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17 de fev. de 2015

Leão de dois anos que fugiu de fome de Zoo Argentino é morto e ridicularizado

A degradante situação em que vivem e morrem os animais nos zoológicos da argentina, piora a cada dia. A polêmica morte do leão Zupay, de apenas dois anos de idade, que por duas vezes fugiu do zoo, depois de ter sido separado de sua mãe, ganha mais um trágico capítulo a esta triste história.

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Zupay, nasceu no cativeiro do Zoo La Rioja,  dentro do chamado "Park Yacampis' , em Rioja/Argentina.

Em Agosto de 2011, ele fugiu do recinto onde foi colocado, depois de ter sido separado de sua mãe mesmo estando com apenas dois anos de idade. Como de praxe nos zoos argentinos, estava sem água e sem comida. Sem conseguir entrar na jaula da mãe, ficou perambulando pelo zoológico até sair pela cidade, onde atacou e matou um cachorro  

Moradores ao ouvirem os rugidos e os latidos, chamaram a polícia, que chamou pelos funcionários do zoológico, que em apenas uma hora conseguiram recapturar o animal, apenas chamando pelo seu nome, e conduzindo novamente para sua jaula.

Mas uma semana depois Zupay, novamente fugiu do recinto – provavelmente devido a fome já que atacou e matou uma égua e duas lhamas no caminho até a cidade, e depois ficou descansando dentro do quintal de uma residência, o qual a moradora chamou a polícia, que novamente chamou os funcionários do zoo.

Entretanto, os funcionários que conheciam Zupay não apareceram para socorrer o leão pela segunda vez. Segundo relatos, o gerente do zoo, que tinha as chaves do armário onde o fuzil de dardos tranquilizantes ficava trancado,  demorou quase uma hora para chegar e quando o fez, errou o primeiro tiro, deixando o animal muito nervoso.

"O leão estava com muito medo. Cercado por quase cinquenta policiais, que davam tiros para o ar e atiravam as luzes da lanterna sobre o animal, disse Antonella, a proprietária da casa onde eles mataram o animal com dez tiros, após duas horas de perseguição.

Há anos que a imprensa internacional deu destaque ao caso de Arturo – O Urso Polar mais triste do mundo, que sobrevive em temperaturas de mais de 40 graus no Zoo de Mendoza, e cujo translado para um santuário no Canadá foi negado há um ano, sem que nenhuma melhoria que os próprios ‘especialistas’ que negaram a transferência, recomendaram fosse implantada até a presente.

O caso tem um antecedente em 2012. Nesse ano, gerou-se uma polêmica após a morte do urso polar Winner no Zoológico de Buenos Aires. Em meio a uma onda de calor e como consequência dos ruídos dos fogos de artifício da noite de Natal, o urso morreu por hipertermia, agravada pelas altas temperaturas. Winner tinha 16 anos e que havia chegado apenas quatro anos antes, vindo do chile.

Sandra, a orangotango de Sumatra que vive há 20 anos no Zoo de Buenos Aires, e que ganhou as manchetes mundiais ao receber o ‘habeas corpus’, que foi solicitado pela Associação de Funcionários e Advogados pelo Direito dos Animais (Afada), e ela foi considerada como “sujeito não humano”, tendo com isso conseguido em Dezembro de 2014, o direito de ser enviada a um santuário, ainda se encontra aprisionada na Argentina. Somente daqui a alguns meses é que ela deve ir para o Santuário Center for Great Apes, em Wauchula, Flórida. Conforme consta no site do GAP, o trâmite burocrático, que implica nas permissões da Fauna Argentina e da Norte-Americana, é demorado.

Também foi pedido a liberdade dos chimpanzés Toti no zoo de Bubalcó (Río Negro), e de Monti de 45 anos de idade, que estava em Santiago Del Estero, onde o zoológico foi fechado e retro escaveiras entraram e destruíram tudo ao redor com os animais dentro. Monti entrou em pânico. Se escondeu em seu cubículo, e depois de alguns dias, morreu, sem nunca conhecer a liberdade.

Outra morte é a do chimpanzé chamado Xuxa que nasceu em 16 de fevereiro de 1991, em cativeiro e morreu exatamente em 16 de Janeiro de 2015. O grupo Ecológicos Unidos,  que foi quem primeiro denunciou a situação do urso polar Arturo, divulgou um vídeo dos três chimpanzés no Zoológico de Mendoza em maio de 2014. Os primatas não tinham nada na gaiola a não ser o cimento ao redor deles. A denúncia era de que o cárcere estava afetando as mentes dos animais, nunca foi ouvida. Agora só há um chimpanzé, pois dois já morreram.

A Fundação Cullunche organizou um protesto para exigir a renúncia do diretor do zoológico, Gustavo Pronotto. "Basta de mortes no Zoo de Mendoza Zoo" é o slogan do protesto, para  lembrar de todos os espécimes que morreram no local recentemente.

Passados mais de três anos da morte do Leão Zupay, uma nova polêmica ultrajante chega as redes sociais. Uma foto onde alguém segura um artefato sexual (pênis de borracha), próximo a boca do animal morto dentro da pick-up policial. O autor da foto não contava com a memória dos defensores de animais, que reconheceram o animal – bem como a crueldade que envolveu seu assassinato.

Muitos outros animais se encontram doentes, desnutridos e até animais mortos em estado de putrefação ficam expostos no Zoo de Rioja. A Fundação Kambra começou um movimento para recolher assinaturas pedindo o fechamento do zoo.

No facebook tanto a comunidade ‘No al Zoo Yastay’ como a ‘Oso Polar Arturo’, expõem as crueldades e os maus-tratos que os animais nesses zoológicos são submetidos, bem como organizam ações e petições contra o descaso das autoridades argentinas. 

No twitter os protestos seguem as hastags; #SinZooArgentina – #Arturo – #EcoparqueMza

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15 de fev. de 2015

Orangotangos Fêmeas Usadas como Prostitutas na Indonésia

(vídeo) Duas fêmeas de orangotango teriam morrido em 2015 devido a abusos sexuais. A notícia foi veiculada em um site de Macau na Ásia.


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A matéria intitulada ‘Orangotangos Fêmeas usadas como prostitutas na Indonésia’, descreve que as fêmeas estão a ser capturadas, amarradas em camas onde ficam preparadas para serem violadas repetidamente. Os orangotangos são uma espécie  que está em vias de extinção, e em 2015 já morreram duas fêmeas devido a abusos sexuais.

