14 de ago de 2014
Gatinho é Jogado em Rio Dentro de Mala Fechada
Gatinho de pelúcia dentro de uma mala e saiu para se afogar em rio é resgatado após transeuntes ouvi-lo miando
A sorte estava ao lado desse gatinho de apenas 16 semanas de idade que conseguiu forças para miar desesperadamente antes que a mala afundasse no rio.
Acredita-se que o gatinho , foi jogado no rio às 6h30 da manhã, um dia antes de ser resgatado, por uma mulher com uns 30 e poucos anos de idade, com cabelos claros, depois que o caso começou a ser investigado com os relatos de outros transeuntes.
O Gatinho foi encontrado encharcado e tremendo de frio na mala que flutuava pelo no rio em Lancashire/Reino Unido.
Dentro da mala os indícios do pavor ao qual o animal foi submetido; imunda e cheia de excrementos.
A Inspetora da RSPCA Beth Clements disse ao Daily Mail: "Como é que alguém poderia querer trancafiar e afogar uma coisinha tão linda como essa, é algo que está além da minha compreensão. "Deve ter sido uma provação terrível e ele só sobreviveu pela força de seus miados e de seus dentes."
E ela acrescentou: "Mas o gatinho teve sorte por dois motivos.
"Em primeiro lugar, porque a mala flutuou ao longo do rio. Se tivesse afundado ele teria morrido imediatamente.
"Em segundo lugar, que aconteceu de alguém que ouviu o miado, e assim foi capaz de salvá-lo e de nos ligar para que ele fosse socorrido..
"Ele tem feito uma recuperação completa e deve ficar pronto em breve, para ter um lar feliz."
Guerreiro o Cão Vítima do Crime da Mala precisa de uma Cadeira de Rodas
(Vídeo) O cachorro que foi deixado para morrer dentro de mala fechada jogada em um terreno baldio na cidade de Vilhena/Rondônia, se recupera lentamente e precisa de uma cadeira de rodas.
A veterinária Aliny Ripke explica que, por ter perdido muito peso e passado muito tempo deitado, a musculatura do cachorro está fraca e atrofiada e, por isso, serão necessárias algumas sessões de fisioterapia. “Antes ele estava muito fraco, agora que ele apresentou melhoras decidimos começar com as sessões. Além de estimular a musculatura com a cadeirinha, também faremos sessões de natação”, explica Aline, que foi quem socorreu Guerreiro. O Animal deverá fazer pelo menos três sessões de fisioterapia por semana.
Com relação a cadeira de rodas utilizada pelo cão, a veterinária conta que a usada na fisioterapia de Guerreiro é pequena e a cadeira ideal para o cachorro não tem na cidade. Aline diz que já entrou em contato com uma empresa de São Paulo, especializada em cadeiras para cachorro, e aguarda o retorno.
Ao saber da história de Guerreiro, a dona de casa dona de casa Aparecida Souza Francisca, que mora em um chácara a sete quilômetros da cidade, ficou muito emocionada e resolveu adotar o animal. “Eu tive um cachorro muito parecido com ele, que morreu há alguns anos e fiquei impressionada. Como um ser humano pode ser capaz de fazer isso?”, questiona. Francisca procurou a clínica onde o cachorro está sendo tratado e disse que tem interesse em adotá-lo e sempre que pode vai visitá-lo e contribui com a alimentação de Guerreiro. “Eu senti na hora que deveria ficar com ele. Não me importa se ele vai precisar de cuidados especiais, eu quero cuidar dele”, finaliza.
Grupo se organiza e cria ONG para proteger e salvar cães das ruas de Vilhena
Cerca de 20 pessoas entre veterinários, empresários, profissionais liberais e funcionários públicos se organizaram na semana passada e fundaram uma Organização Não-Governamental, que irá proteger e salvar cães e outros animais das ruas vilhenenses.
A ONG que tem o nome ate agora de “Adote Vilhena”, já ganhou ate o terreno de num dos setores de chácaras de Vilhena. De acordo com a veterinária Aliny Ripke, que será a presidente da ONG, o objetivo é resgatar os animais das ruas, “Nosso foco é ajudar a comunidade vilhenense, para que tenhamos menos problemas com esses animais. Vamos resgatá-los das ruas, castrá-los e promover feiras de doações para que esses animais tenham um novo lar, com donos que não os abandonem mais”, afirmou Ripke, que é proprietária do Pet Shop Animália.
