16 de jun de 2014
EXOESQUELETOS FUNCIONAIS JÁ EXISTEM NO MUNDO MAS BRASILEIRO INSISTE EM PESQUISAS COM ANIMAIS
(Vídeo) O Governo Federal já investiu 33 milhões no cruel projeto de Miguel Nicolelis. O Cientista há mais de 20 anos abre os cérebros de ratos e macacos vivos e implanta eletrodos e fios e faz com os animais participem de suas pesquisas até a morte.
A crueldade para com os animais é tanta quanto a ignorância de certas pessoas, que acham que pesquisas com animais podem trazer algum avanço para elas mesmas. De acordo com o Dr. Albert Sabin, o inventor da vacina contra a pólio, pesquisas com animais, prejudicaram e atrasaram o desenvolvimento da vacina.
Em entrevista a revista Galileu o Dr. Dr. John Pippin, diretor da associação americana PCRM (Sigla em inglês para Comitê Médico Pela Medicina Responsável), que tem mais de 150 mil médicos associados disse o porque os testes em animais ainda são largamente usados por pesquisadores?
- Há três grandes razões pelas quais isso continua e elas são dinheiro, dinheiro e dinheiro. E Por que o governo continua a colocar dinheiro em algo que não funciona?
-.. é que as pessoas que tomam essas decisões são, eles mesmos, pesquisadores que usam animais nos testes...
Re-Walk e eLegs são alguns dos exoesqueletos já vendidos no mundo desde 2010 que custam o preço de uma cadeira de rodas motorizada, e foram desenvolvidos sem os CRÚEIS TESTES EM ANIMAIS.
Leia também:
Experiências com Animais e o Exoesqueleto da Copa do Mundo
Luiz Portinho, advogado e presidente da Rio Grande do Sul Paradesporto
“O exoesqueleto é mais uma das tantas promessas de milagre que não resolverá a vida das pessoas com deficiência. Seu único efeito prático será causar falsas expectativas para cadeirantes que hoje aguardam um milagre para voltar a viver.”
Ronald Andrade, publicitário sergipano
“Qualquer iniciativa que possa melhorar a qualidade de vida dos quebradinhos é válida. No caso do exoesqueleto, especificamente, me pergunto se será economicamente viável e até do ponto de vista prático. Para ser bastante realista, acho que o conhecimento que está sendo produzido com o desenvolvimento desse bicho (especialmente o mapeamento dos estímulos nervosos) pode e vai ser aplicado de outras formas. Mas não acho que o exoesqueleto será uma revolução tão grande na vida dos ‘malacabados’.Outras iniciativas pelo mundo afora me parecem mais animadoras do que me tornar um homem biônico, até porque o robocop só resolveria um dos aspectos que complicam a minha vida de lesado medular (a mobilidade), mas e os outros probleminhas que vêm no kit tragédia?”
Danielle Nobile, esportista e professora. Edita o blog Por uma vida saudável sobre rodas
“O exoesqueleto foi uma grande gastação de dinheiro (que poderia ter sido usado em alguma pesquisa pra cura da lesão medular) e uma forma de iludir e enganar leigos. Nenhum cadeirante vai voltar a andar com aquilo. É pesado, é gigantesco. Não cabe no carro, não entra no banheiro. E aí? Depois do chute da Copa, isso vai servir pra que?”
Tabata Contri, consultora em acessibilidade e atriz
“Exoesqueleto não faz a gente voltar a andar, não existe milagre. É uma máquina que cria uma ilusão e me dá a impressão de que somos um “robocop”. É estranho. Não é meu músculo, não é minha perda. Com todo respeito à pesquisa, mas, para mim, como cadeirante, não é funcional…”
Mara Gabrilli – é cadeirante, publicitária, psicóloga, e deputada federal, e fundou uma OSCIP que apóia atletas com deficiência, promove o Desenho Universal, fomenta pesquisas científicas e projetos culturais. O chute mais caro do Brasil
Muita gente não viu, mas ontem na abertura da Copa do Mundo, o primeiro chute na Arena Corinthians foi dado por um paraplégico. Juliano Pinto, de 29 anos, usava o exoesqueleto desenvolvido pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, que prometeu fazer um jovem andar no campo e chutar a bola. O movimento, que passou quase despercebido, já que o jovem não andou, foi uma demonstração do Projeto Andar de Novo, que recebeu um investimento de 33 milhões de reais do governo federal.
