17 de fev de 2015
Leão de dois anos que fugiu de fome de Zoo Argentino é morto e ridicularizado
A degradante situação em que vivem e morrem os animais nos zoológicos da argentina, piora a cada dia. A polêmica morte do leão Zupay, de apenas dois anos de idade, que por duas vezes fugiu do zoo, depois de ter sido separado de sua mãe, ganha mais um trágico capítulo a esta triste história.
Zupay, nasceu no cativeiro do Zoo La Rioja, dentro do chamado "Park Yacampis' , em Rioja/Argentina.
Em Agosto de 2011, ele fugiu do recinto onde foi colocado, depois de ter sido separado de sua mãe mesmo estando com apenas dois anos de idade. Como de praxe nos zoos argentinos, estava sem água e sem comida. Sem conseguir entrar na jaula da mãe, ficou perambulando pelo zoológico até sair pela cidade, onde atacou e matou um cachorro
Moradores ao ouvirem os rugidos e os latidos, chamaram a polícia, que chamou pelos funcionários do zoológico, que em apenas uma hora conseguiram recapturar o animal, apenas chamando pelo seu nome, e conduzindo novamente para sua jaula.
Mas uma semana depois Zupay, novamente fugiu do recinto – provavelmente devido a fome já que atacou e matou uma égua e duas lhamas no caminho até a cidade, e depois ficou descansando dentro do quintal de uma residência, o qual a moradora chamou a polícia, que novamente chamou os funcionários do zoo.
Entretanto, os funcionários que conheciam Zupay não apareceram para socorrer o leão pela segunda vez. Segundo relatos, o gerente do zoo, que tinha as chaves do armário onde o fuzil de dardos tranquilizantes ficava trancado, demorou quase uma hora para chegar e quando o fez, errou o primeiro tiro, deixando o animal muito nervoso.
"O leão estava com muito medo. Cercado por quase cinquenta policiais, que davam tiros para o ar e atiravam as luzes da lanterna sobre o animal, disse Antonella, a proprietária da casa onde eles mataram o animal com dez tiros, após duas horas de perseguição.
Há anos que a imprensa internacional deu destaque ao caso de Arturo – O Urso Polar mais triste do mundo, que sobrevive em temperaturas de mais de 40 graus no Zoo de Mendoza, e cujo translado para um santuário no Canadá foi negado há um ano, sem que nenhuma melhoria que os próprios ‘especialistas’ que negaram a transferência, recomendaram fosse implantada até a presente.
O caso tem um antecedente em 2012. Nesse ano, gerou-se uma polêmica após a morte do urso polar Winner no Zoológico de Buenos Aires. Em meio a uma onda de calor e como consequência dos ruídos dos fogos de artifício da noite de Natal, o urso morreu por hipertermia, agravada pelas altas temperaturas. Winner tinha 16 anos e que havia chegado apenas quatro anos antes, vindo do chile.
Sandra, a orangotango de Sumatra que vive há 20 anos no Zoo de Buenos Aires, e que ganhou as manchetes mundiais ao receber o ‘habeas corpus’, que foi solicitado pela Associação de Funcionários e Advogados pelo Direito dos Animais (Afada), e ela foi considerada como “sujeito não humano”, tendo com isso conseguido em Dezembro de 2014, o direito de ser enviada a um santuário, ainda se encontra aprisionada na Argentina. Somente daqui a alguns meses é que ela deve ir para o Santuário Center for Great Apes, em Wauchula, Flórida. Conforme consta no site do GAP, o trâmite burocrático, que implica nas permissões da Fauna Argentina e da Norte-Americana, é demorado.
Também foi pedido a liberdade dos chimpanzés Toti no zoo de Bubalcó (Río Negro), e de Monti de 45 anos de idade, que estava em Santiago Del Estero, onde o zoológico foi fechado e retro escaveiras entraram e destruíram tudo ao redor com os animais dentro. Monti entrou em pânico. Se escondeu em seu cubículo, e depois de alguns dias, morreu, sem nunca conhecer a liberdade.
