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16 de out. de 2015

Policiais se arriscam para salvar cachorro de forte correnteza após avalanche

As cenas são impressionantes, e quando tudo parecia perdido, a determinação, a coragem, e a solidariedade desses homens é que tornou possível o resgate do cão que se tornou depois o mascote da corporação.

cao-salvo-avalanche

Fortes chuvas na Colômbia desencadearam inúmeras inundações e um deslizamento de terra causou a destruição generalizada na cidade de Salgar.

Mas fora da devastação um incidente de uma vida salva está fazendo manchetes em todo o mundo.

Nas imagens divulgadas pela própria polícia da colômbia mostra o desespero do cão sendo arrastado pela forte correnteza do rio.

Enquanto os oficiais corriam ao longo da margem do rio para tentar alcançar o animal, o cão continuava a ser arrastado rio abaixo sem poder fazer nada, quando, finalmente, um oficial pulou nas águas furiosas e conseguiu pegar o cão.

Os policias imediatamente efetuaram os procedimentos de ressuscitação, que incluem a respiração boca-a-boca. E o cão que parecia sem vida, lentamente começou a acordar do terrível pesadelo, pelo qual havia passado.

Apesar das terríveis cenas mostradas no vídeo, o cachorro teria sofrido ferimentos leves depois de bater em várias rochas ao longo do rio.

A inundação repentina desencadeada pelas fortes chuvas foi o pior desastre da Colômbia desde 1999. Pelo menos 84 pessoas morreram.

 

8 de ago. de 2015

Kelsey a cachorra abandonada que ganhou a chance de viver

Durante vários anos, a cachorra Kelsey lutou dia e noite à procura de comida, de abrigo, e de carinho. Magra e ferida com sua pele toda coberta de sarna, ela vagava em sofrimento constante.

Mas um dia, alguém decidiu ajudá-la e dai em diante a vida de Kelsey mudaria para sempre.

kelsey-cachorra

Olhando as fotos,  vemos o longo caminho percorrido por Kelsey, e é isso que nos dá uma maior compreensão, do porque cada animal abandonado pela rua precisa ser resgatado, acolhido e tratado, para que tenha a chance de encontrar uma casa, um lar responsável, que com um pouco de amor e paciência, vai emanar luz e alegria a quem se dispuser a amar e adotar.

A imagem abaixo é do lugar onde Kelsey foi encontrada, andando cambaleando sobre a ponte.
Kelsey 1

Ela estava magra, coberta de feridas e praticamente havia perdido quase todo seu pêlo, que a protegia do frio e do sol.

Kelsey 2


Dá para ver nos olhos dela que tinha perdido toda a esperança, entrando no carro sem oferecer nenhuma resistência.

Kelsey 3

Aqui está ela está no hospital veterinário, num ambiente totalmente novo.

Kelsey 4
Finalmente, Kelsey teve forças para comer e beber.

Kelsey 5


Os veterinários ficaram chocados quando a viram.

Kelsey 6
Mas decidiram fazer tudo o que estava ao seu alcance para a deixar recuperada a 100%

Kelsey 7
Não demorou muito tempo para que ela se sentisse bem melhor

Kelsey 8

Fez novos amigos.

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Começou a relaxar e deixou de precisar de ficar alerta o tempo todo.

Kelsey 10

O pêlo cresceu novamente.

Kelsey 11

Agora ela dorme calmamente e parece ter esquecido todos os seus infortúnios.

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E hoje em dia está totalmente recuperada e vive num lar amoroso.

Kelsey 13

Kelsey 14

Ela agora está completamente curada por ter encontrado carinho e amor.

Kelsey 15

Gostaste da história, então compartilhe com os seus amigos! Inspire outras pessoas a ajudar um animal carente, ou ajudar pessoas, protetores e ONG’s que resgatam e tratam desses seres inocentes.

Se inspirou quer ajudar um animal a viver melhor, sem importar a espécie, pois então com apenas R$ 10,00 você ajuda o Santuário Rancho dos Gnomos, que abriga cães, gatos, tigres, leões, araras, bugios a aumentar o tamanho dos recintos dos animais, com a mudança para um novo local.

