6 de mai. de 2011
Xuxa em campanha: “Adotar é tudo de bom
Nova madrinha da campanha "Adotar É Tudo de Bom", que incentiva a adoção de animais abandonados, Xuxa disse que leva mais jeito com animais do que com pessoas.
Xuxa abraça o vira-lata Pingo, de apenas quatro meses, durante visita a abrigo de cães em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. "Nunca levantei a mão pra nenhum bicho meu e acho melhor lidar com bicho que com gente, eles são muito verdadeiros'', afirmou.
A eterna Rainha dos Baixinhos - usando a camisa da campanha - visitou a ONG Ação Animal, que cuida atualmente de 300 cachorros sem dono. Recepcionada pela administradora do abrigo, Aline Natal, Xuxa viu fotos de como os cães chegam - doentes e traumatizados - e como ficam depois do trabalho realizado pela instituição. Ela ficou chocada com o que viu no papel.
- Isso é um crime para mim, abandonar um cachorro neste estado. ''A gente olha e dói, dá muita vontade de levar pra casa. Tem gente que é bicho e tem bicho que é gente. Tem muito cachorro na fila pra adoção e muita gente que fez maldade com eles. Espero tocar o coração das pessoas boas e que alguém adote esses animais'', explicou
Desde janeiro de 2008 no Brasil, a campanha já promoveu a adoção de 19 mil cães em 12 Estados no Brasil. Atualmente há 20 milhões de cachorros abandonados no país. Só no Rio de Janeiro, 200 ficam sem dono todos os dias.
- A triagem tem que ser minuciosa para evitar maus adotantes. A adoção tem de ser perfeita para o animal não voltar. Eles querem um lar de verdade.
Xuxa ficou duas horas no lugar e distribuiu muito carinho para os cachorros, antes de fazer um desabafo.
- Eu me dou melhor com bicho do que com gente. Sou esquisita. Mas eles são verdadeiros.
A apresentadora ficou tentada a adotar algum cachorro abandonado, mas acabou não fazendo isso, e explicou o motivo.
- Dá vontade de tirá-los do abrigo agora. Mas para levar um cachorro, preciso que ele se dê bem com os passarinhos que ficam soltos na minha sala. E também com os meus quatro cachorros. Não quero deixá-lo preso.
Ela tem confiança de que todos sairão de lá em breve, graças à campanha, que ganha mais visibilidade com a sua imagem.
- Tem muita gente boa e muita gente má no mundo. Tem gente que é bicho e bicho que é gente. Aqui tem muito cachorro abandonado e que sofreu muito na mão dos antigos donos na fila da adoção. Espero que gente de bom coração apareça e adote um cão. Ele vai te aceitar do jeito que você é, descabelada e sem dinheiro no banco. Torço por um final feliz. Ouvi aqui muitas histórias tristes.
Xuxa - que recebeu no abrigo uma placa comemorativa ao novo posto de madrinha - revelou nunca ter batido em nenhum dos 54 cachorros que teve até hoje.
- Não sei por que tem gente que bate em cão. Nunca levantei a mão para cachorro nenhum meu. Em casa, fico em harmonia com os cachorros e meus pássaros soltos na sala [com árvores num teto de vidro na mansão da apresentadora na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio]. É engraçado. Eles devem achar que sou um cachorro diferente [risos]. Tenho meu lado cachorro.
A “Rainha dos Baixinhos” disse ainda que trata seus cães de igual para igual. ''Não gosto de falar do alto e até sento pra comer com eles. Eles me cheiram e eu cheiro eles. Devem achar que sou um cachorro diferente, eu tenho meu lado cachorra'', concluiu.
Dona de quatro cachorros - três yorks e um shitzu - e uma centena de pássaros, Xuxa passou a tarde desta quinta-feira (5) em um abrigo de cães abandonados em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio. A apresentadora é a nova madrinha da campanha global Adotar É Tudo de Bom, promovida pela empresa Pedigree.
Fonte: R7
5 de mai. de 2011
SOS Macaquinhos
Vitimas do tráfico de animais, e dos maus-tratos e da desnutrição que sofreram, macaquinhos de várias espécies, como o sagui, o mico-de-cheiro e bugios, chegam ao santuário do Projeto Mucky, trazidos pelo Ibama e outros órgãos e instituições como o CETAS e Mata Ciliar, como a última chance para que consigam sobreviver com qualidade de vida.
