ( Spheniscus magellanicus ) em exposição no Aquário de São Paulo foram acompanhados durante todo este projeto. Os animais chegaram à instituição em julho de 2008. Eram todos jovens que vieram de centros de reabilitação distribuídos ao longo da costa do Brasil. No período do estudo a exposição pinguins tinha uma piscina de água salgada 18.000l e uma área seca, que apresenta 50% de grama sintética e 50% de pedras de diferentes tamanhos.

Após 6 meses de cativeiro eles começaram a mostrar lesões bumblefoot em ambos os pés.

As lesões foram limpos com …, os animais foram colocados em pé banho com chá de camomila…, foi feito, uma casca de banana gel com propriedades bacterianas e de cura foi aplicado diretamente sobre as úlceras. Depois disso, para diminuir a pressão no pé, gaze e ligaduras elásticas…

Este tratamento foi realizado durante um ano, antes de introduzir enriquecimento do meio ambiente e, o tamanho das lesões permaneceram inalteradas ao longo deste período.

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Para seguir o progresso de cicatrização de lesões, os animais foram contidos fisicamente três vezes por semana, durante 12 semanas. Juntamente com o tratamento descrito acima, os animais foram estimulados a ficar mais uma hora diária na água com o uso de enriquecimento do meio ambiente aquático.

pinguim-faixa Nota: Foram contidos - por algo que imobilizava seus pés, algo tão ‘contido’ que nem sequer foi fotografado para ser colocado no artigo escrito pelos pesquisadores.

 

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Já o artigo ‘ RESPOSTAS COMPORTAMENTAIS DE PINGUINS DE MAGALHÃES (Spheniscus magellanicus) A ÁGUA DOCE X ÁGUA SALGADA E SUA IMPORTÂNCIA PARA O CATIVEIRO’, de Laura ReisfeldI; Mayla BarbiratoI; Laura Ippolito; Ricardo Cesar Cardoso; Marcílio Nichi; Manuela G.F.G. Sgai; Cristiane S. Pizzutto

No qual os mesmos pinguins mantidos em cativeiro no Aquário de São Paulo, foram mantidos por três meses em água doce, sendo depois transferidos à água salgada.

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E a conclusão que os pesquisadores chegaram foi ‘surpreendente’;  “Que os pinguins permaneciam 77,8%  na água salgada, demonstrando assim uma preferência por ela, e onde foram vistos mais comportamentos típicos da espécie, bem como houve diminuiu a incidência de pododermatites. E que apesar de controvérsias a respeito da relevância clínica e fisiológica da utilização de água salgada para animais em cativeiro, nossos resultados justificam a manutenção destes animais em água salgada”.

Mas não são só os pinguins que sofrem ao pisar no chão duro de concreto ou de cimento, conforme o livro Medicina em Animais Selvagens de Zoo, isso ocorre em todas as espécies de ursos, mas mais notavelmente nos ursos polares em cativeiro, é comum lesões nos pés ou a pododermatite.

Estas lesões variam de uma inflamação não específica na superfície plantar e se estende  pelas vias fistulosas sobre a superfície dorsal do pé.

Assim as almofadas do pé do urso polar, pode tornar-se seca e rachada, com fissuras profundas que sangram. Os  fatores que contribuem para essa lesão são: andar sob piso duro cimento ou concreto, restos de desinfetante ou produtos de limpeza no piso, ambiente constantemente úmidos, falta de saneamento e  alta temperatura no ambiente.

Os ursos cativos obrigados a viver no piso duro desenvolvem osteoartrite, e hérnia de disco que acaba por comprimir a medula espinhal levando a intensa dor e perda gradual da mobilidade.

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14 de mai. de 2015

Sindicato que escraviza cães quer achar uma maneira de ‘descartar’ animais

Após os vereadores de São Paulo aprovarem em definitivo a PL 55/2015, que proíbe a locação de cães no município de São Paulo, e que depende agora somente da sanção do prefeito Fernando Haddad para que a lei entre em vigor, já começa a demonstrar sua real necessidade antes mesmo de ser publicada.

