17 de jan. de 2011
Galpão já está lotado de cães resgatados.
Cães Resgatados da Tragédia em Teresópolis, precisam de lares temporários/definitivos.
Bellinha, voluntária do AMA ANIMAL envia o seguinte apelo as pessoas de bom coração;
Acabei de falar com a Bebete pelo Telefone, e a situação é mais grave e mais urgente do que possamos imaginar.
Peço encarecidamente que todos os Amigos, Protetores Independentes, Grupos de Proteção, Simpatizantes da Causa Animal se unam com vigor nesse momento tão desesperador.
Emergencialmente há a necessidade de que os animais levados para o Galpão encontrem ADOTANTES e LARES TEMPORÁRIOS para que possam ser preparados para Adoção.
Em apenas um Bairro de Teresópolis já foram recolhidos até o momento mais de 160 Animais que perderam as suas famílias ou que as famílias estão desabrigadas e não podem mais assumí-los.
Dentre esses Animais, além dos nossos queridos viralatinhas, existem mais de 20 poodles, labradores, vários animais de raça, mais de 30 filhotinhos, tem bichinhos de todos os tamanhos, cores , idades, animais que podem ser adotados sem dificuldades maiores, tem para todos os gostos, que agradam a todos os tipos de famílias .
Por isso o nosso Apelo que os Amigos se mobilizem em ir até o Galpão Adotar um focinho carente, ou que possam dar lar temporário a um focinho enquanto aguarda por uma família, ou que possam apadrinhar um focinho enquanto estiver sendo preparado para adoção.
Se cada Protetor, Grupo de Proteção, Amigo, puder assumir algum focinho isso ajudará em muito para que os demais animais possam ir sendo resgatados e acomodados no Galpão que já está lotado com mais de 160 animais.
Os animais choram nas correntes implorando por amor e por uma família.
Agora é a hora de abrirmos nossos corações e vencermos o impossível..
Estima-se que mais de mil animais estejam abandonados e em situações de risco por Teresópolis. Para que seja possível socorre-los precisamos nos unir, resgatar os animais que já estão no Galpão (160 animais em apenas um bairro) para que outros animais possam ser resgatados e acomodados no Galpão até serem Adotados/Resgatados do Galpão novamente e assim sucessivamente.
Nós do Ama Animal estaremos indo ao Galpão durante a semana para resgatar alguns animais e pedimos encarecidamente aos amigos que puderem ir Adotar, dar Lar Temporário, Resgatar um focinho que assim também se mobilize.
Esses animais necessitam urgentemente de socorro, vamos todos numa corrente de amor e solidariedade abrir os nossos corações para essas vidinhas tão indefesas e sofridas.
Os Amigos que puderem Ajudar, o Galpão está situado à Rua Caramuru, N°200, (Final da Rua Tupy) -Bairro Meudon, Teresópolis/RJ.
Quem sobe a Serra vai para o Bairro Soberbo, ao invés de seguir em frente dobra à direita, pega a estrada Rio-Bahia onde tem uns viadutos à frente.
Veja indicação do Bairro Meudon, depois, há uma agulha com duas entradas, pega à direita, onde logo em seguida, vê-se o Shopping Meudon.
Ao lado desse Shopping, é a Rua Caramuru.
Os Amigos que puderem Ajudar ou tiverem interesse em Adotar podem ligar para a Bebete 21-8790-7772, 21-8790-7772.
Quem puder ajudar financeiramente pode está depositando qualquer quantia na conta da ONG Estimação :
ITAÚ, AG 6103 - CC 19918-5
CNPJ 08996430/0001-17
Maria Elizabete Filpi
Site da Ong Estimação: http://www.estimacao.org/
Vamos nos unir e ajudar, vamos deixar a solidariedade crescer em nossos corações!
AMA ANIMAL
Site: www.amaanimal.com.br
Blog: http://blog.amaanimal.com.br/
Email: amaanimal.adote@gmail.com
Email: adote@amaanimal.com.br
Mais fotos dos cães que precisam de lares na página do G1
Cachorro que velava túmulo é resgatado pela ALERJ
RIO - A Comissão Especial de Proteção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) conseguiu resgatar na sexta-feira um cachorro que estava a dias ao lado do túmulo de sua dona, Cristina Maria Cesário Santana, morta em decorrência das fortes chuvas que atingiram a Região Serrana do Rio .