Associação Santuário Ecológico Rancho dos Gnomos
CNPJ. 04.087.616/0001-00

Banco Santander
Agência 2071
Conta Corrente: 13.000043-3
Banco Itaú
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santuario

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Depois de adotado cachorro é negligenciado por família de Goiânia

O descaso com a dor por qual este cachorro passou é inimaginável.  O cãozinho que foi adotado há pouco tempo, estava sendo mantido isolado em um quarto úmido e escuro pela mesma família que se comprometeu a amar e cuidar do animal, adotando-o, mas que depois o deixou apodrecendo até que coleira encravou em sua pele.

Depois de adotado cachorro negligenciado

Chamado de Bowie, o cão chorava atrás de uma porta trancada, e o cheiro de miíase e de carne podre dominava o ambiente externo.

Imediatamente o cão foi levado para a Clínica VetSul, aos cuidados dos Dr.Daniel e Dra. Raissa. O tratamento será longo, e ele provavelmente ficará internado por um bom tempo.

O caso já foi encaminhado a Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra o Meio Ambiente – DEMA.

Quem puder ajudar financeiramente, os Protetores Independentes de Goiânia, por favor, deposite a ajuda nas contas abaixo ou diretamente na clínica VetSul, na Rua 88, n° 721, Setor Sul, tel 3624 3335, em nome de Carlos Filho / Vida Lata.

BANCO DO BRASIL
AG 1610-1
Conta Poupança 107240-4
Carlos Cesar Elias Filho
CAIXA
AG 1550
C/C 00032238-7
Operação 001
Carlos Cesar Elias Filho
BRADESCO
Agência: 140-6
Conta Corrente: 0226136-7
Addlay Anne Ferreira e Vilela

ITAU
Agência 7138
Conta Poupança 01666-7
Carla Ghader

Por favor nos enviem os comprovantes por mensagem inbox, tanto de depósito nas contas quanto na clínica na página Facebook.com/protetorasindependentes.goiania

Entenda o caso, lendo o relato dos Protetores Independentes de Goiânia

Hoje eu vi uma das cenas mais chocantes em quase 5 anos trabalhando voluntariamente com resgate e adoção de cães e gatos.

As fotos abaixo são do Bowie, mestiço de lhasa apso adotado conosco há cerca de três meses. Bowie foi encontrado nas ruas de Aparecida de Goiânia muito debilitado, com doença do carrapato, problemas nos olhos, sarna demodécica. Mas estava feliz, gordinho. Foi tratado, ganhou lar temporário na minha casa, foi muito amado e cuidado.

Bowie (9) Bowie (10)

Quando ficou disponível para adoção, conseguiu uma madrinha que se dispôs a cobrir todos os custos até o fim do longo tratamento de sarna. Sua promessa era cuidar dele completamente, pagando todos os custos, para depois, juntos, escolhermos a nova família do Bowie.

Passadas poucas horas, ela mudou a conversa: iria doar o Bowie no dia seguinte para cruzar. Logicamente, o pegamos de volta. Algum tempo depois, ele foi adotado. Mesmo com todo o cuidado que nos é peculiar (e pelo qual somos criticados como “chatos” e “cheios de dificuldade” na hora da triagem), a nova tutora “deu” o Bowie para um parente NO MESMO DIA. Lá fomos nós novamente atrás dele. Logo depois, uma nova família foi escolhida para o Bowie.

Bowie (11)

Parecia a família dos sonhos. Simpáticos, com filho pequeno, tinham disponibilidade para passeios, e o Bowie adorava rolar no colchãozinho com o bebê, apoiado pela mãe.

Pronto, acaba aí a parte boa. Como é de praxe, nós sempre acompanhamos as adoções. E com a do Bowie, dadas as duas experiências anteriores, não foi exceção. Porém, por algumas dificuldades impostas pela nova família, não conseguíamos visitá-lo. Recebíamos notícias de que estava ótimo, brincalhão, vacinado. Passamos na porta algumas vezes para fazer visita surpresa, e ninguém atendia. Ficamos desconfiados. Bowie (5)

Na início da semana, eu tive um clique sobre o Bowie. Precisava ter notícias dele. Enviamos uma mensagem no whatsapp da tutora, que respondeu que estava tudo ótimo, e que eles estavam em uma viagem longa para Brasília, por conta das férias do marido.