Outra morte é a do chimpanzé chamado Xuxa que nasceu em 16 de fevereiro de 1991, em cativeiro e morreu exatamente em 16 de Janeiro de 2015. O grupo Ecológicos Unidos, que foi quem primeiro denunciou a situação do urso polar Arturo, divulgou um vídeo dos três chimpanzés no Zoológico de Mendoza em maio de 2014. Os primatas não tinham nada na gaiola a não ser o cimento ao redor deles. A denúncia era de que o cárcere estava afetando as mentes dos animais, nunca foi ouvida. Agora só há um chimpanzé, pois dois já morreram.
A Fundação Cullunche organizou um protesto para exigir a renúncia do diretor do zoológico, Gustavo Pronotto. "Basta de mortes no Zoo de Mendoza Zoo" é o slogan do protesto, para lembrar de todos os espécimes que morreram no local recentemente.
Passados mais de três anos da morte do Leão Zupay, uma nova polêmica ultrajante chega as redes sociais. Uma foto onde alguém segura um artefato sexual (pênis de borracha), próximo a boca do animal morto dentro da pick-up policial. O autor da foto não contava com a memória dos defensores de animais, que reconheceram o animal – bem como a crueldade que envolveu seu assassinato.
Muitos outros animais se encontram doentes, desnutridos e até animais mortos em estado de putrefação ficam expostos no Zoo de Rioja. A Fundação Kambra começou um movimento para recolher assinaturas pedindo o fechamento do zoo.
No facebook tanto a comunidade ‘No al Zoo Yastay’ como a ‘Oso Polar Arturo’, expõem as crueldades e os maus-tratos que os animais nesses zoológicos são submetidos, bem como organizam ações e petições contra o descaso das autoridades argentinas.
No twitter os protestos seguem as hastags; #SinZooArgentina – #Arturo – #EcoparqueMza
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Cachorro ‘chora’ depois de ser abandonado com tigela de água
A tristeza do animal era tanta que foi visto a chorar, com lágrimas a escorrerem pelo seu focinho tornou-se viral nas redes sociais.
Uma hora depois, o cão ainda estava lealmente à espera de seu dono sem coração, enquanto seus olhos lacrimejavam enquanto ele se lamentava.
Um transeunte ouviu o lamento do animal e informou os oficiais na Estação Ferroviária de Eastbourne em Sussex/Inglaterra.
A foto do cão a chorar e das suas lágrimas a escorrerem pelo focinho foram partilhadas vezes sem conta, como forma de apelo a que alguém que resgatasse o adotasse o cachorro Bull Terrier.
O triste incidente relembra o caso de Kai – o cão sharpei, que também foi abandonado em uma estação de trem, acompanhado de uma mala que continha brinquedos, um travesseiro, comida e uma tigela.
O Bull Terrier foi apelidado de ‘Gazza’, acabou sendo levado por uma associação protetora dos animais que está tentando localizar o cruel proprietário. Caso este não seja localizado, o animal será colocado para adoção.
Câmeras de segurança flagraram o momento em que o cachorro foi amarrado a uma grade em frente da estação ferroviária, por um homem que colocou um prato raso de água ao seu lado e, em seguida, entrou em um táxi.
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15 de fev de 2015
Orangotangos Fêmeas Usadas como Prostitutas na Indonésia
(vídeo) Duas fêmeas de orangotango teriam morrido em 2015 devido a abusos sexuais. A notícia foi veiculada em um site de Macau na Ásia.
A matéria intitulada ‘Orangotangos Fêmeas usadas como prostitutas na Indonésia’, descreve que as fêmeas estão a ser capturadas, amarradas em camas onde ficam preparadas para serem violadas repetidamente. Os orangotangos são uma espécie que está em vias de extinção, e em 2015 já morreram duas fêmeas devido a abusos sexuais.
Recorde-se que nas últimas duas décadas morreram mais de 50 mil orangotangos pela destruição massiva do seu habitat natural, devido ao crescimento das plantações de óleo de palma no país.
A Delegada do Proyecto Gran Símio/ GAP Espanha, Elisa García Gómez, escreveu um artigo, a partir de uma notícia do resgate de uma fêmea orangotango na Ásia, que estava a ser explorada como uma prostituta em um bordel.
