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14 de mai. de 2014

Gato Desaparecido durante Tsunami Reencontra Família após Três Anos

Não resta nenhuma dúvida – Gatos Pretos tem e distribuem muita sorte.

(c/Vídeo) Suika, o gato preto, que desapareceu há três anos atrás, durante o tsunami que devastou o Japão, reencontrou sua família humana.

Kazuko e Takeo Yamagishi, passaram três meses procurando o gato na cidade de Ofunato, Iwate, que foi duramente atingida pelo tsunami, antes de abandonar as esperanças de que ele teria sobrevivido ao desastre. Era presumido pensar de que ele havia morrido depois de desaparecer em 11 de março de 2011 - o dia do terremoto e da tsunami.

Gato Desaparecido durante Tsunami Reencontra Família após Três

No entanto, em uma reviravolta feliz, mais de três anos depois, o gato foi recentemente avistado em uma cidade vizinha e levado para as autoridades, antes que a família pudesse ser localizada por meio de seu coleira com as informações, de acordo com a mídia japonesa.

Leia também: - O Mistério no Resgate dos Cães da Tsunami

Embora todos ainda tem dúvidas a respeito de como e onde o gato viveu nos últimos três anos, a sua alegria era evidente quando eles se reuniram no Centro de Saúde Ofunato.

"Onde você estava," Mrs Yamagishi, 64, perguntou ao gato durante um encontro emocionante, segundo o Asahi Shimbun. "É como um sonho."

O gato, fora o animal de estimação da família durante 12 anos, e estava sozinho em casa durante o terremoto e a Tsunami. A casa da família milagrosamente sobreviveu intacta aos desastres naquele dia, mas o gato desapareceu depois disso.

Foi no mês passado, mais de três anos depois, que um casal viu o gato em uma floresta de pinheiros em Rikuzentakata, uma cidade também devastada pelo tsunami, cerca de 9 quilômetros de sua cidade natal, antes de ser levado ao centro de saúde.

Um funcionário percebeu os nomes desbotadas dos proprietários e um número de telefone na coleira, antes de entrar em contato e organizar a reunião deste mês com o seu amado animal de estimação, que estava aparentemente em boas condições de saúde e agora com uma nova coleira para o reencontro.

A filha do casal, de 36 anos, que vive em Tóquio, supostamente explodiu em lágrimas de alegria quando ela foi informada por telefone do reaparecimento do gato, disse à imprensa a Sra. Yamagashi.

Fonte: Asaki

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7 de mai. de 2014

Cãozinho em Busca de Lar Salva Jovem de Inundação e Juntos Superam Trauma

Um relato comovente de quem lutou 9 horas pela vida e sobreviveu graças ao latido do cão que pegou uma carona em seu carro.

Os vizinhos de Alesha Franks, estavam a procura de novo lar para o cãozinho Zeppy um mix de dachshund e Alesha se ofereceu, dando uma carona para a cão em seu carro até um provável adotante. No caminho foi surpreendida por uma inundação que deixou o carro preso em destroços e submerso pela água com apenas 5 cm de espaço onde eles pudessem respirar.

A agonia de ficarem presos dentro do carro submerso, durou 9 horas dentro de uma madrugada fria.

Cãozinho em Busca de Lar Salva Jovem

(Na foto à esquerda está Zeppy no colete salva-vidas laranja e Miley no colete rosa. Na foto a direita, à frente está Merlin, um cão que ela adotou de um abrigo quando soube que ele seria eutanaziado, atrás dele Miley e atrás de Alesha está Zeppy)  

Alesha conta que podia ouvir os motores de barco debaixo da água, mas que sabia que eles não podiam ver seu carro submerso, que era escuro e na escuridão.

Zeppy o cãozinho, estava choramingando junto comigo, naquele pequeno espaço em que podíamos respirar, e por mais horrível que possa parecer, eu puxei sua coleira, e o afundei e o empurrei pela janela afora, mas fiquei segurando em sua guia, para que ele pudesse chegar a superfície e assim chamar a atenção dos socorristas.