Longe de mim, que sempre defendi a promoção da ciência, ir contra a qualquer estudo cujo objetivo é alcançar formas de movimentar o corpo humano. Contudo, a viabilidade e o investimento colocado no projeto, diga-se de passagem, com dinheiro público, não podem deixar de ser questionados.Com 33 milhões de reais, poderíamos realizar diversas pesquisas em prol da cura de paralisias e a reversão de doenças paralisantes e lesões medulares. Com uma pequena parte desse dinheiro, faríamos pesquisas voltadas para a ELA (esclerose lateral amiotrófica), doença degenerativa e progressiva que atinge cerca de cinco mil brasileiros por ano. Enquanto se investe seis vezes mais para demonstrar ao mundo o chute de um paraplégico, pacientes da ELA vivem (ou sobrevivem) sem perspectivas de um futuro.
Com 10% do investimento grandioso do exoesqueleto, poderíamos investir em outras pesquisas úteis voltadas para o estudo da diabetes, esquizofrenia, Alzheimer, Parkinson, entre outras doenças cujo tratamento e a cura são alvo de cientistas de todo o mundo, inclusive dos profissionais brasileiros, que hoje trabalham com recursos públicos vergonhosos.Ainda, com os 33 milhões investidos no projeto de Nicolelis, cerca de 6.600 brasileiros receberiam uma cadeira de rodas motorizada. É mais que o dobro fornecido pelo SUS no ano passado, quando distribuiu aproximadamente 2.900 cadeiras, segundo a Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS).
Pensando em robótica, com o mesmo valor investido no Projeto Andar de Novo, o Brasil conseguiria adquirir 27 aparelhos da Lokomat, que ao invés de um chute, consegue fazer tetraplégicos de fato andar em uma esteira ultramoderna com um robô encaixado na perna que faz o movimento da marcha.E se pensarmos em reabilitação, área miserável em nosso país, conseguiríamos construir, equipar e custear, por um ano, cinco centros de reabilitação no Brasil, utilizando como base de cálculo a própria portaria 835/2012 do Ministério da Saúde que institui incentivos financeiros nessa área.
Por isso, o exoesqueleto, mesmo sendo um avanço científico, não é um projeto promissor ao brasileiro com deficiência, que por mais vontade que tenha em voltar a andar, ainda carece do básico.
Além de todos esses motivos e tantos outros que estenderiam a discussão por horas, o exoesqueleto não é funcional: pesa 70 quilos. Já imaginou o que seria andar carregando esse peso com você? Também não podemos deixar de falar que houve falta de publicação de trabalhos científicos mostrando os resultados da pesquisa, já que Nicolelis publicou artigos detalhando os testes só em macacos ou ratos.
Dado o chute inicial da Copa, espera-se, ao menos, que seja mantido o laboratório de robótica construído na AACD e que o projeto fique de legado para a população que de fato carece de atendimento em reabilitação.
14 de jun de 2014
Chapéu de Gato Natural
(Vídeo) Que os gatos fazem coisas inusitadas, isso ninguém duvide. E aproveitei para acrescentar a música “Adotei um Lindo Gato” do Abrigo Piccolina.
Seres Viventes Sofrem no Paraná
(Vídeo) O Resgate de uma cadelinha que ficou guardando a casa cheia de água. A Vaca que foi arrastada para a copa de uma árvore, e as mais de 500 mil vítimas das chuvas e da enchente, que atinge o Paraná, e Santa Catarina – são esquecidos pelas TV’s, que só dão destaque a Copa do Mundo.