Recorde-se que nas últimas duas décadas morreram mais de 50 mil orangotangos pela destruição massiva do seu habitat natural, devido ao crescimento das plantações de óleo de palma no país.

A Delegada do Proyecto Gran Símio/ GAP Espanha, Elisa García Gómez, escreveu um artigo, a partir de uma notícia do resgate de uma fêmea orangotango na Ásia, que estava a ser explorada como uma prostituta em um bordel.

“Como defensores desses animais nos sentimos consternados pela situação em que algumas fêmeas desta espécie vivem”, escreveu a delegada

A prostituição de fêmeas de orangotangos é uma prática comum em alguns países asiáticos. Um dos casos foi relatado pela veterinária espanhola Karmele Llano, dedicada a cuidar desses grandes símios em Bornéu.

Muitos destes animais são acorrentados e são abusadas sexualmente pelos seres humanos. A veterinária espanhola disse que ela está na posse de várias provas que confirmam que esta é uma prática generalizada na Tailândia.

Esta era a situação de Pony, uma fêmea orangotango encontrada em um bordel em uma aldeia no centro de Bornéu, Indonésia. Completamente raspada, lavada, perfumado e com os lábios pintados, e que estava acorrentada a uma cama para facilitar que os clientes pudessem abusar dela de modo impune.

Note-se que os clientes que frequentam estas bordeis, são os trabalhadores das empresas madeireiras e nas plantações de óleo de palma.

A liberação de Pony foi muito complicado, Karmele narra que houve uma revolta, e ela foi ameaçada com machetes e facas e teve de recorrer à polícia estadual, que enviou trinta oficiais para permitir a liberação do orangotango.

Pony foi transferida para um centro de reabilitação em Nyaru Menteng, onde estão outros orangotangos que necessitam de cuidados, porque eles têm sido usados ​​como animais de estimação. Dentro do Centro de Resgate do Borneo Orangutan Survival (BOS) vivem cerca de 400 primatas, a maioria filhotes. No local além da fazenda, há uma escola para bebês e grandes gaiolas onde os adultos reiniciam para terem uma existência normal. Só em 2012, Pony finalmente pode ser transferida para uma ilha no rio Bangamat, e vive com seis outros orangotangos. Bangamat é uma das três ilhas dedicadas à reabilitação dos grandes macacos que esperam ser reintroduzidos em uma área protegida, onde atualmente vivem cerca de mais setenta orangotangos.

A exportação de orangotangos pela Tailândia para o resto da Ásia, especialmente a China, para serem usados como animais de estimação, e o tráfico das fêmeas feito por traficantes, que não hesitam em matar suas mães, a fim de torná-las escravas sexuais em bordéis, aliada a destruição de seu habitat natural pela indústria de óleo de palma, é o conjunto que leva esta espécie à extinção.

De acordo com a associação americana Orangutan Conservancy, orangotangos vivem apenas na Ásia, Sumatra e Bornéu. Estima-se que há apenas  20 mil orangotangos vivos no mundo, o que significa que, se esta situação se sustentar ao longo do tempo, os orangotangos poderão se extinguir em apenas 10 anos.

Este caso constitui uma flagrante violação dos direitos dos grande símios. Pony e outras fêmeas de orangotangos estão sendo arrancadas de seu habitat natural e privadas de sua liberdade, e somado ao fato, ainda há a exploração sexual pelos donos de bordéis sem escrúpulos e aqueles que são capazes de ter sexo com um animal que vive em uma situação de escravidão. Eles é que são responsáveis ​​pelo ataque contra a natureza e contra os direitos desta espécie.

Tenha em mente que esta prática constitui uma das causas do grave perigo da extinção em que esta espécie se encontra. Então, isso não só é inaceitável do ponto de vista moral, mas é abominável já que corrobora para o desaparecimento de um membro da família Hominidae.

O PGS/GAP Espanha recorda que os orangotangos não são objetos, mas ainda não são definidos como as pessoas humanas que possuem direitos, e que denunciou publicamente estes fatos, como o caso de Pony e qualquer outro orangotango que está na mesma situação seja resolvida imediatamente, para que sejam libertados dos explorados e tratados para a recuperação. Não podemos consentir que essa espécie esteja sujeita a essas indignidades e devemos permanecer atentos a este e outros possíveis casos de abuso, escravidão e exploração sexual.

Leia também: Orangotango Obrigada a se Prostituir demorou 10 anos para se recuperar dos Abusos Sexuais

As fêmeas de orangotango estão sofrendo com intenso tráfico de animais pela Ásia, vendidas para proporcionar prazer sexual. Infelizmente, a história de Pony não é um caso a parte. Presa por uma corrente de aço a uma parede e deitada num colchão manchado, Pony além de ter seu pêlo raspado diariamente, estava  cheia de picadas de mosquitos infecionadas, numa casa que fazia dos prazeres sexuais uma forma de ganhar dinheiro.

A prostituição de orangotangos é um problema generalizado não só em Bornéu, mas também na Tailândia, e em outras partes da Ásia. Na maioria das vezes os traficantes matam as mães para pegar os filhotes quando eles são ainda muito jovens.

Os orangotangos vivem em média 40 anos a 60 anos. Os filhotes ficam em média 8 anos com a mãe, mesma idade em que podem se reproduzir, o que faz com que as mães orangotangos, sejam os primatas que cuidam por mais tempo dos seus filhos. Pony tinha entre 6 e 7 anos quando foi resgatada, o que significa que era estuprada desde que era uma bebê.

orangotango-escrava-sexual

Já há algum tempo que investigações e tentativas de salvar a orangotango fêmea decorriam, mas, dado o fato de o animal ser visto como a "galinha dos ovos de ouro" da população, sempre que alguém tentava intervir, era ameaçado com armas pelos populares.

Fechada na casa de uma meretriz, onde se dizia que Pony era adorada e a eleita por todos os homens que frequentavam o espaço, foi resgatada pela  após um ano intenso de tentativas frustradas de salvamento.

A associação conseguiu angariar dinheiro suficiente para pedir ajuda a 35 polícias bem como contratar mercenários armados com Ak 47, para a "dona" de Pony e os homens da vila cederem e deixarem a orangotango ir embora.