Nos seus 25 anos de existência, sempre houve dificuldades, mas agora o santuário constará da lista de perigo de extinção, se não for ajudado por pessoas e empresas. A necessidade diária de se fornecer alimentação fresca e adequada a esses primatas, composta de frutas e legumes, e um mingau essencial a eles feito a base de leite em pó, bem como pessoal para preparar e servir a alimentação três vezes ao dia aos macaquinhos está comprometida, bem como todos os outros tratamentos de fisioterapia e acupuntura os quais alguns saguis necessitam, podem acabar devido a falta de pagamento do salário dos técnicos.
Veja nesse vídeo um pouco do dia-a-dia do Projeto Mucky (www.youtube.com/watch?v=Bp8bJCrGOzM)
Como no Brasil, não existe nenhum subsídio que favoreça qualquer entidade que se proponha a abrigar, alimentar, medicar e manter qualquer animal, vitimado pelos maus-tratos ou pelo abandono, ou pelo tráfico, ONG’s como o Projeto Mucky dependem única e exclusivamente da doação e da consideração das pessoas físicas e da conscientização das pessoas jurídicas que incluem em sua trajetória a sua responsabilidade social.
Enfraquecidos - "Os animais chegam aqui extremamente debilitados, com sequelas (marcas, consequências) físicas e emocionais, resultado do tráfico de animais silvestres", resume a fundadora e coordenadora do projeto. O local abriga não apenas alojamentos para os animais, mas também pessoas dedicadas à causa, que trabalham em prol do bem-estar dos primatas. Elas passam o dia cuidando, com extremo zelo, de cada um.
Paralítico - Um exemplo de toda essa dedicação é o sagui Pacheco. Paraplégico, ele tem dificuldades de urinar e defecar sozinho. Para que possa fazer isso, é preciso da ajuda diária das tratadoras, que o auxiliam com massagens. "Ele ficou assim devido a um acidente doméstico. Provavelmente tentou subir em uma mesa, e como não conseguiu se agarrar em nada, caiu e se machucou seriamente."
O projeto também conta com uma enfermaria. Atualmente, um filhote de bugio-ruivo, de cinco semanas, fica em um recinto especial, pois perdeu a mãe. "Os traficantes matam a mãe para vender o filhote", detalha Lívia. "Mas as pessoas se esquecem de que os filhotes crescem e, por serem animais silvestres, apresentam comportamento às vezes agressivos, mordendo o dono."
Terror - Apesar das histórias relatadas por Lívia, muitas dignas de filmes de terror, boa parte dos primatas que chegam ao sítio consegue sobreviver. Mas apesar disso as sequelas são visíveis. Em cada viveiro, muito bem cuidados e limpos, há uma vida marcada pela ganância e pelos maus-tratos. "Deformidades nas patas causadas por desnutrição, alguns macacos sem braços ou pernas, outros sem rabo, outros com problemas neurológicos e emocionais. E por aí vão os exemplos de como o ser humano pode ser tão malvado."
Tanta maldade - Das várias histórias tristes relatadas por Lívia, que se emociona toda vez que relembra delas, dois chamam a atenção e chocam qualquer pessoa. "Este sagui, a Purpurina, não tem um olho porque foi arrancado para fazer magia negra", recorda. A outra história é do sagui Funcho, cego de ambos os olhos. "Este macaco é um exemplo de até onde a maldade do homem pode chegar. Ele foi cegado com um cigarro para ficar manso." Impossível não se emocionar ao vê-lo tatear no local onde fica, em companhia de outro macaco, também da espécie sagui, se orientando apenas com a voz de Lívia. "Oi, meu amor, eu estou aqui. Como você está?", pergunta a fundadora do Projeto, que tem um amor por eles impossível de descrever.
