7 de abr. de 2015
Gato sobrevive 17 dias sem comer nem beber preso em contêiner no navio
Apelidado de Sinbad, o gatinho de apenas oito meses de idade conseguiu sobreviver sozinho, faminto e desidratado, aos 17 dias que ficou trancado dentro de contêiner selado no porto de Alexandria no Egito, e seguiu pelo Mar Mediterrâneo até Hereford na Inglaterra, onde seus miados desesperados foram ouvidos.
O encarregado pelo desembarque Graham Monteath, disse que ninguém mais conseguiu trabalhar depois que o contêiner foi descarregado do navio; tamanho o barulho que era ouvido por todos. "Eu nunca ouvi falar que um gato pode miar dessa forma na minha vida. Eu nunca teria pensado que era um gato. Nós pensamos que fosse um bebê.
Dentro do contêiner deveria haver somente os lençóis de linho produzidas em uma fábrica no Egito e exportadas para as lojas da Inglaterra. Ao perceber o desespero do bichano o Sr. Graham tirou do bolso seu lanche e deu a Sinbad duas fatias de carne, enquanto chamada a RSPCA para socorrer o gato.
Ele está sendo alimentado um pouco de cada vez, porque, embora voraz, seu corpo não pode tomar uma alimentação completa. Estamos apelando para os fundos para este caso único porque é caro para o tratamento Sinbad e colocá-lo em quarentena
A RSPCA correu para o local e encontrou um gato muito amigável, mas compreensivelmente voraz. A Inspectora Pippa Boyd disse que foi um milagre o gato ter sobrevivido aos 17 dias e - inicialmente - difícil de acreditar. "Eles me mostraram toda a papelada". "Eles têm que selar o container e colocar um lacre na porta. Eles me mostraram toda a papelada e o lacre.
"Nós ficamos pensamos que talvez alguém na alfândega alguém poderia ter aberto e jogado o gato lá dentro, mas isso não aconteceu. O gato sobreviveu 17 dias sem comida e sem água e viajou mais de 3.000 quilômetros antes de chegar em Herefordshire, no Reino Unido. Uma vez encontrado, Sinbad foi levado para uma clínica veterinária, onde foi alimentado um pouco de cada vez. Ele agora tem ficará em quarentena por quatro meses.
A inspetora Boyd acrescentou: "Ele é um gato tão curioso. Ele apenas parece estar querendo estar em todos os lugares e ver tudo. Eu imagino que quando eles estavam carregando os lençóis de linho, ele apenas entrou furtivamente e acabou tirando um cochilo. Ele é um gato muito carinhoso e uma vez que ele termine sua quarentena ele vai estar à procura de um lar amoroso.”
O gato Sinbad havia feito uma cama para si mesmo em apenas uma única caixa de lençóis de linho. O restante das roupas de cama dentro do contêiner estava intacta.
O fato de não se saber quem é o dono do animal, e a internação para a recuperação de Sinbad, terá um custo de quase 3 mil euros a serem pagos para à clínica veterinária.
Quem quiser e puder colaborar com a RSPCA Real Sociedade de Prevenção Crueldade Animal, click aqui.
25 de mar. de 2015
Gato sobrevive aos cinco anos que ficou preso dentro da parede
(Vídeo) Após cerca de cinco anos de "aprisionamento" atrás de uma parede em uma estação de Metro do Cairo, um gato foi salvo de seu "tumba", graças a um homem idoso que o alimentou durante todos os dias e um grupo de mulheres que pressionaram para libertá-lo.
Abdo é dono de uma pequena loja próxima à saída da estação e cuidava do gato desde que ele era apenas um filhote. Ele conta que o gato apelidado de ‘Biso’, costumava se esconder ali perto e, depois de uma briga com um gato maior, entrou por um buraco e não conseguiu mais sair.
Foi em 2010, que o gato encontrou um esconderijo entre a superfície externa da parede e uma parcela extintor de incêndio na estação de Metro Mohamed Naguib no centro do Cairo. Entretanto um dia, o gato ficou espremido dentro de um buraco na parede e não conseguiu sair mais. O Sr. Abdo fez várias tentativas para libertar Biso da parede, mas essas não deram certo.
O Sr. Abdo passou então a alimentar diariamente o gato emparedado. Em 2011, depois de vários protestos da população o governo instalou o toque de recolher, onde o comércio ficou fechado várias semanas, mas mesmo assim o idoso continuou indo todos os dias à estação para alimentar o gato.
Em meio aos protestos violentos entre a população e o governo, que se sucederam nesses anos, com a renúncia do presidente, alguns trabalhadores do metrô tentaram ajudar o Sr. Abdo a retirar o gato para fora da parede, mas o animal estava muito assustado e permaneceu ali dentro, disse o idoso.
O gato, chamado Biso, só sobreviveu graças aos cuidados do “tio Abdo”, foi que garantiram que “Biso” conseguisse sobreviver todos esses anos que lhe dava água através de funil feito de uma garrafa plástica e a comida através de uma pequena fresta na parede.