Caramelo, como o vira-lata foi apelidado pelos moradores, estava perambulando pelas ruas do bairro Caleme, um dos mais atingidos pelo temporal, quando foi encontrado.
Segundo a veterinária Andrea Lambert, membro da comissão, Caramelo estava sem ferimentos, mas muito assustado. A equipe teve que colocar uma focinheira no animal para conseguir dominá-lo.
- Geralmente nem colocamos a focinheira, mas ele estava tentando morder. O animal normalmente fica assustado, mas conseguimos fazê-lo andar. Já ele ficou pulando, girando, não queria sair dali. Os moradores nos contaram que ele ficava cavando o local onde a dona foi enterrada - relatou Andrea.
A equipe da comissão, formada por oito pessoas, já resgatou mais de 180 animais em Teresópolis e em Petrópolis com a ajuda do Instituto Estadual do Ambiente e de ONGs. Os animais foram levados para um galpão no bairro Melbon, que está servindo como abrigo em Teresópolis, e para um Ciep, em Itaipava.
- Fizemos um esforço grande para que os animais também fossem colocados em situação de resgate, de esforço, porque no início ninguém estava se preocupando - alertou Andrea.
Segundo o presidente da comissão, deputado André Lazaroni, os animais que não forem recolhidos pelos donos nos abrigos serão colocados para adoção:
- Os animais estão sendo cuidados para que, passado tudo, os donos voltem para recolher seus animais. Os que não forem reclamados serão encaminhados para a adoção.
Na segunda-feira, a comissão vai resgatar animais em Nova Friburgo.
Fonte: O Globo
15 de jan. de 2011
Protetores Resgatam CEM Cães em Teresópolis
Simone Candida -14/01/2011 às 17:14
RIO - A exemplo do que aconteceu nas tragédias de Angra dos Reis e do Morro do Bumba, voluntários e protetores de animais estão se mobilizando para tentar resgatar cães, gatos e outros bichos que foram abandonados, estão feridos ou simplesmente perderam-se de seus donos durante as enxurradas em Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Nesta sexta-feira, equipes da Comissão Especial de Proteção Animal da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e voluntários já conseguiram resgatar cem cães, em Teresópolis. Muitos dos animais, segundo o coordenador da comissão, Fabiano Jacob, estão gravemente feridos.
- Um dos cães estava muito debilitado, há dois dias cavando a terra no local onde o dono morreu soterrado - conta Jacob.
Os animais foram levados para um galpão no bairro Melbon, que está servindo como abrigo. A equipe parte ainda nesta sexta-feira para iniciar o resgate de animais em Petrópolis, outro município atingido por alagamento na Região Serrana.
Nas redes sociais, já há pedidos de doações para pelo menos três ONGs e abrigos que foram afetados pelas enchentes. A ONG Estimação, que abrigava cerca de 500 animais, entre cães, gatos e cavalos abandonados em Teresópolis, teve parte de um muro destruído e uma outra parede ameaça cair a qualquer momento. Nesta sexta-feira, equipes da Comissão de Meio Ambiente e da Comissão Especial de Proteção Animal foram até Teresópolis para oferecer ajuda. A veterinária Andrea Lambert, que integra o grupo, conta que eles vão tentar percorrer os bairros para fazer resgates e buscar um galpão para levar os animais.
- A situação é grave. Soubemos que há 26 cachorros isolados numa igreja no bairro da Barra, vamos tentar ir lá salvá-los - conta Andrea, que ajudou no resgate de animais na tragédia do Morro do Bumba, em Niterói, em abril do ano passado.
De acordo com os protetores, o abrigo da ONG Combina, que fica em Nova Friburgo e tem cerca de 400 cães, foi totalmente devastado. E, por causa dos problemas de comunicação, ainda não se sabe quantos animais morreram. O problema também se repete no Abrigo da Serra, em Teresópolis, que ficou inundado. Na internet, foi lançado um apelo para doações de rações, casinhas, dinheiro e ajuda de veterinários voluntários.
Em Niterói, a veterinária Kenell Vip, na Rua Gavião Peixoto 31, Icaraí, está desde ontem recolhendo doações de rações, medicamentos e insumos médicos para serem entregues para o Abrigo da Serra.
- Nossos clientes estão ajudando bastante até agora recebemos 18 quilos de ração. Fora os alimento não perecíveis e materiais de limpeza que serão doados para as pessoas - disse a recepcionista Andrea da Silva Conceição.