Doações - Mas, apesar de todo o trabalho e dedicação, o Projeto vive apenas da doação de empresas e de pessoas. "Não recebemos um centavo sequer do governo federal, estadual ou municipal. Isso faz com que passemos por muitas dificuldades. Há dias, por exemplo, que não temos dinheiro para colocar combustível no carro para buscar alguma doação." Mesmo assim, Lívia não desiste. "Eles precisam de mim e nunca poderei desampará-los."
As campanhas Padrinho Legal cobre apenas cerca de 30% do gasto mensal fixo. Outros cerca de 20% advém da venda de camisetas, adesivos e chaveiros, das taxas de adoções e de contribuições eventuais. Assim, todo mês temos que fazer apelos desesperados para cobrir os cerca de 50% de déficit mensal.
É primordial, portanto, que consigamos mais padrinhos para que possamos ter uma arrecadação mensal fixa que nos permita cobrir todas as nossas despesas, evitando assim que passemos todo mês pela angustiosa possibilidade de não ter como saldar nossos compromissos.
Assim, se você quiser se tornar um padrinho, ajudando tantos peludos necessitados, o procedimento é simples:
1) envie um e-mail para qualquer uma das entidades ASSUNTO: QUERO SER UM PADRINHO LEGAL!
2) na mensagem, informe seus dados (nome completo, endereço com CEP e telefone para contato)
3) informe o valor com o qual quer contribuir mensalmente e a melhor data para pagamento (dia 10, 20 ou 30).
4) Informe se quer pagar contra boleto bancário ou se prefere fazer um depósito em conta.
(Para pagamento por boleto o valor mínimo deverá ser de R$ 30,00 devido às despesas cobradas pelos bancos).
Bradesco Ag. 0627 C/C 57633-6 ou Itaú Ag. 0796 C/C 60400-7
O início - O Projeto Mucky teve início há 25 anos, quando Lívia recuperou um macaco, o Mucky, que vivia com um mendigo, no bairro do Limão, em São Paulo. "Ele tinha uma cordinha amarrada ao pescoço, que o machucava muito. Foi a partir daí que eu conheci as atrocidade s do tráfico de animais."
No sítio, a rotina é intensa: inclui o fornecimento de três refeições variadas para cada um dos 84 viveiros, pesagem dos animais, ornamentação das gaiolas com galhos, folhas e flores, duas rondas, de manhã e à tarde, para checar o estado de todos os macacos, banhos de sol e, aos mais debilitados, cuidados especiais por meio de hidroterapia, fisioterapia, florais e fitoterápicos. Jiló é um deles. Tem atrofia nos membros inferiores e quase todos os dias fica 20 minutos com as pernas mergulhadas numa pia cheia de água morna. Ali, a voluntária Mara Ramos lhe faz massagens, sob protestos do bichinho. Como Jiló, todos têm um nome, que Lívia sabe de memória. "E eles também sabem", pontua.
Não é fácil para a ambientalista e sua equipe seguirem firmes nesse ideal. Todos os meses, a entidade tem gastos em torno de 18 mil reais, em função dos salários dos funcionários, compra de alimentos, remédios e outros itens. O pomar com árvores frutíferas utilizadas na alimentação, como embaúba e mangueira, apenas alivia as contas.
O resultado do tráfico são os efeitos que os primatas carregam por toda vida. "Isso acontece porque existem pessoas que compram esses animais como ´pets´, ou seja, achando que poderiam tratá-los como um cão ou gato doméstico." Mas isso é um sério engano. "Saguis são animais silvestres que pertencem exclusivamente à natureza, ao seu habitat, e não devem viver presos em casas ou apartamentos", adverte. Quem quiser colaborar com o Projeto Mucky pode entrar em contato pelo telefone (11) 4023-0143 ou no site http://www.projetomucky.com.br/.
http://muralanimal.blogspot.com/2011/05/sos-macaquinhos.html
28 de abr. de 2011
por1planetasempeles
Transcorrido os séculos da evolução humana, da revolução industrial a chegada a lua, parece que alguns humanos retrocederam ao invés de evoluir.
Inventam a fibra sintética e a descartam, para aprimorar a "PSICOLOGIA DA TIRANIA HUMANA". A crueldade é virtualmente endêmica na sociedade humana, e se fica estarrecido com a questão do porquê os seres humanos a praticam e porque gostam de praticar atos de crueldade.