Os moradores da vila, responsáveis por esta atrocidade, estavam indiferentes a possibilidade de os orangotangos poderem estar extintos, devido à destruição massiva do seu habitat natural, causada pelo crescimento desenfreado de plantações de óleo de palma e de isso ter sido a causa de morte de 50 mil orangotangos em apenas duas décadas.

Não é nada incomum encontrar fêmeas da espécie acorrentadas ou amarradas com cordas em vários países da Ásia. O motivo de tamanha crueldade é o fato de que elas estão sendo usadas como prostitutas, e sofrem abusos severos, às vezes diariamente.

A veterinária da ONG BOS, Karmele Llano, afirmou que em alguns países asiáticos, especialmente em localidades pequenas, a prática de usar orangotangos fêmeas como prostitutas é bastante comum.

Nos últimos 60 anos, estima-se que a população de orangotangos no mundo foi reduzida à 50%.

Os relatórios que eles nos enviam são realmente assustadores, e com a expansão das plantações de palmeiras de azeite, a situação de orangotangos é ainda pior: os adultos são mortos com paus ou queimados vivos, e os filhotes são vendidos; eles acabam amontoados em gaiolas e utilizados em shows de boxe, sendo algemados a uma cama de bordel onde são enfeitados, maquiados e estuprados.

Várias ONG’s de defesa dos orangotangos organizam protestos para que se extingam as práticas devastadoras contra os símios, como a prostituição e o boxe com orangotangos.

As mães de orangotangos são mortas para que suas crianças possam ser vendidas como animais de estimação, e muitos desses bebês morrem sem a ajuda de sua mãe. Os orangotangos vivem em média 40 anos a 60 anos. Os filhotes ficam em média 8 anos com a mãe, mesma idade em que podem se reproduzir, o que faz com que as mães orangotangos, sejam os primatas que cuidam por mais tempo dos seus filhos.

Desde 2004, vários orangotangos de estimação foram confiscados pelas autoridades locais e enviados para centros de reabilitação.

Durante o início da década de 2000, o habitat do orangotango tem diminuído rapidamente devido ao desmatamento e incêndios florestais, bem como a fragmentação por estradas, devido a conversão de vastas áreas de floresta tropical em plantações de óleo de palma em resposta à demanda internacional. O óleo de palma é usado para cozinhar, cosméticos, mecânica e biodiesel.

Há também um grande problema com a caça e o ilegal comércio de animais. Os orangotangos podem ser mortos para o comércio de carne de animais silvestres, proteção das culturas ou para o uso da medicina tradicional. Os ossos de orangotango são secretamente negociados em lojas de souvenires em várias cidades de Kalimantan, na Indonésia.

O óleo de palma, bem como a madeira tropical, é o produto que os europeus consomem e assim, na África e na Indonésia, além de apoiar os projetos de resgate e proteção, cabe ainda informar os consumidores dos países desenvolvidos sobre o verdadeiro custo da compra desses produtos.

As pessoas tendem a pensar que o sofrimento e desaparecimento dos grandes símios nada têm a ver com eles. Mas seguramente tem ajudado na destruição das florestas comprando objetos fabricados com madeiras tropicais. Provavelmente usam também sabonetes, cosméticos, produtos de limpeza e comem os salgadinhos e chocolates feitos com o óleo de palma, e também usam celulares, notebooks, computadores, que contêm Coltan. Chamado de  "ouro azul", as maiores reservas estão próximas e algumas dentro dos  parques nacionais dedicados aos Gorilas, o que ligado a outros fatores acelera a extinção destes.

Um número de organizações estão trabalhando para o resgate, reabilitação e reintrodução dos orangotangos no seu habitat. A maior delas é a fundação Borneo Orangutan Survival, fundada pelo conservacionista Willie Smits, que viabiliza uma série de projetos como o Programa de Reabilitação Nyaru Menteng, fundada pela conservacionista Lone Drøscher Nielsen.

Outros centros de conservação importantes na Indonésia incluem o Parque Nacional Tanjung Puting e o Parque Nacional Sabangau, em Kalimantan Central, Kutai em Kalimantan Oriental, o Parque Nacional Gunung Palung em Kalimantan Ocidental e Bukit Lawang no Parque Nacional de Gunung Leuser na fronteira entre Achém e Sumatra do Norte. Na Malásia as áreas de conservação incluem o Centro Semenggoh Wildlife e o Centro Matang Wildlife, em Sarawak, e o Santuário Sepilok Orang Utan perto de Sandakan em Sabah. Os principais centros de conservação que estão sediados em outros países que não a Indonésia e a Malásia incluem a Fundação Internacional do Orangotango, que foi fundada por Birutė Galdikas, e o Projeto Australiano do Orangotango.

Organizações de conservação, tais como Orangutan Land Trust, trabalham com a indústria do óleo de palma para melhorar a sustentabilidade e incentiva a estabelecer a área de conservação dos orangotangos.

 

13 de dez. de 2014

Animais com Síndrome de Down e outras Trissomias

A chimpanzé Jama e o tigre branco Kenny, foram induzidos pelo ser humano a nascerem com problemas congênitos e hereditários.

Já o gatinho Otto e o orangotango Jimmy foram escolhidos pela mãe natureza para nascerem especiais.
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A síndrome de Down não ocorre somente nos seres humanos, ela pode e já ocorreu em outros mamíferos, e não tem cura. Os tratamentos médicos servem para prevenir e amenizar os sintomas causados por ela e para possibilitar que os portadores da síndrome possam levar uma vida normal.

A Síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e de desenvolvimento físico, e um determinado conjunto de características físicas causadas por uma anormalidade da condição genética.

Embora todos os animais possam ter anormalidades genéticas que afetem a sua aparência e seu comportamento, a síndrome de Down era amplamente considerada como uma específica condição humana, uma vez que é causada pela trissomia do cromossoma 21, que só se encontrava nos seres humanos.

Nos animais não humanos, a incidência dessa rara alteração genética, é também chamada de trissomia.

A maioria das trissomias resultam num número variável de deficiências à nascença (geralmente presentes na maioria dos animais humanos e não-humanos com cromossomas extras). Muitas trissomias resultam em mortes precoces. Uma trissomia diz-se parcial quando parte de um cromossoma extra (e não todo) e é acoplado a um dos outros cromossomas. Uma trissomia em mosaico é uma condição em que nem todas as células contêm a informação genética do cromossoma extra.

