23 de out de 2014

Resgate Triplo Bebês - Um Elefante e Duas Avestruzes

(Vídeo) Sempre que um bebê elefante é resgatado, é uma boa notícia. E quando ele é acompanhado por outros dois bebês que precisam também de uma nova casa - é uma tripla boa notícia.

Resgate Triplo

No início desta semana, os socorristas do David Sheldrick Wildlife Trust (DSWT) no Quênia recebeu um chamado sobre um jovem filhote de elefante que havia sido resgatado depois de cair dentro de um poço numa região remota.

"Os batedores tentaram reuni-lo com sua família, mas infelizmente isso não possível, pois ele estava muito fraco, e fomos buscar Wass [o bebê elefante], que recebeu esse nome em homenagem a área em que ele foi resgatado," disse Amie Alden, um porta-voz DSWT , ao site The Dodo.

Os socorristas do DSWT, rapidamente perceberam que para recuperar o filhote, precisavam reuni-lo com os outros dois órfãos inesperados: pequenos filhotes de avestruzes.

Os três resgatados chegaram ao berçário em segurança, disse Alden.

"Todos os filhotes de elefantes são extremamente frágeis, quando eles tem que ser separados de suas mãe e estamos fornecendo a Wass, todos os cuidados especiais de que ele precisa.

21 de out de 2014

Cadela Sodomizada em Jaguarão/RS está com Fraqueza e Babesia

A cadela que foi sodomizada com um tubo de pvc em Jaguarão/RS, foi apelidada com o nome mágico de ‘Gorda’, para trazer uma vibração positiva ao pensarmos no animal que apesar de todo o esforço de seus cuidadores ainda está muito debilitada.

Cadela Sodomizada em Jaguarão

Tristeza, prostração, apática, e sem ânimo, também seriam alguns dos sintomas expressados, depois de ter sido estuprada, mas além disso, os últimos resultados do exame da Gorda, mostraram que ela é portadora de Babesia, que infecta e destrói os glóbulos vermelhos, e que causa perdas sanguíneas, e se não tratada, pode ser mortal.

A situação se agravou com essa notícia. A Babesiose é mais uma doença transmitida pelos indesejáveis carrapatos aos nossos cães. Ela também pode ser chamada de “Doença do Carrapato”, chega silenciosamente. Tipicamente os sintomas são: febre, icterícia, fraqueza, depressão, falta de apetite, membranas mucosas pálidas e esplenomegalia (aumento do baço). Podemos encontrar ainda perturbações da coagulação e nervosas.

Gorda é uma cachorrinha muito forte, e está na alimenção especial pastosa, devido à sua cirurgia de intestino, continua com antibioticoterapia, fluidoterapia, analgesia, toma bastante água e está urinando bem, porém ainda está muito fraca e debilitada. Hoje a tarde ela vai passar por uma nova sessão de terapia para controle desse parasita.

A Dra Cidiane Borges Corrêa que disponibilizou a Clínica Veterinária E Petshop Latidos E Miados para o tratamento do animal, juntamente com a Dra. Carolina Sallis Bittencourt, estão dividindo a missão de recuperar a Gorda, que hoje apresenta melhoras, porém ainda necessita de muitos cuidados. O custo de seus medicamentos, alimentação especial e exames que são feitos em laboratórios clínicos externos é alto.

Para colaborar com a alimentação, exames e recuperação da cachorrinha foi disponibilizando a conta corrente da Samira Audeh para quem puder e quiser ajudar nesta batalha pela vida e recuperação dessa vitíma da crueldade humana.

Continuamos a agradecer as doações, elas realmente tem feito a diferença no tratamento da Gorda.

Encaminhe a sua indignação via Alô Senado, fone 0800-612211 ou pelo site http://www.senado.gov.br/senado/alosenado.

Exija leis mais severas contra crueldades contra os animais, e lembre-se de que não existe no Brasil - lei contra estupro de animais – Zoofilia.


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20 de out de 2014

Cachorro de Enfermeira com Ebola não apresenta sintomas da Doença

Bentley, o cão da enfermeira de Dallas que contraiu Ebola, ganhou uma confortável cama, brinquedos e outros itens para distraí-lo . Também recebe carinho e abraços, dos veterinários da Universidade do Texas, que cuidam do animal em uma base aérea desativada, durante o tratamento de Nina Pham, a enfermeira que contraiu ebola ao cuidar de um paciente que faleceu.

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"Estamos esperançosos de que a jornada de Bentley irá contribuir para o que sabemos sobre o Ebola e os cães, uma vez que os animais desempenham um papel tão importante na vida de tantas pessoas", disse o gerente de operação se Serviços de Animais de Dallas, Dr. Cate McManus em uma declaração escrita.

