13 de nov de 2013
Abrigo em São Paulo permite que moradores de rua tragam seus animais
O abrigo faz um acompanhamento dos mesmos ajudando-os, a conseguir por em ordem a documentação pessoal e suas vidas de forma a se integrarem novamente á sociedade. Todos trabalham durante o dia na rua, e voltam com o produto de seu trabalho para o abrigo onde podem guardar sua carroça, suas coisas e permanecer com seus amigos inseparáveis, os cães.
O abrigo oferece cama, local para banho, sala de tv, lá podem cozinhar, lavar a roupa e fazer suas refeições.
Está localizado na Alameda Dino Bueno 735 Campos Elíseos, São Paulo; tel para contato 11 33613161.
No momento abriga 55 pessoas, 2 casais, sendo 4 mulheres e 51 homens e dois cachorros o BinLaden e a Pretinha. É conveniada com a prefeitura de São Paulo.
.

RATINHOS SÃO RESGATADOS DE EXPERIÊNCIAS NO ROYAL
Por volta do meio dia do dia 6, chegou à imprensa um comunicado do Instituto Royal informando que as atividades da unidade de São Roque-SP estão definitivamente suspensas. Segundo o comunicado, a instituição continuará trabalhando normalmente em sua unidade de Porto Alegre-RS, chamada Genotox. Na unidade gaúcha, segundo afirma o texto, não há testes com animais, assim, o Instituto Royal firma um compromisso de não mais utilizar animais em pesquisas.
A notícia do fechamento do Instituto Royal é um marco definitivo na luta pelos Direitos Animais no Brasil e no mundo. Para nós, ativistas, fica claro que a instituição não suportou a pressão popular e jurídica e decidiu fechar as portas. Em entrevista coletiva no fórum de São Roque na tarde desta quarta-feira (6), o promotor Wilson Velasco Junior garantiu que a decisão de encerrar as atividades não livra o Instituto Royal e seus representantes de responderem por maus-tratos aos animais, caso a justiça conclua que eles são culpados. O processo segue em segredo de justiça.
Sobre os animais que ainda estão no prédio do Instituto Royal
Em entrevista publicada no site do jornal Estadão em 24/10, os representantes do Instituto Royal afirmam que cerca de 500 animais, entre ratos e camundongos, ficaram no prédio da instituição após a invasão do dia 18/10. Na mesma entrevista, Silvia Ortiz, gerente geral do Instituto Royal, afirma que os animais que estão nas instalações do Royal estão comprometidos, não podem mais ser utilizados para pesquisa. Segundo ela, apenas pessoas utilizando roupas especiais, desinfectadas, podem entrar no ambiente dos roedores, que é controlado. Com a invasão, todos os animais teriam sido contaminados porque ativistas chegaram até a sala onde eles estavam (leia aqui a entrevista ao Estadão).
Eu entrei em contato por telefone na tarde desta quarta-feira (6) com Silvia Ortiz para propor um acordo sobre os animais que ficaram no instituto. Sugeri a ela que a tutela destes animais ficasse com ONGs de proteção animal, uma vez que eles não têm mais utilidade ao Royal. Muito solícita, ela me disse que o Instituto Royal tem interesse em doar todos os animais que ainda estão no prédio. Para tanto, eu precisaria emitir um pedido oficial por e-mail informando o nome de uma ONG que tenha estrutura para receber estes animais. O pedido seria então, segundo ela, enviado para apreciação do CONCEA (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) e ao jurídico do próprio Royal. Uma vez tendo meu pedido aceito nestas duas esferas, os animais seriam prontamente doados.
Pouco mais de uma hora depois, auxiliado por outros ativistas que ficaram em São Roque comigo, eu já tinha um acordo com a Ampara Animal (Associação de Mulheres Protetoras de Animais Rejeitados e Abandonados), que é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) com uma ótima estrutura em um bairro nobre de São Paulo. Um ofício foi encaminhado em nome desta associação para Silvia Ortiz (veja o ofício). Logo depois, Silvia respondeu o e-mail pedindo informações detalhadas sobre a estrutura da Ampara Animal. Dados como a marca da ração que seria oferecida aos animais, tamanho e tipo dos bebedouros e outros detalhes que, ao meu ver, não são essenciais para assegurar as necessidades dos animais.
Silvia disse ainda que todos os dados seriam primeiro avaliados pelo jurídico, pelo corpo técnico e pela presidência do CEUA (Comitê de Ética na Utilização de Animais) do Royal para só depois serem enviados para apreciação do CONCEA. No mesmo e-mail, Silvia disse que a organização que receberá estes animais deverá estar credenciada ao CONCEA.