Embora a trissomia possa ocorrer com qualquer cromossoma, os tipos mais comuns são:
  • Trissomia 21 (Síndrome de Down)
  • Trissomia 18 (Síndrome de Edward)
  • Trissomia 13 (Síndrome de Patau)
  • Trissomia 8 (Síndrome de Warkany)
Vários casos de primatas com um cromossomo extra equivalente ao cromossomo 21, que causa a síndrome de Down nos humanos, já foram identificados", afirma o pesquisador Charles J. Epstein, da Universidade da Califórnia, em São Francisco.

Jimmy o orangotango com síndrome de Down
O primeiro caso documentado da síndrome de down em um orangotango é o de Jimmy.
jimmy
Resgatado aos 3 anos de idade pela equipe do Centro de Conservação de Recursos Naturais (BKSDA) e a equipe do Centro de Proteção de orangotango (COP) em Jacarta.

Sua cabeça é menor do que a média com um rosto achatado e largo, e com uma ponte nasal plana, uma única prega palmar, e a língua para fora (macroglossia).

Ele também tem os olhos em forma amendoada causada por uma dobra epicântica da pálpebra, afirmam os especialistas. O orangotango atualmente recebe cuidados intensivos no Ape Crusader do COP.

Otto o gato turco com síndrome de Down
Otto foi provavelmente o primeiro gato diagnosticado com síndrome de Down na Turquia"; disseram os veterinários que cuidaram dele.
otto
O gatinho de poucos meses de idade, e que atraiu o interesse público na Turquia, após o veterinário ter diagnosticado que ele tinha síndrome de Down. "Uma condição muito rara para gatos, disse o veterinário Özçetin.

O gatinho que vivia nas ruas, foi chamado de Otto, e levado ao hospital veterinário Hürriyet.

A inesperada morte foi causada por uma insuficiência cardíaca, descrita como "um dos efeitos da síndrome de Down." "Sua condição era boa na parte da manhã. Ele estava comendo regularmente, urinando e defecando, como de costume.

Não havia nenhum sinal de doença ou qualquer coisa que nos fez suspeitar. Mas sua condição de repente piorou e ele teve espasmos na parte da tarde. Precisamos urgentemente transferi-lo para a UTI, mas não conseguimos salvá-lo. Lamentamos muito ", disse Özçetin.

Kenny o tigre-de-bengala branco com Síndrome de Down
A endogamia (cruzamento de animais da mesma família) é uma prática comum, em criadores e zoológicos pelo mundo. Tigres brancos são raros e valem muitos milhões na exploração de animais.

O cruzamento consanguíneo de seus pais presos em cativeiro, e que eram irmãos ocasionou o problema genético.
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Mas apesar de sua fama, suas deformidades o impediam de dar lucratividade. Com retardo mental e limitação de movimentos, o tigre precisava de supervisão e cuidados extras. Aos dois anos de idade seu ‘criador’ se livrou dele, enviando-o a um Santuário de animais. Kenny era um doce, super amigável com os visitantes do lugar,

Pouco tempo depois Willie seu irmão, que sofria com um forte estrabismo, também devido a endogamia, foi enviado para morar com Kenny no santuário. Alguns anos, quando não podiam mais gerar filhotes, e deixaram de ser lucrativos para o criador, os pais de Kenny e Willie, também foram enviados para o santuário.

Kenny Faleceu em 2008 aos 10 anos de idade, por conta de um câncer.

Jama o 1a. animal diagnosticado com Síndrome de Dawn
O primeiro caso documentado de Síndrome de Down em animais não humanos, foi o da chimpanzé Jama, nascida em 1968, em um laboratório de pesquisa nos Estados Unidos.

O cromossomo extra de Jama provocou baixo tônus muscular, desenvolvimento neurológico atrasado e doenças do coração congênitas - manifestações comuns em humanos com Down. Os chimpanzés têm 24 pares de cromossomos, contra 23 dos humanos.
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Wenka, a mãe de Jama deu à luz seis vezes entre 1966 e 1977. Em 6 de julho de 1968, quando Wenka tinha 15 anos, ela deu à luz a Jama, que foi o primeiro chimpanzé conhecido por ter nascido com síndrome de Down.

O boletim de notícias do Yerkes em 1969, relatou; Wenka e Franz serão incentivados a acasalar novamente na tentativa de produzir outra descendência mongoloide. Uma tentativa será a de forçar a procriação de Jama entre seus familiares, para à criação de uma dinastia de chimpanzés mongoloides para a investigação científica.

Mas a chimpanzé Jama nunca procriou. Ela morreu aos 17 meses de idade durante uma operação para tentar corrigir um problema cardíaco.
Wenka e Franz tiveram ainda mais filhotes juntos; Ford um chimpanzé macho, nascido em 10 de agosto de 1974, e Pamela, nascida em 19 de fevereiro de 1977. Nenhum deles tinha Síndrome de Down.

Um Ex-trabalhador de Yerkes ( Centro de Pesquisa de Primatas Yerkes National) escreveu; “Wenka nasceu em um laboratório em 1954. Uma década muito longe, onde todos vivemos em um mundo muito diferente agora. Mas não Wenka. Há mais de cinco décadas, ela ainda está aprisionada no laboratório de Yerkes, e ainda é usada e abusada para a pesquisa que inclui álcool, contraceptivo oral, envelhecimento, e estudos cognitivos”.

A Árvore genealógica de Wenka
Os pais de Wenka eram Web e Banka. Web nasceu no laboratório de Orange Park em 16 de janeiro de 1943, a Wendy e Bokar (avós paternos de Wenka). Wendy, sua avó, foi um dos primeiros de quatro chimpanzés comprados por Robert Yerkes de um comerciante de animais na África. Ela morreu de um derrame em 1971. Bokar veio da África em 1930, pai de 40 filhos, que morreu durante um experimento em 1960.

Banka nasceu no laboratório de Orange Park em 28 de Janeiro de 1941, e morreu quando ela foi erroneamente envenenada em 25 de setembro de 1956. Os pais de Banka (avós maternos de Wenka) foram Bimba e Frank. Bimba veio da África, em 1930, e morreu de disenteria, em 13 de dezembro de 1944. Frank foi comprado de um laboratório na Universidade Johns Hopkins, em 1933. Ele foi usado em um experimento de vício da morfina e faleceu no dia 22 de novembro de 1946.
- Wenka foi a razão pela qual eu fiquei no Yerkes por mais anos do que eu deveria ter. Eu a amo como ninguém...

