28 de jul de 2014
Gato Sai a Busca de Cadela Perdida
Cachorra passou 30 horas dentro do buraco de 4 metros de profundidade, e seu irmão Gato, que foi em seu auxílio ficou dentro do buraco em torno de 18 horas.
Uma cachorra idosa, passou 30 horas no frio, e presa dentro de um buraco de quatro metros de profundidade, teve a companhia de seu irmão gato, que foi procurá-la e ali ficou até que ambos fossem resgatados.
O veterinário Brett Kirkland estava levando seus dois cães para uma caminhada em torno das 6 da manhã, quando ele percebeu, que Saffy de 12 anos de idade, tinha desaparecido.
"Saffy andava atrás de mim, quando eu observava meu outro cão que estava comendo alguma coisa, mas quando eu me virei, Saffy não estava por perto. Como ela é idosa eu pensei que ela poderia estar mais atrás."
O Sr. Kirkland procurou o bairro todo, e não a encontrou. Ele e seus amigos, passaram o dia distribuíram panfletos de procura-se, e a noite foi para a cama preocupado com o que teria acontecido a cachorra.
Mas pela manhã, ele acabou ficando ainda mais preocupado quando ele percebeu que seu gato Zippy, também não havia estava em casa ontem à noite.
Ele então saiu e voltou as buscas em torno da área onde Saffy havia desaparecido;
"Eu vi uma pequena abertura na grama onde antes havia uma tampa de concreto de um tanque séptico, olhei dentro e lá eu vi o olho do meu gato que corria lá dentro, tentando sair."
Quando o Sr. Kirkland olhou para baixo, e quando seus olhos se adaptaram à escuridão, ele viu que Saffron (Acafrão em português) estava lá também.
"Eu acho que o Zippy, o gato foi lá procurar a Saffy."
"Ela estava tentando escalar pelos lados do buraco, e eu pude ver que ela não tinha nenhuma fratura ou machucado."
Saffron a cachorra idosa apelidada de Saffy, não tem um latido muito forte, e pode ser por esse motivo que ela não podia ser ouvida, lá do fundo do buraco, disse ele ao site NZHerald.
"Eu e mais um amigo colocamos uma escada dentro do buraco e eu fui e peguei o gato. Era um buraco de 10 ou 12 pés, e não havia nenhuma maneira onde eu poderia levar minha cachorra para fora dali."
O Sr. Kirkland então chamou os Bombeiros, que chegaram para ajudar a tirar a cachorra de uma forma segura com cordas.
"Eles foram brilhantes, absolutamente brilhantes.
"No final eu disse eu perguntei aos bombeiros, se devia alguma coisa? E eles disseram, 'não é tudo parte do serviço." Mas eu acho que lhes devo algumas bebidas. "
O Sr. Kirkland, é dono de uma clínica veterinária na Nova Zelândia há 17 anos, e mora ao lado da clínica.
24 de jul de 2014
Alimentando Animais de Rua Com Lucros da Reciclagem
Os projetos de lei nunca abordam o problema na raiz que é: o comércio de animais e os pet shops. Os filhotes de raça ou mistura delas são caros e vendidos nas lojas de animais. As pessoas costumam comprar os filhotes, e abandoná-los quando eles crescem, e eles vão se multiplicando.
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Veja outras campanhas incríveis de solidariedade aos animais
Gato Bate à Janela do Vizinho para Conseguir Ajuda para a Tutora
Durante 5 dias em estado semi-comatoso, a ex-enfermeira foi salva graças a intervenção de seu gato que ela havia resgatado das ruas há dois anos.
"Ele salvou minha vida. Sem ele eu não poderia ter sobrevivido a isso", disse a ex-enfermeira Janet Rawlinson, de 48 anos, que ficou em um estado semi-comatoso por cinco dias depois de sofrer uma reação a morfina, que ela mesma aplicou, devido a uma crônica dor lombar.