Embora esteja em plena atividade de experimentação animal há anos, o próprio Instituto Royal apenas obteve o credenciamento no CONCEA em setembro deste ano. Assim – e infelizmente -, torna-se praticamente impossível conseguir a curto prazo a liberação de todos os envolvidos, incluindo do CONCEA, para adoção dos animais que ainda estão no interior do prédio do Instituto Royal. É provável que estejam todos mortos quando conseguirmos todas as liberações – se é que conseguiremos.
Sobre o número de animais e suposta nova invasão
Ainda por telefone, perguntei a Silvia Ortiz se havia cerca de 500 animais no instituto, como ela havia afirmado na entrevista ao Estadão de 24/10. Surpreendentemente, ela alegou que não tem ideia de quantos animais há lá hoje porque houve uma nova invasão ao prédio do Instituto Royal na madrugada de segunda-feira (4). Segundo Silvia, durante a suposta invasão, muitos animais foram retirados das gaiolas e soltos, outros levados. Por este motivo, o Instituto Royal não teria condições de precisar o número de animais que ainda estão em sua posse.
Desde o dia da invasão noticiada na grande mídia, o Instituto Royal conta com segurança particular armada (inclusive com cães de guarda, nestes últimos dias) e constantes rondas da polícia militar. Recebi com muita surpresa a notícia de que houve uma nova invasão. Seria praticamente impossível alguém entrar no Instituto Royal hoje e soltar os animais. Segundo Silvia, foi feito boletim de ocorrência e a perícia esteve no local.
Estranhamente, nenhum veículo de comunicação noticiou esta suposta invasão da segunda-feira. Ao que parece, é apenas mais uma das muitas manobras realizadas pelo Instituto Royal. Não tendo mais a obrigação de arcar com a responsabilidade da tutela dos 500 animais declarados à mídia, será fácil mostrar 50 ou 100 animais no final do processo, se assim eles quiserem.
Houve uma reunião entre promotoria, prefeitura e ativistas nesta quarta-feira (6) no fórum da cidade de São Roque. Ficou acertado que o prefeito solicitaria informações oficiais sobre o número e o destino dos animais que ainda estão no Instituto Royal. Segundo o prefeito Daniel de Oliveira Costa, o instituto terá 24 horas para responder.
Por hora, resta a espera por esta resposta.
Continuamos lutando legalmente para que os animais saiam vivos dessa.
Fabio Chaves,
fundador e infoativista do portal Vista-se | 7 de novembro de 2013.
12 de nov de 2013
Maus Tratos aos Animais e Violência Contra as Pessoas
Capitão da Polícia Militar Ambiental de São Paulo, Marcelo Robis lançou o livro; sendo que toda a renda arrecada com a primeira edição será revertida para o Instituto Nina Rosa, de proteção animal.
Do que se trata o livro?
Trata-se de uma adaptação de uma tese de mestrado que defendi no começo do ano. Foi uma pesquisa de dois anos. Em minha rotina de trabalho, lido bastante com ONGs de proteção animal, que sempre afirmaram que os casos de agressores a animais são estudados nos EUA como indicadores de possíveis seriais killers. Quis, então, entender a visão do FBI sobre quem maltrata os bichos que é pouco conhecida por aqui.
O que é a teoria do link, na qual se sustenta sua obra?
Percebe-se que as pessoas que maltratam os animais tendem também a causar violência contra as pessoas. Quero mostrar que quem faz mal aos animais provavelmente também vai bater na esposa ou machucar os filhos, porque não tem respeito pela vida. Nos EUA, por exemplo, quando a esposa é agredida, ela pode sair de casa e levar o animal junto, para que ele não fique nas mãos do marido.
Qual a base de seu estudo?
Analisei as informações de pessoas autuadas pela PM do estado por maus tratos a animais de 2010 a 2012. Foram 643, no total. Percebi que:
- 90% eram homens
- Tinham média de idade de 43 anos
- A maior parte dos crimes aconteceu em ambiente urbano
- 204 dos autuados possuíam outros registros criminais, que totalizavam 595 outros crimes (50% deles eram contra pessoas)
- Entre os crimes, apareceram 110 lesões corporais, 21 homicídios, catorze ameaças de morte e doze roubos
O que isso pode acarretar para a família?
Por exemplo, crianças e adolescentes que veem seus pais maltratando os bichos crescem insensíveis e tendem a reproduzir esse comportamento, o que causa um ciclo de violência.