No entanto, em raras ocasiões, Wenka se conecta e demostra alguma centelha de vida em seus olhos, bem como em seu espírito, um espírito que tem o direito de se expressar e se aposentar em um santuário.

Depois de mais de cinco décadas e com poucos anos restantes de vida, Wenka merece passar o resto de seus dias no relativo conforto relativo de santuário. O Projeto R & R está trabalhando para garantir a libertação de Wenka, juntamente com a libertação dos outros chimpanzés mais velhos, e que ainda são mantidos em laboratórios de todo os EUA. Fizemos uma promessa a Wenka e todos os outros, uma promessa que pretendemos manter.

Como ajudar: Apoie o envio dos chimpanzés para o Santuário · Assine nossas petições e envie cartas · Solicite materiais de divulgação gratuitos · Entre em contato com legisladores federais.  

6 de set. de 2014

Órfã Bebê Orangotango que Vivia Amarrada no Lixo é Resgatada

Uma órfã bebê orangotango foi achada em Bornéu por um agricultor, que pensou que ela iria seria um bonito animal de estimação. 

Desconhecendo as necessidades básicas da espécie, ele a manteve amarrada e alimentou somente com arroz e tofu. Conforme relatado pela Barcroft TV , isso resultou em uma dolorida desnutrição. Orangotangos principalmente comem frutas - além de ocasionais refeições de flores, mel, cascas, folhas e insetos.  
Felizmente, os voluntários do  Resgate Internacional de Animais ficou sabendo da situação, e o agricultor de bom grado entregou o animal aos cuidados da entidade.  E ela foi retirada desse cativeiro ...
... E ela deu seus primeiros passos em direção à liberdade. 
Agora, ela está sendo mantida em quarentena no  salvamento do orangotango e Centro de Reabilitação.
Ela vai ficar aguardando e ganhando força na quarentena durante os próximos dois meses, mas depois ela irá para a "escola do bebê orangotango," um santuário destinado a preparar os orangotangos órfãos ou resgatados para a liberação na natureza. 
Em breve, ela vai estar fazendo isso e muito mais:
Veja todo o vídeo abaixo: 
Ajude um outro animal carente como este orangotango, basta  "adotar" um deles aqui . Você também pode conhecer e participar de outros  esforços para ajudar os orangotangos aqui.
Fonte: The Dodo

23 de jun. de 2014

Orangotango Salva Filhote de Passarinho

(Vídeo) A Gentileza e a Inteligência do Gigante Orangotango ao resgatar um filhote de passarinho de se afogar, é de marejar os olhos. Aproveitei e legendei os pensamentos do Orangotango, para que não percam nenhum segundo desse momento de compaixão animal.

O Orangotango, cujo nome vem de duas palavras da língua malaia que, juntas, significam "pessoa da floresta".

Orangotango Salva Filhote de Passarinho

30 de abr. de 2014

InYourPalm CAMPANHA INTERNACIONAL PRETENDE ARRECADAR 60.600 FOTOS COM A TAG

Existem apenas 60.600 orangotangos selvagens. Você vai ficar com eles em sua casa, pois o habitat deles está sendo destruído?

#InYourPalm Campanha contra o desmatamento das florestas e a morte de seus habitantes, participe http://inyourpalm.org/

tag inyourpalm

Estamos coletando 60.600 fotos para enviar as 20 maiores empresas de alimentos que geram esse "Conflito Óleo de Palma" em seus produtos, um para cada orangotango conhecido que ainda reside em estado selvagem. Diga a esses grandes fabricantes que você não quer Óleo de Palma na sua comida!

Assista ao vídeo, onde o orangotango através da conversação de sinais, explica a menina surda-muda, que a comida dela destroi a floresta que é o lar dos orangotangos.

As empresas são;

Campbell Soup Company
ConAgra Foods, Inc.
Dunkin Brands Groups, Inc.
General Mills, Inc.
Grupo Bimbo
H.J. Heinz Company
Hillshire Brands Company
Hormel Foods Corp.
Kellogg Company
Kraft Foods Group, Inc.
Krispy Kreme Doughnuts Corp.
Mars, Inc.
Mondelez International, Inc.
Nestlé S.A.
Nissin Food Holdings Co., Ltd.
PepsiCo, Inc.
The Hershey Company
The JM Smucker Company
Toyo Suisan Kaisha, Ltd.
Unilever

7 de mar. de 2014

1º. Decreto Islâmico é emitido para a Proteção dos Animais na Indonésia

Invocando o Alcorão, o principal órgão clerical da Indonésia emitiram uma “Fatwa” (decreto islâmico), proibindo o Tráfico de Animais Silvestres e a Caça Ilegal de Animais em Risco de Extinção

Este é um passo sem precedentes no país com a maior população muçulmana do mundo, para a proteção dos animais.

fatwa

Para muitos, a palavra "fatwa" é desconhecida. Mas a fatwa em si é apenas uma chamada à ação. Invocando passagens do Alcorão, a fatwa, é acreditado para ser o primeiro de seu tipo no mundo.

A fatwa diz a 200 milhões de muçulmanos da Indonésia para terem um papel ativo na proteção e conservação de espécies ameaçadas de extinção, incluindo tigres, rinocerontes, elefantes e orangotangos.

"Este fatwa é emitida para dar uma explicação, bem como a orientação, a todos os muçulmanos na Indonésia sobre a perspectiva da lei em questões relacionadas à conservação animal", disse Hayu Prabowo, presidente do Conselho do Meio Ambiente de Ulama e corpo recursos naturais.

A fatwa complementa a lei indonésia existente. "As pessoas podem escapar regulamentação governamental", Hayu disse, "mas eles não podem escapar da palavra de Deus."

As criações de Allah

A fatwa foi inspirado em setembro de 2013 por uma viagem de campo para Sumatra por líderes muçulmanos co-organizado pela IndonésiaUniversitas Nasional (TANU) , WWF-Indonésia , ea sede no Reino Unido Aliança de Religiões e Conservação . Ministério do Ambiente e da Indonésia HarimauKita (o Tiger Conservation Forum Indonésio) ofereceu consulta adicional.

Durante um diálogo com a comunidade, com representantes da aldeia para discutir os conflitos entre os moradores e os elefantes de Sumatra e tigres, alguns dos aldeões perguntado sobre o estado no Islã de animais como elefantes e tigres.