Em resposta à manifestação de apoio do mundo todo o mundo para  Bentley, a cidade de Dallas firmou uma parceria para criação de um fundo. As doações nesse fundo ajudarão Bentley e outros animais de estimação em situações de emergência semelhantes no futuro, dedicada a fortalecer a conexão entre pessoas e animais

O fundo Dallas Pet Serviços Transição de Emergência (PETS) vai ajudar a custear os custos associados com animais de estimação deslocadas ou afetadas por situações de emergência, tais como desastres naturais ou possíveis futuros casos de Ebola.

Para doar para o fundo, visite www.DallasAnimals.org e clique em "Donate". Escolha o fundo Dallas PETS.

Outra enfermeira de Dallas, álém de Nina Pham, também apresentou sintomas de Ebola e está isolada.

Mãe humana do Cão Excálibur está curada do Ebola

Teresa Romero, a auxiliar de enfermagem espanhola está livre da doença após testar negativo duas vezes seguidas, disseram os médicos nesta terça-feira.

"Consideramos que ela está curada do vírus Ebola segundo critérios da Organização Mundial da Saúde", disse José Ramon Arribas, médico no hospital Carlos 3º, em Madri, onde a enfermeira recebeu tratamento.

Teresa teve teste negativo duas vezes em um intervalo de 48 horas entre os exames. Ela não receberá alta do hospital até que esteja plenamente recuperada.

Teresa ainda não sabe que Excálibur por assassinado pelas autoridades espanholas.

O pai humano de Excálibur, escreveu uma carta ao cão, uma semana após sua execução;

Excálibur, onde quer que você vá, saiba que nós, seus pais - sempre te levarão em seu coração.
Acabaram contigo pessoas má e sem sentimentos.
Fizemos tudo o que pudemos e mais para salvarte, mas no final não conseguimos.
Enquanto te escrevo esta carta não paro de chorar, mas estou muito orgulhoso de você, porque tem sido um exemplo para o mundo inteiro, e não serás esquecido tão fácilmente.
Agora, de onde você estiver, você tem que dar forças à mamãezinha para que ela fique boa, tal como fez comigo, e continuar a lutar.
Embora já não esteja connosco, te prometo que será feita justiça.
DESCANSE EM PAZ
Javier limão

19 de out de 2014

Eu quero tocar um cão Evento Malásia atrai Muçulmanos

O primeiro "Eu quero tocar um cão", programa destinado a ajudar as pessoas, especialmente os muçulmanos a superar seu medo de cães, pode ter sido considerado um sucesso por seus organizadores. realizado no Central Park, em Bandar Utama na Malásia no domingo também foi realizada para incentivar as pessoas a ser mais compassivas para com os cães.

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O Ímã ou íman (autoridade religiosa do islamismo) Dr. Mohd Zainal Abidin AsriMohd Tamyes;  disse que os cães devem ser tratados com humanidade, pois eles também são criaturas de Deus.

O evento atraiu mais de 800 pessoas, mais da metade deles muçulmanos, incluindo crianças.Muitos dos que vieram aproveitou a oportunidade para tocar e acariciar os cães de várias raças, que foram trazidos para o evento por seus proprietários.

Os voluntários no evento também ensinaram como é o processo de limpeza, chamado sertu ou samak que envolve a lavagem da área afetada seis vezes com água limpa e uma vez com  terra.

Em seu perfil no facebook Dr. Mohd,  disse que era um pensamento superficial dizer que tocar um cão é haram.

"Há aqueles que dizem que é proibido tocar cães porque eles são impuros. "Se é assim, então também é proibido para uma pessoa para tocar suas próprias fezes ou a de seus filhos", disse ele, sem fazer qualquer referência ao programa.

Diversos outros Ímans do Islã também manifestaram apoio ao evento dizendo que foi uma boa iniciativa, e que permitiu que as pessoas a superar seus medos de cães e ajudou a nutrir a compaixão pelas criaturas de Deus.

O gerente do programa de Suri Kempe disse que o preconceito e o ódio eram o resultado do medo do desconhecido, e, no caso dos cães, tem-se manifestado nos frequentes relatórios de cães sendo maltratados, às vezes em formas mais extremas.

"O fato de que centenas de pessoas apareceram, simplesmente vai mostrar que este evento ecoa na mente das pessoas, e que há uma sede de saber mais sobre cães, entre muçulmanos e não-muçulmanos".

É importante notar que cães possuem um papel importante em determinados países islâmicos, como a Turquia, e um grupo de amantes caninos criaram a página no facebook “Good Muslims Love Dogs” (Bons muçulmanos amam cães) para quebrar a ideia que todos os muçulmanos não gostam de cães.

Leia também: 1º. Decreto Islâmico é emitido para a Proteção dos Animais na Indonésia

18 de out de 2014

Félicette a primeira Gata lançada no Espaço

Gatos que viviam nas ruas de Paris foram “recrutados” para o programa espacial francês. O CERMA (Centre d'Etudes et de Recherches de Médecine Aérospatiale) efetuou uma série de experiências médico-biológicas de 1963 a 1967 utilizando gatos e ratos. 

