15 de jul de 2014

Cerca de 100 Animais Mortos no Zoo de São Paulo

Passados 10 anos da morte ou assassinato da Anta Melancia, dos Chimpanzés Tony, Felipe e Nancy, e dos Dromedário Maquito, Marisa e Mancinha, e da Orangotango Karen e os porcos-espinhos e os micos-leões-de-cara-dourada, pouco foi esclarecido e menos ainda divulgado pelas autoridades, o que teria realmente ocorrido entre janeiro e março de 2004, quando cerca de 100 mamíferos morreram no zoológico de São Paulo.

Passados dez anos de investigação, não se divulgou qualquer pista do suposto serial killer: nenhum fio de cabelo, nenhum vestígio de DNA, nenhum grampo comprometedor ou imagem de câmera de segurança permitiu apontar qualquer suspeito. O caso, que corre sob sigilo de Justiça, nunca foi arquivado. Ninguém foi preso.

Cerca de 100 Animais Mortos no Zoo de

A pequena anta Melancia, em 2004, havia sido escolhida como um dos animais-símbolos do aniversário de 450 anos da cidade, era uma das vitimas.

À falta de uma explicação melhor, a direção do zoológico atribuiu as mortes à ação de um misterioso serial killer, que, interessado em prejudicar a imagem do parque, teria posto veneno de rato na comida dos animais. A investigação mobilizou a polícia, a Justiça, a imprensa e o público durante meses.

Em 2005, mais animais morreram no Zoo, mas ao contrário do que ocorrera em 2004, a direção do zoológico de São Paulo não fez alarde sobre as mortes de animais. O fato só veio a público em 2007, quando, pressionada pelo vazamento da informação, a Fundação Zoológico enviou uma carta a respeito ao Conselho Estadual do Meio Ambiente.

O assunto é desagradável para a direção da Fundação. Reconhecer que as mortes se deveram a uma zoonose (doença animal), e não a um assassino, equivaleria a reconhecer que o zoológico esteve um dia contaminado por roedores, um vexame para a imagem internacional do zoo de São Paulo e um risco para a saúde dos visitantes do parque: há relatos na medicina de transmissão de ECM a seres humanos.

A última notícia sobre as mortes dos animais já tem cinco anos; que o suposto assassino nunca foi encontrado. Crime perfeito?

A lista obtida pela revista desmonta um detalhe fantasioso da série de mortes de animais de 2004 – a de que o serial killer seguia as letras do alfabeto (anta, bisão, chimpanzé, dromedário...) na hora de escolher suas vítimas. Não só não há nenhuma sequência alfabética nas mortes, mas o “serial killer” teria que ter verdadeira obsessão por porcos-espinhos – 36 teriam sido envenenados em apenas três meses.

Evidências esmagadoras indicam que a verdadeira causa mortis dos animais foi encefalomiocardite, uma doença causada por vírus e transmitida aos mamíferos do zoo pelos ratos que infestavam o zoológico entre 2004 e 2005.

A revista obteve documentos inéditos sobre o caso, inclusive a lista de animais mortos no zoológico naquele período, cuja autenticidade foi confirmada por ex-funcionários do zoo. Esses documentos mostram que a tese do serial killer não tem sustentação nos fatos.

A lista de animais mortos derruba a tese do “assassino em série”. Ela mostra que em 2005 houve um surto de características em tudo semelhantes ao de 2004. Ao contrário do que aconteceu em 2004, no ano seguinte a direção do zoológico conseguiu identificar claramente a causa do surto: uma zoonose (doença animal) transmitida pelas fezes de ratos, a encefalomiocardite, ou ECM. A morte por ECM tem características semelhantes àquelas dos animais vitimados em 2004.

Aparentemente, em 2004 os responsáveis pelo zoológico desconheciam a existência de ECM no Brasil, o que pode tê-los levado a não considerar essa hipótese naquela ocasião.

Uma comparação entre os dois surtos no zoológico, o de 2004 e o de 2005 (leia quadro abaixo), mostra semelhanças que desafiam as probabilidades estatísticas. As duas espécies mais atingidas são as mesmas em ambas – os porcos-espinhos e os micos-leões-de-cara-dourada. Seria necessária uma coincidência extraordinária para que o “serial killer” de 2004 privilegiasse justamente as duas espécies que, um ano depois, seriam vítimas de um surto com causas naturais. A chance matemática de isso ocorrer, considerando que há 102 espécies de mamíferos no zoológico de São Paulo, seria de aproximadamente 0,02%, ou uma em cinco mil.