Os líderes muçulmanos respondeu: "Eles são criações de Deus, como nós somos É haram para matá-los e mantê-los vivos faz parte da adoração a Deus.".

Hayu enfatiza que a fatwa se aplica não só aos indivíduos, mas também para o governo, observando que a corrupção pode ser um problema quando animais selvagens, florestas, e os interesses de setores como o negócio de óleo de palma entram em conflito.

A fatwa chama especificamente ao governo para rever as licenças emitidas para as empresas que agridem o meio ambiente e tomar medidas para conservar as espécies ameaçadas de extinção.

A fatwa vem em um momento em que o crime transnacional vida selvagem atingiu níveis sem precedentes, com encargos especiais sobre países como a Indonésia, que ainda são ricos em vida selvagem e plantas raras ou incomuns.

Ele vem em um momento, também, quando os governos estão lutando para criar leis e pagar para agentes para combater o tráfico de animais selvagens sindicatos criminosos que estão cada vez mais sofisticada e violenta.

O Conselho de Ulama espera que sua fatwa, que preenche a lacuna entre a lei formal e crime e dá uma forte orientação para os muçulmanos da Indonésia, ajudará a reduzir o tráfico de animais selvagens.

Ação da Indonésia é uma resposta à preocupação com os ecossistemas do país, em vez de quaisquer práticas islâmicas que envolvem a vida selvagem. Ainda assim, ao longo da história, a religião tem um papel importante como um motorista no consumo de espécies de animais, algumas agora criticamente em perigo.

Em 2005, o Dalai Lama chamou seus seguidores para acabar com o tráfico de animais selvagens . Recentemente, os homens de Nazaré Batista (Shembe) Igreja da África do Sul, uma igreja tradicionalista Zulu,começou a usar peles do leopardo do falso em suas cerimônias religiosas. Como mostrado na National Geographic "Adoração do Marfim da revista , "budistas na Tailândia e na China, assim como os católicos em todo o mundo, que recolhem estátuas religiosas em marfim continuar a desempenhar um papel no tráfico e consumo ilegal de marfim de elefante.

Fonte: National Geografic

22 de nov. de 2013

Orangotango bebe é brutalizado e teve seus dedos da mão cortados por fação

Por que alguém faria isso com um bebê orangotango? A pequena Sura está traumatizada e fica olhando os tocos de seus dedos perdidos que foram cortados com um facão durante a derrubada de mais uma área de floresta.

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Sura, de apenas quatro meses, foi encontrada ferido em Tumbang Koling, em Bornéu na Indonésia, depois de uma floresta foi desmatada para uma nova plantação de óleo de palma. A pequena filhote de orangotango está se recuperando depois de ter as pontas dos seus dedos decepados.

Sura, foi encontrada por um morador da aldeia Tumbang Koling em East Kotawaringin Regency, e está sendo cuidada  por especialistas do centro de resgate a Nyaru Menteng. Os veterinários realizaram um exame de saúde completo e descobriram que três de seus dedos tinham sido cortados por uma faca ou facão.

Sura agora precisa ser cuidada por uma babá em tempo integral. A ONG BOS - Borneo Orangutan Survival Foundation, está ajudando a financiar o centro de resgate e os cuidados que a pequena Sura para se recuperar do trauma. Este é o mais recente episódio cruel e vergonhoso na controvérsia sobre o desmatamento da floresta, e de como as empresas tratam a vida selvagem da Indonésia para impor suas plantações de óleo.

O desmatamento provocou um rápido declínio na população do orangotango. Ambientalistas alertam este é o mais recente em uma série de ataques brutais contra as criaturas. Eles temem que apesar dos anos de trabalho na educação das aldeias remotas sobre a necessidade de proteger, não capturar ou matar, esses animais cujos números estão caindo drasticamente, não é suficiente contra os desmandos da indústria do desmatamento.

Cerca de 100 anos atrás, pensava-se que havia 315 mil orangotangos na natureza, mas hoje existem menos de 54.000 em Bornéu e apenas cerca de 6.000, na ilha indonésia de Sumatra.

Como as indústrias procuram lugares para cultivar o óleo de sabonetes e perfumes, os hábitos naturais dos primatas estão sendo extintos pelos tratores que dizimam as florestas o habitat natural dos animais

E agora sem lugar para morar ou para se alimentar, muitos primatas foram capturados por moradores locais, são abusados, e usado para entretenimento.

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No mês passado, O Resgate Internacional de Animais salvou um orangotango de Tempurkan, que não tinha nem comida ou água e estava sendo forçada a dançar e lutar com os humanos.
Alertados por um morador, a entidade encontrou a orangotango Ael - o que significa "Saint" – após a terem sedado, ela foi levada para um centro de resgate.

Enquanto isso, os moradores foram informados de que a captura e manter um orangotango é contra a lei na Indonésia.

Fonte: Daily Mail

Nota do Blog: A Fundação Borneo Orangutan Survival (BOS) é uma ONG indonésia sem fins lucrativos, fundada em 1991 por Willie Smits, dedicada à conservação do orangotango-de-bornéu e seu habitat. A BOS é a maior ONG conservacionista de primatas do mundo.

Os santuários de Nyaru Menteng e Samboja Lestari são os locais da organização que recebem mais extensa cobertura da mídia. Nyaru Menteng tem sido o foco de muitas séries de TV, incluindo Orangutan Diary e Orangutan Island, enquanto Samboja Lestarifoi apresentada em 2009 numa conferência TED em que Willie Smits explica como é que ele recriou uma floresta para fornecer habitat aos orangotangos resgatados.

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5 de nov. de 2013

O Óleo da Destruição e Extinção dos Orangotangos

Orangotango na língua malaia significa pessoa da floresta. Os orangotangos partilham cerca de 97% de seus genes com os seres humanos, são nossos primos que vivem em média 35 anos a 40 anos e passam a maior parte do seu tempo nas árvores.  A caça, a destruição do habitat e o comércio ilegal de animais, tem gerado muitos órfãos já que os filhotes ficam em média 8 anos com a mãe, até se tornarem independentes.

