30 de mar. de 2015
Proteção e Defesa dos Animais em Pauta na Câmara Itinerante Federal
O presidente da Câmara dos Deputados, quer priorizar projeto que perdoa dívidas de entidades protetoras de animais. O anúncio foi feito durante visita na última nesta sexta-feira (27), à sede da União Internacional Protetora de Animais – UIPA/SP.
A visita dos parlamentares integra o programa Câmara Itinerante, cujo objetivo é conhecer as demandas da sociedade de perto para integrá-las à agenda de prioridades do Congresso.
Eduardo Cunha argumentou que entidades como a Uipa cumprem deveres atribuídos ao Poder Público, promovendo ações preventivas, acolhendo e reabilitando para adoção animais vítimas de abandono e maus-tratos e prestando serviços veterinários a preços populares, e que vai acelerar a tramitação da proposta (PL 7947/14) que concede anistia fiscal a sociedades protetoras de animais. A informação foi divulgada pelo Câmara Notícias.
| Foto: Facebook UIPA-SP |
O PL 7947/14 concede à Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (Suipa) e à sede paulista da Uipa o perdão de todas as dívidas acumuladas com o fisco federal. De acordo com o autor da proposta, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), a anistia dos débitos com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e com a Secretaria de Receita Federal do Brasil evitaria o encerramento das atividades de duas das mais antigas associações protetivas brasileiras. A Suipa - Sociedade União Internacional Protetora dos Animais foi criada em 1943; e a Uipa em 1895.
A presidente da UIPA-SP, Vanice Teixeira Orlandi, na oportunidade, pediu que o presidente da Câmara Federal, apoie também o PL nº 2833/11, de autoria do Dep. Ricardo Tripoli, que torna crime determinadas condutas a que são submetidos cães e gatos como abandonar, omitir socorro, acorrentar, expor a perigo sua vida e integridade física entre outros. Se aprovado, esse projeto abrirá uma nova trilha para a tutela jurídica da fauna.
Diversos representantes de associações de proteção animal também participaram do encontro; entre eles Claudia Demarchi do Clube dos Vira-Latas, Livia Botar do Projeto Mucky, Ângela Caruso do Quintal de São Francisco, Vanice Orlandi da UIPA-SP, Rosana Mercadante do Abrigo Piccolina, Dep. Ricardo Tripoli, Protetor Marcelinho, Neile Barbosa, Monica Kauffmann,
Foto: Facebook UIPA-SP
O encontro foi promovido pelo dep.Federal Ricardo Tripoli, para que os parlamentares ficassem cientes das dificuldades que enfrentam as entidades de proteção animal, possibilitando, assim, uma avaliação mais favorável aos projetos de lei que tramitam pela Câmara, que beneficiam os animais e as associações que os protegem.
![]() | O presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha estava acompanhado de sua esposa, a jornalista Claudia Cruz Cunha, que mostrou-se muito sensível à causa. |
O projeto de lei de autoria do Deputado Federal Ricardo Tripoli, a ser votado defende que instituições que atuam nas causas animais recebam isenção fiscal para os tributos de seguridade social e, assim, sejam equiparadas às entidades de assistência social, que já recebem esse benefício.
Na foto abaixo, o presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, recebe das mãos de Lívia Botar, o livro "Mucky, o sagui", que conta a história do primeiro macaquinho resgatado pelo Projeto Mucky. Vítima de tráfico e maus-tratos, o sagui acabou sendo salvo pela fundadora do Santuário que hoje tem cerca de 200 primatas que não podem ser reintegrados a seu habitat natural devido a lesões e trauma.
5 de fev. de 2015
As fitas do adeus aos 120 cães
O sentimento de impotência, ao ver cães e gatos, abandonados nas ruas diariamente sem poder ajudá-los – animais atropelados, passando fome, frio, prestes a parir suas crias, e sem ter um disque-resgate-animal que possa ser acionado, faz com que muitas pessoas no intuito de ajudá-los - acabam com dez, vinte, cinquenta e até mais de 100 animais dentro da própria casa.