Há pelos menos três anos, Aliny vem tratando em seu Pet Shop de animais de rua de forma gratuita, recebendo donativos e alguns custeios de outras pessoas que também enxergaram esse problema nas ruas vilhenenses.
Na última semana, essas pessoas se reuniram e em assembléia para criar a ONG, definindo quem serão seus dirigentes e traçando as metas para a instituição. “Estamos criando a “Adote Vilhena”, pois temos centenas de centenas de pessoas que querem ajudar a cuidar dos animais de rua de Vilhena, agora teremos uma forma mais direta para essas pessoas, que poderão doar seu tempo, seu conhecimento ou donativos para salvar esses animais”, garantiu Aliny.
APOIO PÚBLICO
Parte dos integrantes da ONG se reuniram com o prefeito José Rover (PP) também na semana passada, e receberam o apoio irrestrito de Rover, na manutenção do trabalho da ONG.
“Estamos contentes em poder ajudar, e estaremos dando todo o suporte que a ONG necessitar para se estabelecer e para se manter. A ONG estará ajudando os animais abandonados e principalmente os vilhenenses, que terão ruas mais seguras para transitar e com menores possibilidades de transmissão de doenças”, asseverou o prefeito.
A prefeitura através de Rover garantiu, que assim que a ONG estiver totalmente estabelecida poderá agendar uma reunião para o firmamento de um convênio público mensal para garantir parte dos custeios de manutenção.
“Grande parte da manutenção e construção da ONG está vindo da iniciativa privada, mas é muito importante sabermos que podemos contar com a iniciativa pública, por parte do prefeito José Rover”, finalizou Aliny Ripke, ao Vilhena Notícias.
AJUDA
De acordo com os organizadores da ONG, várias pessoas já se comprometeram a doar rações, materiais clínicos e até o próprio tempo, cuidando dos animais. Os interessados em colaborar com a construção e manutenção da ONG “Adote Vilhena” podem entrar em contato pelo telefone (69) 9265-9840 ou (69) 8488-5275.
Doações podem ser feitas na conta da Dra. Aline Ripke
Banco Bradesco Agência 1389-7 - Conta-Corrente 15597
Relembre a história
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12 de ago de 2014
Koko a Gorila Que Fala por Sinais Fica Triste Morte Ator.
(Vídeo) De maneira semelhante aos humanos, os gorilas, demostram emoções; e também ficam tristes e deprimidos. Mas mesmo compartilhando 98%-99% do nosso DNA, eles não podem falar pois os gorilas não têm cordas vocais. Mas Koko é uma das excessões, pois foi ensinada a usar a língua de sinais para conversar e expressar seus sentimentos, e ficou muito triste quando ouviu sobre a morte do ator Robin William, que há alguns anos atrás a visitou e a ajudou a sorrir tirando a gorila de uma depressão.
Em 1972, quando Koko, tinha apenas um ano de idade (Koko nasceu em 4 de julho de 1971), a Dra. Francine Patterson ainda como estudante na Universidade de Stanford, começou o trabalho com ela, que hoje é a mais longa convivência realizada com um gorila.
Koko progrediu mais do que nenhum outro animal com a linguagem dos sinais, sendo capaz de revelar seus pensamentos e sentimentos, dando uma visão única do ponto de vista dos gorilas sobre o mundo. Koko ‘fala’ através de mais de mil sinais, que ela usa para se comunicar com as pessoas e com seu amigo Michael, outro gorila que também aprendeu a linguagem dos sinais.
Koko também é o único animal em cativeiro que mantém animais de estimação. Ela cuidou de dezenas de gatos ao longo de sua vida.
Além dos gatos, outro hobby da gorila Koko é assistir filmes, e nesses momentos você não precisa ser nenhum cientista para perceber que ela entende, compreende e sente toda a emoção que transcende a tela.
E foi assistindo o filme Patch Adams, que Koko, disse que tinha vontade de conhecer o médico, personagem vivido pelo ator Robin Williams. O encontro só aconteceu anos mais tarde em 2001, justamente em uma epóca que a Gorila estava deprimida havia seis meses, desde a morte do gato que viveu com ela. E quem melhor para curar uma depressão do que o Dr. Hunter "Patch" Adams, e seu um belo dom de poder ajudar as pessoas usando o bom humor.