Fonte: O Globo
PS: Fabiano Jacob e Dra. Andréa Lambert, dois de muitos heróis que colaboraram para esses resgates. E aos outros heróis que foram solidários em doações, O NOSSO MUITO OBRIGADO, meu e dos animais.
14 de jan. de 2011
GLOBO REPRODUZ APELO SOS ANIMAIS SERRA/RJ
Comissão Especial da Alerj e Protetores se mobilizam para tentar salvar animais nas áreas devastadas
RIO _ A exemplo do que aconteceu nas tragédias de Angra dos Reis e do Morro do Bumba, voluntários e protetores de animais estão se mobilizando para tentar resgatar cães, gatos e outros bichos que foram abandonados, estão feridos ou simplesmente perderam-se de seus donos durante as enxurradas em Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Nas redes sociais, já há pedidos de doações para pelo menos três ONGs e abrigos que foram afetados pelas enchentes. A ONG Estimação, que abriga cerca de 500 animais, entre cães, gatos e cavalos abandonados em Teresópolis, teve parte de um muro destruído e um outro muro ameaça cair a qualquer momento. Nesta sexta-feira, equipes da Comissão de Meio Ambiente e da Comissão Especial de Proteção Animal foram até Teresópolis para oferecer ajuda. A veterinária Andrea Lambert, que integra o grupo, conta que eles vão tentar percorrer os bairros para fazer resgates e buscar um galpão para levar os animais.
_ A situação é grave. Soubemos que há 26 cachorros isolados numa igreja no bairro da Barra, vamos tentar ir lá salvá-los _ conta Andrea, que ajudou no resgate de animais na tragédia do Morro do Bumba, em Niterói, em abril no ano passado.
De acordo com os protetores, o abrigo da ONG Combina, que fica em Nova Friburgo e tem cerca de 400 cães, foi totalmente devastado. E, por causa dos problemas de comunicação, ainda não se sabe quantos animais morreram. O problema também se repete no Abrigo da Serra, em Teresópolis, que ficou inundado. Na internet, foi lançado um apelo para doações de rações, casinhas, dinheiro e ajuda de veterinários voluntários.
Em Niterói, a veterinária Kenell Vip, na Rua Gavião Peixoto 31, Icaraí, está desde ontem recolhendo doações de rações, medicamentos e insumos médicos para serem entregues para o Abrigo da Serra.
Nossos clientes estão ajudando bastante até agora recebemos 18 quilos de ração. Fora os alimento não perecíveis e materiais de limpeza que serão doados para as pessoas _ disse a recepcionista Andrea da Silva Conceição.
Fonte: http://oglobo.globo.com
Protetora Maria Cristina – Nova Friburgo
18/01/2011
Canis com mais de 700 cachorros ilhados sofrem com falta de comida e medicamento em Nova Friburgo
Fabiana Uchinaka e Rodrigo BertolottoEnviados do UOL Notícias
Em Nova Friburgo (RJ)
18.jan.2011 - Pipoca, Suzy, Estrelinha do Mato, Geralda, Chiquinha e Orelhinha são alguns dos mais de 300 sobreviventes caninos da maior calamidade pública do Brasil Fabiana Uchinaka/ UOL
Pipoca, Suzy, Estrelinha do Mato, Geralda, Chiquinha e Orelhinha e mais de 300 sobreviventes caninos fazem parte da maior calamidade pública do Brasil.
Eles vivem na estrada da Fazenda da Laje, área de difícil acesso no distrito de Conselheiro Paulino, em Nova Friburgo (RJ). Ali, a quase 20 quilômetros do centro da cidade, em uma comunidade pobre no alto da encosta, não chega comida, água ou luz há uma semana. Os moradores contaram ao UOL Notícias que depois de um desmoronamento que durou mais de 10 minutos durante a madrugada de terça-feira a estrada foi coberta de terra.
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Canil em encosta de RJ escapa de tragédia e emociona dona; veja
No canil, mantido pela emprega doméstica Cristina Pacheco, 40, e por sua mãe, a aposentada Angelina Pacheco, 63, é possível chegar de carro, mas as condições são extremamente precárias no sítio de 150 m². A comida que Cristina conseguiu durante uma viagem ao centro da cidade é suficiente para alimentar seus 300 cachorros por apenas três dias.