Janet disse havia resgatado o gato das ruas há dois anos, quando ainda era um filhote, e lhe deu o nome de Slinky Malinki, que é o nome de um gato de um livro infantil, que ela havia lido há alguns anos, e que ele era tímido e distante, mas que seu comportamento mudou completamente quando ela precisou de ajuda.
O animal conseguiu escapar de casa e ficou em cima do muro do lado de fora.
"Ele estava atormentando o cão dos vizinhos cão, que latia, tentando com isso que as pessoas prestassem atenção nele. Ignorado ele pulou e foi para a janela dos vizinhos, onde ele batia com as patas na janela.
“Eles perceberam-se que se tratava do meu gato, e que não me viam há uma semana e perceberam que algo estava errado. Tentaram entrar na minha casa pela entrada da frente, mas a minha chave estava na porta e não conseguiram”, explica Janet. No entanto, os vizinhos da antiga enfermeira conseguiram entrar pelo fundo da casa e chamar a emergência médica.
Graças ao gato Slinky, Janet foi salva a tempo. Por esta ação heroica, o animal foi nomeado para o Cats Protection charity’s National Cat Awards, um concurso para gatos com feitos heroicos. As informações são do Lancashire Telegraph.
Desde o incidente Slinky começou a manter um olho mais próximo em Janet.
"Ele se senta no muro da casa, e de lá ele fica cuidando de mim indo e vindo para a cozinha", disse Janet.
"Se ele não me ver andar por algumas horas, ele entra na casa e começa a me procurar até me encontrar, e se eu não lhe dou a atenção, ele vai me bater na perna ou no braço, até que eu responda.
"Ele nunca tinha feito isso até que o incidente com a morfina.
Janet também disse que Slinky também a está ajudando: "Acabei resgatado outros dois gatinhos de 12 semanas de idade e ele também mantém uma vigília para ver se eles estão bem."
23 de jul de 2014
Golfinhos A Triste Vida de Brinquedo Vivo
(Vídeo) É desconcertante saber que o ser humano, tem a capacidade de admirar, de achar algo bonito, extraordinário, e ao mesmo tempo ser completamente indiferente as condições em os animais são obrigados a sobreviver, quando são retirados de seus habitats naturais.
Talvez o melhor ou pior exemplo disso, sejam os golfinhos. Só de ver na TV, imagino que muitos já sentiram vontade de toca-los, de acaricia-los de conversar com eles, pelo menos eu senti, mas diferentemente das outras pessoas, eu sei o que acontece antes, e o porque dos golfinhos fazerem aquelas lindas acrobacias nos shows dos parques áquaticos, que posso resumir em um circo com água, ou seja tudo o que você já ouviu e viu que acontece nos circos com animais, onde eles são torturados para aprenderem truques, e vivem confinados e tristes por não terem mais vida própria e nem seguirem mais seus instintos e modo de vida, acontece igualmente ou pior nos parques marinhos.
Talvez você já tenha ouvido falar de um lugar no Japão, chamado Taiji, um vilarejo onde todos: do prefeito, e as autoridades, aos policiais e os pescadores protegem um segredo: a matança e a captura de golfinhos. Matam os golfinhos adultos, as mães, os pais, os tios e os avós que ficam presos nas redes e capturam os filhotes, os bebes que serão usados a vida inteira como entretenimento em parques aquáticos pelo mundo como o seaworld e outros.
A novidade agora é que não bastasse toda a crueldade envolvida na captura, nas mortes e no treinamento dos golfinhos, eles agora também são usados como petecas, bolas, em uma das enseadas de Taiji pelos visitantes do Museu da Baleia, que apesar do nome não é museu, mas um campo de concentração para os animais marinhos, os quais ficam expostos em tanques minusculos para a visitação pública.
A enseada do museu, foi cercada por redes, e dois golfinhos foram jogados ali para entreterem as crianças e os adultos, que ficam cercando os pobres animais, com suas bóias, braços e pernas batendo na água sem parar. As fotos e informações foram divulgadas pela entidade AFD.
Privados de suas vidas nadando no vasto oceano, os golfinhos agora são tratados como brinquedos, tendo que suportar essa interação estressante com os seres desumanos.