Koko pareceu reconhecer Robbin Williams; o Dr. Patch, pois sorriu pela primeira vez, depois dos seis meses de luto.
Hoje, as pessoas ao redor do mundo estão de luto pela morte de Robin Williams, um renomado ator e comediante que emprestou sua voz e usou o poder de sua fama para promover a causa da conservação das espécies. E a gorila Koko se junta a lista daqueles que estão tristes com a notícia da morte do ator.
"O encontro com Koko foi inesquecível", disse Robin Williams. "Koko utilizou a linguagem de sinais para me pedir para brincar com ela. Nós nos divertimos e rimos muito. Percebi como é importante o trabalho da Fundação Gorilla, para o futuro de Koko e sua espécie."
Profundamente tocado pelo encontro, Williams se tornou um forte defensor dos gorilas, filmando um comercial sobre o perigo que os gorilas enfrentam na natureza; das ameaças ao meio-ambiente, ao comércio da caça ilegal. Mas para Koko, também, os momentos que passou com o ator, foram especiais, tanto que ela nunca esqueceu.
Da mesma forma que ela compreende o que lhe falado, pessoalmente ou através dos filmes, Koko ouviu as conversas sobre a morte de Robin Williams, e ficou muito triste.
A Fundação Gorila, como tantos outros, oferecer suas condolências - mas ao mesmo tempo pedir às pessoas para comemorar tudo o que ele fez em nome dos gorilas , como Koko:
"Koko e Robin encontro é um exemplo supremo de como os seres humanos e os gorilas podem superar os limites entre espécies e expressam a mais alta forma de empatia –. A capacidade de acabar com todas as diferenças entre Robin apenas para 'sair' com Koko, uma gorila, e em questão de minutos se tornar um de seus amigos mais próximos, foi extraordinária e inesquecível para Koko.
A Dra. Francine Patterson criou a Fundação Gorila para proteger e preservar os gorilas na sua luta para sobreviver na floresta pluvial africana que está rapidamente desaparecendo.
O primeiro gato doméstico foi dado a Koko, em 1985, quando ela pediu especificamente que queria um gatinho no seu aniversário. Ela até escolheu um dos gatinhos da ninhada - o qual ela deu o nome de Shar.
Inúmeros documentários foram feitos sobre Koko, e inclusive em 1998, ela participou de "bate-papo" ao vivo na AOL.
Em agosto de 2004, Koko esteve nas notícias novamente devido a uma dor de dente. Ela comunicou que estava com dor, e de acordo com seus treinadores foi capaz de indicar o nível de dor numa escala de 1 a 10.
O gorila é o maior primata vivo, podendo alcançar mais de 1,80m e pesar ao redor de 230 kg. Apesar de seu imenso tamanho e força, esse enorme animal é incrivelmente gentil e inteligente.
@RobinWilliams #RobinWilliams
Amor Além da Vida
(Vídeo) Perder um ‘ser’ para a morte, é para muitos definitivo. Cada individuo seja humano ou não-humano lida com a dor de formas diferentes.
No filme ‘Amor Além da Vida’ (What Dreams May Come), quando o personagem de Robin Williams, faz a passagem do plano terrestre para o plano espiritual, qual é o primeiro ‘ser iluminado’ que lhe dá as boas vindas? É o seu animal de estimação que havia feito a transição há alguns anos antes.
Sei que muitos não acreditam em vida após a morte, “mas eu sou daqueles que quer acreditar”. Ou melhor dizendo eu preciso acreditar que tem algo melhor depois daqui, para os animais e os humanos.
#RobinWilliams
Tangarás Pássaros Que Dançam para Namorar
E porque será que esses pássaros dançam! A dança é uma das estratégias que os tangarás usam para atrair suas parceiras para reprodução.
Os tangarás são aves que vivem nas florestas das regiões quentes da América Latina. Na verdade, o nome serve para descrever não uma, mas cerca de 52 espécies diferentes. No Brasil, elas ocorrem na Mata Atlântica, no Cerrado e na Amazônia, cujas florestas abrigam o maior número de espécies do país – um total de 25 conhecidas até agora.
Tangará vem do guarani “tankara”, que significa dançar. Não foi a toa, portanto, que os índios brasileiros usaram esse nome para batizar um pássaro com comportamento curioso.