“Como defensores desses animais nos sentimos consternados pela situação em que algumas fêmeas desta espécie vivem”, escreveu a delegada
A prostituição de fêmeas de orangotangos é uma prática comum em alguns países asiáticos. Um dos casos foi relatado pela veterinária espanhola Karmele Llano, dedicada a cuidar desses grandes símios em Bornéu.
Muitos destes animais são acorrentados e são abusadas sexualmente pelos seres humanos. A veterinária espanhola disse que ela está na posse de várias provas que confirmam que esta é uma prática generalizada na Tailândia.
Esta era a situação de Pony, uma fêmea orangotango encontrada em um bordel em uma aldeia no centro de Bornéu, Indonésia. Completamente raspada, lavada, perfumado e com os lábios pintados, e que estava acorrentada a uma cama para facilitar que os clientes pudessem abusar dela de modo impune.
Note-se que os clientes que frequentam estas bordeis, são os trabalhadores das empresas madeireiras e nas plantações de óleo de palma.
A liberação de Pony foi muito complicado, Karmele narra que houve uma revolta, e ela foi ameaçada com machetes e facas e teve de recorrer à polícia estadual, que enviou trinta oficiais para permitir a liberação do orangotango.
Pony foi transferida para um centro de reabilitação em Nyaru Menteng, onde estão outros orangotangos que necessitam de cuidados, porque eles têm sido usados como animais de estimação. Dentro do Centro de Resgate do Borneo Orangutan Survival (BOS) vivem cerca de 400 primatas, a maioria filhotes. No local além da fazenda, há uma escola para bebês e grandes gaiolas onde os adultos reiniciam para terem uma existência normal. Só em 2012, Pony finalmente pode ser transferida para uma ilha no rio Bangamat, e vive com seis outros orangotangos. Bangamat é uma das três ilhas dedicadas à reabilitação dos grandes macacos que esperam ser reintroduzidos em uma área protegida, onde atualmente vivem cerca de mais setenta orangotangos.
A exportação de orangotangos pela Tailândia para o resto da Ásia, especialmente a China, para serem usados como animais de estimação, e o tráfico das fêmeas feito por traficantes, que não hesitam em matar suas mães, a fim de torná-las escravas sexuais em bordéis, aliada a destruição de seu habitat natural pela indústria de óleo de palma, é o conjunto que leva esta espécie à extinção.
De acordo com a associação americana Orangutan Conservancy, orangotangos vivem apenas na Ásia, Sumatra e Bornéu. Estima-se que há apenas 20 mil orangotangos vivos no mundo, o que significa que, se esta situação se sustentar ao longo do tempo, os orangotangos poderão se extinguir em apenas 10 anos.
Este caso constitui uma flagrante violação dos direitos dos grande símios. Pony e outras fêmeas de orangotangos estão sendo arrancadas de seu habitat natural e privadas de sua liberdade, e somado ao fato, ainda há a exploração sexual pelos donos de bordéis sem escrúpulos e aqueles que são capazes de ter sexo com um animal que vive em uma situação de escravidão. Eles é que são responsáveis pelo ataque contra a natureza e contra os direitos desta espécie.
Tenha em mente que esta prática constitui uma das causas do grave perigo da extinção em que esta espécie se encontra. Então, isso não só é inaceitável do ponto de vista moral, mas é abominável já que corrobora para o desaparecimento de um membro da família Hominidae.
O PGS/GAP Espanha recorda que os orangotangos não são objetos, mas ainda não são definidos como as pessoas humanas que possuem direitos, e que denunciou publicamente estes fatos, como o caso de Pony e qualquer outro orangotango que está na mesma situação seja resolvida imediatamente, para que sejam libertados dos explorados e tratados para a recuperação. Não podemos consentir que essa espécie esteja sujeita a essas indignidades e devemos permanecer atentos a este e outros possíveis casos de abuso, escravidão e exploração sexual.