A indústria de peles não traz apenas a crueldade dos animais, mas também grande destruição ambiental.
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Ao contrário da propaganda de indústria de peles, a produção de pele destrói o meio-ambiente. A quantia de energia elétrica utilizada para produzir um verdadeiro casaco de pele de peles animais é de aproximadamente 20 vezes mais do que precisariam utilizar para fabricar um casaco de peles sintéticas.
Devido ao tratamento químico a que as peles de animais são submetidas para não apodreçam os casacos de pele criados não são biodegradáveis na natureza. Durante este processo as substâncias químicas utilizadas são descartadas nas tubulações de esgoto, contaminando todos os afluentes de água da região próximos as Fazendas e aos curtumes se não forem devidamente tratados.
O Desastre
Em outubro de 2006, ocorreu no rio dos Sinos um desastre ambiental de proporções inimagináveis para o ecossistema, que causou a morte de no mínimo um milhão de peixes, em plena época de desova e reprodução. Este desastre foi considerado pelos ecologistas como a maior tragédia ambiental dos últimos 40 anos no Rio Grande do Sul.De lá foram retirados do rio 30 toneladas de peixes mortos, os quais foram dali transportados para um aterro sanitário da cidade.O motivo causador de tal acidente veio por intermédio de resíduos tóxicos lançados ao rio por diversas empresas coureiro-calçadistas e curtumes causado a tragédia aonde que morreram 1 milhão de peixes.
Cada visom esfolado produz aproximadamente 44 libras de fezes, tamanha a dor e o stress de seus últimos momentos de vida. Baseado no número total de visons esfolados nos EUA em 2004 que eram 2.56 milhões nas Granjas de visom, estes geraram milhares de toneladas de adubo anualmente, tendo um resultado de quase 1,000 toneladas de fezes que contém fósforo que é a fonte de contaminação para os ecossistemas de água.
A energia elétrica utilizada para a produção de um casaco de pele natural corresponde de vinte a sessenta vezes mais do que se gasta na produção de um casaco de pele sintética, por exemplo. Há ainda o grande risco de contaminação de águas devido à grande quantidade de produtos químicos utilizados para o curtume das peles.
O descarte das carcaças de animais é feito em valas comuns, normalmente próximas a plantações e mananciais.A indústria de pele recusa-se descaradamente a condenar os métodos mortais cruéis. A Eletrocussão genital é considerada "inaceitável" pela Associação Médica Veterinária dos EUA que em seu "Relatório P/ Eutanásia de Animais " relata que estes vem a sofrer de apreensão cardíaca enquanto eles ainda estão conscientes.
NO BRASIL
Alguns brasileiros podem até achar que por aqui, não há este tipo de crueldade, ledo engano.
O Brasil é um dos maiores produtores/exportadores de pele de chinchila no mundo. Uma coisa muito triste
Para se fazer um casaco médio de pele de chinchila são necessárias aproximadamente 100 chinchilas. 100!!!!!
Aqueles casacos bem longos, que vão até o pé, podem levar 300 chinchilas. Um único casaco… Outro dia vi um site que vende cobertores de pele de chinchila. A julgar pelo tamanho (estava sobre uma cama identificada como king size), aquele cobertor tinha seguramente umas 800 chinchilas, por baixo. Talvez mais…
No Brasil, a concentração de criadores de chinchila para peles está no sul do país, onde o clima é mais “propício”, já que as chinchilas são originárias de uma região fria e seca. Elas são originárias dos Andes, da porção que hoje compreende o Chile, Peru, Bolívia e Argentina. A espécie criada em cativeiro é a chinchila laníngera. Na natureza elas só existem no Chile em uma pequena reserva, mas é considerada uma espécie em extinção, pois as atuais populações, que já são escassas, estão em declínio e não em crescimento, por fatores de destruição ambiental, mesmo nas áreas teoricamente protegidas.
Vale tudo nessa empreitada: da confecção de artigos como bolsas, sapatos e mantas de peles de animais como jacaré, serpente, peixe e avestruz. Até pé de peru virou matéria-prima para a fabricação de pulseiras de relógio.
Já o segmento de peles exóticas vem faturando alto e a exploração desse tipo de negócio é autorizada pelo Ibama, que tem uma lista de produtores cadastrados.