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Os franceses foram os únicos a usar gatos. No início de 1960, o governo francês submeteram os gatos aos testes iniciais. Os gatos foram condicionados a viver em espaços pequenos e fechados - em outras palavras amarrados em caixas com apenas suas cabeças expostas. Eles tinham eletrodos implantados em seus cérebros para medir os impulsos neurais. Os gatos eram colocados dentro de roupas espaciais especiais que monitoravam os sinais vitais e foram subjugados a uma bateria de testes destinados a simular as condições de lançamento e reentrada.

Estes testes teriam incluído períodos bastante dolorosos em câmaras de compressão, centrífugas e lançadas por foguetes trenós. Dos originais dez gatos, alguns parecem muito abalados, enquanto outros, aparentemente ficaram muito obesos (sem dúvida de tédio devido ao confinamento), tornando-os impróprios para a missão.

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Os eletrodos cirurgicamente implantados em seu cérebro transmitiriam os impulsos neurológicos durante o voo. Todos os lançamentos partiram de Hammaguir, na Argélia.

A França planejava lançar um gato malhado macho apelidado de Felix para o espaço em 18 de outubro de 1963.

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Félix era aparentemente um gato de rua parisiense, embora o relatório oficial escrito dizia que os gatos foram comprados pelo Governo francês de um comerciante, que provavelmente os pegou em um abrigo de animais.

No dia do lançamento, Felix (fazendo jus ao seu nome, que significa "sorte") conseguiu escapar. Seu substituto foi uma gata em preto-e-branco Félicette.

Como os outros felinos recrutados, a gata Félicette (tradução Felicidade), teve o crânio aberto e eletrodos implantados para que sua atividade cerebral fosse registrada durante todo o voo espacial, lançada em 18 de Outubro de 1963, na base de foguetes no deserto do Saara Argelino. Ela então passou a ser o único felino que até hoje foi ao espaço em um voo sub-orbital.

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Sua cápsula espacial separou-se do foguete e desceu de pára-quedas. Félicette retornou à Terra viva e foi recuperada em segurança. No entanto, o martírio de Félicette não foi reconhecido como deveria. Os selos comemorativos de sua façanha emitidos pelo Níger, Chade e Comores, têm em comum o mesmo erro: a imagem de Félix o gato que fugiu é a que é celebrada, e não a de Félicette! E também não se sabe o que aconteceu com Félicitte depois disso. Talvez os cientistas franceses tenham dado a ela o mesmo final que deram a  Hector o primeiro rato enviado ao espaço.

Com o sucesso de Félicette, que regressou em segurança, os franceses decidiram por um novo voo com um outro gato, mas dessa vez o felino esgotou todas as suas vidas. Sem ter o nome registrado na história, o felino foi lançado em 24 de outubro do mesmo ano.

O foguete explodiu no ar e seu passageiro não sobreviveu.

Desde então, nenhuma outra nação tem enviado gatos no espaço. Com exceção dos rumores que o Brasil pretendia enviar o Gato Flamengo ao espaço.

Leia também:

Cadela Sodomizada com Tubo de PVC é Operada e faz Transfusão

A cadela idosa que foi estuprada e teve um tubo de pvc inserido pelo ânus em Jaguarão/RS, foi transferida do Canil Municipal para uma Clínica particular. Mesmo com idade avançada, a cachorra está respondendo bem ao tratamento, feito com transfusão de sangue, antibióticos e aplicação de soro.

Atualização: Cadela Sodomizada em Jaguarão/RS está com Fraqueza e Babesia.

Cadela Sodomizada com Tubo de PVC é Operada


A Clínica Veterinária Latidos & Miados, em sua página no facebook, colocou uma nota informativa sobre o caso;

Informamos que a cachorrinha encontrada e socorrida bravamente por Samira Audeh e pela colega Drª. Carolina Sallis Bittencourt está respondendo ao tratamento, encontra-se internada em nossa Clínica onde será dada continuação aos seus cuidados durante o final de semana.

Seu estado ainda é muito grave, ela está lutando agora contra um quadro infeccioso decorrente de toda a agressão que sofreu.

Agradecemos todo o carinho e apoio recebido mas ela não pode receber visitas devido a fragilidade de sua saúde.

Toda e qualquer contribuição é muito bem vinda, pois embora todos os profissionais envolvidos em seus cuidados não estejam cobrando honorários, o tratamento dela é bastante caro (medicamentos e alimentação especial), e os exames laboratoriais aos quais precisa ser submetida com regularidade também precisam ser pagos.

As doações podem ser entregues na própria Clínica, contato com a Drª. Cidiane Corrêa , Drª. Carolina Bittencourt e Samira Audeh. A todos o nosso muito obrigado.

Encaminhe a sua indignação via Alô Senado, fone 0800-612211 ou pelo site http://www.senado.gov.br/senado/alosenado. Exija leis mais severas contra crueldades contra os animais, e lembre-se de que não existe no Brasil - lei contra estupro de animais – Zoofilia.