Leia também: Orangotango Obrigada a se Prostituir demorou 10 anos para se recuperar dos Abusos Sexuais
As fêmeas de orangotango estão sofrendo com intenso tráfico de animais pela Ásia, vendidas para proporcionar prazer sexual. Infelizmente, a história de Pony não é um caso a parte. Presa por uma corrente de aço a uma parede e deitada num colchão manchado, Pony além de ter seu pêlo raspado diariamente, estava cheia de picadas de mosquitos infecionadas, numa casa que fazia dos prazeres sexuais uma forma de ganhar dinheiro.
A prostituição de orangotangos é um problema generalizado não só em Bornéu, mas também na Tailândia, e em outras partes da Ásia. Na maioria das vezes os traficantes matam as mães para pegar os filhotes quando eles são ainda muito jovens.
Os orangotangos vivem em média 40 anos a 60 anos. Os filhotes ficam em média 8 anos com a mãe, mesma idade em que podem se reproduzir, o que faz com que as mães orangotangos, sejam os primatas que cuidam por mais tempo dos seus filhos. Pony tinha entre 6 e 7 anos quando foi resgatada, o que significa que era estuprada desde que era uma bebê.
Já há algum tempo que investigações e tentativas de salvar a orangotango fêmea decorriam, mas, dado o fato de o animal ser visto como a "galinha dos ovos de ouro" da população, sempre que alguém tentava intervir, era ameaçado com armas pelos populares.
Fechada na casa de uma meretriz, onde se dizia que Pony era adorada e a eleita por todos os homens que frequentavam o espaço, foi resgatada pela após um ano intenso de tentativas frustradas de salvamento.
A associação conseguiu angariar dinheiro suficiente para pedir ajuda a 35 polícias bem como contratar mercenários armados com Ak 47, para a "dona" de Pony e os homens da vila cederem e deixarem a orangotango ir embora.
Os moradores da vila, responsáveis por esta atrocidade, estavam indiferentes a possibilidade de os orangotangos poderem estar extintos, devido à destruição massiva do seu habitat natural, causada pelo crescimento desenfreado de plantações de óleo de palma e de isso ter sido a causa de morte de 50 mil orangotangos em apenas duas décadas.
Não é nada incomum encontrar fêmeas da espécie acorrentadas ou amarradas com cordas em vários países da Ásia. O motivo de tamanha crueldade é o fato de que elas estão sendo usadas como prostitutas, e sofrem abusos severos, às vezes diariamente.
A veterinária da ONG BOS, Karmele Llano, afirmou que em alguns países asiáticos, especialmente em localidades pequenas, a prática de usar orangotangos fêmeas como prostitutas é bastante comum.
Nos últimos 60 anos, estima-se que a população de orangotangos no mundo foi reduzida à 50%.
Os relatórios que eles nos enviam são realmente assustadores, e com a expansão das plantações de palmeiras de azeite, a situação de orangotangos é ainda pior: os adultos são mortos com paus ou queimados vivos, e os filhotes são vendidos; eles acabam amontoados em gaiolas e utilizados em shows de boxe, sendo algemados a uma cama de bordel onde são enfeitados, maquiados e estuprados.
Várias ONG’s de defesa dos orangotangos organizam protestos para que se extingam as práticas devastadoras contra os símios, como a prostituição e o boxe com orangotangos.
As mães de orangotangos são mortas para que suas crianças possam ser vendidas como animais de estimação, e muitos desses bebês morrem sem a ajuda de sua mãe. Os orangotangos vivem em média 40 anos a 60 anos. Os filhotes ficam em média 8 anos com a mãe, mesma idade em que podem se reproduzir, o que faz com que as mães orangotangos, sejam os primatas que cuidam por mais tempo dos seus filhos.
Desde 2004, vários orangotangos de estimação foram confiscados pelas autoridades locais e enviados para centros de reabilitação.
Durante o início da década de 2000, o habitat do orangotango tem diminuído rapidamente devido ao desmatamento e incêndios florestais, bem como a fragmentação por estradas, devido a conversão de vastas áreas de floresta tropical em plantações de óleo de palma em resposta à demanda internacional. O óleo de palma é usado para cozinhar, cosméticos, mecânica e biodiesel.