Talvez você já tenha ouvido falar do documentário A Enseda – The Cove, e talvez nunca tenha assistido achando que não gostaria de ver os golfinhos sendo mortos e o sangue deles na água, etc. Mas o documentário não apresenta essas cenas terríveis que você imaginou, apesar delas acontecerem. Ele mostra toda a corrupção que existe dentro do governo do japão para encobrir a matança dos golfinhos dos próprios japoneses e do mundo, e do todo aparato quase que militar investigativo necessário para que pudessem documentar o que acontece na enseada de Taiji. Assista e você vai se surpreender, como algumas poucas pessoas com grandes interesses financeiros podem influenciar o mundo todo.
22 de jul de 2014
Tribunal Ordena Fechamento Parque e Libertação de 8 Golfinhos
O áquario construído na Baía do Barba Negra, era uma atração turística com golfinhos em cativeiro. Oito golfinhos tinham vindo de Honduras no ano passado.
A ONG reEarth colheu mais de 65.000 assinaturas, e moveu um processo em um tribunal nas Bahamas, no qual o áquario foi condenado a encerrar suas atividades e libertar os oito golfinhos mantidos em cativeiro.
A Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos dos EUA, e usada como modelo em outros países, também "proíbe o funcionamento de uma instalação de mamíferos marinhos em cativeiro, quando a instalação desse tipo está localizado em uma área que é, entre outras coisas, sujeito a "qualquer tipo de poluição ambiental, seja química, tóxica".
Apesar do vídeo estar em inglês, a filmagem foi feita no Brasil
Além do mais, o juiz levantou questões sobre se é legal para qualquer um para importar golfinhos nas Bahamas para outros diferentes fins que não fossem pesquisa - uma conversa inovadora para o país, que depende do turismo para alimentar a sua economia.
Mas a decisão recente descobriu que o primeiro-ministro, o ministro da agricultura e vários outros violou a lei quando concedida uma autorização para a empresa que seria dona do parque, azul Illusions Limited. O tribunal ficou do lado do grupo local reEarth, que argumentou que o projeto foi realizado sob sigilo e detalhes importantes não foram liberados para o público. Eles também observaram que os animais foram importados antes da licença para fazê-lo foram obtidos, violar a Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos.
Além de questionar a legalidade das importações de golfinhos em tudo, Justice Stephen Isaacs também condenou a empresa a restaurar a área ao seu estado anterior (que agora contém linhas de canetas para o mar).
Azul Illusions limitada ainda tem a chance de recorrer da decisão nas próximas semanas. Mas, por enquanto, os ativistas estão comemorando a conquista histórica.
A ladainha de falhas por parte do governo a seguir a lei foram delineados, ontem, em um julgamento do Supremo Tribunal obtida por ambientalistas ordenando a remoção de oito golfinhos de uma atração turística local, ea revogação de suas licenças de importação para as criaturas.
O primeiro-ministro, o ministro da Agricultura e da Comissão de Urbanismo, entre outros, foram todos encontrados para ter deixado de seguir a lei quando permitiram Azul Illusions Limited, liderado por St. Maarten empresário, Samir Andrawos, para avançar com o estabelecimento da instalação de golfinho em Cay / Balmoral Ilha do Barba Negra, na costa de Nassau. Azul Illusions também foi encontrado para ter construído a facilidade em violação da Lei de Planejamento e Bairro.
Além de apontar para uma falha em seguir o protocolo de procedimento, o juiz Stephen Isaacs levantando questões sobre se é legal para qualquer um para importar golfinhos em Bahamas para outra coisa senão fins de pesquisa, ou para estabelecer uma unidade de golfinho no local escolhido pela Blue Illusions.
Favorecendo os argumentos dos candidatos reEarth, uma organização ambiental, Isaacs concedido um pedido de anulação de uma decisão do ministro da Agricultura, Recursos Marinhos e da Administração Local V. Alfred cinza a concessão de licenças de importação de golfinhos para a empresa.