Com o passar do tempo, a necessidade em proteger, alimentar e cuidar dos peludos, vão se multiplicando problemas e mais animais, e mesmo tendo iniciado com a melhor das intenções, em alguns casos, faz com que animais resgatados das ruas acabem por ficar em um estado ainda pior.
Muitos artigos de especialistas em comportamento humano nos falam que isso é ‘acumulação ou coleção’ - uma doença de desordem mental relacionada à desordem obsessiva compulsiva. E que os acumuladores de animais estão perdidos em um mundo de boas intenções. Entretanto nem todos os artigos citam que nem todos que terminam com muitos animais são ‘acumuladores ou colecionadores’. Há uma grande diferença entre o que resgata animais, mas cuja situação acaba ficando fora do controle, e um acumulador ou colecionador que tem uma doença mental e está usando animais para alimentar sua compulsão.
- Sem discordar dos especialistas, o fato é que entre a proteção e a coleção estão os animais que precisam de ajuda. E o que esses animais diriam se pudessem falar…
- Será que iriam preferir ter permanecido livres e soltos pelas ruas ou iriam preferir ter um cantinho só seu?
- Será que iriam preferir caminhar dias e dias em busca de uma poça de água que pudesse aplacar sua sede ou iriam preferir uma bacia com água a ser dividida com outros animais?
- Será que iriam preferir a fome a disputar ração com seus companheiros?
O que não podemos negar é que só criticar as condições em que vivem certos animais resgatados, em nada colabora para uma melhoria em suas vidas. Enquanto que na maior parte dos países desenvolvidos, muitas governos e entidades mantém abrigos de animais, no Brasil existe uma certa concepção de que ‘abrigo não é solução’, que é difundida por vários ícones da proteção animal, por considerar que estes facilitariam o suposto ‘abandono’ de animais como cães e gatos, sem considerar que a palavra ‘abandono’ não se refere apenas ao fato de alguém se desfazer do seu animal de estimação, mas que também a palavra ‘abandono’, se refere aos milhares de descendentes que nasceram nas ruas e que foram ‘abandonados’ pela falta de políticas públicas de bem-estar dos animais.
O argumento que abrigos não são necessários, porque cães e gatos podem se virar pelas ruas, perde sua validade quando nos deparamos com filhotes recém-nascidos ou com animais idosos, sem dentes ou mesmo com os paraplégicos, os doentes. Eles não teriam nenhum chance, como não tem os coelhos, os cavalos, os hamsters, os furões e diversas outras espécies, que não tem como sobreviver sozinhas no asfalto de nossas cidades.
Uma das soluções é o exemplo que vem de Porto Alegre. Em 2011 criou a SEDA - Secretaria Especial dos Direitos Animais, que tem por missão estabelecer e executar políticas públicas destinadas à saúde, proteção, defesa e bem-estar animal na cidade - deveria ser seguido por todos os outros municípios brasileiros, bem como outros políticos ligados a causa animal deveriam também seguir o exemplo da Deputada Estadual Regina Becker Fortunati, que em seu perfil na rede social publicou o emocionante relato que transcrevo abaixo;
Estive, no final do dia, levando meu abraço fraterno à Maria Edi que enfrentou a difícil separação de 120 cães que mantinha sob sua tutela. Durante 20 anos, ela fez deles a sua grande, senão única, razão de viver. E, assim, submeteu-se a toda forma de privações. Na casa não restaram móveis, a não ser uma mesa onde dormia. O amor que sentia por cada um deles não lhe permitia enxergar uma possibilidade de que eles vivessem senão ao seu lado, mesmo não conseguindo lhes prover as necessidades básicas.
O sofrimento advindo da impossibilidade de promover a saúde dos animais-companheiros, passou a ser aliviado há quase 3 anos atrás, quando a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), por meio de acompanhamento periódico, passou a monitorar a situação e prestar atendimento veterinário. Todos os animais foram castrados, microchipados e estão com as vacinas e vermífugos em dia.