Investigação

Em entrevista ao Diário Popular, a delegada Juliana Ribeiro confirmou que já existe suspeito da autoria do crime. No entanto, a Civil está em busca de provas que possam confirmar as investigações feitas até o momento. O autor responderá por maus-tratos a animais, tendo pena de multa ou prisão de dez dias a um mês.

O animal foi encontrado às margens do rio Jaguarão, na avenida 20 de Setembro, com sangramento intenso no órgão genital, pela Engenheira Agrônoma Samira Aubeh, que chamou a amiga a médica veterinária do canil, Carolina Bittencourt. A equipe teve a ajuda de outro profissional da área para o transporte até o canil. Após ser examinada pela veterinária, a cadela precisou ser operada para a retirada de um tubo de PVC com 25 centímetros alojado no intestino e introduzido pelo ânus.

Conforme a  Dra. Carolina, esta foi a ocorrência mais grave desde que está no órgão há um ano e quatro meses. "Senti que tinha alguma coisa dura dentro dela quando toquei no abdômen, mas achei que eram filhotes mortos". Quando decidiu abrir a fêmea para cirurgia de retirada descobriu o objeto de plástico. Os resultados dos exames clínicos indicam que o agressor tentou introduzir algum artefato pela genitália, provavelmente o mesmo cano.

A certeza da impunidade gera revolta! Transforme

O Antes e o Depois do Resgate de Animais do Instituto Royal

O Resgate dos Beagles como ficou conhecido tornou-se um marco e um símbolo da Defesa dos Animais no Brasil.

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Ocorrido na madrugada do dia 18 de Outubro de 2013 foi filmado, fotografado e noticiado pela imprensa nacional e internacional. Entretanto a grande maioria omitiu que as manifestações contra o Instituto Royal começaram muito antes, há anos, mas nunca houve o diálogo solicitado pelos ativistas, atendidos pelo Instituto Royal.

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Em 2012 o evento ‘Comboio pela Vida’, já conclamava as pessoas a se reunirem no dia 19 de agosto no vão do Masp, para de lá seguir para São Roque. Centenas de pessoas atenderam ao chamado dos Ativistas e dos Protetores e seguiram em carreata até o Instituto Royal e de lá denunciavam a crueldade dos testes em animais. Alguns veículos de comunicação até chegaram a noticiar o fato, que na época não gerou comoção entre as autoridades ou a população.

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Em 2013 o “Comboio pela Vida II’, novamente conclamou as pessoas para no dia 22 de Setembro, acompanhar a carreata”. E novamente centenas de pessoas se solidarizaram com o sofrimento dos animais e seguiram até o Instituto Royal, que recebeu as reinvindicações dos ativistas.

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Com o passar dos dias, sem que nenhuma das reinvindicações fosse atendida, alguns ativistas resolveram se acorrentar aos portões do Instituto Royal, em pleno feriado do dia 12 de outubro de 2013.

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A partir dessa data a ação começou a somar forças com a movimentação organizada pelas redes sociais. O site da empresa foi derrubado por grupos como os Black Blocs e o Anonymus, e o endereço do Royal (com mapa para chegar) e outras informações que eles tentavam esconder do público, foram divulgadas.

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A INVASÃO

A invasão aconteceu porque os ativistas que permaneceram dia e noite a frente do portão, não estavam suportando ouvir os cães ganindo, chorando e latindo muito. Era insuportável ficar ali sem fazer nada, e a informação do que estava acontecendo foi sendo passada até chegar às redes sociais.

Por volta da 1h da madrugada do dia 18 de outubro de 2013, centenas de pessoas se dirigiam ao local e ouviam os lamentos dos animais. Foi quando gritos ecoaram “ENTRAMOS, ENTRAMOS”!

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E todos começaram a entrar pelo buraco da cerca. Mas os canis tinham portas de alumínio e portões de ferro, que foram abertos pelos anjos mascarados. Os Black Blocs, os Anonymous e o grupo do ALF (Frente de Libertação Animal).

Assim que a primeira porta foi aberta, o cheiro que saiu de lá foi insuportável, um bafo fétido. Não era cheiro de canil, era um cheiro de coisa podre, um ar pesado. Algumas pessoas se afastaram, algumas vomitaram, enquanto outros organizaram uma corrente humana a fim de ser mais rápida a locomoção dos cães de dentro dos canis, algumas protetoras, alguns rapazes e os Black Blocs estourando as outras portas para que os protetores chegassem até os cães.

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Ao adentrar os canis, qual não foi à surpresa de ver dezenas de beagles apinhados num espaço minúsculo coberto de urina e fezes. Muitos cães. Muitos.

Começamos a retirada, o plano foi: corrente humana até o topo da escada, e lá no alto as pessoas tinham que correr com os cães por uns 400 metros até chegar aos carros pra colocar os beagles em segurança. Cães assustados, paralisados de medo sendo carregados numa corrente humana até o alto da escada.