O Bowie, segundo ela, estava tosado bem baixinho pois a “alergia” havia voltado. A alergia, no caso, era a sarna. Mas estava ótimo de saúde e ela só levou pois não confiava em ninguém para cuidar dele, apenas ela mesma. Ótimo, recebemos notícias, mas algo ainda me incomodava. O pior estava por vir.Bowie (8)

Hoje no final da manhã recebo uma ligação do tutor. Ele reclamava que o Bowie estava fedendo muito, e que não aguentava mais gastar com o cachorro. (Abro aqui um parêntese: eu me dispus a pagar TODOS OS TRATAMENTOS que porventura o Bowie precisasse pro resto da vida.

Eles precisavam cuidar dele, dar ração, amor, carinho, banhos. O resto, todos os custos, eram por minha conta, mas isso não foi suficiente). Perguntei com o que ele havia gasto, já que me falaram que ele estava bem e tosado dois dias antes. Ele insistiu que já havia gasto mais com o cachorro do que com o próprio filho. Eu achei estranho e perguntei da saúde dele. “Está com feridas, e eu tenho filho pequeno, não sei se é bom eles ficarem juntos”.

Bowie (6)

Nessa hora eu já havia entendido. Enquanto falava com ele, entrei no carro e segui para a casa deles.

A partir desse momento foram cenas de horror. Ao chegar na casa, a mãe do tutor, que mora na casa em frente, me recebeu. “Meu filho, graças a deus vocês vieram, há semanas que eu peço pra eles te chamarem e eles não fazem nada.

Apenas trancaram o cachorro há mais de 20 dias, fedendo, cheio de bichos”. Quando entrei no quintal, eu não queria acreditar no que via. O Bowie chorava atrás de uma porta trancada, isolado em um quarto úmido e escuro. O cheiro de miíase e carne podre dominava o ambiente externo. Daí pra frente, uma misto de revolta e nojo (dos tutores, jamais do cachorro) tomou conta de mim. Acho que vocês conseguem imaginar o que senti.

Bowie (4)

Levei o Bowie às pressas para a clínica. O pelo tampava os olhos e bochechas, inflamados e cheios de pus e bichos. As gengivas fétidas, os dentes podres, com bichos saindo por entre eles, perfurando as gengivas.

Em cada bochecha havia buracos infestados de larvas. Nas patas, a mesma coisa. O corpo estava tão podre que foi possível retirar a maior parte dos pelos apenas puxando com as mãos. O nível de desidratação que o Bowie estava foi único pra mim até hoje: puxava-se a pele, e ela ficava, estática. Não foi possível nem colocá-lo no soro. Nos olhos, úlceras gigantes, onde foi preciso COSTURAR a terceira pálpebra por cima do olho para preservá-lo durante o tratamento.

Bowie (7)

A dor que este cachorro passou é inimaginável. O nojo e desprezo que eu sinto por esta família é ainda maior, e eu espero, do fundo do meu coração, que eles paguem por isso. Já tomamos as providências necessárias junto à Dema.

Bowie (2)

Precisaremos muito de ajuda para pagar os custos do tratamento e internação do Bowie. Ele está na clínica VetSul, aos cuidados dos médicos veterinários Daniel e Raissa. O tratamento será longo, e ele provavelmente ficará internado por um bom tempo. Quem puder ajudar financeiramente, por favor, deposite a ajuda nas contas abaixo ou diretamente na clínica VetSul, na Rua 88, n° 721, Setor Sul, tel 3624 3335, em nome de Carlos Filho / Vida Lata. Nos enviem os comprovantes por mensagem inbox, tanto de depósito nas contas quanto na clinica.

Bowie (1)

Fotos: facebook.com/protetorasindependentes.goiania