A forte correnteza de um córrego em Quedas do Iguaçu, no oeste do Paraná, área atingida por fortes chuvas e alagamentos nos últimos dias, arrastou um vaca para a copa de uma árvore. O animal foi encontado morto após o nível das águas baixar no dia 09 de Junho. (Fonte: IG).
A população desabrigada está sendo encaminhada para abrigos em espaços públicos, dezenas de cidades estão em estado de emergência.
Dilma tira helicóptero da Polícia Rodoviária no Paraná para atender Copa no Mato Grosso
Nesta terça-feira (10), a presidente Dilma Rousseff determinou que o helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) fosse desviado para atender às demandas da Copa do Mundo em Mato Grosso e no Rio de Janeiro.
Mesmo com 130 cidades em situações de emergência e 425 mil desalojados, governo federal repassou R$ 140 mil ao Paraná
As decisões do governo federal para atender às vítimas das chuvas no Paraná geraram revolta por parte de parlamentares do Estado. O governo federal repassou R$ 140 mil ao Paraná, valor considerado baixo pelos parlamentares.
Em pronunciamento da tribuna, o deputado federal Sandro Alex disse: “O Paraná está debaixo d’água, mas o governo federal dá prioridade à Copa do Mundo. Desvia a única aeronave da Polícia Rodoviária Federal que poderia fazer o transporte das pessoas atingidas pelas chuvas”, protesta.
Segundo a Defesa Civil, as enchentes dos últimos dias já atingiram 130 municípios, 438 mil pessoas estão desabrigadas e dez perderam a vida. O deputado também criticou o repasse de verbas do governo
O deputado também critica o valor repassado ao Estado. “Isso é muito pouco diante das dificuldades”, criticou Alex. Segundo o parlamentar, apesar do descaso da área federal e das dificuldades por que passa o estado, o Paraná está unido no atendimento das vítimas.
“Os problemas são imensos, as estradas estão bloqueadas, as pontes foram destruídas. Em alguns municípios, a situação é bastante crítica. É o caso de União de Vitória, que está debaixo d’água e as chuvas não param”, relatou o deputado federal.
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Valdir Rossoni (PSDB) também criticou as atitudes tomadas pelo governo federal no atendimento às vítimas das enchentes no Paraná. “Só posso considerar como mais um ato de desrespeito ao povo do Paraná, o anúncio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil que liberou R$ 140 mil (cento e quarenta mil reais) para a assistência às vítimas das chuvas no Paraná. Estamos falando de 130 municípios em situação de emergência e 422 mil pessoas atingidas pelos temporais”, publicou, em nota de repúdio.
Rossoni considera a notícia um escárnio com o sofrimento dos paranaenses, “mas ela fica ainda pior quando vejo no mesmo site da Agência Brasil, do Governo Federal, que o repasse para ajudar as vítimas da chuva em Santa Catarina será de R$ 3 milhões. Não posso aceitar calado este preconceito. Que o Governo Federal há muito vem tratando o Paraná com perseguição, isto é um fato público.
Agora, porém, chegou ao limite o requinte da crueldade para com o povo trabalhador deste meu estado”, completa.
PR recebe menos verba que SC para vítimas de chuva e vê interesse eleitoral
Em nota, o Ministério da Integração Nacional afirma que os R$ 346 mil, se somados os dois repasses, têm caráter emergencial e servem exclusivamente à compra de cestas básicas. Caso a Secretaria Nacional de Defesa Civil tivesse mantimentos em estoque, eles seriam enviados ao Estado em vez do dinheiro.
13 de jun de 2014
Perdido no Uruguai Cachorro Segue Caminhando até Encontrar com Tutor no Brasil
(Video) As fotos da peregrinação do cão do Uruguai até o Brasil, e o emocionante encontro com seu tutor após dois meses de separação, é que são exibidas no vídeo ao som dos beatles, minha forma de agradecer aos 4 torcedores ingleses, que além de vestirem, alimentarem, e cuidarem do cão, estão no Brasil para também levantar fundos para a construção de poços artesianos em áreas de seca na Bahia.