Colocar em questão o futuro do Cay excursão em terra do Barba Negra, freqüentada por visitantes do navio de cruzeiro, Isaacs ordenou ainda que o desenvolvedor "restaurar a seu uso original e condição" a área desenvolvida para fins de prestação de caneta golfinho.
Entre as falhas por parte do governo destacados pelo juiz foram a decisão do Comitê de Planejamento da Cidade do Departamento de Planejamento Físico para não realizar uma audiência pública sobre o projeto.reEarth há muito tempo considerou que o projecto tinha movido à frente, sob uma cobertura de segredo, sem informações-chave a ser divulgada ao público por sua entrada.
Aparecendo para afirmar esta posição, o juiz disse que parecia que tal reunião não foi sequer "contemplado" pela comissão, acrescentando mais tarde do processo de aprovação do governo: "Não aparece nenhuma evidência de que um discurso público foi incentivado, ao que parece em vez de tais um discurso foi evitado. "
O juiz também concedeu uma ordem que anulou a decisão do primeiro-ministro Perry Christie, na sua qualidade de ministro responsável pela Crown terra, para permitir Illusions Azul para realizar a construção da instalação em Crown terra sem aprovação do plano local e para operar um cativo facilidade mamífero marinho sem licença instalações, conforme previsto na Lei de Mamíferos Marinhos.
O Comitê de Planejamento da cidade também foi encontrado para ter sido em violação do seu dever legal.
A ordem, que não será executado por mais de seis semanas, dando desenvolvedor Azul Illusions a chance de apelar, é susceptível de ser visto como um grande golpe para a empresa, que tem investido supostos US $ 8 milhões em desenvolvimento da ilha como um cruzeiro atração de passageiros navio. A instalação é anunciada e vendida aos passageiros a bordo da Royal Caribbean Cruise Lines (RCCL) e navios Carnival Cruise Lines como uma excursão de um dia divertido para as pessoas a bordo quando os navios estão em Nassau. Não está claro como a decisão pode afetar a decisão das linhas de cruzeiro para promover a facilidade para seus convidados. As mensagens enviadas para RCCL e Carnaval ontem para comentar o assunto não foram devolvidos até o momento.
Ele foi saudado como uma grande vitória para reEarth, que havia recebido a aprovação para avançar com uma revisão judicial do projeto, em fevereiro deste ano. Isaacs agraciado com o pagamento das custas judiciais do reEarth em prosseguir o assunto.
Presidente da reEarth Sam Duncombe, que há muito tempo fez lobby contra as instalações de golfinhos em cativeiro, em geral, foi muito feliz após a decisão foi dada ontem de manhã.
"Estou muito feliz. Estamos lutando esta questão há 24 anos e, finalmente, temos sido capazes de trazer um dos desenvolvedores com golfinhos em cativeiro para o tribunal sobre a evasão da Lei de Proteção de Mamíferos Marinhos.
"(O juiz) viu o mérito de por que esses animais não devem ser mantidos em cativeiro e por que o governo não pode contornar as suas próprias leis, que é basicamente o que vem acontecendo há anos."
O julgamento delineou uma série de lacunas e omissões evidentes no processo de aprovação do governo relativas a planos de remodelação da Ilusão Azul.
Entre estes, o juiz disse que o que foi "oferecido como um site de aprovação do plano" para o projeto do governo foi uma licença de construção. Enquanto um depoimento apresentado por Craig Delancy, um oficial de controle de edifício do Ministério de Obras e Desenvolvimento Urbano, reivindicou a autorização era "equivalente" a aprovação do plano local, o juiz observou que, a fim de obter uma licença de construção, aprovação do plano local deve ser obtido como um pré-requisito.
O juiz acrescentou que parecia que aprovação do plano local não tinha sido obtido como certas condições não foram cumpridas por Illusions Azul no que diz respeito a melhorar as condições do estabelecimento de golfinhos, incluindo detalhando o que seria feito com os golfinhos em caso de um furacão.