Saltos e passos
Os machos adultos de tangarás capricham na dança para aumentar o número de parceiras com as quais irão ter filhotes. Eles dançam para as fêmeas, exibindo suas cores durante saltos e passos – para o lado, para traz, abrindo as asas, abaixando a cabeça, apontando a cabeça para cima, entre outros. Esse comportamento é conhecido como corte nupcial.
Dependendo da espécie, a corte pode ser solitária ou em grupo. Quando em grupo, pode ser coordenada entre dançarinos. Em algumas espécies, os machos se reúnem para dançar, ficando a cerca de um metro de seu vizinho mais próximo. Em outras, os machos defendem territórios fixos e neles dançam para as fêmeas que os visitam, estando em contato apenas auditivo com seus vizinhos.
Machos jovens também podem visitar os territórios de corte. Ali, observam e aprendem a fazer os saltos e passos que lhes serão úteis no futuro. Muitas vezes, eles até participam da dança, compartilhando o palco com os adultos.
Com que roupa eu vou?
Mas não basta ser um bom dançarino para atrair uma fêmea de tangará, é preciso também “se vestir bem”. Hoje, acredita-se que os adornos das penas dos machos adultos sejam resultado da preferência de parceiras reprodutivas por essas características. Entre as “jóias” que eles vestem estão penas na cauda que parecem arames e ornamentos de penas em forma de chifres.
A dança, em muitos casos, é complementada com sons mecânicos, que são sons não produzidos vocalmente. Essa percussão, ou estralado, pode ser resultado da batida de uma pena contra a outra ou ainda da batida das asas com o corpo do indivíduo. Ou seja, o tangará é um verdadeiro artista da floresta!
*Marina Anciães é bióloga do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Este é um trecho do texto produzido por ela para a primeira edição do programa Verde Perto, realizado pelo Musa.
Trem Colide com Bebê Elefante que Cai numa Vala
A colisão aconteceu em uma linha ferroviária, em Assam no norte da Índia. O maquinista até tentou frear quando viu o pequeno filhote atravessando a linha, mas o trem acabou esbarrando no animal que caiu sentado na vala enlameada.
Com a freada os passageiros foram para as janelas e viram quando o animal caiu e desembarcaram para prestar assistência ao filhote numa situação de risco.
O filhote estava um pouco assustado depois da queda, e as pessoas começaram a oferecer folhas para acalmá-lo, até que os guardas florestais chegassem, pois não sabiam se ele estava muito machucado.
Com a chegada do policial, ele verificou que o animal não tinha se machucado, mas estava em uma posição em que não conseguia se levantar, e teve que ser incentivado a sair dali.
Acidentes entre trens e elefantes infelizmente acontecem na Índia.
Em novembro do ano-passado 7 membros de uma manada foram mortos depois de uma colisão com um trem que estava a 80 kmh por hora.
7 de ago de 2014
Brasil e o Uso de Animais em Experimentações Científicas
“O Brasil é o país que terá coragem para liderar o diálogo sobre o uso de animais em experimentações científicas”.
A afirmação é do neurocientista Philip Low, feita no III Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-estar Animal, realizado em Curitiba; segundo a qual há evidências científicas (Declaração de Cambridge), suficientes para garantir que, assim como os seres humanos, os animais também possuem consciência. O pesquisador citou o episódio do resgates dos cães beagles, ratos e coelhos do Instituto Royal ano passado.
Para uma platéia que lotou o auditório do III Congresso Brasileiro de Bioética e Bem-estar Animal, realizado entre hoje e quinta-feira (7) em Curitiba, Low disse acreditar que o caso dos beagles foi importante porque fez o país acordar para a discussão. “Eu teria feito diferente. Ao invés de sair quebrando as coisas, eles (os ativistas) deveriam lutar para mudar as leis para que os cientistas tenham novos desafios”, afirmou o cientista em entrevista ao CFMV. Ele se refere, por exemplo, à adoção de tecnologias não invasivas já existentes no mercado.
Low, que trabalha no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) nos Estados Unidos, disse ver o Brasil como um país aberto ao diálogo. “Vim da Califórnia por acreditar que algo muito importante está acontecendo neste país. Acho que a maior parte dos cientistas quer ajudar. Se as leis permitirem que eles usem ferramentas diferentes, eles usarão”, opina.