Há também um grande problema com a caça e o ilegal comércio de animais. Os orangotangos podem ser mortos para o comércio de carne de animais silvestres, proteção das culturas ou para o uso da medicina tradicional. Os ossos de orangotango são secretamente negociados em lojas de souvenires em várias cidades de Kalimantan, na Indonésia.
O óleo de palma, bem como a madeira tropical, é o produto que os europeus consomem e assim, na África e na Indonésia, além de apoiar os projetos de resgate e proteção, cabe ainda informar os consumidores dos países desenvolvidos sobre o verdadeiro custo da compra desses produtos.
As pessoas tendem a pensar que o sofrimento e desaparecimento dos grandes símios nada têm a ver com eles. Mas seguramente tem ajudado na destruição das florestas comprando objetos fabricados com madeiras tropicais. Provavelmente usam também sabonetes, cosméticos, produtos de limpeza e comem os salgadinhos e chocolates feitos com o óleo de palma, e também usam celulares, notebooks, computadores, que contêm Coltan. Chamado de "ouro azul", as maiores reservas estão próximas e algumas dentro dos parques nacionais dedicados aos Gorilas, o que ligado a outros fatores acelera a extinção destes.
Um número de organizações estão trabalhando para o resgate, reabilitação e reintrodução dos orangotangos no seu habitat. A maior delas é a fundação Borneo Orangutan Survival, fundada pelo conservacionista Willie Smits, que viabiliza uma série de projetos como o Programa de Reabilitação Nyaru Menteng, fundada pela conservacionista Lone Drøscher Nielsen.
Outros centros de conservação importantes na Indonésia incluem o Parque Nacional Tanjung Puting e o Parque Nacional Sabangau, em Kalimantan Central, Kutai em Kalimantan Oriental, o Parque Nacional Gunung Palung em Kalimantan Ocidental e Bukit Lawang no Parque Nacional de Gunung Leuser na fronteira entre Achém e Sumatra do Norte. Na Malásia as áreas de conservação incluem o Centro Semenggoh Wildlife e o Centro Matang Wildlife, em Sarawak, e o Santuário Sepilok Orang Utan perto de Sandakan em Sabah. Os principais centros de conservação que estão sediados em outros países que não a Indonésia e a Malásia incluem a Fundação Internacional do Orangotango, que foi fundada por Birutė Galdikas, e o Projeto Australiano do Orangotango.
Organizações de conservação, tais como Orangutan Land Trust, trabalham com a indústria do óleo de palma para melhorar a sustentabilidade e incentiva a estabelecer a área de conservação dos orangotangos.
14 de fev de 2015
Cadelinha foge de casa e caminha até achar hospital para visitar sua mãe humana
(vídeo) Aos 11 anos de idade, Sissy a pequena schnauzer, fugiu do quintal de sua casa seguindo seu coração, em busca de sua mamãe humana que ela não via havia duas semanas.
A cachorrinha andou por vinte longos quarteirões, para visitar Nancy Frank, de 64 anos, que estava internada se recuperando de uma cirurgia para a retirada de um câncer, e ninguém sabe como a cadelinha soube como chegar lá.
Nesse período o marido de Nancy, entre as idas e vindas do hospital, cuidava de Syssi e Barney. Dale Franck, 66 anos, estava em casa quando em torno da 1:30 da tarde de sábado, ele notou que Sissy tinha desaparecido. Preocupado ele avisou o Centro de Controle de Animais em Cedar Rapids, Iowa.
Mas às 5h30 da tarde, ele recebeu um telefonema – seu número de telefone e endereço constavam na coleira de um pequeno cão, que ‘apareceu’ no hospital onde sua esposa estava internada.
Durante essas 4 horas, que a cadelinha havia desaparecido ela caminhou por calçadas e ruas desconhecidas e cheias de neve. A câmera de segurança do hospital mostra Sissy entrando no edifício através das portas automáticas que se abrem quando percebem movimento. Uma vez lá dentro, a cadelinha olhou ao redor, colocou o nariz para o chão e ficou vagando pelos corredores, mas ela não conseguia encontrar uma forma de chegar até o andar onde Nancy estava, o acesso aos andares é feito por elevadores.