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As poucas equipes de resgate encontram os orangotangos em situações terríveis; morrendo de fome mamães orangotangos invadem plantações a procura de alimento e são espancadas e amarradas pela população

Todos os dias as florestas tropicais estão sendo destruídas para dar lugar a plantações de palmeiras para a extração de óleo vegetal. Ameaçados de extinção os Orangotangos de Bornéu dependem das florestas para sua sobrevivência.

Frequentemente é colocado nos rótulos como óleo vegetal, e é um dos óleos mais consumidos no mundo, com as mais diversas aplicações na indústria, desde frituras industriais, chocolates, massas, margarinas, cremes vegetais, biscoitos, sorvetes e cosméticos até detergentes, sabões e sabonetes, tornando difícil a sua identificação é conhecido também como dendê, o óleo de palma. O plantio da palma é considerado um dos maiores responsáveis por desmatamentos destrutivos dos tempos atuais. Nessas áreas de florestas devastadas, são os últimos habitats de animais ameaçados, como o tigre da Sumatra, o rinoceronte asiático e o orangotango. 

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A população de orangotangos , que alguns pesquisadores consideram nossos primos mais próximos,  não passa de 7 mil indivíduos dispersos pela ilha de Sumatra, na Indonésia. É uma fração ínfima da população que existia há cinquenta anos, e ela continua a cair rapidamente.

Após repercussão da campanha, as empresas se comprometeram a excluir da sua lista de fornecedores companhias que possuam ou gerenciem “plantações ou fazendas de alto risco ligadas ao desmatamento”.

Além de todos os problema decorrentes do desmatamento, muitas florestas estão localizadas sobre turfas – sumidouros de carbono natural que contém grandes reservas de gases de efeito estufa. “Os produtores de palma, pela queimada que fazem das copas da floresta e pela drenagem da turfa, inadvertidamente liberam este carbono estocado para a atmosfera”, explica o artigo do Ecologist. “Esquemas de certificação sustentável foram criados, mas os ecologistas cada vez mais questionam se realmente esta alternativa funciona”.

Em 2010, o Greenpeace iniciou uma campanha mundial para protestar contra grandes corporações que compram óleo de palma de produtores que desmatam. A crítica é aos produtos da linha Dove, da Unilever

O chocolate Kit Kat, da Nestlé, também foi satirizado em um vídeo que mostra uma pessoa comendo o dedo de um orangotango no lugar do chocolate.

A fornecedora da Nestlé, Sinar Mas, é responsável por considerável destruição da floresta que serve de habitat para orangotangos.

O lançamento do relatório segue numerosas tentativas de convencer a Nestlé a cancelar seus contratos com a Sinar Mas.

Recentemente, o Greenpeace contactou várias vezes a empresa com provas sobre as práticas da Sinar Mas,  mas mesmo assim a Nestlé continua usando o óleo de palma da Indonésia em seus produtos.
Diversas empresas importantes, incluindo a Unilever e Kraft, cancelaram os contratos de óleo de palma com a Sinar Mas. A Unilever cancelou um contrato de 30 milhões de dólares no ano passado. A Kraft cancelou o seu em fevereiro. "Outras grandes empresas estão agindo, mas a Nestlé continua fechando os olhos para os piores infratores. É tempo de a Nestlé cancelar seus contratos com a Sinar Mas e parar de contribuir com a destruição das floresta tropical e de turfas," frisou Montalto.

No Brasil
Por aqui, o Governo Federal criou, em 2010, o Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma no Brasil, baseado nas diretrizes de preservação de vegetação nativa, produção integrada à agricultura familiar e com ênfase em áreas degradadas da Amazônia Legal e na reconversão de áreas utilizadas para cana de açúcar.

O Zoneamento Agroecológico da Palma delimitou apenas áreas aptas em regiões que sofreram ação humana. Com a proibição do desmatamento de área de vegetação nativa para plantio em todo território nacional, o total de áreas aptas caiu de 232,8 milhões para 31, 8 milhões de hectares – em 96,3% do território nacional não é permitido plantar palma.

Mesmo com o programa, o plantio sustentável de palma pode gerar desmatamento indireto, como explica o Greenpeace. Isso porque o gradativo aumento da produção pode empurrar setores como gado e alimentos para cima de áreas cobertas com floresta.

29 de jun. de 2013

Orangotango Obrigada a se Prostituir demorou 10 anos para se recuperar dos Abusos Sexuais

Pony a orangotango fêmea foi levada de sua habitat ainda muito jovem e foi escravizada em um prostíbulo. Mas apesar do capítulo trágico em sua vida, esta história nos traz inspiração para lutar e evitar quaisquer outros tipos de abuso e crueldade contra os animais.

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A  História de Pony
A Fêmea de orangotango chamada Pony foi encontrada pela equipe de resgate da Fundação BOS – Borneo Oragutan Survive, ela estava deitada em um colchão, acorrentado à parede, o corpo do animal foi completamente raspado.

Quando um homem se aproximava ela fazia “uma pose erótica” que deve ter sido ensinada a custa de muitas surras pela dona do prostíbulo. Ela tinha seis ou sete anos, e era usada como uma escrava sexual, que rendia muito dinheiro, pois os os clientes regulares, preferiam ter relações sexuais com ela, do que com as prostitutas humanas. Eles raspavam seus pelos constantemente, e seu corpo estava coberto de feridas pelas mordidas dos mosquitos.

Maltratada e abusada diariamente, ela ficava presa por uma corrente de aço a uma parede e deitada em num colchão todo manchado de sangue e esperma.  Tratada mais como escrava do que como uma prostitutas, já que os homens pagavam para fazer sexo com ela.

A dona do prostíbulo se recusou veementemente a entregar Pony para a Fundação BOS. Para ela, Pony era uma máquina de fazer dinheiro e uma fonte de sorte. Não foi fácil libertar Pony deste lugar terrível; qualquer um que tentasse fazê-lo, enfrentaria o exército dos aldeões pessoas locais que estavam armados com cutelos envenenados, prontos para lutar pelo bordel que os mantinha.

Durante um ano, a associação conseguiu arrecadar dinheiro suficiente para contratar 35 policiais e outros homens armados com fuzil Ak 47, para, enfim, ‘convencerem’ a “cafetina” a entregarem a orangotango.

E foi assim que Pony conseguiu ser resgatada pela Autoridade Central Kalimantan (BKSDA), trabalhando em conjunto com a Fundação BOS e forças de segurança locais, a partir de uma casa de prostituição em aldeia Kareng Pangi, Central Kalimantan, em 2003.