O neurocientista afirma que, embora tenha sido de muita utilidade, a experimentação animal apresenta diversas limitações. “Ela é feita por pessoas que querem ajudar a sociedade. Mas, por outro lado, há a a indústria de alimentos que mata animais sem nenhuma razão”, afirma. “O primeiro passo é fazer com que as pesquisas com os animais melhorem para que eles não sejam submetidos a sofrimentos. Acredito que, se fizermos os sacrifícios e os investimentos corretos, a experimentação animal poderá ser muito mais focada, limitada e ética”, avalia..
Com o rascunho original escrito a mão, Phip Low leu para o público presente a Declaração de Cambridge, manifesto publicado em 7 de julho de 2012 e assinado por outros 25 pesquisados de renome. O documento aponta evidências científicas suficientes para garantir que, assim como os seres humanos, os animais, como as aves, os mamíferos e certos invertebrados também possuem consciência.
Presente na palestra, o integrante da Comissão de Ética, Bioética e Bem-estar Animal (Cebea), do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), e professor da Universidade Federal de Pernambuco, o médico veterinário e PhD dr. Marcelo Teixeira afirma que Declaração de Cambridge é baseada em fatos irrefutáveis. “Ela não é baseada em teorias ou filosofias. A Declaração é ciência. E se a ciência mostra que há uma relação direta de similaridade entre a reação dos seres humanos e dos animais, isso tem que ser levado em consideração”, finaliza. As informações são da Assessoria de Comunicação do CFMV.
6 de ago de 2014
Homem Resgata Cachorro de Córrego no Equador
(Vídeo) O ato heróico foi registrado pelas câmeras de segurança da central 911 na cidade de Guaiaquil/Equador. Foram cerca de 6 minutos de angústia para as pessoas que tentavam ajudar o pobre animal.
O animal já estava há mais de 20 minutos dentro de córrego, tentando não se afogar. Transeuntes que passavam pelo local já tinham chamado o Corpo de Bombeiros para resgatar o cachorro, porém não houve resposta das autoridades.
Mas ás 8:40, Adrian Garcia, de 23 anos, se dirigia para a sua loja de florês, que ele inaugurou há somente 2 semanas próximo do córrego, percebeu que um homem estava desesperado e preocupado, porque viu o cão caído na água e que ele não conseguia sair. Diante desse cenário, Garcia teve uma chance e entrou no córrego para resgatar o animal.
"O cachorro estava cansado, e eu queria que ele saísse da água." disse Garcia ao jornal Telegrafo.
"Lentamente, o animal se aproximou, eu então o peguei, mas depois ele saiu correndo", lembra Garcia, que se arrependeu de ter soltado o cachorro.
"Eu fiz isso porque eu amo animais, não há porque me agradecer. Eu odiaria ver o meu cão na mesma situação ", reflete Adrian Garcia depois de seu ato heróico, e que foi para a casa de sua mãe para se limpar.
Morre último Urso Polar do Sea World Orlando
O último urso polar restante do parque Sea World de Orlando, Johnny, morreu inesperadamente, em 31/07/14, depois de passar 19 anos em cativeiro, há milhares de quilômetros de distância da tundra congelada onde sua espécie é encontrada na natureza e onde ele nunca esteve ou pisou.
Não é preciso olhar muito de perto para ver que o SeaWorld faz um grande esforço para criar um ambiente que imita o ártico, que com suas paredes pintadas de branco e com o concreto esculpido, mas tal encenação oferece muito pouco conforto para os animais. A verdade é que, enquanto algumas pessoas podem argumentar que manter qualquer animal de grande porte em cativeiro é intrinsecamente cruel, os cientistas dizem que os ursos polares em particular, podem sofrer muito mais quando são confinados.
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Como o portal ‘O Dodo’, apontou na semana passada, a expectativa média de vida para os ursos polares selvagens é de 30 anos de idade, e eles costumam vaguear 31.000 milhas quadradas através da tundra ártica. Em comparação, em cativeiro, mantidos em jaulas ou gaiolas, os ursos polares estão vivendo em um milionésimo de seu espaço natural.
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Os ursos polares sobrevivem notoriamente mal em cativeiro. Na verdade, 65 por cento dos seus filhotes nascidos em cativeiro morrem depois de um mês de seu nascimento. Em 2003, um estudo, dos pesquisadores da Universidade de Oxford recomendou que grandes carnívoros como ursos polares deveriam ser retirados do cativeiro – uma frase que seria sensato ao SeaWorl dar ouvidos.