“O rio encheu e as casas de ração estão fechadas. Teve gente que perdeu tudo, teve a loja destruída... isso quando não morreu a família inteira.
Além disso, o fornecimento era feito por Teresópolis, Petrópolis e Rio Bonito [que também sofrem com os efeitos dos deslizamentos e das enxurradas]”, explicou.
Ela não perdeu nenhum dos cães de rua que abriga, apenas aqueles que estavam doentes e não puderam receber tratamento médico por conta do bloqueio, mas pede urgentemente doações. Segundo a moradora, são necessários 75 quilos de ração por dia para os adultos e 25 quilos de ração para filhotes por semana, além de água, casinhas e remédios para epilepsia e problemas cardíacos.
Cristina acredita que em breve começará a receber animais de pessoas desabrigadas ou que morreram durante a tragédia, o que deve aumentar ainda mais o consumo. “Só não vieram ainda porque o abrigo é longe.
A gente faz com amor, mas está complicado, viu. Não tenho mais condições de cuidar de tantos, mal tenho casa”, ressaltou.
Ela explicou que mesmo assim os animais são abandonados na porta da casa dela. E, cada um chega com uma história mais traumática.
Tem cão que foi achado no mato depois de ficar 15 dias uivando, ao lado do irmão e da mãe mortos.
Tem cão cheio de tumor. Tem cão velho que o dono jogou na rua porque comprou um novo.
Tem cão que levou paulada e pontapé de moradores. Tem cão que foi jogado no bueiro.
“As histórias dos cachorros são emocionantes”, afirmou, com lágrimas nos olhos.
O drama de Cristina também chama a atenção.
Sua paixão pelos animais ganhou força depois que ela viu sua mãe ter um derrame e seu cachorro Lique ficar gravemente doente há 19 anos.
Na época, fez uma promessa. Nunca mais colocaria um gole de bebida na boca e cuidaria dos animais, caso os dois ficassem bem.
Deu certo. Hoje, dona Angelina é o braço direito da filha, Lique acompanhou as duas por 17 anos e ela largou o vício.
De lá para cá, o número de bichinhos adotados só cresceu. Mesmo assim, Cristina segue obstinada em sua promessa.
Desempregada há cinco meses, ela parcela “em mil vezes” as casinhas de madeira, vai até os mercados “pegar os restos” que ela cozinha em 200 litros de água com fubá para alimentar os animais, faz feirinha de doação e aprendeu na marra a cuidar da saúde da “família”.
Do quintal, tira a banana que os cães adoram. “Mas só dá para plantar isso, porque as formigas matam tudo aqui”, contou.
Mesmo assim, lá pelas 5h da manhã eles choram de fome.
Para fazer doações:
Cristina Pacheco – Tel. (22) 2527-3644 e (22) 9931-2009.
Outra opção é deixar a ração paga em nome do Canil da Cristina nas seguintes lojas de Nova Friburgo: Rio Mex (av. Governador Roberto Silveira, 3404), Amor Correspondido (av. Júlio Antônio Thurler, 110 / loja 02), Pró - Campo (av. Governador Jeremias de Mattos Fontes, 16), Peixes e Aquários (rua Monsenhor Miranda, 23), Dog show (rua Joaquim Pereira Bispo, 452, São Jorge), Rações da Serra (Olaria), Casa Sabiá (av. Euterpe Friburguense), Allcateia X Pet Shop (rua Jacira dos Santos Borges, 14 - Riograndina)
Apaixonada por animais, há 19 anos Cristina realiza um exemplar trabalho voluntário na cidade recolhendo cachorros e gatos abandonados e doentes que estão pelas ruas. Atualmente, cerca de 180 animais das mais diversas raças e idades estão sob seus cuidados, em um canil anexo a sua residência. “Muitos estão velhos, cegos e cancerosos ou foram vítimas de maus-tratos”, diz Cristina, que trabalha como doméstica e precisa se desdobrar para custear a alimentação e os cuidados veterinários de tantos bichos. Para isso ela conta com a ajuda de alguns veterinários, que não cobram por seus serviços, e de pessoas da comunidade, que colaboram doando ração.
As chuvas contínuas que vêm caindo em Nova Friburgo este mês estão provocando estragos em áreas públicas e particulares de vários pontos do município. No último fim de semana, por exemplo, o muro de um canil na Fazenda da Laje desabou, devido ao excesso de chuvas e quase soterrou três cachorros. “Ainda bem que nenhum animal ficou ferido, mas estou desesperada. Tive que retirar os cães às pressas e acomodá-los de forma improvisada. Alguns até foram para minha casa, que está um caos”, explica a proprietária, Maria Cristina Pacheco.