Eu já havia postado essa emocionante história, mas acho que o título que eu dei:
Jornada Épica Cão Reencontra Tutor Após 1.966 Km Caminhada da Caridade
Não mereceu a atenção de muita gente, que deixou de conhecer essa linda história.
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Experiências com Animais e o Exoesqueleto da Copa do Mundo
(Vídeo) O fato é que quando ativistas se colocam contra os testes em animais, muitos leigos ficam indecisos em quem acreditar, mas e quando cadeirantes se colocam contra a pesquisa do exoesqueleto, dizendo: “O fato é que eu não quero ser um Robocop. E você?” , é uma boa hora para você se informar melhor sobre o assunto…
O meu vídeo sobre as pesquisas de Nicolelis é quase todo narrado por ele mesmo, assistam e entendam.
Se você é um dos brasileiros conscientes, que sabe que os gastos com a Copa do mundo poderiam e deveriam ter sido usados em inúmeras outras necessidades prioritárias que temos….talvez agora consiga entender o quanto alguns ditos “cientistas” conseguem desviar dinheiro em suas pesquisas insanas e ainda posar para o mundo como ‘humanistas’.
Filho de uma escritora, e portanto um bom contador de histórias, Miguel Angelo Laporta Nicolelis, foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009. Lidera um grupo de pesquisadores que se expande pelo mundo, na tentativa de integrar o cérebro humano com máquinas….para….
Nicolelis também concebeu e lidera o projeto do Instituto Internacional de Neurociências de Natal, na capital do Rio Grande do Norte. E em 28 de fevereiro de 2013, ele fez um experimento ligando o cérebro de dois ratos, um em natal e outro nos EUA, conseguiram conectar dois ratos pelos sinais de seus cérebros, e vai imaginando o propósito disso, que não tem nada de humanista, bem longe de fazer qualquer cadeirante andar, o que ele e outros cientistas pretendem é criar um novo brinquedo de controle remoto a distância; um soldado-robô….e conforme alguns documentos revelados; controlar os animais que poderiam também ser usados como armas.
Veja : Ressarces linked a rat in the US city of Durham, North Carolina, with another in Natal, Brazil
Aurora, Thumper e Pocie são apenas algumas das macaquinhas escravizadas por Miguel Nicolelis, na Universidade Duke, na Carolina do Norte (EUA)
O pesquisador só tem palavras meigas para falar delas. Mas ainda assim, não há meio de obter uma fotografia de qualquer uma delas. Há anos jornalistas ao redor do mundo gostariam de publicar imagens dessas "heroínas" (nas palavras do próprio Nicolelis) dos estudos do cérebro. As macaquinhas continuarão, provavelmente para sempre, no mais completo anonimato. "Por quê?", você pode perguntar. São as normas da universidade, que tem medo que as imagens despertem a fúria das associações protetoras dos animais.
A Duke teme que fotografias de macacos indefesos que tiveram suas caixas cranianas abertas e receberam implantes de eletrodos no cérebro despertem a ira dos grupos contrários às pesquisas com animais.
A atitude da universidade poderia ser definida como o cúmulo da preocupação (para não dizer que é pura mentira mesmo, que os animais não são maltratados, uma vez que fazer as experiências pode; mostrar é que não pode).
Os animais são imobilizados, confinados num ambiente artificial, condenados a estar vivo para viver uma vida que não lhe pertence. Os animais são capazes de sentir e de pensar, e exatamente por essa razão são escolhidos e forçados a uma experiência que pouco se importa com o que ele pensa disso. Ângulos são mudados e um turbante improvisado é colocado para esconder o crânio aberto dos estômagos mais sensíveis, da cena horrorosa.