No começo de março, uma imagem postada da cauda do gato pendurado atrás da parede apareceu na página do Facebook "Ajuda e salvamento dos animais de rua", reclamando que ele não poderia quebrar a parede para libertar o gato, porque isso seria considerado sabotagem de bens públicos.
Mas outra pessoa compartilhou a imagem, e foi assim que vários ativistas egípcios dos direitos dos animais, tomaram conhecimento do caso e começaram a se mobilizar para salvar o gato.
A agência Vetogate divulgou no mesmo dia, um vídeo de alguém tentando alimentar Biso que estava atrás da parede, na qual é possível ver a pata do gato tentando agarrar a carne, e no dia seguinte um outro vídeo do Tio Abdo alimentando Biso.
Duas defensoras dos direitos dos animais Dina Zulfikar e Dalia Shaheen, ao saber do caso pelas mídias sociais, apresentaram uma queixa na delegacia sobre o gato aprisionado no metrô. A polícia e as protetoras foram e informaram ao chefe da estação que havia uma ordem judicial para resgatar Biso. A equipe de manutenção da estação foi chamada em seu dia de folga para retirar as placas da parede.
"Quando nós removemos a parede, um cheiro hediondo surgiu a partir do buraco negro, que era de 15 centímetros de largura com quatro metros de comprimento. Era como uma tumba. Havia vermes negros ao longo de quatro metros da borda, onde o tio Abdo foi capaz de colocar os alimentos para Biso, contou a ativista dos direitos dos animais Mounira Shehata, que também participou do grupo de resgate.
Depois de 5 anos de escuridão, e sem que seu frágil corpinho tivesse sido acariciado por alguém, Biso ficou aterrorizado com a quantidade de pessoas que apareceram junto a luz com a retirada do revestimento da parede.
Eles tentaram seduzir Biso, com uma lata de atum. A foto revela a escuridão da tumba, onde somente o brilho dos olhos do gato pode ser visto.
Biso ficou muito assustado e não quis sair do seu esconderijo involuntário até que um trabalhador da estação, foi para dentro do buraco para obtê-lo.
Assustado, o gato correu rapidamente e fugiu antes que alguém pudesse pegá-lo. O resgate levou mais de cinco horas, de acordo com Shehata. Ela e o Sr. Abdo ainda estão procurando Biso dentro da estação de metro.
"Eu faço isso para Deus. O que é de Deus não vai embora ", disse o Sr. Abdo Masr al-Arábia.
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14 de fev. de 2015
Cadelinha foge de casa e caminha até achar hospital para visitar sua mãe humana
(vídeo) Aos 11 anos de idade, Sissy a pequena schnauzer, fugiu do quintal de sua casa seguindo seu coração, em busca de sua mamãe humana que ela não via havia duas semanas.
A cachorrinha andou por vinte longos quarteirões, para visitar Nancy Frank, de 64 anos, que estava internada se recuperando de uma cirurgia para a retirada de um câncer, e ninguém sabe como a cadelinha soube como chegar lá.
Nesse período o marido de Nancy, entre as idas e vindas do hospital, cuidava de Syssi e Barney. Dale Franck, 66 anos, estava em casa quando em torno da 1:30 da tarde de sábado, ele notou que Sissy tinha desaparecido. Preocupado ele avisou o Centro de Controle de Animais em Cedar Rapids, Iowa.
Mas às 5h30 da tarde, ele recebeu um telefonema – seu número de telefone e endereço constavam na coleira de um pequeno cão, que ‘apareceu’ no hospital onde sua esposa estava internada.
Durante essas 4 horas, que a cadelinha havia desaparecido ela caminhou por calçadas e ruas desconhecidas e cheias de neve. A câmera de segurança do hospital mostra Sissy entrando no edifício através das portas automáticas que se abrem quando percebem movimento. Uma vez lá dentro, a cadelinha olhou ao redor, colocou o nariz para o chão e ficou vagando pelos corredores, mas ela não conseguia encontrar uma forma de chegar até o andar onde Nancy estava, o acesso aos andares é feito por elevadores.
Assista ao vídeo, e veja como Sissy entra e tenta achar a tutora dentro do hospital.
Durante o telefonema entre Frank e o hospital, ele informou que sua esposa estava internada lá, e que talvez esse fosse o motivo da schnauzer ter fugido para lá, e que ele já estava indo busca-la.
O hospital então permitiu que Sissy fosse levada até o quarto de Nancy por alguns instantes. Nancy ficou bastante surpresa ao ver sua filha canina, e ainda mais a forma como ela chegou sozinha, sem nunca antes ter sido levada para lá. O encontro foi como um bom remédio que as duas estavam precisando.
"Você acha que isso foi apenas uma coincidência que ela andou aleatoriamente para este hospital? Não. Ela estava em uma missão", insistiu a filha de Nancy, Sarah Wood."O jeito que ela entrou no hospital, ela estava em uma missão, ela estava determinada a encontrar Nancy, e consegui."
"É incrível e é o desejo de Deus que ela não desapareceu, e agora ela está de volta", disse Bucko. "O que mais se pode dizer?"
O que será que Barney, o outro cão da família, achou da aventura de Sissy.
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