Muitos cães com mutilações e feridas abertas, alguns bem inchados com cortes que sangravam. Outros com lacerações nos olhos e mucosas, alguns com muita dificuldade de locomoção, muitas fêmeas prenhas com escaras nas costas. O manejo dos cães teve que ser cuidadoso apesar de rápido, porque muitos cães choravam de dor e a maioria defecava, vomitava e urinava de puro medo. O pelo deles também se desprendia com facilidade da pele ferida. Tufos de pelo caíam pelo chão já coberto de fezes. Alguns cães eram muito pesados ou estavam muito machucados e erguê-los pra passar por cima de um dos muros do canil era muito complicado, e esse trabalho foi quase todo feito por homens, muitos deles encapuzados.

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Os mascarados, uns com máscaras, outros com capuzes ou lenços, saíam dos canis como todos os outros: cobertos de fezes e urina dos beagles, algumas pessoas com alguns hematomas e outros com algumas mordidas.

Os maus tratos eram evidentes. Visíveis. A impressão era a de que todos aqueles cães já tinham sido usados em experimentos e, depois de usados, foram descartados numa espécie de depósito de cães.

Além dos beagles, foram resgatados coelhos, e alguns poucos ratos. Informações anônimas de pessoas que se diziam funcionárias davam conta de que os ratos e vários cães já tinham sido mortos a sangue frio e colocados num porão.

Em 11 de novembro de 2013, o site Contas Abertas divulgou que o valor de R$ 5,2 milhões, repassados integralmente ao projeto do Instituto Royal pelo Governo Federal, sem apresentar resultados foi considerada sigilosa. A decisão 1420 foi tomada em 27 de outubro de 2010.

Infelizmente para os animais, a imprensa não noticiou o fato de que ao mesmo tempo em o governo investiu milhões nesse projeto desnecessário que visava somente torturar animais, deixou no mesmo período, faltar itens básicos que salvariam milhares de vidas humanas. Em 2013, hospitais e postos de saúde não recebiam seringas de insulina, e foram orientados a reutilizar as existentes por até oito vezes.

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Em 22/10/2013, o Deputado Ricardo Izar apresentou o Projeto de Lei n. 6602/2013, que: "Altera a redação dos artigos 14, 17 e 18 da Lei nº 11.794, de 08 de outubro de 2008, para dispor sobre a vedação da utilização de animais em atividades de ensino, pesquisas e testes laboratoriais com substâncias para o desenvolvimento de produtos de uso cosmético em humanos e aumentar os valores de multa nos casos de violação de seus dispositivos”.

Em 11/12/2013, o deputado Estadual Feliciano Filho, encaminha Projeto de Lei que, proíbe a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, e seus componentes, no Estado de São Paulo, que tramitou em carácter de urgência na Assembleia Legislativa, que o aprovou em dezembro.

Em Janeiro de 2014, ativistas permaneceram acampados do outro lado da rua em frente ao portão principal do Palácio dos Bandeirantes, por quase uma semana, reivindicando que o governador promulga-se a lei.

E na manhã que sancionou a Lei 777/2014, o governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin, quebrou o protocolo e se juntou aos ativistas acampados em frente à sede do governo parabenizando-os pelo empenho. A medida ainda será regulamentada.

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Alckmin disse que o próximo passo agora é uma lei federal. Ele se mostrou favorável a uma iniciativa no Congresso Nacional para tornar os testes em animais para produtos cosméticos proibidos em todo país.

Na Câmara dos Deputados em Brasília, há 21 projetos em discussão que tratam do uso de animais em testes de cosméticos tramitando em conjunto.

Em Porto Alegre funciona uma prestadora de serviços do Instituto Royal, a Genotox Royal. A empresa fica em uma incubadora dentro do Centro de Biotecnologia (CBiot) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Campus do Vale.

Enquanto uma lei federal não proibir os cruéis testes em animais, milhões de reais, que poderiam ajudar seres humanos, serão desviados para que mais e mais animais continuem a sofrer nesses ditos ‘experimentos’.

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17 de out de 2014

Cães com tendência à destruição?

Beatriz Barrado Negri Ferreira, moradora de Cajamar/SP, hospedou o sobrinho que estacionou a moto no quintal. Quando acordaram pela manhã, registraram a cena do cão Paçoca ao lado da moto.

O que vocês acham que o Paçoca queria dizer com essa pose?

Cães com tendência à destruição

Algumas das razões que podem fazer seu amigo fiel se divertir atacando tudo dentro de casa.

A mania que seu cão tem de mastigar as coisas pode ser normal. Talvez ele apenas não saiba a diferença entre o que pode e não pode morder. Se ele destrói sapatos, talvez tenha sido encorajado a brincar com os pés das pessoas ou com sapatos velhos quando era filhote. A idéia é ensinar a seu cão o que ele pode ou não mastigar. Entretanto, até que ele aprenda a diferença, tente deixar a sua casa à prova de cães: não deixe acessí­veis objetos que ele goste de mastigar. Em substituição, dê a ele um brinquedo apropriado para morder e sempre o agrade por estar fazendo a coisa certa.