Enquanto isso, em uma sucessão de eventos que o juiz visto como "significativa", as licenças de importação necessárias para os golfinhos a serem trazidos de Honduras no âmbito da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas de Fauna e Flora Silvestres (CITES) foram concedidas seis semanas antes de qualquer Os pedidos de certificados de importação apresentados. Uma vez que este pedido de licença de importação foi finalmente feita, em 19 de julho de 2013 o ministro aprovou no mesmo dia.
Além da velocidade com que o pedido de licença de importação foi aprovado, o juiz observa que os golfinhos, em seguida, chegou nas Bahamas cerca de seis meses antes de qualquer licença de operador de ter sido solicitada. Isso apesar do fato de a Lei de Proteção dos Mamíferos Marinhos "proíbe o funcionamento de uma instalação de mamíferos marinhos em cativeiro, a menos que as premissas são licenciados".
Isaacs chegou a apontar que uma licença de instalações não pode ser emitido se a instalação desse tipo está previsto para ser localizado em uma área que é, entre outras coisas, sujeito a "qualquer tipo de combustível, óleo ou poluição química tóxica".
"Em todas as circunstâncias, é uma conclusão razoável que uma licença de instalações não poderia ser emitido", acrescentou, tendo preocupações apontadas anteriormente levantada de que a instalação fica perto canais populares utilizados por navios de cruzeiro que entram no porto de Nassau.
O juiz observou ainda que uma petição internacional apoiado expressando preocupação com a facilidade que recebeu pouco menos de 65 mil assinaturas "foi recebido com silêncio" do governo, além de uma carta do Departamento de Planejamento Físico ateste que o projecto "tinha recebido a aprovação condicional. .. do Conselho Econômico Nacional ".
Quando reEarth pressionado por uma resposta de uma carta de 16 de julho de 2013, uma seqüência aparentemente correu de eventos foi iniciado o que resultou em que chegam os golfinhos nas Bahamas nove dias depois; um dia antes da data em que o certificado sanitário de exportação emitida pelas Honduras teria expirado.
A conclusão da decisão com implicações para instalações de golfinhos em cativeiro nas Bahamas de forma mais ampla é o fato de que o status de Bahamas ", como parte de Áreas Especialmente Protegidas do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas de e Protocolo para a Natureza (SPAW)" pode realmente proibir a importação de mamíferos marinhos para qualquer outra coisa do que a preservação ou a investigação científica ".
Por este motivo, se o protocolo devidas aprovações foi seguido ou não, o juiz sugeriu uma licença de importação para os golfinhos "deveria ter sido negado" com base no que foi destinado para os golfinhos para ser uma atração de cruzeiro do passageiro.
Os esforços para alcançar Andrawos para comentar o assunto ontem não tiveram sucesso, como o seu telefone celular não tocou e não permitir que as mensagens devem ser deixadas. Seu advogado, Charles Mackay, não retornou mensagens buscando comentário até o momento.
Acionistas das Bahamas na empresa incluem Spanish Wells líder comunitário, Abner Pinder; e conhecido proprietário de mídia e ex-PLP Gabinete ministro, Charles Carter.
Fonte: Nassau Guardian
Leoa se Arrisca em Penhasco para Salvar Filhote
Felizmente, sua família ouve e vem em seu socorro, quatro leoas e um leão.
Mas é sua mãe que põe a vida em risco para salvar seu filhote antes que ele caia para a morte certa no abismo.
O amor maternal é uma coisa real em qualquer espécie seja humana ou animal.
Já em terra firme, a mãe deu uma lambida de consolo no filhote. A cena emocionante foi registrada pelo fotógrafo da vida selvagem Jean-Francois Largot, em uma reserva animal do Quênia em 2011 e divulgada pela rede de tv ABC News.
Atualmente quem precisa de ajuda é a Leoa Helga que está se recuperando.
A campanha visa arrecadar fundos para manutenção e melhorias. Colabore! ASSOCIAÇÃO MATA CILIAR - CNPJ: 61.056.933/0001-95. BANCO SANTANDER (033) AGÊNCIA 0298 – PEDREIRA CONTA 13001182-9.