Outra característica em comum entre os dois surtos é que eles aconteceram no verão, estação em que os ratos proliferam. Reportagens publicadas na imprensa em 2004 registram a infestação de ratos no zoológico naquele ano. Falam em “proliferação de ratos”, “aumento da população de roedores” e “grande número de ratos no local”. Desde 2005, quando um rígido combate aos ratos foi feito no zoológico, não houve mais surtos semelhantes. Desde então, também não se falou mais no serial killer.

SOB AMEAÇA?
Girafas no zoo de São Paulo. Pelo menos algumas das mortes foram provocadas por uma doença

A única “evidência” da ação de um serial killer é a suposta presença de MFA (monofluoracetato de sódio), um poderoso raticida, no organismo dos animais que morreram em 2004. Mas a metodologia usada nos exames que apontaram o MFA é contestada. Segundo especialistas ouvidos por ÉPOCA, o tipo de teste usado – chamado CCD, ou cromatografia de camada delgada – não permite afirmar que a morte ocorreu por envenenamento, uma vez que não indica a quantidade de MFA no corpo do animal. A técnica usada pelo Centro de Assistência Toxicológica (Ceatox) da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), órgão que fez os exames nos animais, pode dar um falso positivo. Para Regina Moreau, que estuda o MFA no departamento de análises clínicas e toxicológicas da faculdade de farmácia da Universidade de São Paulo, seria necessário refazer os exames. “Para ter mais precisão, eles precisa fazer também o exame de cromatografia líquida (CLAE). Esse método é muito mais refinado e pode até indicar a quantidade do MFA presente no animal", diz. "Como especialista em MFA, eu não afirmaria envenenamento por essa substância apenas analisando o CCD. Ele é apenas uma forma de fazer uma triagem. O método melhor é fazer o CLAE também."

A morte por ECM tem características semelhantes à morte por MFA – com uma importante diferença, segundo especialistas ouvidos por ÉPOCA: os animais mortos por encefalomiocardite apresentam lesões no coração; nos mortos pelo MFA, as alterações ocorrem no fígado. A grande maioria das necropsias dos animais supostamente envenenados por MFA no zoo apresentava alterações no coração, ou no cérebro. "O coração estava sempre esbranquiçado e com lesões", diz José Daniel Luzes Fedulo, ex-veterinário do Zoológico de São Paulo e responsável pelas necropsias dos animais mortos em 2004.

A questão poderia ser esclarecida voltando a examinar os animais mortos em 2004 – acredita-se que suas vísceras ainda possam estar congeladas no Ceatox – para detectar o vírus da ECM. A Fundação Zoológico não informou se tomou alguma providência nesse sentido nos últimos quatro anos. Caso a Justiça continue a protelar o assunto, as principais evidências dos “crimes” podem ser perdidas. “Só podemos ter certeza se foi zoonose se as amostras colhidas em 2004 estiverem armazenadas na temperatura adequada; do contrário, as provas podem ser perdidas para verificar a encefalomiocardite”, diz Paulo Michel Roehe, especialista nessa doença da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O diretor do zoológico, Paulo Bressan, não retornou as ligações de ÉPOCA.

Procurado por ÉPOCA, José Luiz Catão-Dias, professor de veterinária da Universidade de São Paulo e diretor-técnico do Zoológico em 2004, insistiu na tese do “serial killer”. Em 2007, ele publicou um livro, “Tratado de Animais Selvagens”, em que admite que viroses animais podem passar “despercebidas” em zoológicos.

Em 2004, suspeitas infundadas foram lançadas sobre funcionários do zoológico. Alguns deles perderam o emprego e hoje vivem de trabalhos de menos prestígio. Alguns estão processando o zoo de São Paulo por assédio moral. Confira, na reportagem da revista desta semana (clique aqui para ler) a história da bióloga Kátia Cassaro, a única pessoa que tinha a chave da jaula de muitos dos animais que morreram em 2004.

Projetos para Beneficiar Animais estão Parados no Congresso

Nota do Blog: Antes de ler a matéria tenha em mente que além da morosidade do congresso brasileiro, a maioria dos líderes/entidades que defendem a causa animal no Brasil, também não apoiam ou fazem grandes esforços (manifestações-petições) para apoiar este ou aquele projeto, por serem desse ou daquele político que não apoiam, ou porque são contra a criação de abrigos de animais. E pasmem ainda fazem campanha CONTRA outros projetos apoiados por outras entidades pró-animais.