O desabamento do muro do canil trouxe uma preocupação a mais para Cristina. Ela agora está em busca de recursos para reconstruir o local e voltar a abrigar os animais com segurança. “Ganho apenas um salário e não tenho como arcar com mais essa despesa. Por isso estou pedindo a ajuda da comunidade para realizar essa obra”, apela a doméstica. Além de tijolos e cimento, ela também necessita de mão de obra voluntária.
Quem quiser colaborar com Cristina pode entrar em contato com ela pelo telefone (22)2527-3644. Outra opção é ir à banca de jornal em frente ao prédio do antigo fórum, onde é possível obter mais detalhes de como ajudá-la. Vale destacar que a doméstica é um exemplo de cidadã que realiza um importante trabalho na cidade em prol do bem-estar dos animais.
Localizado na Fazenda da Laje, o canil particular abriga dezenas de animais recolhidos nas ruas
Fonte: http://www.avozdaserra.com.br
Caixinha para o melhor amigo deu tão certo que agora é permanente
Publicado em 24/02/2010
Uma inovação que deu certo e foi muito bem recebida pelos amantes dos animais. Trata-se da tradicional caixinha de Natal lançada no fim do ano passado em benefício de cães e gatos recolhidos nas ruas. A novidade foi colocada em meados de dezembro na banca de jornal em frente ao antigo fórum e superou todas as expectativas. “As doações arrecadadas foram além do esperado e decidimos deixar a caixinha ao longo do ano. Afinal, os animais de rua precisam de recursos permanentes”, explica a proprietária da banca, Emilene Diniz.
Toda a renda da caixinha vem sendo revertida para o canil particular de Maria Cristina Pacheco, na Fazenda da Laje. Apaixonada por animais, há 19 anos ela realiza um exemplar trabalho voluntário na cidade, recolhendo cachorros e gatos abandonados e doentes pelas ruas. Atualmente cerca de 180 animais das mais diversas raças e idades estão sob seus cuidados. “Muitos estão velhos, cegos e cancerosos ou foram vítimas de maus-tratos”, diz Cristina, que trabalha como doméstica e precisa se desdobrar para custear a alimentação e os cuidados veterinários de tantos bichos. Para isso ela conta com a ajuda de alguns veterinários, que não cobram por seus serviços, e com pessoas da comunidade, que doam ração.
As doações para a caixinha também passaram a ser outra importante fonte de recursos para o canil. “Gostaria de agradecer a todos que estão colaborando com a caixinha. As doações têm me ajudado muito na compra de ração e de remédios. Espero que as pessoas continuem contribuindo”, afirmou Cristina. Sem dúvida, a doméstica Cristina é um exemplo de cidadã que realiza um importante trabalho na cidade em prol do bem-estar dos animais.
Lançada no Natal, a caixinha superou todas as expectativas e se tornou permanente. A novidade está na banca de jornal em frente ao antigo fórum, na Praça Getúlio Vargas 89
A renda arrecadada com a caixinha está sendo revertida para o canil de Maria Cristina Pacheco, que abriga cães e gatos abandonados nas ruas
Casos de maus-tratos e abandono de cães continuam ocorrendo em Nova Friburgo
Publicado em 02/09/2009
Apesar do grande número de pessoas e entidades que lutam pelo bem-estar dos animais em Nova Friburgo, continuam sendo frequentes os casos de maus-tratos e abandono de cães na cidade. O problema vem sendo alvo de uma série de denúncias relatadas à redação de A VOZ DA SERRA através de cartas, telefonemas e e-mails, como a publicada na edição de 11 de agosto sobre um filhote de cão atingido por tiros de chumbinho, que corria o risco de ter a pata amputada. O fato deixou muita gente indignada, a exemplo do que ocorreu com outra matéria publicada há alguns meses pelo jornal, sobre uma cadela abandonada na Ponte da Saudade, com seis filhotes recém-nascidos.