”Vendemos o estofado dos iates dos árabes e estamos aumentando nossas exportações para grifes europeias exigentes e famosas”, conta Cristina Ruffo, a maior criadora de jacarés-de-papo- amarelo da América Latina.
Seu plantel, em Maceió (AL), tem oito mil animais, mas ela só abate cem jacarés por mês, e sua retórica é - ”Contribuímos para que o jacaré-de-papo-amarelo deixasse de ser um animal em extinção. Seu couro é exótico e é considerado a melhor pele do mundo”, diz ela.
O Brasil também exporta bucho de boi para a confecção de bolsas femininas, pés de peru e de chester para a fabricação de pulseiras de relógio e até couro de avestruz para botas e bolsas.
A Crueldade
Em 1994, Indiana se tornou o primeiro estado americano a processar uma fazenda de criação para peles, depois que os investigadores da PETA documentaram a eletrocussão genital nas Chinchilas. A indústria de pele de chinchilas considera a eletrocussão e a quebra-de-pescoço "aceitável".
Diante de tanta crueldade e danos ambientais, as granjas de peles já foram proibidas em alguns países, como na Áustria e no Reino Unido. Na Holanda estão sendo gradativamente proibidas desde 1998. Nos Estados Unidos, no ano de 2003, as granjas de chinchilas já haviam decaído em 5% em relação ao ano anterior.
A aproximadamente 29.000 anos atrás o Homem de Neandertal, começou a utilizar as peles dos animais que matava para comer, para se aquecer. Há 29.000 atrás não havia desperdício ou futilidades, não se matava animais por esporte, por estilo, ou por prazer.
Estas fazendas criam milhares de animais, e as práticas de reprodução deles são notavelmente uniformizadas ao redor do globo. Todas as Granjas são verdadeiras prisões minúsculas projetadas para maximizar os lucros na produção de peles, sempre às custas da vida ordinária que provém aos animais.
E claro que milhões de outros animais são mortos todo ano para satisfazer vaidades.De alguma maneira, consumidores, estilistas, atacadistas e compradores de lojas, pensam ter conseguido se manter à distância da crueldade e morte desnecessária, que são partes integrantes de toda fábrica de roupas e acessórios de peles e couros de animais.
Como a preocupação dos fazendeiros de pele é simplesmente de preservar a qualidade da pele, os métodos de abate não levam em conta se o animal está morto ou não o que resulta em sofrimento extremo para os animais.
Com os menores custos possíveis e melhor aproveitamento das peles que, quanto mais intactas estiverem, mais valiosas serão, os fazendeiros criaram métodos absurdamente cruéis para a matança desses animais:
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- Asfixia-> são colocados em câmaras aonde o ar é retirado, o processo é tão rápido que alguns animais não chegam a morrer, somente desmaiam e acordam enquanto giletes e facas são introduzidos em seu corpo e ai passam a serem esfolados ainda vivos.
- Eletrocussão-> fios são introduzidos nos anus, e/ou nas mandíbulas nos animais, e ai é liberada uma alta descarga elétrica, aonde morrem eletrocutados.
- Gás-> são colocados em câmaras e envenenados com estricnina,que os sufoca paralisando seus músculos com câimbras rígidas e dolorosas.
- Quebra-de-pescoço-> O animal é preso pelas pernas e tem seu pescoço torcido e depois é esticado na tábua de abate com a barriga para cima e preso pelas patas traseiras e pelos dentes. Alguns animais tem espasmos neste momento, o que pode demonstrar que ainda tinham sensações.
Algumas vezes estes métodos não propiciam a morte imediata do animal, que tem seu esfolamento iniciado ainda com vida.
De acordo com relatos de pessoas do mercado de peles e da fábrica, os animais são mortos por enforcamento. Ou então, dependurados por um fio enquanto se introduz água em sua garganta com uma mangueira até que eles se afoguem. A seguir, uma abertura é feita no estômago do animal, o couro é aberto e a pele é puxada em direção à cabeça.
Os peleiros dizem que os animais ainda podem ainda estar vivos enquanto estão sendo esfolados. O que é importante para os peleiros é que a pele seja o máximo possível preservada em uma só peça para otimizar sua utilidade.