20 de jul de 2014
Fotografar um Atropelado Colabora para Salvar sua Família
Você já pode fazer o download no Google Play.
O manual de uso do Urubu Mobile está disponível na seção "Publicações - Textos Técnicos" ou pode ser acessado diretamente através do link: http://issuu.com/portal.cbee/docs/manual_urubu_mobile.
Todos os dados coletados pelo Urubu Mobile são de livre acesso e estão disponíveis no Portal CBEE.
Lobo-guará Morre Após Maus-Tratos
Helga a Leoa a Beira da Morte Volta a Viver
A leoa Helga, de 14 anos, que sobrevivia sozinha, depressiva e num espaço mínimo com grades enferrujadas, quebradas e emendadas com arame, após a morte de seus companheiros felinos, no que ficou conhecido como o Zoo de Taboão da Serra.
No ano passado a morte de uma jaguatirica, em julho, seguida da de um tigre, em agosto, além da de um leão e uma tigresa, em novembro, desencadeou uma série de protestos de ativistas da proteção animal.
Vários animais conseguiram ser transferidos para a Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, que sobrevive de doações.
A Leoa Helga está se recuperando, mas ela ainda precisa de madrinhas e de padrinhos. A campanha visa arrecadar fundos para manutenção e melhorias. Colabore!
ASSOCIAÇÃO MATA CILIAR - CNPJ: 61.056.933/0001-95
BANCO SANTANDER (033) AGÊNCIA 0298 – PEDREIRA CONTA 13001182-9
Assista ao vídeo feito pela Revista Veja
19 de jul de 2014
Autoridades de São Paulo se reúnem para Combater Maus Tratos aos Animais
Promotores de Justiça, membros das polícias civil e militar, e membros das instituições públicas e de organizações não governamentais se reuniram na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo, para o evento, promovido pelo Grupo Especial de Combate aos Crimes Ambientais (GECAP).
O encontro objetivou promover a interlocução entre Membros do Ministério Público, demais órgãos públicos, comunidade acadêmica, profissionais das diversas áreas e sociedade, com o fim de aprimorar as ações de enfrentamento aos maus tratos e ao abandono de animais, contribuindo para a evolução das ideias e o aperfeiçoamento do sistema protetivo aos animais.
O Seminário “Instituições Públicas e Sociedade Enfrentando os Maus-Tratos e o Abandono Animal”, teve abertura do Procurador-Geral de Justiça, Márcio Fernando Elias Rosa, que frisou a “Necessidade de trabalho em rede”.
Da esquerda para a Direita: Assessor da Diretoria da ESMP DR. Paulo Henrique de Oliveira Arantes, o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Elias Rosa, Dra. Vania Maria Tuglio e Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo, promotores do GECAP.
Para o Procurador-Geral de Justiça, o enfrentamento sério da questão de maus-tratos a animais exige a criação de uma rede de apoio. “Não se constitui um sistema eficiente de proteção animal do Brasil construindo ilhas de atuação, mas com interlocução, com processos de informação que permitam, primeiramente, compreender o problema, e com a contribuição da sociedade civil e da comunidade acadêmica”, afirmou. “Este evento é importante porque possibilita a articulação em rede, a construção de uma aliança fundamental para a atuação do MP”, acrescentou.
Márcio Elias Rosa falou da atuação do Ministério Público nessa área e lembrou que apenas recentemente a prática de maus-tratos a animais passou a ter tratamento adequado pela legislação brasileira. “Até bem pouco tempo atrás a questão era tratada como crime de dano, reduzindo o animal a algo material”, afirmou.
Na imagem a composição dos primeiros palestrantes do seminário.
Dra. Ângela Maria Branco, Coordenadora do Núcleo Técnico de Gestão Ambiental da Secretária Municipal Segurança Urbana - Sudam, Superintendência de Defesa Ambiental, responsável por todas as ações da Guarda Ambiental.
Dra. Vania Plaza Nunes, do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal.