Outros casos recentes de desrespeito aos animais são relatados pela doméstica Maria Cristina Pacheco, dona de um canil na Fazenda da Laje. Apaixonada por cães e gatos, ela realiza um exemplar trabalho na cidade, recolhendo e cuidando de animais doentes e abandonados, como a pequinês encontrada desidratada no mato, com as patas amarradas e cheias de cortes. “Quem me ajudou a cuidar do bichinho foi a Mariana, da loja de ração do São Jorge. Ela ficou com tanta pena da pequinês, que chegou a chorar enquanto fazia a tosa”, lembra.
Há algumas semanas, Cristina também encontrou em um buraco próximo a um campo de futebol, na Fazenda da Laje, um filhote de vira-lata amarrado pelo pescoço, quase sufocado. “Sem falar na basset abandonada prenha e supermagra em frente ao Cemitério Trilha do Céu. Infelizmente, muitos destes seres indefesos ainda não são tratados com o devido amor e respeito que merecem”, desabafa ela, que há 18 anos recolhe animais deixados nas ruas.
Atualmente cerca de 200 cachorros ocupam o canil mantido por Cristina num espaço anexo a sua residência. Ganhando apenas um salário mínimo, ela prossegue com a campanha “Alimente um focinho carente: doe ração!” para poder continuar alimentando os bichinhos. “Agradeço a todos que têm me ajudado com as rações. Sem essas pessoas não conseguiria continuar o meu trabalho. Também sou muito grata à Milena, da banca de jornal ao lado dos Correios, pelo apoio dado à causa dos animais. Além do espaço para colocação de cartazes, ela está sempre arrecadando recursos para ajudar em cirurgias e na compra de remédios para os bichinhos”, destaca Cristina.
Quem quiser colaborar com o trabalho de Cristina pode aderir à campanha para alimentar os bichinhos. Para isso, basta adquirir um saco de ração nas seguintes lojas parceiras: Rio Mex (Avenida Governador Roberto Silveira 3.404), Amor Correspondido (Avenida Júlio Antônio Thurler 110/loja 2), Pró-Campo (Avenida Governador Geremias de Mattos Fontes 16, Centro), Peixes e Aquários (Rua Monsenhor Miranda 23, Centro), Dog Show (Rua Joaquim Pereira Bispo 452, São Jorge) e Rações da Serra (Rua São Roque 133, Olaria).
Esta basset foi abandonada prenha e muito magra em frente ao Cemitério Trilha do Céu
“Infelizmente muitos destes seres indefesos ainda não são tratados com o devido amor e respeito que merecem”, diz Cristina
Notícias das enchentes Itaipava-RJ
Retirado do site GAPA (http://www.gapaitaipava.org.br)
Acabamos de retornar de nossa última saída do dia, desta vez em direção a Teresópolis, região mais atingida pela enxurrada.
A estrada que liga Itaipava a Teresópolis está com muita lama e trânsito impedido na entrada do Vale do Cuiabá.
Em Madame Machado, apuramos que os cães que costumavam ficar nas redondezas do bar e da padaria não apareceram.
Na estrada para o Vale do Cuiabá, encontramos só destruição. Muito triste. Um dos cães comunitários que “mora” na pracinha em frente ao acesso para o Vale da Boa Esperança, continua por lá. um tanto sujo e está sendo alimentado com quentinhas pelos próprios moradores da região.
Temos dois grandes problemas para atuar com maior efetividade neste momento:
1) Pouquíssimo espaço para acolher e alojar animais, uma vez que não temos abrigo;
2) Número de voluntários reduzido;
Diante disto, estamos nos organizando para atuar da seguinte forma:
a) Nossa Diretora Alessandra Botelho estará no Centro da Cidadania onde é a base de operações da Prefeitura e dos bombeiros para tomar conhecimento das ocorrências. Em caso de emergência, poderá encaminhar os animais para Clínica Veterinária;
b) Organizaremos um grupo de voluntários para tentarmos chegar ao Vale do Cuiabá na manhã de sábado, levando, ração, medicamentos e caixas de transporte para podermos trazer os casos mais graves;
Acabamos de saber que a situação dos cavalos de corrida do centro de treinamento é dramática e que, diante da fragilidade destes grandes animais, muitos estão sendo sacrificados em função dos graves ferimentos. Fico tentando imaginar a dor dos envolvidos.
Quando retornávamos, resgatamos um gordo e bonito labrador que vagava entre os carros da BR-495.
Demos a ele o nome provisório de Wilson, do filme náufrago.
Infelizmente também ouvimos de pessoas que retiravam móveis de suas casas certas ofensas por estarmos ali para ajudar animais e não ele. Paciência.