Ou seja desse jeito os animais nunca teram direitos nesse nosso país, não acham!

Projetos para Beneficiar Animais estão Parados no Congresso

O projeto da política de castração que poderiam ajudar a conter o abandono de animais nas ruas, já foi aprovado em todas as comissões da Câmara, e agora o presidente da Frente Parlamentar em Defesa dos Animais, deputado federal Ricardo Izar (PSD-SP), há três anos a frente luta para colocar na pauta da Câmara dos Deputados um projeto que obriga os governos estadual, federal e municipal a colocar em seus orçamentos previsões de verbas para política de castração. Izar tenta colocar o projeto  em pauta no plenário.

A Constituição Federal já estabelece que é dever do Poder Público cuidar da fauna e da flora, mas, na prática, nem todas as prefeituras têm projetos para castrar os animais. Com isso, animais que vivem nas ruas continuam se reproduzindo.

Para entender as divergências entre os que ajudam e entre aqueles que só fazem palestras em prol dos animais; leia também (click no título)

Eu Apoio PL 6602 Veta Testes Em Animais
ÍDOLO FAZ CAMPANHAS EM PROL DOS ANIMAIS

No entanto, segundo o parlamentar, não há projeto de lei tramitando para resolver o problema dos animais que vivem em abrigos voluntários, que muitas vezes não têm como se sustentar financeiramente.

“Estamos brigando com o Ministério da Saúde para que sejam criadas rubricas específicas, para podermos criar emendas parlamentares solicitando recursos do governo para ajudar os abrigos. As rubricas que já existem são para ampliação de centros de zoonoses”, explica Izar.

Outro projeto prevê o aumento da pena para maus-tratos de animais, que passaria de detenção para reclusão. Atualmente, a Lei 9.605, de 1998, prevê detenção de três meses a um ano mais multa para quem cometer maus-tratos ou ferir animais domésticos, silvestres ou domesticados.

Há ainda um projeto que proíbe matar indiscriminadamente animais que são levados para os centros de controle de zoonoses das prefeituras. “Em muitas prefeituras de cidades do interior, animais são mortos nos centros de zoonoses sem necessidade. Os centros deveriam fazer uma triagem, separar os cães sadios dos doentes. Mas, em vários centros, eles simplesmente executam animais”, disse o deputado.

Fonte: Terra

Nota: Ou seja na minha concepção, se uma pessoa se candidata a um cargo político, e faz projetos QUE EU SEMPRE QUIZ, QUE EU SEMPRE ACHEI NECESSÁRIOS PARA O BEM ESTAR DOS ANIMAIS, OU EU VOTO NESSA PESSOA, OU NO MINÍMO MORDO A MINHA LÍNGUA ANTES DE PENSAR EM FALAR QUALQUER COISA CONTRA ESSA PESSOA!

13 de jul de 2014

O GÊNIO QUE INVENTOU PASSAGENS PARA SEUS GATOS

Albert Einstein, foi mais do que um cientista genial e revolucionário, Conhecido como o pai da física moderna, Einstein gostava da companhia de cães e gatos ao seu redor e no livro 'Mais rápido que a luz' há trechos dos intensos esforços de Einstein para melhorar a vida de seus animais.

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Um dos gatos de Einstein, de nome Tiger, ficava deprimido sempre que chovia. Ernst Straus conta que o gato miava melancolicamente e Einstein que o tratava como um filho dizia : "Eu sei o que está errado, caro amigo, mas eu não sei como fazer parar de chover".

Einstein com seu cão de estimação Chico dizia; "O cão é muito inteligente. Ele sente pena de mim porque eu recebo muitas cartas; e é por isso que ele tenta morder o carteiro ".

No livro ‘Faster Than The Speed ​​Of Light’, o cientista português João Magueijo conta entre outras coisas a pureza e os intensos esforços de Einstein para facilitar a vida de seus gatinhos;

Enquanto Einstein viveu em Berlim, ele trabalhava como auxiliar num escritório de patentes, ele fazia seu trabalho de pesquisa em um pequeno apartamento longe de sua casa. Nesse local, ele manteve um grande número de gatos, de que ele gostava muito. No entanto, os gatos, se multiplicavam, procriavam, e não havia como mante-los a portas fechadas, enquanto Einstein ia de um comodo a outro. Como ele também não podia deixar todas as portas abertas, então ele decidiu cortar pequenos buracos na parte inferior das portas, produzindo assim bonitas passagens para os gatinhos.