Como a polícia pode usar essas informações?
Ao perceber que há um animal maltratado, os policias devem também olhar ao redor e perguntar se algum outro membro da família está sofrendo violência. Isso funciona como uma prevenção para crimes futuros. Ou seja, as pessoas que não são sensíveis à questão dos animais podem considerar esses agressores de bichos como criminosos que também vão afetar a elas próprias e às suas famílias.
Fonte: Veja SP – Carolina Giovanelli
Leia também:
-
Filhos são presos por agredir Mãe cega e idosa que tentava proteger gato de ser maltratado por eles
-
Com espingarda Marcelo Pesseghini atirava em animais
-
Um Cão na Tragédia da Família de PMs Brasilândia/SP.
Casal suspeito de assassinato, abandonou filhote nas ruas um mês após adoção
Leia também:
A cachorrinha conseguiu um novo lar, mas Joaquim não teve a mesma sorte.
Venha adotar um amigo! Temos vários animais à espera de um lar.
Cães e gatos adultos castrados, vacinados, vermifugados e filhotes com castração agendada.
Não pode adotar? Ajude divulgando!
Você pode ajudar também doando ração, cobertores, jornais, medicamentos, coleiras, guias, roupinhas, etc.
Visite nossa feirinha e traga suas doações que nós as encaminhamos para quem mais precisa
Adotando, você muda a vida de um animal carente, e ele muda a sua! Tenha certeza!
Adoção de animais abandonados.
Compartilhe essa ideia!
HUMANE SOCIETY PEDE CONTRIBUIÇÕES PARA AJUDAR VÍTIMAS NAS FILIPINAS
Neste momento, as equipes de resgate de animais da ONG Humane Society estão nas Filipinas, avaliando a situação após a devastação do Tufão Haiyan. Trabalhando com as autoridades locais e federais, vamos fazer o que for necessário para ajudar as pessoas e os animais afetados por este desastre histórico e comovente.
Por favor, faça hoje uma doação de emergência para nos ajudar a dar uma ajuda imediata de emergência para as pessoas e os animais das Filipinas - e onde e quando ocorre uma catástrofe.
Por favor, preencha as informações no formulário on-line clicando na imagem abaixo.
Obrigado,
Nota do Blog: Para muitas pessoas, países como as Filipinas são conhecidos apenas por comerem cães. Isso realmente ocorre ainda no norte das Filipinas, apesar da proibição desde 1998, o comércio ilegal de carne de cachorro.
E infelizmente as áreas afetadas pelo Tufão Haiyan não foram no norte, mas no centro. Onde vários programas de proteção aos animais são desenvolvidos e os animais são muito amados pela população.
Veja o vídeo
80 cães abandonados na neve foram resgatados no Canadá
Cerca de 80 cães abandonados e mantidos em condições desumanas foram resgatados na região de Quebec. Os cães resgatados incluíam principalmente raças grandes, como pastores e huskies. A Humane Society International / Canadá ajudou no resgate.
Ewa Demianowicz, militante de HSI / Canada, disse: "Foi devastador ver as terríveis condições em que estes cães foram mantidos por tanto tempo Os cães estavam seriamente abatidos e tinham claramente sido negado o acesso aos alimentos e à água. Vários cães tem também problemas graves de pele. Os cães não tinham um alojamento, ficavam no tempo, alguns deles sem casinha. Com as temperaturas frias se aproximando, muitos destes cães não teriam sobrevivido por muito mais tempo. "
Uma vez resgatados do local, os cães foram transportados para um abrigo de emergência, onde eles estão sendo avaliados por veterinários e recebem cuidados de funcionários e voluntários. Nas próximas semanas, o assunto vai aos tribunais e um processo contra o proprietário será feita.
O resgate aconteceu apenas uma semana depois de o governo de Quebec anunciou um novo sistema de autorização para os proprietários de cães e gatos, exigindo que os proprietários de mais de 15 cães e gatos obter uma autorização. Cada candidato deve fornecer informações específicas sobre as condições das instalações em que os animais são mantidos. O governo pode se recusar a emitir, suspender ou revogar a licença.
HSI / Canada acredita que o novo sistema de autorização vai ajudar na prevenção de maus tratos a animais, mas gostaria de vê-lo reforçado, nomeadamente através da inclusão de inspecções obrigatórias antes da emissão de licenças e com um limite de 50 animais permitidos em uma instalação. A HSI / Canada também espera que o governo use os fundos provenientes do sistema de licenças para apoiar as sociedades de proteção aos animais e os abrigos já que a aplicação das leis de bem-estar animal continuam a ser um problema sério em Quebec.