Como é que alguém em sã consciência abate um animal inocente, muitas vezes com procedimentos cruéis, após uma vida inteira de condições altamente precárias (e igualmente cruéis…), com uma frieza que só consigo descrever como desumana??? Isso não entra na minha cabeça…
Que tipo de ser humano segura uma animal indefeso pelo rabo e pelo pescoço e puxa os dois em sentido contrário destroncando o pescoço de um bichinho totalmente indefeso, enquanto ele grita de terror, completamente impotente???
Isso é tão revoltante, repugnante mesmo, E tudo isso não é para alimentar alguém, é para fazer um casaco! e encher alguns bolsos com muito dinheiro
Quando refletimos sobre esses fatos, uma pergunta é inevitável: o que faz com que as pessoas sejam tão brutais? Elas têm problemas psiquiátricos? São produto de famílias desajustadas? Será que, dadas as condições certas - ou melhor, erradas - qualquer um é capaz de protagonizar atos extremos de violência coletiva?
As perguntas sobre a crueldade coletiva foram responsáveis por alguns dos maiores desenvolvimentos da psicologia social desde a Segunda Guerra.
Começando pela necessidade de entender os processos psicológicos que tornaram possíveis o horror do Holocausto, os cientistas têm procurado saber como pessoas aparentemente civilizadas e decentes podem perpetrar atos tão pavorosos.
Alguns animais, são jogados contra o chão, para deixá-los inconscientes." Estes métodos são essenciais para não danificar a pele dos animais" dizem os Fazendeiros.
Outros investigadores da Proteção Animal constataram que na China, as raposas, visons, doninhas nativas, coelhos, cães e gatos e outros animais eram mantidos em gaiolas de arame ao ar livre, expostos a chuva, ao sol ardente e a noite a temperaturas frias.
Muitos dos cães e gatos tinham coleira, um sinal que foram roubados de seus lares, de seus quintais.
Nestas Fazendas os animais são trazidos de caminhão, amontoados uns em cima dos outros em gaiolas empilhadas, cada caminhão transporta até 8,000 animais. Na chegada as gaiolas são lançadas ao chão com os animais vivos dos topos, para que morram de susto, ou na queda. Alguns animais eram letárgicos, e outros estavam lutando entre si, no instinto de reagirem ao pavor desse holocausto animal.Os que não tiveram a sorte de morrer rapidamente, estão com a coluna ou as patas quebradas, estão sangrando, ou presos aos arames farpados das gaiolas e dolorosamente terão ainda que aguardar um morte mais cruel. O sinal de terror nos olhos dos animais que vão para o abate é notório. Muitos tremem. Ficam impacientes. Esse terror é coletivo, pois todos os animais assistem ao cruel espetáculo de matanças, fazendo com que a crueldade de toda uma vida em cativeiro estenda-se também a este momento.
A China, segundo dados do STS, não somente exporta peles de minks, raposas, como também peles de animais de variados tipos de Doninhas (Ferrets).
Todos os tipos de doenças infecciosas são difundidos nestas fazendas, e os animais passam a sofrer de uma ansiedade-induzida aonde mastigam seus próprios membros e repetidamente se lançam contra as barras das gaiolas, se automutilando.
A globalização do comércio de peles pode ter tornado impossível verificar a procedência das peles. Os lotes de pele são comercializados por casas de leilão internacionais aonde é comprado por fabricantes e estilistas ao redor do mundo, e dai são exportados aos continentes. A etiqueta de peça de vestuário pode indicar que ele foi fabricado na Europa, mas os animais sacrificados perdem sua nacionalidade durante o processo.
O que você deve fazer
Permitir que esses algozes continuem a perpetuam essas sessões de horrores aos animais, é a trilha sangrenta entre o Biocídio dos animais e o Genocídio de pessoas.
Mesmo sem comprar um casaco de pele de animal, você incentiva a indústria de peles, quando compra um perfume, creme de alguma super-grife que também atua com peles como a Versace, Gucci, Prada e Dolce & Gabbana, Arezzo e outros.