A eletroencefalografia ou EEG usada por Miguel Nicolelis, remonta a 1875 quando Richard Caton observava impulsos eléctricos na superfície dos cérebros de coelhos e macacos . Em 1912, Vladimir Pravdich-Neminsky
Em 2012, Nicolelis destacou a importância de estudos com animais para o progresso no campo em um artigo para a revista Scientific American :
“O projeto baseia-se em quase duas décadas de trabalho pioneiro sobre interfaces cérebro-máquina na Duke-investigação que se cresceu a partir de estudos que remontam à década de 1960, quando os cientistas tentaram bater em cérebros de animais para ver se um sinal neural poderia ser alimentado em um computador e, assim, levar um comando para iniciar o movimento de um dispositivo mecânico.”
O exoesqueleto por cadeirantes.
Luiz Portinho, advogado e presidente da Rio Grande do Sul Paradesporto
“O exoesqueleto é mais uma das tantas promessas de milagre que não resolverá a vida das pessoas com deficiência. Seu único efeito prático será causar falsas expectativas para cadeirantes que hoje aguardam um milagre para voltar a viver.”
Ronald Andrade, publicitário sergipano
“Qualquer iniciativa que possa melhorar a qualidade de vida dos quebradinhos é válida. No caso do exoesqueleto, especificamente, me pergunto se será economicamente viável e até do ponto de vista prático. Para ser bastante realista, acho que o conhecimento que está sendo produzido com o desenvolvimento desse bicho (especialmente o mapeamento dos estímulos nervosos) pode e vai ser aplicado de outras formas. Mas não acho que o exoesqueleto será uma revolução tão grande na vida dos ‘malacabados’. Outras iniciativas pelo mundo afora me parecem mais animadoras do que me tornar um homem biônico, até porque o robocop só resolveria um dos aspectos que complicam a minha vida de lesado medular (a mobilidade), mas e os outros probleminhas que vêm no kit tragédia?”
Danielle Nobile, esportista e professora. Edita o blog Por uma vida saudável sobre rodas
“O exoesqueleto foi uma grande gastação de dinheiro (que poderia ter sido usado em alguma pesquisa pra cura da lesão medular) e uma forma de iludir e enganar leigos. Nenhum cadeirante vai voltar a andar com aquilo. É pesado, é gigantesco. Não cabe no carro, não entra no banheiro. E aí? Depois do chute da Copa, isso vai servir pra que?”
Tabata Contri, consultora em acessibilidade e atriz
“Exoesqueleto não faz a gente voltar a andar, não existe milagre. É uma máquina que cria uma ilusão e me dá a impressão de que somos um “robocop”. É estranho. Não é meu músculo, não é minha perda. Com todo respeito à pesquisa, mas, para mim, como cadeirante, não é funcional…”
11 de jun de 2014
Blackfish Nos Bastidores do Parque Marinho SeaWorld
Fonte: Mural Animal
Gatinho em Fuga é Salvo com Guarda-Chuva
No último dia 4 de junho, o estudante e usuário do Twitter japonês Yusuke Mieno enquanto esperava em um semáforo, viu um gatinho atravessar a rua e quase ser esmagado por um carro. Em um reflexo rápido para se salvar do atropelamento o gatinho saltou sem destino e acidentalmente caiu em um córrego ao lado da estrada.
Percebendo que não haveria tempo suficiente para chamar por ajuda, o estudante teve reflexos tão rápidos quanto o pobre gatinho. Assim usandoum guarda-chuva, Mieno se empenhou em salvar o animal de uma forma bastante engenhosa
"O resgate do gatinho foi um sucesso", ele twittou . "Graças a Deus." O animal foi resgatado e trazido para terra seca, onde a criatura rapidamente saiu correndo, aparentemente ileso de forma segura.
As imagens já foram retwittadas cerca de 30.000 vezes. E o site Otakuma relata que Mieno atualmente frequenta uma escola profissional em Fukuoka e pretende se tornar um bombeiro, conforme sua declaração;
“No futuro quero ser um bombeiro, então eu não poderia esquecer qualquer tipo de vida qualquer que ela seja“.