É também muito normal que seu cão mastigue coisas enquanto está em processo de dentição - normalmente entre quatro e seis meses ou oito e dez meses de idade. Se este é o caso, ele provavelmente morderá algo para reduzir o desconforto. Observe seu filhote cuidadosamente durante esse perí­odo. Muitas vezes a melhor coisa a fazer é deixá-lo em uma área cercada ou em um canil dentro de casa. Sprays com cheiros repelentes, podem ser colocados em objetos perigosos como fios elétricos e tomadas, e podem ser comprados de veterinários. Você pode tentar cobrir um brinquedo seguro com algo que tenha um sabor agradável para encorajá-lo a morder apenas ele.

Caso seu cão esteja entediado, mastigará coisas por não estar recebendo estí­mulo fí­sico ou mental suficiente. Não importa se você estiver em casa ou não, ele mastigará de qualquer forma. Cães muito inteligentes ficam entediados com facilidade e muitas vezes precisam de mais do que uma caminhada pelo parque todos os dias. A qualidade do tempo, mais do que a quantidade de tempo, é o mais importante aqui. Ensine novos comandos e dê novas tarefas para ele executar. Treinamento de obediência, agilidade e "flyball" podem ser opções excelentes para um cão ativo e inteligente e jogos como procurar, achar e trazer objetos também são bons.

Caso o comportamento destrutivo de seu fiel amigo seja devido à falta de atenção, isso sempre ocorrerá enquanto você estiver em casa. Muitos cães acham que se estragarem ou roubarem algo, receberão atenção instantaneamente. Um cão que precisa de atenção também latirá, pulará em cima dos móveis, lhe seguirá ou irá interferir enquanto estiver com outras pessoas. Se isso soa familiar, pergunte-se se ele têm estí­mulo físico e mental suficientes. Dê a ele pequenas e intensas quantidades de atenção durante o dia e quando você não estiver brincando, treinando, cuidando ou alimentando seu cão, tente fazer com que se acostume com o fato de ser ignorado. Você deve iniciar qualquer contato com seu cão - tente ensiná-lo que quando ele tenta fazer com que você lhe dê atenção, será ignorado. Recompense o bom comportamento dele discretamente, dando algo gostoso para mastigar, é claro!

Se o seu cão fica ansioso quando deixado sozinho, isso pode resultar em consideráveis danos à sua casa. Este comportamento apenas surgirá quando ele estiver separado de outros membros da famí­lia e ele ficará hiperativo quando seus donos retornam. Caso ansiedade afete seu cão, ele seguirá pela casa as pessoas a quem é apegado para manter contato fí­sico ou visual. Tente acostumá-lo a ficar em um cômodo enquanto você está em outro, fazendo para ele um cantinho dentro de casa, com uma casinha de cachorro e um cobertor. Outra dica é ignorá-lo completamente por 5 minutos antes de sair e 5 minutos após chegar em casa e apenas dar atenção quando ele tiver se acalmado. Deixe com ele um brinquedo especial ou algo próprio para mastigação no perí­odo em que estiver fora de casa - mas retire-o assim que chegar em casa.

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E Beatriz postou uma nova foto, informando que Paçoca é um cão feliz!

Cadela Idosa é Estuprada e teve tubo de PVC inserido pelo ânus em Jaguarão/RS

A médica veterinária Carolina Sallis Bittencourt, do Canil Municipal de Jaguarão no Rio Grande do Sul, relatou que ontem por volta das 18 horas, foi chamada por sua amiga Samira Audeh, para socorrer  uma cadela na beira do rio que estava sangrando muito, praticamente morta.
 
 
Encaminhe a sua indignação via Alô Senado, fone 0800-612211 ou pelo site http://www.senado.gov.br/senado/alosenado. Exija leis mais severas contra crueldades contra os animais, e lembre-se de que não existe no Brasil - lei contra estupro de animais – Zoofilia.
Cadela Idosa é Estuprada e teve tubo de

Quando chegou ao local, a cadela havia perdido muito sangue, e estava em choque, e que o veterinário Bruno Lenz que estava passando pelo local e também ajudou nos primeiros socorros.

“Ao fazer o exame físico foi constatado que havia algo solido em seu abdome, como ela estava com hemorragia vaginal, acreditamos que se tratava de filhotes mortos.”

“Decidimos levar para o ambulatório do canil e realizarmos uma cirurgia de emergência para a retirada de filhotes. Quando abrimos o abdome pude constatar que não eram filhotes mortos, mas sim uma estrutura tubular de PVC de aproximadamente 25 centímetros alojado em seu intestino grosso, o qual foi introduzido pelo reto.”