Falsos Casacos - Com o aumento da visibilidade mundial a verdadeira face das Granjas de Pele, algumas industrias passaram a disfarçar os casacos de visom com lã de ovelha recém-nascida que é muito similar ao visom albino. A Indústria em declínio- A Inglaterra proibiu as Granjas de Pele. Nos EUA em 2004, havia 296 Granjas de visom.
Os consumidores precisam saber que todo casaco de pele, forro, ou pedaço de ornamento representam o intenso sofrimento de animais, se eles foram apanhados, criados em jaulas, do nascimento a morte. Esta crueldade só terminará quando as pessoas se recusarem a usar peles de animais e parar de comprar quaisquer outros produtos de empresas que apoiam esta prática.
Faça com que os donos e gerentes de lojas e butiques saibam que você não compra quaisquer produtos de empresas que diversificam seus negócios junto a matança de animais e que provavelmente não voltará a esta loja se ela continuar a revendê-los.
26 de abr. de 2011
ONG ABEAC, o início e o agora.
A ABEAC, Associação do Bem-Estar Animal Amigos da Célia, criada em 2003 é uma entidade sem fins lucrativos que atua em prol de uma causa importante não somente para os animais, mas para a comunidade e a evolução do pensamento em relação ao meio ambiente e à urbanização.
Criada inicialmente para impedir a eutanásia de quase 300 cães que ficaram órfãos e desamparados, após o falecimento de sua protetora D.Célia Sciumbata, em junho do mesmo ano.Depois disso, ABEAC continuou com suas atividades a fim de ajudar outros animais abandonados e vítimas da crueldade humana.
Nesses 8 anos de existência, a ABEAC tem conseguido resgatar dezenas de cães em uma única ação, como o caso dos 55 cães da pedreira (http://www.anda.jor.br/2011/01/10/55-caes-resgatados-dos-maus-tratos-e-abandono-ainda-precisam-de-ajuda-em-sp/), graças as doações recebidas, e aos padrinhos e madrinhas que amparam a entidade, e que se solidarizam em dar uma oportunidade aos animais vitimados pelo descaso da sociedade.
Acreditamos que uma sociedade só pode se considerar evoluída a partir do momento que cuida de seus animais com dignidade e respeito.
“A vida é tão preciosa para uma criatura muda quanto é para o homem. Assim como ele busca a felicidade e teme a dor, assim como ele quer viver e não morrer, todas as outras criaturas anseiam o mesmo” (Dalai Lama).
Todo o nosso trabalho depende da determinação de nossos voluntários que acreditam na causa animal e lutam por ela. Portanto, não possuímos uma sede própria, mantemos viva a instituição colocando-a como parte de nossas vidas, ou seja, trabalhamos de nossas residências e locais de trabalho.
Graças a grandes corações, hoje contamos com um canil que protege os animais que amparamos. Localizado em Caucaia do Alto em Ibiúna, São Paulo, damos uma segunda chances a esses seres que não podem se defender sozinhos.
Atualmente abrigamos 450 cães, os quais parte encontra-se no sítio, enquanto outros vivem em lares provisórios e hoteizinhos. Por isso, nossa situação está longe da ideal para alcançar o bem-estar animal pleno. Já não temos mais lugares para abrigar outros animais que necessitam, portanto não podemos mais recolher os que ainda precisam de lar.
Atenção! O abandono de animais é crime, por isso não divulgamos os endereços de onde abrigamos nossos animais, assim evitamos as pessoas que tenham essa intenção. Mas se você deseja conhecer um pouco mais do nosso trabalho, não hesite em entrar em contato, estamos disponíveis para todos aqueles que desejam ver uma mudança no mundo.
Mesmo não recolhendo animais para não comprometer a qualidade de vida dos que já estão conosco, damos a assistência necessária a todas as vítimas desamparadas. Procuramos lares provisórios e arrecadamos fundos com projetos de incentivo e doações espontâneas.
Se você tem alguma dúvida visite o nosso blog (http://abeacsp.blogspot.com) ou site (http://www.abeac.org.br), ou envie-nos um e-mail (abeac@abeac.org.br), estaremos sempre dispostos a sanar quaisquer eventuais dúvidas.