Nesse ano, ele chegou a ter aproximadamente o mesmo número de gatos adultos e filhotes. Portanto, logicamente, ele voltou e cortou as portas novamente, e então cada porta ficou com dois buracos: um grande para os gatos adultos, e um pequeno para os filhotes.

12 de jul de 2014

ÍDOLO FAZ CAMPANHAS EM PROL DOS ANIMAIS

Em 2008, O ex-Beatle Paul McCartney lançou a "Meat Free Monday" (“Segunda Sem Carne”). Paul escreveu uma carta aos leitores do site GOOP, onde cita o Brasil e explica a campanha (tradução da carta de Paul no final da postagem). Existe também a versão brasileira da campanha “Segunda Sem Carne” (click para conhecer e aderir).

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“Eu apoio a Campanha Liberte-se da Crueldade que busca a proibição global para garantir que os animais não sofram por uma questão de beleza em qualquer lugar do mundo.”  são as palavras de Paul McCartney no site da Cruelty Free Internacional, organização que há mais de 20 anos  tem como com o objetivo de acabar com os testes de cosméticos em animais no mundo.

Em 1991, a BUAV (União Britânica para a Abolição da Vivissecção), que é uma uma ONG centenária, estabeleceu a Coligação Europeia para a Abolição das Experiências com Animais em toda a Europa (ECEAE), com o objetivo de acabar com os testes de cosméticos em animais. Isso desencadeou uma campanha pública e política de ampla divulgação em toda a Europa, e a fundação da Cruelty Free International, e foram estas entidades que conseguiram que os Testes Cosméticos em Animais fossem banidos da União Europeia em 2013. A BUAV para quem não conhece, entre outras coisas infiltra membros em universidades, laboratórios para conseguir documentar os maus-tratos com os animais para conseguir mudar essa triste realidade.

No entanto nenhuma das credenciais ou histórico acima parece ser suficiente para certos radicais brasileiros, que dentre outras discordâncias também não querem permitir que alguns animais sejam salvos aqui no Brasil, conforme propõe a PL 6602/13 (click aqui para assinar a petição)

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Sonia T. Felipe e outros radicais brasileiros, discordam de diversos movimentos pró-animais como a Segunda Sem Carne e a Cruelty Free.

Em artigos intitulados “Livre de crueldade”, a migalha de um direito que deve ser integral, à vida, a filosofa descreve seu ponto de vista, que posso explicar baseada em uma única frase dela;  Os animais não merecem migalhas. Merecem tudo. Como nós”. Não discordo dela  quando diz que nós e que os animais merecemos, mas a forma simplista que faz parecer que nós humanos temos “tudo” e negamos esses direitos aos “animais”. Parece esquecer que a grande parte da humanidade também padece de direitos, sendo subjugada pelos lobbies humanos que destroem o planeta, a humanidade e os animais.

Mas quem sou, para discordar dos ‘Ph.D.’,que se propõe a defender os animais…

Apesar de que discordar todos podemos; veja o caso do Greenpeace fundado em 1971, por 12 pessoas, entre jornalistas e defensores da natureza, depois de algumas ações, e de algumas discordâncias um de seus fundadores se retirou e fundou o Sea Sheppard. Ou seja Paul Watson não ficou só filosofando – saiu a campo para defender os animais do modo que ele entendia ser o correto.

“Ninguém vale pelo que sabe, mas pelo que faz com aquilo que sabe”

(Leonardo Boff)

Mas aqui no Brasil, ‘os discordantes’, não saem a campo para defender os animais da forma que eles consideram correta – eles discordam da atitude de outros, e entre artigos, petições e maledicências, vão minando pequenas conquistas de outros que eles discordam. Conforme podem ver abaixo, pessoas como eu e você que se preocupam em salvar um só animalzinho, não importando se ele está na rua, ou dentro de um laboratório, ou em algum pasto, vamos continuar a sofrer pelos animais, esperando que quaisquer leis possam nos auxiliar a protege-los.O mundo é feito de ações e não de palavras. Ninguém é capaz de mudar a realidade que envolve o movimento sozinho. De nada adianta filosofar e não agir. Os “formadores de opinião” de nada servem sozinhos.