“A cachorrinha, ja muito idosa, e quase sem dentes, também foi molestada pela vagina, por isso que estava com muita hemorragia vaginal, alem da hemorragia interna provocada pelas lesões. Ressalto que ela esta sendo medicada, recebendo soro intravenoso, e que o canil municipal esta fazendo tudo o que e possível para salvá-la.”

“O estado dela e grave. Só nos resta agora esperar para que ela responda ao tratamento e que se alguém tem alguma denuncia ou que tenha visto o que aconteceu que entre em contato com a policia civil.” (1)

O Canil Municipal de Jaguarão, foi inaugurado em agosto de 2011. Esta localizado na rua Professor Diamantino Chaves 242, bairro Bela vista e tem capacidade para cerca de 180 animais. Está vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente e tem como principal objetivo, tirar das ruas animais (cães e gatos) em situação de vulnerabilidade.

Estes animais são recuperados, castrados e encaminhados para doação. Atualmente, o canil possui em torno de 80 cães.

Além da manutenção dos animais, o Canil tem por missão conscientizar os proprietários da importância dos cuidados básicos de higiene e saúde dos animais, os Deveres e Obrigações de um Proprietário Responsável, assim como os benefícios da esterilização para o animal.

O Canil é mantido pela Prefeitura Municipal de Jaguarão e conta com o apoio do Grupo de Amigos do Canil que realiza trabalho voluntário, auxiliando no tratando e higienização dos animais, assim como, interagindo e dando carinho aos mesmos.

O Grupo de Amigos do Canil Municipal de Jaguarão, realiza frequentemente eventos para arrecadar recursos em prol dos animais, assim como feiras de adoção.

Se você quer colaborar com algum material ou serviço, pode entrar em contato com o grupo através de sua página no Facebook https://www.facebook.com/pages/Grupo-de-Amigos-do-Canil-Municipal-de-Jaguar%C3%A3o/555929964441443

Para adotar um animal no Canil Municipal, é preciso estar portando carteira de identidade, preencher um cadastro, e assinar um termo de responsabilidade. O horário de funcionamento do local é das 07:30hs até 11:30 e das 13:00 às 19hs. Para maiores informações entrar em contato entrar em contato através do e-mail: canilmunicipaljaguarao@gmail.com , ou com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente pelo telefone (53) 3261-1818.

Lembramos que o local serve como lar de passagem para animais em situação de perigo ou que estejam causando risco à população. NÃO SERVE COMO DEPÓSITO DE ANIMAIS!

(1) O relato e as fotos foram postados no grupo da ANDA- Agência de Notícias de Direitos Animais, no facebook, e retiradas da internet para essa postagem. Caso os autores ou detentores dos direitos das mesmas se sintam lesados favor entrar em contato.


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16 de out de 2014

Cão Enfermeira Dallas com Ebola Brinca e Ganha Guloseimas

O cão que pertence a uma enfermeira Dallas, e que contraiu Ebola de um paciente sob seus cuidados está bem e vai continuar a ser monitorizado pelas próximas semanas para todos os sintomas da doença, disse o Centro de Serviços Animais de Dallas. Vídeo e fotos foram divulgadas mostrando que Bentley está sendo cuidado e não está sendo utilizado como cobaia.

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"Nós fornecemos alguns tipo de enriquecimento de atividades para ele, como brinquedos e guloseimas", disse Jody Jones, diretor do centro. O cachorro está sendo cuidado em uma antiga base da Marinha dos EUA, no sudoeste Dallas. Todos os seus dejetos estão sendo colocados em barris de contenção de lixo tóxico para uma eliminação segura.

"Ficamos muito felizes em encontrar um ambiente familiar, para o cão ao invés de uma instalação de isolamento padrão", disse Jones. "Bentley está sendo mantido dentro da gaiola durante a sua estadia, pois ele tem que ser confinado - porque esta é uma situação de saúde pública -, mas estamos tentando fazê-lo o mais confortável possível para ele."

"O cão é muito importante para a enfermeira, uma heroína que ajuda a cuidar da saúde de outros, e nós vamos fazer tudo que pudermos para ajudá-la e ao cão", disse o Prefeito de Dallas em uma entrevista. "Acredito que o pet não pegou nada", disse ele.

"Há uma grande preocupação sobre como proteger e tratar bem deste cão, e ao mesmo tempo proteger as pessoas".

A enfermeira Pham que está internada com ebola, ligou para o Centro de Serviços Animais de Dallas, depois da divulgação do vídeo, para agradecer o abrigo por cuidar de Bentley, disseram as autoridades. Ela disse que, sabendo que ele está seguro lhe dá paz de espírito. Bentley será monitorado pelo menos até 01 de novembro, 21 dias a partir do momento do diagnóstico de Pham.

O centro também está coletando doações para o cão; pedindo brinquedos, toalhas de papel e "tapetes para xixi" depois que o animal foi colocado em quarentena pela cidade.

O centro também twittou uma lista de desejos Amazon.com, incluindo fontes que poderiam ser utilizadas para a Bentley. Doações não são necessários para o cuidado da Bentley será usado para outros animais no abrigo, disse um funcionário do centro de Serviços Animais atingido por telefone.