Ele então latiu alto o suficiente para a equipe de resgate ouvi-lo e assim me encontrarem. Eu não sabia exatamente o que aconteceria e se este plano estava funcionando ... até que eu senti que a guia se soltou, e ouvi vozes."

"As pessoas do resgate e de busca e salvamento me disseram que foi calor do corpo do cão que me impediram de entrar em estado de hipotermia completo, e que também me impediram de parar de respirar.

Depois do incidente Alesha ficou traumatizada com pavor de água, até mesmo de uma chuva. Diagnosticada com Síndrome Pós-Traumático, o médico de Alesha recomendou que ela praticasse caiaque.

Ainda traumatizada Alesha ia as aulas de caiaque acompanhada de sua própria cadelinha Miley, uma mix de dachshund, mas com pêlos longos, que na epóca tinha 2 anos. Alesha diz que Miley é como seu "cão de terapia", mas que ela também inicialmente tinha medo da água. Mas as duas logo começaram a andar de caiaque em conjunto e suas aventuras iriam ajudá-las a superar os seus medos e a inspirar outros.

"Mas depois do nosso primeiro verão passeando de caiaque,  Miley e eu perdemos o medo da água."

"Agora, Miley ama caiaque MAIS do que seus próprios brinquedos de mastigar que tem em casa! Miley e eu remamos mais de 400 quilômetros pelo rio este ano. Ela não tem mais medo, e ela adora isso!"

"Meu primeiro caiaque foi um pequeno de iniciantes e não tinha lugar para ela se sentar, e ela queria ter seu próprio assento, então eu mudei para um caiaque maior e mais rápido com um lugar para que ela tenha seu próprio assento!"

Quanto ao cãozinho Zeppy, ele acabou ficando com Alesha devido às circunstâncias em torno de seu acidente. Alesha disse, "os proprietários de Zeppy estavam realmente no processo de encontrar-lhe uma nova casa, então em vez disso, eu perguntei se eu poderia levá-lo .. sendo que ele salvou a minha vida, literalmente."

Alesha inspirou muitas outras pessoas a começar a trazer seus cães a passear de caiaque!"

"Essas pessoas nunca sequer consideraram isso antes e, agora escuto de alguns amigos que estão construindo seus próprios caiaques feitos especialmente para seus animais de estimação! Ouvir isso me deixa extremamente feliz !"

Alesha agora anda de caiaque quase todo fim de semana.

Ela também teve que mudar para um caiaque maior, pois ela também leva um outro novo cão de nome Merlin, que ela adotou quando soube que ele seria eutanaziado.

Fonte: DogHeirs

18 de abr. de 2014

SOS ANIMAIS RONDÔNIA

Desde Fevereiro, Porto Velho capital de Rondônia está alagada, praticamente submersa pela enchente do Rio Madeira. O rio subiu quase 20 metros, 18 mil pessoas foram atingidas, e até agora 1.000 animais entre cães e gatos estão sendo ajudados pela Associação Protetora dos Animais Desamparados - Amigos de Patas.

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A TV e os jornais pouco tem mostrado a tragédia que continua acontecendo em Porto Velho, e por mais que eu escrevesse linhas e linhas, não conseguiria demonstrar, o quanto de ajuda eles precisam nesse momento.

Peço a vocês, que assistam e compartilhem o vídeo que eu fiz, compilado dos vídeos e fotos da situação e do resgate dos animais, para que entendam o quanto eles precisam da sua colaboração, da sua doação, e de sua oração.

Para ajudar a Associação Amigos de Pata de Porto Velho, uma conta foi disponibilizada para doações: Banco do Brasil, Agência 3181-x, conta corrente 25.148-8, CNPJ 10807213000183.

Informações sobre o trabalho da associação e de como ajudar podem ser obtidas na página social no facebook.