Pony então foi levada para o Centro Nyaru Menteng de recuperação de orangotangos em 13 de fevereiro de 2003, ela estava em uma condição tão triste e doente. Devido a raspagem de seu pêlo, ela não conseguia parar de coçar as picadas e sua pele tornou-se infectada.

Um longo processo de reabilitação para Pony
Em Nyaru Menteng, Pony recebeu todo o cuidado necessário, e começou a se submeter ao processo de reabilitação. Viver por muito tempo com os seres humanos e ser tratado de forma tão cruel e abusiva no cativeiro, não foi fácil para Pony esquecer, e voltar a viver como um orangotango selvagem.

Ela viveu em um complexo de socialização com outros orangotangos fêmeas e também ingressou na Escola da Floresta. Em 2005, Pony foi colocado em  uma das ilhas para incentivá-la a viver de forma mais independente.



Infelizmente, ela não estava preparada para esta fase antes do processo de aprendizagem. Pony não estava acostumado com as árvores. Ela preferia ficar no chão, e quando ficava com fome, ela iria esperar pelos técnicos para dar-lhe comida, sem nunca tentar procurar comida sozinha.

Ao contrário de outros orangotangos, ela nunca explorava a ilha. Sua viagem se limitada a atravessar um pequeno rio entre as ilhas, e ir para o acampamento dos técnicos e pedir comida. Vendo que suas habilidades eram limitadas, Pony teve que ser trazida de volta ao centro de socialização em Nyaru Menteng.

Novo Lar, Vida Nova para Pony
Em seu retorno ao complexo de socialização, pacientemente os técnicos Nyaru Menteng continuarão a cuidar dela e lhe ensinar as habilidades de sobrevivência que os orangotangos precisam para viver com sucesso na floresta.

Agora próxima dos 20 anos de idade, Pony finalmente recebeu outra chance de viver em uma ilha, juntamente com outros 7 orangotangos fêmeas, Pony foi transferida para a Kaja uma ilha fluvial.

Suas habilidades de sobrevivência estão crescendo de forma satisfatória em relação aos anos anteriores. Ela agora é capaz de fazer um ninho e apresenta comportamento selvagem. Esta fêmea pesa 72,1 kg e agora é muito dominante em relação aos seus amigos.

Enquanto viver na ilha, Pony receberá cuidados especiais e atenção dos funcionários que irão monitorar suas habilidades de desenvolvimento e sua sobrevivência. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas estamos muito aliviados e felizes por ver que Pony, é agora um ser livre, e nunca mais será escravizada, e nem abusada sexualmente.

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10 de abr. de 2013

Trinta bebês Orangotangos Resgatados


Trinta bebês orangotangos foram resgatados após terem sido encontrados vivendo em cabanas numa floresta na ilha de Bornéu, no sudeste asiático.

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Segundo a ONG International Animal Rescue, os bebês primatas viviam em condições de risco após seus pais terem sido mortos por caçadores e a floresta que servia como seu habitat ter sido devastada.

Eles foram levados para um centro de tratamento e tiveram que ser transportados com a ajuda de carrinhos de mão.

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Roger Allen Norte Agência Imagem Downs

Os orangotangos estão entre as espécies que enfrentam maior risco de extinção no mundo e acredita-se que haja menos de 50 mil deles no mundo atualmente.

Os bebês de Bornéu foram salvos de um destino cruel pela ONG International Animal Rescue, que agora tem um novo abrigo com 64 hectares de terra.

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Conheça os órfãos orangotangos de Bornéu sendo levados para uma nova vida.



Cada um desses bebês viu sua mãe ser morta por caçadores. Traumatizados e sozinhos, os bebês foram pegos para serem explorados como animais de estimação.

Acorrentados e com fome, ficaram desnutridos e propensos a doenças, eles foram definhando nos barracos e galpões, onde foram guardados e ali eles eram cutucados com varas e alguns foram até queimados com cigarros.

Todos teriam morrido ainda jovens ou ficariam demasiadamente estressados e acabariam morrendo de infarto, se a  ONG International Animal Rescue, não tivesse vindo auxilia-los.

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Karmele Llano Sanchez, diretor executivo e veterinário-chefe do centro, disse: "Há 30 bebês, órfão quando a floresta foi derrubada para fazer plantações de óleo de palma e suas mães foram brutalmente assassinados.

Alguns ainda têm feridas de facão. Mas eles
agora estão fora de perigo. "

Muito inteligentes, extremamente sensíveis, os cuidados necessários para preparar esses bebês para voltarem a ter uma vida na natureza é intenso e emocionante.

Embora as suas feridas físicas possam ser curadas, os estragos mentais de testemunhar a morte de suas mães são profundas.

Os bebês incluem Rickina – uma pequena fêmea de orangotango com de cerca de um ano de idade, tendo a cicatriz de uma ferida de facão na testa, quase certamente contando a história de como sua mãe foi cortada e morta quando seu bebê foi tirado dela.

Rickina está abaixo do peso e do tamanho para a idade dela. Depois de um dia de escalada e brincando na floresta, ela é trazida para ser alimentada com mamadeira e dorme dentro de casa durante a noite, com uma fralda para mantê-la longe de infeções.

Ela abraça até um brinquedo grande e macio para dar-lhe o conforto e o calor que ela não tem mais de sua mãe.

Rocky é ainda menor do que Rickina e é seu grande amigo. Eles brincam juntos e se agarram com força um ao outro em momentos de estresse.
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Eles são levados em carrinhos de mão porque orangotangos não conseguem andar por muito tempo. Os Orangotangos passam 90 por cento do seu tempo nas árvores.


Eles não são projetados para andar. Seus pés são como suas mãos, são capazes de armazenar alimentos e ajudá-los a subir. Andar na terra é estranho e desconfortável para eles. Esquadrões especiais de babá voluntárias cuidam deles 24 horas por dia.

Alan Knight OBE, chefe-executivo—da ONG International Animal Rescue, disse: "Para cada bebê orangotango no abrigo, um orangotango mãe morreu, para não mencionar todos os machos que também devem ter sido mortos.

Para saber mais sobre os orangotangos visitar www.internationalanimalrescue.org

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Além da gradual destruição das florestas que servem como seus habitats, a caça e o tráfico também ameaçam a sobrevivência dos orangotangos.

Fontes: International Animal Rescue, Daily News, BBC