A senhora Maria Edi atendeu as orientações da Seda e da Promotoria do Meio Ambiente, não mais acolhendo novos animais, e concordou para que alguns fossem adotados em feiras promovidas pela Secretaria. A falta de espaço promovia disputa de território e por mais que ela desprendesse esforços em manter o local limpo, havia um constante odor de urina e fezes no local. E dona Maria Edi foi assimilando a realidade de que o amor precisa, antes de tudo, reconhecer a necessidade de que quem amamos, possa ter uma vida digna.
Ela estava nos afazeres de limpeza do pátio quando cheguei. Altiva. Digna. Humana. Comentou que ainda não estava acostumada com a ideia de que haviam ido embora, e, que gostaria de ter visto cada um deles sendo solto e usufruindo de um espaço maior para se movimentar. Que sabe que eles serão bem cuidados e que é hora de pensar em cuidar de si.
Ainda não sabe o que fará com o tempo que terá, sem eles para cuidar. Planeja viajar ao encontro de pessoas de sua família no interior, de amigos que lhe ajudaram durante estas décadas a enfrentar todas as necessidades que fragilizam qualquer pessoa. Quem sabe ir à praia alguns dias no apartamento de uma conhecida. Falou em pintar o cabelo, talvez voltar a costurar, ou, até, apenas aproveitar os anos de vida que tem pela frente. E um novo amor, talvez.
O que sensibilizou e tocou profundamente o meu coração foi o relato emocionado de que ela confeccionou fitinhas bordadas com seus nomes, habilidade de um antigo ofício, a cada um deles, para que quando fossem recebidos no lugar onde ficariam, as pessoas pudessem "saber quem são" um a um, eles, indivíduos. Estas fitas, fico imaginando, que foram confeccionadas pacientemente durante dias e até meses, simbolizam não só a identidade dos seus companheiros, mas uma construção mental e cronológica do momento que marcaria a separação definitiva e que hoje aconteceu, com angústia, sem dúvida, mas ao tempo segura desta premente tentativa de um recomeço.
Durante os procedimentos de recolhimento dos animais que foram encaminhados para serviços de albergagem credenciados pela Prefeitura Municipal, houve muito envolvimento de toda equipe. Participaram da ação os médicos-veterinários, manejadores e motoristas da Unidade de Medicina Veterinária (UMV) da Seda. Dona Maria Edi ficou satisfeita ao saber que todos estão devidamente identificados, foram fotografados, com registros individuais e seus nomes serão sempre aqueles que ela escolheu e os batizou.
O amor com que estas fitas foram feitas é a bênção da ex-tutora para a nova vida que a partir de agora viverão.
Foto de Regina Becker Fortunati
Em quaisquer outras cidades que existirem animais abandonados, poderão surgir outras D.Edi, mas diferentemente nestas outras cidades ainda não existem SEDAS, mas isso não significa que os animais não possam ser ajudados a terem a sua terceira ou quarta chance, se mais ações efetivas e mais união houver das pessoas que se importam com os animais.
Mais do que um exemplo, o caso real da Protetora Márcia – que passou da proteção animal a acumulação de sacos de ração vazios junto a centena de animais – alguns que ela havia resgatado, vivendo com outros que foram abandonados a sua porta – e que por muito tempo foi criticada e difamada como sendo uma acumuladora de animais – sem que estas críticas surtissem em algum beneficio na vida dos mesmos, teve ajuda em seus últimos anos de vida, para voltar a ser uma protetora de animais cuidando do Abrigo dos 300 Anjos em Parelheiros/SP.