"Se você gostaria de ajudar a cuidar de Bentley, cão de estimação de Nina Pham durante sua quarentena, por favor, considere fazer uma doação toalhas de papel, almofadas xixi, e ossinhos", disse o centro em seu Twitter. "Bentley está em seu novo lar temporário" . "Ele está abanando o rabo e comeu seu jantar!"

Em 2005 o CDC que estudou o Ebola em cães africanos determinou que a espécie pode apanhar o vírus, geralmente a partir de pequenos animais mortos que os animais tinham escavado próximo de aldeias, mas parecem ser assintomático. Não se sabe se os cães poderiam lançar o vírus em seus fluidos corporais sem sinais da doença.

Suínos infectados podem transmitir eficientemente as mesmas espécies de vírus Ebola em macacos em ambientes agrícolas semelhantes, os pesquisadores do Centro Nacional do Canadá para a doença de animal estranho encontrado após a realização de um experimento.

Eles também encontraram razões para suspeitar de que a transmissão no ar pode contribuir para a disseminação do vírus ", especificamente a partir de suínos para os primatas, e pode precisar de ser considerado na avaliação da transmissão de animais para humanos em geral", disseram os pesquisadores em um estudo publicado em relatórios científicos em 2012.

O vírus Ebola chega aos seres humanos de animais infectados, incluindo chimpanzés, gorilas e morcegos.

Enquanto os cães podem ser infectados com o vírus Ebola, eles não têm sido conhecidos por apresentar sintomas. Excálibur, o cão de propriedade de um auxiliar de enfermagem espanhola infectados com o Ebola, foi sacrificado na semana passada.

Javier Limón, pai humano de Excálibur, pensa em tomar medidas legais contra as autoridades de Madri. A mãe humana, que ainda está em estado grave
mas estável, ainda não sabe que ‘Excálibur’ morreu.

Sacrifício do animal gerou comoção nas redes sociais e protestos nas cidades da Espanha
Recentemente, a população espanhola se revoltou com as autoridades da capital, Madri, após cometerem eutanásia em um cachorro que pertencia a uma assistente de enfermaria, infectada com ebola. As autoridades estavam preocupadas de que o animal poderia estar abrigando o vírus.

"Infelizmente não houve outra alternativa", disse o o conselheiro de Saúde da comunidade autônoma de Madri, Javier Rodríguez. Após a divulgação da notícia que o animal seria sacrificado, um grupo de pessoas se reuniu para protestar e tentar impedir a morte do cachorro.

Excálibur era animal de estimação da assistente de enfermagem Teresa Romero, que foi a primeira vítima de contágio do vírus do ebola fora da África. O marido da espanhola, Javier Limón, revelou que se negou a dar autorização para o sacrifício. Mesmo assim, uma caminhonete retirou o cachorro do edifício onde mora o casal.

O último latido do cão Excálibur não vai calar o Ebola

Chefe da equipe que matou cão Excálibur pede demissão

De início, a Universidade Complutense de Madri deu a sua aprovação para que o cão Excálibur, da enfermeira espanhola infectada com ebola, Teresa Romero, fosse sacrificado em casa e levado para as suas instalações na Faculdade de Veterinária da Universidade Complutense. Mas voltou atrás, uma decisão que o diretor de operação da equipe que entrou na casa e matou o animal, Lucas Domínguez, não entende. Domínguez então pediu demissão da direção do Centro de Vigilância em Saúde (Visavet) nesta terça-feira.

O reitor da Universidade reconhece que em um primeiro momento aceitaram acolher o animal morto nas instalações do Visavet para que fosse cremado, ao contrário dos Estados Unidos, onde há um protocolo para manter animais de estimação vivos. Mas ele diz que mudou de opinião depois de ouvir o conselho do Comitê de Segurança e Saúde Ocupacional desencorajando o “tratamento do cadáver”.

Assim, segundo relato da Complutense, foi decidido revogar a decisão “para preservar a segurança e saúde dos trabalhadores do centro, da Faculdade de Veterinária e dos alunos”.

O centro não se considerava capaz de receber o cachorro vivo, mas insistiu em seu site que ele próprio contava “com instalações adequadas para o tratamento e inertização em condições de biossegurança”. Finalmente, a urna com o cadáver foi protegida pelos serviços de segurança diante dos gritos dos ativistas que organizaram uma vigília de 24 horas para tentar salvar Excálibur.

Domínguez disse que ninguém explicou os motivos da revogação e está convencido de que “certamente teria sido mais seguro levá-lo para o laboratório”. O professor de Saúde Animal não quer fazer declarações. Será “um momento de reflexão”. O importante, segundo o ex-diretor, “é que a menina está curada e que as autoridades têm capacidade de responder a esta ou outras doenças, porque isso vai acontecer mais vezes”.

Fontes: USAToday, Bloomberg,