Conhece a nossa página Pensamento Animal
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Bombeiros Ajudam Cadela a Salvar Filhotes de Cano de Esgoto
(VÍDEO) Novamente, os bombeiros da Turquia dão um show de solidariedade e cooperação humana-animal. Digo isso depois de ter visto e postado o vídeo do pedido de socorro da Mamãe Gata.
Uma cadela havia dado a luz a seus filhotes, dentro de um cano de esgoto, que desemboca na praia na cidade de Bodrum, na província turca de Muğla.
Com a subida da maré, o cano começou a encher de água, e a cadela conseguiu sair com um filhote, mas não conseguia voltar para resgatar os outros recém-nascidos.
Um morador local percebendo o que estava acontecendo, chamou os bombeiros, que não conseguiam entrar pelo cano e não tinham tempo suficiente para qualquer outra ação, já que á água estava subindo e iria afogar os filhotes. Foi então que a cooperação humano-animal entrou em ação.
Os bombeiros chamaram a cadela mãe e a colocaram dentro do buraco, para que ela pudesse ir buscar mais um dos filhotes, e a ajudavam a sair, e ainda mostravam o caminho seguro para que ela indo e vindo pudesse resgatar todos os seus filhotes.
Vejam o vídeo, e novamente meus parabéns a esses homens de bom coração.
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Falece Poppy Considerada a Gata Mais Velha do Mundo
Após seu 24º aniversário, Poppy foi considerada pelo Guiness, a gata mais velha do mundo ainda viva. Agora com se falecimento ela se junta para brincar no céu dos animais com outros recordistas - Pinky, um gato do Kansas, que faleceu aos 23 anos, e Creme Puff que viveu em no Texas durante 38 anos e três dias.
A mãe humana de Poppy disse ao Daily Mail: "Nós sabíamos que ela era velha, mas ainda é difícil de acreditar que ela se foi.
Leia Também: Gata de 24 anos é Declarada pelo Guinness como a mais velha do mundo
Sra. West, disse ainda que os outros amigos felinos também estavam sentindo a falta de Poppy.
Ela disse: 'Nós temos tem outros quatro gatos no momento. "Todos nós estamos sem apetite, e meus outros gatos não quiseram comer durante todo o dia na sexta-feira, e todos eles parecem estar esperando Poppy voltar para casa.
"Ela teve uma semana ruim na semana passada. Ela estava em uso de antibióticos na quarta-feira por causa de uma infecção e suas pernas traseiras não ficavam em pé.
"Ela faleceu na sexta-feira ás 03:30. Eu tinha passado o dia inteiro com ela, pois ela estava muito mal.
"Sabíamos que ia acontecer, mas todos nós, ainda estamos completamente devastados.
"Nós há enterramos no jardim, ao lado de todos os outros animais de estimação que tivemos, e que já passaram desta vida."
Ainda não se sabe quem vai levar a coroa de Poppy.
10 de jun de 2014
Jornada Épica Cão Reencontra Tutor Após 1.966 Km Caminhada da Caridade
(VÍDEO) Essa é uma daquelas maravilhosas histórias que acontecem na vida real, que além de emocionar, comprova que quem se propõe a ajudar humanos e não-humanos, não se importa com distancias, fronteiras e nem faz distinção entre os seres vivos.
Os quatro torcedores ingleses pretendem levantar fundos que será usado para construir poços de água em uma área pobre do Brasil. A história da ‘Caminhada para a Copa do Mundo’, teve uma reviravolta inesperada quando os meninos foram seguidos por um cão vadio desde o Uruguai.
Quase 2 mil quilômetros em 100 dias. A jornada de quatro jovens ingleses que partiram em caminhada de Mendoza, na Argentina, há cerca de três meses, chegou ao fim neste domingo, em Porto Alegre (RS). Adam Burns, David Bewick, Pete Johnston e Ben Olsen deram início à ‘Walk To The World Cup’, com o objetivo de arrecadar doações a uma instituição britânica que construirá poços artesianos na Bahia, mas acabaram propiciando um emocionado reencontro entre um cão perdido e seu dono.