O Bem-estarismo e o Abolicionismo

A primeira prega melhores condições de criação e abate, como é o caso da WSPA, parceira do governo nesse projeto. Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal. Uma das líderes do movimento para que o abate humanitário se tornasse lei em São Paulo, Sônia é categórica: "É claro que não existe forma boa de matar, mas, no momento, o abate humanitário é uma maneira de diminuir um mal que não podemos evitar".

A segunda clama pelo fim da exploração animal.
Nesta última, enquadra-se a entidade do nutricionista George Guimarães, 34, presidente do Veddas Para ele, qualquer ação que vise a melhorar o bem-estar animal tem interesses comerciais e perpetua a exploração, porque cria na população a falsa impressão de que eles têm uma vida digna. "Os animais não têm interesse em serem explorados. Dentro desse cenário, essa ação é contraproducente."

Sônia, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, rejeita essa divisão entre as ONGs. "No fundo, todos somos abolicionistas. Não tenho pretensão de impedir que as pessoas comam carne. Se isso não é possível no momento, por ora, vamos minimizar o sofrimento dos animais", defende.

O resumo da opera para os radicais é: Se ‘TODOS’ não forem salvos, não importa salvar ou melhorar a vida de ‘ALGUNS’, e por conseguinte não fazem nada por ‘NENHUM’ animal. Com exceção dos 80 ou 90 animais que eles calcularam, por estarem salvando por terem optado por ser algum tipo de “V.1” em suas vidas e dietas.

Parar de comer carne, de usar produtos de origem animal, ou testados em animais, deve ser uma busca pessoal de cada um, e não uma coisa imposta por pessoas que se acham no direito de apontar o dedo a outros que sequer conhecem. Cada um dentro do movimento está em um estágio de evolução, e deve ser respeitado.

Penso que deveríamos nos preocupar mais em nos unir pelo mesmo ideal, do que nos separar em grupos que tem a pretensão de criar uma hierarquia num movimento que é totalmente voluntário.

A Segunda Sem Carne

Um dia por semana sem comer carne pode ajudar a combater o aquecimento global. É o que afirmam os engajados na campanha Meatless Monday (“Segunda sem Carne”), movimento que surgiu nos Estados Unidos em 2003, com o objetivo de incentivar as pessoas a consumir menos carne.

Segundo um estudo da Orga­nização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as emissões de gases de efeito-estufa – como o dióxido de carbono, o metano e o óxido de nitrato –associadas à cadeia de produção da carne representam um quinto das emissões totais mundiais. Cerca de 18% das emissões provêm do desmatamento para a criação de pastagens, do transporte da carne, do processamento industrial do alimento e do sistema digestivo dos bovinos. “Calcula-se que o gado emita 80 milhões de toneladas de gás metano (por gases e fezes) por ano. Este gás, por sua vez, tem potencial térmico 21 vezes maior do que o gás carbônico”, explica o professor do Mes­trado de Gestão Ambiental da Uni­versidade Positivo Maurício Dziedzic.

O impacto de uma ação como essa parece insignificante, mas, se todos os habitantes dos países ricos adotassem a medida, a diferença seria bastante significativa. De acordo com o escritor norte-americano Michael Pollan, autor de O Dilema do Onívoro, a adoção de uma dieta vegetariana durante um dia da semana por toda a população dos Estados Unidos seria o equivalente a tirar 20 milhões de carros da estrada.

E a tradução da carta de Paul MacCartney

“Olá, Goopsters! Olá, Gwyneth!

Ok, aqui vai a história da Segunda Sem Carne. Em 2006, as Nações Unidas emitiram um relatorio que apontou a indústria de alimentos de origem animal como uma das grandes responsáveis pela emissão dos gases do efeito estufa, maior até do que o setor de transportes.

Achei isso interessante particularmente porque as pessoas das Nações Unidas não são vegetarianas e por isso, não poderiam ser acusados de imparciais eles apontaram os seguintes fatos:

  • A indústria de alimentos de origem animal produz gases extremamente perigosos para o futuro do meio-ambiente.
  • Os dois principais desses gases, metano e nitróxido, são considerados mais letais do que o  CO2 (metano é 21 vezes mais poderoso que o CO2 e o Nitróxido é 310 vezes!) então estes dados sugerem que isto está causando uma situação perigosíssima para nós e, mais importante, para as futuras gerações.
  • O metano fica na atmosfera de9 a 15 anos, o Nitróxido fica por 114 anos, na média, e é 296 mais potente que o CO2 – os gases lançados hoje continuarão ativos na degradação do clima por décadas.
  • A indústria de alimentos de origem animal destrói terras: um relatório recente do Greenpeace realizado no maior estado produtor de carne do Brasil descobriu que a produção era responsável por muito mais devastação do que a soja.
  • Um terço dos cereais produzidos, e quase 90% da soja, vai para o alimento de animais, não para a comida dos humanos. Comer menos carne vai liberar muitas terras usadas para agropecuária, o que pode ser revertido no crescimento de árvores, que por sua vez, irão absorver dióxido de carbono da atmosfera.
  • A indústria de alimentos de origem animal destrói a água: é responsável por 8% do uso de água da humanidade. A estimativa é de 634 galões de água potável para produzir 150 gramas de bife. É o mesmo que quatro horas de chuveiro ligado. Para comparação,  a mesma quantidade de tofu precisa de somente 143 galões para ser produzida.
  • A indústria de alimentos de origem animal é uma das maiores causas da poluição da água, principalmente pelos restos animais, antibióticos, hormônios, químicos, fertilizantes e pesticidas usados nos pastos.
  • A indústria da carne deve dobrar sua produção até 2050 então mesmo que diminuam suas emissões em até 50% como prometeram, ainda estaremos na mesma.

Com isso em mente, minha família e eu lançamos a Segunda Sem Carne no Reino-Unido, uma ideia que ganhou o apoio de pessoas como Tom Parker-Bowles, que depois de uma vida inteira denegrindo os vegetarianos, escreveu recentemente em sua coluna no jornal Daily Mail apoiando a causa. Outro apoiador é Al Gore que declarou que iniciativas como a Segunda Sem carne “representam um componente responsável e bem-vindo de uma estratégia abrangente para reduzir o aquecimento global e simultaneamente aumentar a saúde da população.”

Até mesmo algumas escolas já estão fazendo isso no Reino-Unido com algum sucesso. A cidade de Ghent na Bélgica tem a Segunda Sem Carne e, surpreende mente,  São Paulo também, embora o Brasil seja um grande exportador de carne. Na Suécia, o governo agora está rotulando as comida para dar aos consumidores a oportunidade de entender os perigos do consumo indiscriminado de comida e há muitos outros exemplo aparecendo online.

O ponto: muita pessoas estão procurando maneiras de “fazer sua pequena parte” pelo meio-ambiente. Nós reciclamos – algo que jamais teríamos sonhado no passado. Muitas pessoas dirigem em carros híbridos e a maioria das pessoas está percebendo que não podemos deixar essa questão importante para os políticos do mundo. Recentemente, na Conferência do Clima em Copenhagen, esse item nem estava na agenda e então eu acredito novamente que foi deixado para nós, o povo, fazer sua parte.

É incrivelmente fácil tirar um dia da semana, Segunda ou qualquer outro dia, para não comer carne. Quando você pensa nisso, há tantas alternativas, como por exemplo, a comida italiana, tantos pratos que são vegetarianos como os tailandeses e chineses. Só significa que você tem que pensar um pouco sobre o que você comerá naquele dia mas, na verdade, longe de ser um problema, é um desafio divertido.

Tendo sido vegetariano por mais de 30 anos, eu acho muito simples e fácil, gostoso e apreciável.

Então é isso! Na próxima segunda não coma carne e faça sua pequena parte para salvar esse nosso lindo planeta. Para mais informações, ideias e dezenas de receitas sem carne visite o site oficial da Segunda Sem Carne.

Obrigado, Goopsters! Obrigado, Gwyneth!

Rock para todos!

Paul”

1- (Ovolactovegetarianos, Lactovegetarianos, Vegetarianos, Veganos)

11 de jul de 2014

Hedgehog e Hamsters Comemoram Aniversário

(VÍDEO) Essa coisinha peluda e espetada que você está vendo aí chama-se hedgehog. Não tem uma tradução literal para o português, mas no Brasil é chamado de “ouriço pigmeu africano”, e a criação deles aqui como animais de estimação É PROIBIDA PELO IBAMA.



Embora ele se pareça com o porco espinho ele é um ouriço, e eles são insectívoros (comem insetos). Os Hedges para estimação são resultado de duas espécies africanas, a albiventris e a algirus, do gênero Atelerix.
 
Embora ele se pareça com o porco espinho ele é um ouriço, e são insectívoros (comem insetos). Os Hedges para estimação são resultado de duas espécies africanas, a albiventris e a algirus, do gênero Atelerix.
 