Assista ao vídeo, e veja como Sissy entra e tenta achar a tutora dentro do hospital.
Durante o telefonema entre Frank e o hospital, ele informou que sua esposa estava internada lá, e que talvez esse fosse o motivo da schnauzer ter fugido para lá, e que ele já estava indo busca-la.
O hospital então permitiu que Sissy fosse levada até o quarto de Nancy por alguns instantes. Nancy ficou bastante surpresa ao ver sua filha canina, e ainda mais a forma como ela chegou sozinha, sem nunca antes ter sido levada para lá. O encontro foi como um bom remédio que as duas estavam precisando.
"Você acha que isso foi apenas uma coincidência que ela andou aleatoriamente para este hospital? Não. Ela estava em uma missão", insistiu a filha de Nancy, Sarah Wood."O jeito que ela entrou no hospital, ela estava em uma missão, ela estava determinada a encontrar Nancy, e consegui."
"É incrível e é o desejo de Deus que ela não desapareceu, e agora ela está de volta", disse Bucko. "O que mais se pode dizer?"
O que será que Barney, o outro cão da família, achou da aventura de Sissy.
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Chineses perseguem Van que Roubava Cães que seriam comidos em Festival
Os moradores da cidade chinesa de Fengshun, transformaram-se em vigilantes contra os ladrões de cachorro que invadem a área.
No começo de fevereiro, dois homens que dirigiam uma van pela cidade, foram flagrados roubando os cães dos aldeões.
Devido à falta de leis e a apatia completa a esses crimes, os aldeões se transformarão de vigilantes a justiceiros e resolveram o problema com as próprias mãos.
Durante a perseguição, os ladrões de cachorro perderam o controle da Van que acabou colidindo com um muro de pedras. Um dos ladrões escapou, mas como você pode ver nas fotos, o outro não, e recebeu uma leve punição, que foi aplicada com canos de ferro que estavam no local do acidente. O ladrão está agora no hospital com múltiplos ferimentos e a polícia está investigando.
Ano passado também ‘Aldeões Chineses Espancam Ladrões Que Drogavam e Roubavam Cachorros para Venda de Sua Carne’.
Esperemos que atos como estes, lancem uma luz, quase um holofote sobre a necessidade de legislações mais rígidas que impeçam o comércio de carne de cachorro e que mais leis de proteção aos animais sejam criadas.
Infelizmente, vários cães já estavam mortos dentro da van, mas outros cães sobreviveram para retornar a suas casas.
Para que isso aconteça, é preciso pressionar as autoridades chinesas, é preciso chamar a atenção da imprensa internacional. Uma forma é através da tempestade de twitters que vai acontecer em 14 de fevereiro de 2014, e no Brasil ocorrerá as 19:00 hs.
Nessa hora, milhares de pessoas vão digitar – ‘#EndDogMeat’ e ‘#StopYulin2015’ . Mostre que você se importa e ajude a salvar milhares de cães que serão mortos no Festival de Yulin.
No festival do ano passado, estima-se que dez mil cachorros foram mortos, para que sua carne fosse servida como uma ‘cruel iguaria’.
13 de fev de 2015
A Velha Louca dos Gatos Rejuvenesce e ganha novas versões
Estamos todos conscientes do estereótipo pelo qual todas as mulheres com mais de um gato é ‘classificada’, mas porque ter mais ‘alguns’ gatos é tão frequentemente chamada de louca?
O suave adjetivo remonta algumas décadas onde as mulheres começaram a ficar independentes de seus pais e dogmas da sociedades. Solteiras ou separadas e tendo como companhia um ou alguns felinos – a louca dos gatos - era o assunto preferido nos portões da vizinhança, já que a internet não existia.
Mas em Abril de 1988, o desenho animado “Os Simpsons”, apresentou ao mundo Eleanor Abernathy ou a ‘louca dos gatos’, uma mulher com a aparência e comportamento de uma pessoa doente mentalmente e estereotipada.