Se você deseja se juntar a nós escreva para abeac@abeac.org.br, e faça uma visita monitorada ao canil que promovemos todas as semanas. Há dezenas de olhinhos esperançosos esperando uma oportunidade de mudar suas vidas e a vida de alguém.
A mudança do mundo é fruto do esforço de cada um, faça sua parte
A ABEAC, é uma das ONG’s que mais abriga animais da terceira idade que foram resgatados das ruas abandonados e doentes, e a “Ala dos Velhinhos” é a que mais precisa de cuidados.
Eles deveriam comer ração sênior, mas muitos só comem ração úmida e alguns precisam de medicação específica e contínua.
Para manter a “Ala dos Velhinhos”, dentro das necessidades de cada um dos cães abrigados, a ABEAC, depende exclusivamente das doações que recebe, e que não são suficientes para suplantar algum tipo de regalia para os velhinhos.
Com a idade os cães tornam-se ainda mais dóceis e sossegados, seriam ótimas companhias para pessoas calmas e caseiras, mas quase sempre são ofuscados pela inquietação e tamanho dos filhotes.
Para continuar a suprir as necessidades especiais dos velhinhos a ABEAC, lança o apelo para que as pessoas “APADRINHEM A ALA DOS VELHINHOS”, para poder garantir que esses animais que já sofreram tanto em sua juventude, possam usufruir de uma velhice confortável, enquanto aguardam pacientemente por adotantes que possam ver que esses cachorros são tão amorosos quanto um filhote.
COMO APADRINHAR
Envie um e-mail para abeac@abeac.com.br com o título
2. Informe o plano escolhido
3. O melhor dia para depósito
Sua contribuição também pode ser feita através de depósito bancário;
Agência 0772
Conta-Corrente 52385-8
ABEAC - Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia
CNPJ: 06.164.870/0001-82
1. Nome completo
2. Endereço completo (cidade, estado, CEP)
3. CPF
4. Valor
5. Data do vencimento do boleto
24 de abr. de 2011
Ala dos Velhinhos da ABEAC
Em média os cães vivem 16 anos, alguns vivem mais, outros vivem menos.
A ABEAC – Associação Bem-Estar Animal amigos da Célia, fundada em 2003, é uma das ONG’s que mais abriga animais da terceira idade que foram resgatados das ruas, abandonados e doentes.
A maior parte dos cães da “Ala dos Velhinhos”, quase não dentes, devido a falta de alimentação em seus anos de crescimento. Muitos só podem comer “ração úmida” ou “carne de latinha”. Muitos também tem que tomar medicamentos específicos e contínuos.
Mas graças aos cuidados que recebem dentro da ABEAC, os cães recuperam não só a pelagem, como o brilho nos olhos e o sorriso de filhotes.
Mas para manter a “Ala dos Velhinhos”, dentro das necessidades de cada um dos cães abrigados, a ABEAC depende exclusivamente das doações que recebe, e que não são suficientes para suplantar algum tipo de regalia para os velhinhos, como um petisco, ou um cobertor para o inverno que se aproxima.
Com a idade os cães tornam-se ainda mais dóceis e sossegados, seriam ótimas companhias para pessoas calmas e caseiras, mas quase sempre são ofuscados pela inquietação e tamanho dos filhotes. Muitos dos cães velhinhos tornam-se temperamentais, e alguns não se dão com outros cães do mesmo sexo, e necessitam serem mantidos em canis separados.
Para continuar a suprir as necessidades especiais dos cães velhinhos a ABEAC, lança o apelo para que as pessoas “APADRINHEM A ALA DOS VELHINHOS”, para poder garantir que esses animais que já sofreram tanto em sua juventude, possam usufruir de um velhice confortável enquanto aguardam pacientemente por adotantes que possam ver que esses cachorros são tão amorosos quanto um filhote.
Para apadrinhar a “Ala dos Velhinhos” ou adotar algum dos idosinhos, escreva para abeac@abeac.org.br.
Para colaborar com qualquer quantia para o sustento e medicação dos 450 cães aos cuidados da;
ABEAC - Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia
Banco Itaú ( 341 )
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20 de abr. de 2011
Entre Coelhos e Páscoa
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes.
De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus.