E não foi nenhum órgão municipal que ajudou a mudar a triste realidade dos animais e da Márcia, foi um grupo de amigos que anos antes também haviam ajudado 300 animais a sobreviver, depois que a protetora que os havia resgatado faleceu. Para cuidar desses animais eles fundaram a ASSOCIAÇÃO BEM-ESTAR ANIMAL AMIGOS DA CÉLIA – ABEAC, que com a colaboração de diversas outras pessoas, conseguiram comprar um terreno onde pudessem manter os animais até que conseguissem adotantes, ao mesmo tempo em que se empenhavam em conseguir arrecadar doações para alimentar e medicar os animais que nunca foram adotados.
Ao tomarem conhecimento da situação dos animais mantidos no Abrigo 300 Anjos, foram ao local para alimentar, limpar, e orientar a Márcia nos cuidados que ela deveria ter com os animais. Uma vitória conseguida graças aos colaboradores que apadrinharam os animais e aos voluntários da ABEAC que monitoravam o local.
Márcia voltou a ser uma protetora de animais antes de falecer, e os animais do abrigo 300 Anjos hoje estão sob os cuidados da ABEAC. São mais de mil animais que dependem da sua amizade e da sua colaboração, será que poderia ajudá-los com uma doação? A ABEAC, é uma associações que mais abriga animais idosos, que precisam de medicação diária e velhinhos quase sem dentes. Todos precisando de "ração úmida" ou "carne de latinha".
Para colaborar com qualquer quantia para o sustento e medicação dos animais que são cuidados pela ABEAC - CNPJ: 06.164.870/0001-82 - Banco Itaú (341) Agência 0772 Conta Corrente 52385-8
Continue lendo: Cães e Gatos de Protetora Falecida Precisam de Ajuda
29 de ago. de 2013
ALÔ SENADO OS ANIMAIS PEDEM JUSTIÇA
Vale lembrar que um dos muitos casos que chocou o Brasil, e atraiu atenção mundial, o da Enfermeira que espancou e matou a Yorkshire, - o crime foi cometido em 14/11/2011, e até hoje ela não foi sequer julgada, nem sequer ficou um único dia detida na prisão.
Relator retira inovações do novo Código Penal
Pedro Taques diz que não propôs redução de penas para crimes contra animais
Em discurso nesta segunda-feira (26), o senador Pedro Taques (PDT-MT) registrou que vem recebendo críticas pela internet e redes sociais em razão de seu relatório preliminar ao projeto do novo Código Penal. Segundo disse, ele vem recebendo “críticas terríveis”, inclusive com ameaças físicas, de pessoas que o acusam de ter diminuído, em seu relatório, as penas de crimes praticados contra animais. Taques lamentou o teor violento de algumas das mensagens e afirmou não ter diminuído as penas para crimes contra animais em seu relatório.- Estão protegendo os animais, mas querem espancar um animal racional, ao menos relativamente racional. Estão pedindo respeito aos animais irracionais e estão agindo de forma também irracional, porque não leram o projeto – disse Pedro Taques.
Taques explicou que recebeu o projeto para relatar depois de sua elaboração pela Comissão de Juristas. Esse grupo de juristas, disse Taques, teria estabelecido penas para proteção de animais “de forma exasperada”.
Como exemplo, Taques disse que o anteprojeto dos juristas previa pena de maus-tratos a animais superior à pena do crime de infanticídio. Taques afirmou que, como relator, teve de adaptar o texto levando em conta os princípios de razoabilidade e de proporcionalidade das penas.
- Em nenhum momento foi diminuída a pena dos crimes praticados contra animais, aliás, a Lei nº 9.605, de 1998, estabelece os crimes contra a fauna – a fauna silvestre, a fauna doméstica, a fauna exótica, a fauna ictiológica – afirmou.
Em seu substitutivo, exemplificou Taques, as penas para matar animal silvestre ou para maus-tratos contra animais foram aumentadas em mais que o dobro das penas atuais.