Fonte: Humane Society
11 de nov de 2013
Destruição de tufão nas Filipinas lembra tsunami de 2004
O tufão Haiyan deixou ao menos 10 mil mortos e 2 mil desaparecidos em sua passagem pelas Filipinas, segundo estimativas divulgadas por autoridades locais neste domingo (10), o que o tornaria o desastre natural mais mortífero já registrado no país.
Casas destruídas, postes elétricos derrubados, carros virados e sobreviventes atordoados percorrendo as ruas: a paisagem deixada pela passagem do Haiyan, acompanhado por ventos de até 315 km/h, lembrava a destruição provocada pelo tsunami de 2004 na Ásia.
Austrália e Nova Zelândia entregaram neste domingo quase meio milhão de dólares (370 mil euros) à Cruz Vermelha das Filipinas e indicaram que podem fornecer ajuda adicional.
A UNICEF preparou 60 toneladas de ajuda sanitária, que deve chegar ao país na terça-feira, e o Programa Mundial de Alimentos da ONU (PAM) está organizando o envio de 40 toneladas de alimentos.
Papa também doou US$ 150 mil para ajudar vítimas do tufão nas Filipinas
Todos os anos, as Filipinas são atingidas por cerca de vinte tempestades e tufões entre os meses de junho e outubro.
Após arrasar o centro e sul das Filipinas, o "Haiyan" está no Mar do Sul da China em direção ao Vietnã, onde as autoridades já iniciaram evacuações maciças.
Carne de cão proibida segue no menu nas Filipinas
Apesar de ser proibido nas Filipinas desde 1998, o comércio ilegal de carne de cachorro continua a florescer em determinadas regiões. O consumo de carne de cão continua sendo um tradicional hábito culinário no norte das Filipinas, onde sua venda em mercados e restaurantes desafia a lei.
Um palanque da cidade de Baguio, a 250 quilômetros ao norte de Manila, é um dos lugares onde se pode encontrar cães despelados e esquartejados para serem comprados por poucos dólares o quilo.
A poucos metros dali, fica o "Sagada Lunch", o mais popular dos restaurantes especializados em carne de cachorro. Lá, o menu apresenta pratos feitos com todas as partes do animal, como cabeça e fígado, e o "pinuneg", um tipo de linguiça feita de sangue canino.
Fonte: Diversas
CACHORRO VIRA-LATA É UM DOS FINALISTAS DE COMPETIÇÃO NA INGLATERRA
Wylie foi visto pela primeira vez em uma feira em Kandahar, em fevereiro de 2011, onde as tropas britânicas cruzaram com uma multidão que assistia a uma rinha de cães. O pobre Wylie estava sendo espancado com paus para encorajá-lo a voltar para a briga.
Resgatado, o sofrido cachorro teve suas orelhas e cauda cortadas, e ele tinha sido brutalmente espancado.Mas desde que ele foi resgatado por soldados britânicos do antigo reduto Taliban de Kandahar, o cachorro valente tornou-se um astro.
Depois de ser levado para segurança na Inglaterra, Wylie já ganhou um prêmio dirigido pelo Kennel Club - e pode ainda ganhar o prêmio máximo.
1200 cães foram inscritos no início da competição.
Ele agora vive sua tutora Sarah Singleton em Yeovil. Eles viajaram juntos para Londres para o concurso
Mas uma instituição de caridade chamada Nowzad trabalha juntamente com as tropas britânicas no salvamento de animais no Afeganistão. Wylie junto com outros 550 cães afegãos já foram resgatados e enviados para viverem felizes no mundo desenvolvido.
Celebração: Os membros da associação que resgataram Wylie comemoram o prêmio que ele ganhou.
A tutora disse: "Wylie é um cão selvagem que estava perdido no Afeganistão e apesar de todo o abuso e trauma que os humanos lhe infligiram, ele tem um temperamento maravilhoso e é extremamente simpático com as pessoas.
"Ele agora vive feliz comigo e com meus outros dois cães. Apesar de tudo que ele passou, ele é um cão dócil e fiel que ama a todos '.
GATINHO É RESGATADO DE DENTRO DA PAREDE
Após uma semana de procura, de onde os incessantes miados estavam vindo, a família decidiu cortar a parede de drywall onde encontraram o pobre gatinho.
O caso aconteceu na Califórnia. Ao gatinho foi dado ao nome de Valentino, ele estava desidratado, e com muitas feridas, e se recupera em um santuário de animais para onde foi levado.