Mamíferos primitivos, surgidos há cerca de 100 milhões de anos, eles tem o corpo coberto de espinhos e o focinho comprido. Quando se sentem ameaçados, se transformam em uma bola de espinhos. A visão dos hedgehogs é ruim e isso o obriga a ter como sentido principal o olfato. Os hedgehogs medem de 13 a 23cm e pesam em torno de 400g quando adultos.
 

Quando criados como animais de estimação, ao invés de ficarem dentro de casa vivem em jardins. “Se ficarem dentro não conseguirão comer insetos e serão alimentados com ração de gato ou cão, o que os tornaria muito obesos”, explica e professora de Medicina Veterinária da Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Valéria Teixeira.
 
E antes que você morra de amores pelo minúsculo bichinho – vale lembrar que: Animal não é Brinquedo, não se pode “desliga-lo” quando você estiver cansado, você precisará dedicar seu tempo, dinheiro (para veterinário, comida e outras necessidades) e seu amor a qualquer animal.
 


Aqui vão  algumas das necessidades dos hedgehogs;

- Esses animais precisam viver em um ambiente de por volta de 23°C ou superior, ou podem ficar doentes, hibernar e ir ao óbito. Ou seja, precisará de atenção com relação à temperatura e, normalmente, de placas aquecedoras.


- A expectativa de vida desses animais é de, normalmente, 3 a 6 anos de idade, mas podem viver até 10. Portanto, você terá que fornecer todas as necessidades para esse animal por todo esse tempo.


- Eles precisam ir ao veterinário de tempo em tempo e veterinário para animais exóticos são difíceis de se encontrar e custam caro.  Alguns veterinários, por não ter muita noção, podem te “enrolar”.
- Esses animais precisam de espaço.
- Eles são animais noturnos, o que significa que eles gostam de dormir durante o dia e ficam acordados durante a noite. Se você faz muito barulho durante o dia e se incomoda com pequenos barulhos durante a noite, infelizmente um hedgehog não é um animal indicado para você.
- Você tem que estar ciente que precisará limpar onde seu hedgehog vive (ao menos uma vez por semana), a roda onde ele corre (ao menos 3 vezes por semana) e o próprio animal.
- Uma gaiola de pelo menos 2 metros quadrados. Uma medida boa é 80 cm de comprimento x 30 cm de largura x 30 a 40 cm de altura. (Mais informações sobre o alojamento do animal em breve)
- Um bebedouro de água e um pote de comida para o animal.
- Uma placa aquecedora, se você mora em lugar que faz frio.
- Alimentos para seu hedgehog.
- Um “esconderijo” para o seu hedgehog dormir/se esconder/etc.
- Algo para forrar a gaiola.
- Um termômetro para poder controlar a temperatura de onde o seu hedgehog está.
- Uma roda para o seu animal se exercitar. De preferência, não compre rodas que tenham “espaços”. O animal pode prender a patinha e se machucar.
- Já tenha o contato de um veterinário de animais exóticos. Nunca sabemos quando iremos precisar e não podemos deixar para pesquisar isso de última hora.
 
Você terá condições de fazer/proporcionar tudo isso escrito acima para o animal?
 
Mas se depois de ler tudo isso, e você se interessar em dividir sua vida com um animalzinho diferente do convencional, faça uma visita a
ONG NATUREZA EM FORMA
Funciona no centro da cidade e trabalha com a adoção de animais, além dos cães e gatos também há coelhos, camundongos, esquilos,  chinchilas para adoção.
www.naturezaemforma.org.br - Rua General Jardim, 234. SP/SP.

10 de jul de 2014

Serenidade na Despedida do Gato de Estimação

Minha avó ficou doente no mês passado, e teve que ser hospitalizada. Ela ficava perguntando sobre seu gato, dizendo que Mika iria pensar que ela a havia abandonado.

Serenidade na Despedida do

Depois de um mês internada e o quadro se agravando pedi aos enfermeiros se eu poderia trazer a gata para visitá-la, e eles disseram que não era problema.

Eu a levei para dentro, e a coloquei na cama com minha avó. Mika a abraçou e ronronou por um minuto, e então se aconchegou em seu peito. Minha avó não falava, mas era visivel que de alguma forma, ela conversava com Mika.