Dr. Hamilton Rocha Benfica, Delegado Titular da Delegacia de Investigações sobre Infrações e Maus Tratos a Animais e demais Infrações do Meio Ambiente.
Cel. PM Renato Cerqueira Campos, Comandante da PMSP e Comando de Policiamento Ambiental.
Dr. Carlos Henrique Prestes Camargo, do GECAP
Dra. Rita de Cassia Maria Garcia - Instituto Técnico de Educação e Controle Animal – ITEC
Entre os temas abordados no evento estavam a abordagem e registro das ocorrências relativas a maus-tratos e abandono de animais, o encaminhamento dos animais, a investigação e a produção de prova e processos criminais, execução das penas, e perda da posse de animais maltratados.
As Promotoras de Justiça Dra. Thelma Thais Cavarzere e Dra. Eloiza Balisardo, ambas conhecidas por atuarem em defesa dos animais, com suporte à atuação do movimento que fez de Ribeirão Pires uma das primeiras cidades brasileiras a proibir a apresentação de animais em espetáculos circenses. E também por medidas como a reversão de valores de multas e compensações ambientais em ajuda para os animais. Um dos casos envolveu um empresário dono de uma obra irregular que, em contrapartida, comprometeu-se a reformar o canil e acabou tornando-se mais um defensor dos animais e admirador do trabalho das promotoras.
A Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da Secretaria da Administração Penitenciária representando o Dr. Mauro Rogério Bitencourt citou a necessidade de as ONG’s se cadastrarem no sistema para que as entidades credenciadas recebem e possibilitam o cumprimento das penas alternativas concedidas.
O Presidente da Comissão de Defesa e Proteção Animal na OAB SP- Doutorando e mestre em Direito e especialista em bioética Dr. Wilson Ricardo Ligiera.
A Presidente da Comissão de Proteção e Defesa Animal da OAB de São Bernardo do Campo Dra. Antília da Moreira Reis e Dra. Vanessa Matheus, palestraram de suas atuações no atendimento direto das denúncias e colaboração na produção de provas.
Do Instituto de Criminalística – IC Dr. Felipe Santos, e ao seu lado Dra. Elza Marlet.
A Gerente técnica do CCZ, Rosane Correa de Oliveira e a coordenadora da Covisa, Rejane Clixto Gonçalves, enviaram representante ao palanque, e assistiram juntos aos outros 150 inscritos do seminário.
E o Vice-Presidente Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo Dr. Mario Eduardo Pulga
Da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo- FMVZ-USP
– Profª Dra. Paula de Carvalho Papa, ao lado do Dr.Mario Eduardo Pulga, e no palanque Cel. PM Renato Cerqueira Campos.
Foram abordados todos os aspectos;
-Abordagem e Registro das ocorrências (como cada Instituição trata da questão no flagrante)
- Encaminhamento (quando não é encaminhado à autoridade policial? Atuação estritamente administrativa?)
- Investigação (como funciona o inquérito? Tempo médio de conclusão)
- Produção da Prova (técnica – laudo indireto – participação da sociedade – como perpetuar os fatos até que a polícia chegue?)
- Processamento (com atua o MP a partir do conhecimento formal dos fatos? Limites legais – transação e suspensão – valoração do dano)
- Julgamento (aplicação e encaminhamento das penalidades)
- Execução das Penas (quem se beneficia das transações e das suspensões? Como integrar o rol dessas entidades?)
- Atuação da OAB, CRMV e outras instituições no suporte das atuações institucionais e sociais
- Perda da posse/propriedade sobre os animais – quando é possível?
- Recepção de animais – locais, capacidade, inserção na lista de adoção – posse responsável etc
Para a Promotora de Justiça Vânia Maria Tuglio, do GECAP, que também é colunista da ANDA, a importância maior do seminário está em promover “a reunião de todos os atores envolvidos no enfrentamento do problema para encurtar caminhos e encontrar soluções”. Segundo ela, “esta soma de esforços é fundamental para melhor atuação na proteção daqueles que não têm voz”.
Fotos: Mural Animal em colaboração para a ANDA.