- Portanto, não houve, de nenhuma maneira, redução do que já existe; o que houve foi que nós fizemos a adequação, porque não é possível que maus-tratos a animais possa ser penalizado, no preceito secundário da norma penal, mais elevado do que o crime de infanticídio e do abortamento, porque isso não se apresenta como razoável, porque a dignidade penal, aquele bem jurídico que possui a maior dignidade penal é a vida daqueles animais que são racionais, ao menos alguns são racionais – declarou.
Fonte: Senado
27 de set. de 2012
Prefeita Soninha-23 para os animais em São Paulo
A eleição municipal na cidade de São Paulo ocorrerá em 7 de Outubro de 2012 para a eleição de um prefeito, um vice-prefeito e de 55 vereadores para a administração da cidade. O atual prefeito é Gilberto Kassab, do PSD, que terminará seu mandato em 31 de dezembro de 2012 e não poderá concorrer à reeleição (graças a Deus!)
Dos candidatos a prefeitura, meu voto vai para a Soninha-23, além de ser uma pessoa transparente, e ter várias boas propostas para as pessoas, tem também boas, simples e eficazes propostas para o bem dos animais.
“É preciso ampliar serviço de castração e educar as pessoas. Os animais são largados em parques”
Quem quiser saber mais sobre as propostas da Soninha-23 para São Paulo, vá até o site http://propostasoninhafrancine.wordpress.com/
Vídeo que consta a participação de Soninha na passeata de Janeiro de 2012, na Manifestação Crueldade Nunca Mais
Vídeo de 2010, onde Soninha Francine conta a história do cão de rua que ela adotou.
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23 de ago. de 2012
Os animais e os candidatos a prefeito em São Paulo
O candidato à prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, faz carreata com militantes da sua campanha pelas ruas da zona leste. O início da carreata foi na Vila Curuçá e seguiu para Itaquera. No trajeto, um dos milhões de cães abandonados pelas ruas de São Paulo, cruzou com a carreata.
A mídia divulgou que o candidatou brincou com o cãozinho, mas quem presenciou disse que eles buzinaram e tentaram de tudo para espantar o cão, tudo para não parar a carreata, nem para dar passagem para o cãozinho para que ele não fosse atropelado.
Serra e Trípoli visitam a UIPA
O candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo, José Serra, visitou nesta quinta-feira a União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), uma ONG que cuida de cachorros e gatos abandonados em São Paulo.
Ao conhecer o local, onde vivem aproximadamente 1,2 mil bichos, o ex-governador prometeu uma "política de adoção e esterilização" para frear a reprodução destes animais na capital paulista.
"São Paulo é a cidade mais avançada no tratamento de animais. Aqui, em vez de matar, a ideia é esterilizar e frear a população. (...)Em São Paulo, 40% das residências têm cachorros ou gatos. São 3 milhões aqui na nossa cidade. Portanto, temos que ter política para isso. Essa política tem que ser a da atenção, adoção, esterilização e inclusive do atendimento veterinário", afirmou.
O candidato disse, no entanto, que não tem nenhum animal de estimação em sua casa. E rejeitou adotar um cachorro da UIPA. "Eu gosto de gato porque não faz barulho, mas me dá alergia. Eu gosto de cachorro porque não me dá alergia, mas faz barulho. (...) Cachorro também precisa de companhia. Em casa, vai ficar solitário. Não adianta. Tem quer ter vida em casa para ter um cachorro", explicou.
Quem acabou adotando o cachorro foi o vereador Roberto Trípoli (PV-SP), que acompanhou Serra na visita à sede da organização. "O governo tem que se apoiar em ONGs como essa. O Trípoli fez uma lei que obrigou o cadastramento de animais, para saber quem são os donos quando alguém perde um animal. Isso é uma coisa avançada que existe em outros países", disse o tucano.
Cachorro faz xixi na foto do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab
O cartaz de Kassab era usado na brincadeira da "boca do palhaço", na festa junina organizada no Minhocão, da quermesse Futura Press. O cartaz de Kassab era usado na brincadeira da "boca do palhaço" da quermesse Futura Press.