Clique nas imagens abaixo para amplia-las
Grande abraço,
Carlos Eduardo da Cunha Pereira
Coordenador de Atividades
GAPA-MA
Fonte: http://www.gapaitaipava.org.br/2011/01/13/enchentes-itaipavapetropolisrj/
13 de jan. de 2011
O Resgate da Idosa com o cãozinho no colo
Muitas pessoas viram somente o trecho divulgado que mostra o momento em que a idosa perde o cachorro, Beethoven, que ela levava em seus braços, quando ambos caem na água. No entanto no vídeo completo vemos que a idosa estava com mais 4 cães naquela laje.
O resgate de Dona Ilair ilustra o drama que os moradores e os animais da região serrana enfrentaram.
De uma hora pra outra o rio que corta o município na região serrana do Rio engoliu a cidade.
Dona Elair se abrigou no terraço com os cachorros, em vão. A correnteza chegou onde ela estava. Vizinhos jogaram uma corda e com a ajuda da sorte salvaram a vida da dona de casa de 52 anos.
As imagens feitas pelo cinegrafista Rogério de Paula, na pequena cidade de São José do Vale do Rio Preto, mostram a luta pela sobrevivência dos moradores e dos animais.
Aqui algumas imagens que retirei do vídeo, aonde os outros cães são vistos tentando se salvar.
A cena registrada pela Intertv mostra o momento em que dona Pelinha perde o cachorro, Beethoven, o único que conseguia segurar ao colo devido ele ser de porte pequenho, quando ambos caem na água.
A cena registrada pela Intertv mostra o momento em que dona Pelinha perde o cachorro, Beethoven, que ela tentava socorrer junto com ela, quando ambos caem na água.
“Eu pensei que ia morrer, mas pedi, pelo amor de Deus, que meus vizinhos não me deixassem morrer ali”. Foi dessa maneira e com os olhos mareados que a dona de casa Ilair Pereira de Souza, 53 anos, resumiu, nesta quinta-feira (13), os momentos de pavor que passou pendurada em uma corda ao ser socorrida por vizinhos na enxurrada da noite desta quarta-feira (12), em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana do Rio de Janeiro. O momento do salvamento foi gravado por uma equipe de televisão.
“Nunca tinha feito um nó em corda na minha vida. Quando jogaram a corda, me amarrei rapidinho que nem sei como fiz aquele nó. Estava com tanto medo que o nó fosse fraco que me agarrei como nunca na corda”, disse Ilair, que é conhecida na região como Pelinha.
“Ele mordeu meu braço para tentar escapar, mas não consegui segurá-lo. Se eu tentasse ajudá-lo, eu iria morrer. Coitadinho, ele ficou me olhando com aquele olhinho triste e se foi naquela água. Não tinha o que fazer”, disse ela, mostrando a marca da mordida no braço esquerdo.
Ilair mostra a mordida do cachorro
(Foto: Glauco Araújo/G1)
Ilair foi salva por uma corda Desde que se viu livre, em solo firme, Pelinha não conseguiu dormir. “É fechar os olhos e parece que toda aquela cena volta a acontecer comigo. Ainda está muito recente, ainda estou abalada com aquilo tudo. Mas uma coisa nunca vou cansar de fazer que é agradecer aos meus vizinhos por terem jogado aquela corda.”
Pelinha disse que tentou se escorar sobre uma laje, imaginando que o local seria resistente à força da água. “Foi como papelão, um pedaço daquela laje ainda caiu em cima de mim. Meu irmão queria me socorrer, mas não podia, pois se ele fizesse isso nós dois iríamos morrer”, lembrou Ilair, aos prantos.
“Foi um momento muito difícil ver minha irmã naquela situação e ter de escolher entre ajudá-la e morrer, ou se salvar e deixar que ela conseguisse sair com a corda. Felizmente deu tudo certo”, disse o pedreiro Carlos Alberto Pereira de Souza, 46 anos.
“Agora, estou na casa de meu irmão, mas devo me mudar para a casa do pai dos meus filhos e ficar lá até arrumar onde morar. Ainda não sei para onde vou”, disse dona Pelinha. A casa do irmão fica na frente do local onde ela foi salva.(Foto: Glauco Araújo/G1)
Fonte:http://blogdopcamaral.blogspot.com/ e http://g1.globo.com/jornal-hoje