Quando encontrou por acaso numa estrada da Argentina o grupo de quatro britânicos que faziam uma caminhada de 2000 km até ao Brasil, para assistirem aos jogos da seleção inglesa, o cão começou a segui-los estrada fora e o grupo decidiu então ficar com ele.
O cão, apelidado de Jeferson, era um mestiço de vira-lata com labrador, e uniu-se ao quarteto inglês em Balneário Solís, no litoral uruguaio, há cerca de três semanas e desde então seguiu o grupo em sua longa caminhada, a despeito das tentativas de afugentá-lo. “Eles não quiseram dar comida para ele, justamente para que ele não se apegasse. Só que mesmo assim ele não desgrudava, então eles acharam que o cachorro não tivesse dono”, conta Ana Lúcia Pires, que descobriu a história dos ingleses pela internet e decidiu abrigá-los em Porto Alegre.
Após a grande repercussão da caminhada na imprensa internacional, porém, os ingleses descobriram que Jefferson, na verdade, tinha dono e se chamava Negro. Ignacio Etchitchury, o Nacho, viu as imagens de seu cão espalhadas nas redes sociais e não teve dúvidas: juntou uma muda de roupas e seguiu de carona com um motorista de caminhão até Porto Alegre.
'Negro', que tinha sido rebatizado como 'Jefferson' pelos novos donos, na verdade nem foi adotado pelos ingleses, foi ele que os adotou.
“Ele chegou aqui na sexta-feira, sem ter onde ficar. Aí os meninos (ingleses) entraram em contato comigo, pedindo que eu desse abrigo a ele também. Eu acompanhei toda essa história de perto e é muito emocionante ver esse reencontro”, disse Ana Lúcia, ao ver o choro de Nacho após ter de novo em seus braços o seu cão.
“Assim que eu vi as imagens, eu tinha certeza que era meu Negro. Falei com eles pelo Facebook e me atirei para o Brasil. Um motorista de caminhão, amigo de uma amiga de minha mãe, me deu carona, e um dia e meio depois eu estava aqui”, afirma Nacho, que agora planeja encarar uma nova aventura com seu cão. “Quero comprar uma bicicleta com reboque, para voltar com ele ao Uruguai. Não há pressa”, disse.
O verdadeiro dono, Ignacio Etchitchury, de 24 anos, cria 'Negro', há sete anos, desde que era um filhotinho, e perdeu o animal há cerca de dois meses, na praia de Solís, no litoral da província de Maldonado, no Uruguai, e ficou desesperado. O desespero aumentou à medida que os dias foram passando sem encontrar qualquer rasto do animal. Numa inesperada reviravolta do destino, três semanas depois de ter ficado sem o seu companheiro, Ignacio viu na televisão uruguaia uma reportagem sobre os ingleses que iam a pé até ao Brasil e percebeu, espantado e de novo esperançado, que o cão que acompanhava o grupo era o seu.
Através das redes sociais, o uruguaio entrou em contato com os ingleses e confirmou que o cão era mesmo seu.
Os europeus aceitaram devolvê-lo. O encontro, que emocionou a todos, ocorreu junto ao Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, onde serão realizadas várias partidas do mundial. Para os quatro ingleses, foi com tristeza que se separaram do cão, a quem, além do nome próprio 'Jefferson' tinham dado os apelidos Ramsey Moore, em homenagem a Alf Ramsey e Bobby Moore, respetivamente técnico e capitão da seleção inglesa campeã do mundo de 1966.
Mas ao verem a alegria do cão ao reencontrar Ignacio e o choro copioso deste ao abraçar o cão, tiveram a certeza de estar a fazer a ação certa.
Para entrar em contato ou ajudar o grupo escreva para: walktotheworldcup@gmail.com
Para contribuir para a construção dos poços de água: www.justgiving.com/WalkToTheWorldCup-JdeV