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Klondike e sua irmã, Neve, foram negligenciados por sua mãe ao nascer no Zoológico de Denver em 1994, isso acontece por puro instinto de sobrevivência, confinados, os pais tendem a atacar seus filhotes, e a equipe do Zoo manteve os filhotes vivos, mas depois de um ano, os ursos em crescimento precisavam de mais espaço e foram enviados para o SeaWorld.
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Estando no SeaWorld desde 1995, muitos iriam supor que eles poderiam estar sendo bem cuidados, mas Snow (neve) morreu em 2012, aos 17 anos de idade, e seu irmão Klondike foi encontrado morto em 13 de setembro de 2013, aos 18 anos de idade, que aparentemente morreu enquanto dormia, e que surpreendeu o Sea World, porque ele não tinha problemas médicos existentes, já que o parque tem por hábito enviar (doar) animais idosos e doentes para morrerem em zoológicos e outros parques pelo mundo, e assim não serem obrigados a darem explicações ao público.
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Assista ao documentário Blackfish legendado em português
As informações a seguir e os links são da Wikipedia
- Ping Ping foi um dos ursos polares originais para a abertura da exposição, em 2000, tendo sido transportado de Beijing Zoo na China . [ 5 ] Ping Ping foi levado para o Sea World, com a esperança de que ele iria cruzar com Kanook. [ 15 ] No entanto, nunca eventuated como Kanook foi colocada em 2004, devido à insuficiência renal [ 15 ] e Ping Ping foi devolvido ao Zoológico de Pequim. [ 16 ]
- Kanook foi um dos ursos polares originais para a abertura da exposição, em 2000, tendo sido transportado de Reid Park Zoo , em Arizona . [ 5 ] Kanook foi levado para o Sea World, com a esperança de que ela iria acasalar com Ping Ping. [ 15 ] Em abril de 2003, Kanook foi diagnosticado com insuficiência renal . [ 17 ] Sua condição deteriorou-se em 2004 e ela foi posteriormente colocado para baixo. [ 15 ]
- Lia foi levado para o Sea World como um filhote em 2001, com seu irmão gêmeo Lutik. Os dois nasceram em cativeiro no Zoológico de Leningrado na Rússia . [ 5 ] Nelson fez várias tentativas frustradas no cruzamento com Lia a partir de 2008, no entanto, em 2012, Lia estava mostrando sinais de uma gravidez. [ 18 ] [ 19 ] [ 20 ] Em maio 2013, Lia deu à luz dois filhotes, um dos quais sobreviveram. [ 7 ]
- Lutik foi levado para o Sea World como um filhote em 2001, com sua irmã gêmea Lia. Os dois nasceram em cativeiro no Zoológico de Leningrado, na Rússia. [ 5 ] Em 2006, Lutik haviam atingido a maturidade sexual e foi transferida Alaska Zoo , onde foi emparelhado com uma fêmea para o acasalamento. [ 6 ]
- Hudson é o irmão gêmeo de Nelson. Os dois foram encontrados abandonados por seus pais no Ártico em aproximadamente 4 meses de idade. Zoo Sauvage de St-Félicien , emQuebec resgatou o par como eles não eram esperados para sobreviver no deserto sozinho. Eles foram transferidos para Sea World em finais de 2004. [ 3 ]
- Nelson é o irmão gêmeo de Hudson. Os dois foram encontrados abandonados por seus pais no Ártico em aproximadamente 4 meses de idade. Zoo Sauvage de St-Félicien, em Quebec resgatou o par como eles não eram esperados para sobreviver no deserto sozinho. Eles foram transferidos para Sea World em finais de 2004. [ 3 ] Nelson foi emparelhado com Lia para o acasalamento, com um nascimento bem sucedido em 2013. [ 18 ] [ 19 ] [ 7 ]
- Henry nasceu em urso polar Shores maio 2013 com Lia e Nelson como os pais. Um segundo filhote nasceu, no entanto, Lia dedicou seus esforços para apenas um filhote. [ 7 ] O filhote deu seus primeiros passos em julho de 2013 e passou a exibição pública em setembro de 2013. [ 1