Eu acho que ela estava esperando para ver seu gato dela uma última vez, porque 15 minutos depois de ver Mika, ela faleceu. Eu estava tão feliz que me deixaram levar Mika para o hospital, para que ela tivesse recebido o último carinho de sua mamãe! Agora Mika está se adaptando à vida na casa da minha tia, e juntos estamos  nos ajustando à vida sem minhá avó. O relato é de Sari Boudreau ao IMGUR

9 de jul de 2014

A Raça dos Sem Raça Definida (SRD)

A RAÇA QUE DEVERIA SERVIR DE INSPIRAÇÃO, MUDA DE DEFINIÇÃO EVITANDO A ADOÇÃO!

Esse vídeo de animação resume bem porque acho que nenhum adotante deve ser descartado, assistam e entendam.

Raça, nada mais é do que uma palavra que muitos sentem necessidade de perguntar; SÓ POR PERGUNTAR, e que não significa nada além da necessidade de descrever “algo” ou “alguém”.

Raça, é uma categoria da biologia, que designa um conjunto de aspectos bio-fisiológicos cambiantes, que diferenciam elementos da mesma espécie.

Enquanto uma minoria que se dispõe a ajudar animais a conseguirem lares ACHAREM que só o fato de alguém perguntar; QUAL É A RAÇA?  é suficiente para encerrar a conversa; CENTENAS DE ANIMAIS CONTINUARAM SER LAR!

 

raça-srd

ra.ça, substantivo, feminino [Datação: 1473]

  1. conjunto de indivíduos que conservam, entre si, caracteres somáticos semelhantes; estas características são transmitidas por hereditariedade
  2. os ascendentes e os descendentes de um povo, tribo ou família, que se originam de um tronco comum
  3. (Sentido figurado; Brasil) (Uso: informal) espírito de luta; determinação, empenho, coragem

A primeira classificação dos homens em raças foi a “Nouvelle division de la terre par les différents espécies ou races qui l'habitent” ("Nova divisão da terra pelas diferentes espécies ou raças que a habitam") de François Bernier, publicada em 1684. No século XIX, vários naturalistas publicaram estudos sobre as “raças humanas”

Algumas vezes utiliza-se o termo raça para identificar um grupo cultural ou étnico-lingüístico, sem quaisquer relações com um padrão biológico.

Os animais como cães e gatos foram divididas em grupos que tenham a mesma semelhança física, a fim de que pudessem organizar os animais que, com suas particularidades, fossem facilmente identificadas pela raça.

Adote um Sem Raça Definida (SRD) e tenha o amor de diferentes raças num único animal que
ninguém mais terá igual!

Cachorro é Salvo Graças a Respiração Boca-a-Boca feita por Bombeiro

(VÍDEO) Em meio aos esforços para apagar um incêndio, os bombeiros resgataram dois cães da raça pastor alemão que estavam dentro da casa, e que, devido a fumaça, um deles sofreu uma parada cardíaca e o início de asfixia.

Cachorro é Salvo Graças a Respiração

O bombeiro Cristian Espinoza, percebendo a gravidade, não hesitou e aplicou a respiração boca-a-boca ou boca-a-focinho aos animais, tecnicamente conhecida como CPR (Reanimação cardiorrespiratória).

"Um dos cães estava quase morto e por isso eu apliquei o CPR para que o animal voltasse a respirar”, disse Cristan Espinoza, da Brigada de Resgate e Ajuda. A casa ficou completamente arrasada e também deixou um saldo de feridos, e dois gatos mortos que não puderam ser resgatados pelas equipes de emergência. As informações são do portal Soy Chile.

Através do ato nobre das equipes de resgate, o casal de cães Apolo e Princesa puderam reviver e foram acolhidos pelos vizinhos. A dramática situação aconteceu na cidade de San Antonio no Chile.

Peão Morre após ser Atingido por TOURO durante Rodeio

(VÌDEO) Após levar um coice do touro, peão morre na arena.
#OdeioRodeio #RodeioNuncaMais #MuralAnimal

Em pleno século XXI, ainda tem gente que se diverte com a tortura dos animais.

8 de jul de 2014

Ursos Polares Fazem Amizade com Cães

(VÌDEO) Este caso curioso de uma estranha relação de amizade entre cães e ursos polares vai surpreendê-lo. Isso significa que não tendo porque brigarem por território ou por alimento, quaisquer animais podem conviver lado e lado e até se divertirem um pouquinho.

Ursos Polares Fazem Amizade com Cães

O vídeo foi em 2007, por uma equipe de reportagem para um documentário.