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A comprovação dos maus tratos aos quais os cães ‘alugados’ são submetidos, veio em forma de nota emitida pelo presidente do sindicato que mostrou desconhecer todas as leis existentes de proteção e bem-estar aos animais em São Paulo e no Brasil.

Segundo a Agência Estado, o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica e Cursos de Formação do Estado de São Paulo (Sesvesp), João Palhuca, teria dito que;

  • “Os cães não podem ser doados porque "são treinados"…."E em alguns casos, se tornam agressivos".
  • "O Centro de Controle de Zoonoses não tem como receber 500 cães lá, mantê-los por toda a vida.
  • “Ou seja: vai haver sacrifício". "Vamos ter de achar uma maneira de descartar esses animais".

Que o treinamento para que os cães se tornassem agressivos já existia – era de conhecimento dos defensores de animais, mas difícil de ser provado em juízo.

Bem como a procriação indiscriminada dos cães que deveriam fazer muitos filhotes, para que o descarte dos doentes e idosos pudessem acontecer rotineiramente.

E que além de toda crueldade envolvida em se deixar os cães confinados no canil  ou em depósitos, quando estes não estavam ‘alugados’; quando então ficavam em pátios e terrenos, no sol e na chuva, e na maioria das vezes sem água ou comida, e sujeitos a serem envenenados, surrados e mortos por assaltantes e bandidos, também era de conhecimento geral e nunca punido por nenhuma autoridade do munícipio de São Paulo.

Desde 2007, a cidade de São Paulo dispõe de lei sobre a criação e a venda de cães e gatos por estabelecimentos comerciais; que prevê que todos os animais que nascem sejam castrados, vacinados e microchipados bem como prevê cadastramento e vistoria dos órgãos competentes. Dessa forma se houvesse uma efetiva fiscalização nos estabelecimentos comerciais que possui cães para aluguel – sem estarem castrados, vacinados e microchipados essas empresas poderiam ser autuadas e multadas conforme prevê a Lei 14483.

Já o Decreto nº 24.645, que prevê que todos os animais existentes no país são tutelados do Estado; tipifica o abandono de animais como maus-tratos, e cita no Artigo 16º - As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras dos animais a cooperação necessária para fazer cumprir a lei.

E maus-tratos aos animais é tipificado como crime pela Lei de nº 9.605 - Capítulo V - Dos Crimes Contra o Meio Ambiente.

A única afirmação correta feita pelo presidente do Sesvesp quando ao caso é a de que “O poder público é incapaz de controlar a clandestinidade”, e isso se deve em parte ao fato de que um outro projeto que poderia viabilizar que as entidades de proteção animal pudessem fiscalizar e aplicar as normas municipais previstas em legislação de proteção e controle animal e aquelas relativas à criação, comercialização, propriedade, posse, guarda, uso, transporte, tráfego, e demais regulações municipais concernentes aos animais, através de convênios que poderiam ser firmados se o “FUNDO MUNICIPAL DE BEM-ESTAR ANIMAL E SAÚDE PÚBLICA - FAN”, tivesse sido criado.  O Projeto de Lei Nº 133/09, também de autoria do ex-vereador e hoje Deputado Estadual Roberto Trípoli, não foi aprovado devido ao parecer contrário dos então vereadores; Ítalo Cardoso – PT; Gabriel Chalita – PSDB; Gilberto Natalini – PSDB; João Antonio – PT.

É importante nos manifestarmos a favor da proibição do aluguel de cães, para que o prefeito, os políticos e a imprensa saibam disso, e um dos meios mais rápidos e eficazes é através do envio de mensagens na conta do prefeito no twitter - @haddad_fernando #SancionePL55/2015.

Abaixo algumas imagens de como viviam alguns cães de aluguel, quando foram resgatados.

As primeiras fotos são da cadela Fuça da raça Pastor Belga Malinois, que perdeu parte do focinho, devido a bicheira causada pela sujeira do local onde era mantida.

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