Entretanto quando era criança, Eleanor Abernathy queria ser advogada e médica. Formou-se aos 24 anos na Harvard Medical School e na Yale Law School, em medicina e direito, respectivamente. Mais tarde, ainda solteira aos 32 anos, e sem amigos, começou a apresentar sinais de alcoolismo e se apegou demais ao seu gato de estimação. Depois aos 40, assumiu um comportamento de acumuladora de objetos e também de gatos.
Em 2007, a ‘louca dos gatos’ se tornou real ao mostrar Nina Kotova, a mulher que vivia com 130 gatos em um pequeno apartamento.
O vídeo em russo não vinha acompanhado de tradução e as imagens da mulher atirando ração para as dezenas de felinos aparentemente autenticava a definição. Dessa forma as pessoas ficaram sem saber o diálogo no vídeo.
Ficaram sem saber, que ela havia castrado todos os gatos machos, porque era mais barato, e que os gatos brigavam quando a ração era colocada em grandes potes. Ela disse que há quinze anos vinha resgatando gatos das ruas da Sibéria.
Também Lynea Lattanzio foi chamada de ‘louca dos gatos’. Em 1992 ela fundou o The Cat House on the Kings, na Califórnia, que na metade do ano passado estava com 700 gatos e foi considerado o maior santuário de gatos do mundo por ter ajudado mais de de 24.000 animais desde sua fundação.
Um diferencial entre o santuário de Lynea é que ela troca gatos com outras ONG’s. Como em qualquer lugar do mundo lá também são abandonados caixas com filhotes e gatas prenhas. Lynea então dá preferência para outros protetores ou entidades que tenham gatos idosos ou doentes ou que não conseguem encontrar adotantes, para que tragam esses animais para viverem no santuário, desde que levem os filhotes e outros gatos que são facilmente adotados. Dessa forma ela consegue se concentrar mais em cuidar e manter os animais que vivem no santuário.
Nos EUA a ‘louca dos gatos’ se tornou mais do que uma personagem das festas do dia das bruxas. A tribo da ‘louca dos gatos’, inspira muitos segmentos além das fantasias para crianças e para mulheres.
Para agradar a tribo das loucas de todas as idades, já existe além de um jogo (tipo banco-imobiliário) e uma boneca. Dentro da caixa da ‘Crazy Cat Lady’, além da boneca, há também seis gatinhos de brinquedo e um questionário para ajudar a determinar se você já é, ou pode vir a ser considerada uma senhora ‘louca dos gatos’.
No site da Amazon, ambos estão em torno de 15 dólares, além do que comprando lá, você pode optar que 0,5% do valor de suas compras seja doado para o Santuário Cat House On The Kings, sempre que você comprar em AmazonSmile.
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Mas o rejuvenescimento da ‘louca dos gatos’, aconteceu através de um comercial, onde a estrela-pop Taylor Swift, ganhadora de 4 Grammy’s, conhecida por ter adotado vários felinos aparece com um gato, e mais e mais gatos vão aparecendo.
"Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes" (Coríntios 1 27).
Brasileira amamenta filhotes de cachorro nos próprios seios
Para salvar a vida de quatro filhotes de cachorros, uma dona de casa não pensou duas vezes e resolveu amamentá-los: nos próprios seios.
A mulher é moradora de Jesuítas, no Oeste do Paraná, e tem uma história de amor com a cachorra, mãe dos cachorrinhos.
Tudo começou em 2010. A mulher que prefere não ser identificada, conta que morava nos Estados Unidos e há quatro anos foi comprar um cachorro da raça maltês para o casal de filhos. No pet shop ela ficou sabendo que a fêmea seria sacrificada por ser deficiente.
“Ela tinha problema nas patas. Eu comprei o macho, dei para os meus filhos, mas não me conformava que a fêmea logo seria morta. Voltei e pedi para que me dessem, mas eles não aceitaram. Então paguei 500 dólares por ela e a levei para casa”.
A fêmea deficiente recebeu o nome de “Belinha” e virou o xodó da família, que em 2013 voltou para o Brasil. Os cachorros vieram juntos, mas logo o macho morreu e ficou apenas a cachorra. A mulher conta que não quis castrar o animal, que sempre fica dentro do pátio. No entanto, para a surpresa de todos, no fim do ano passado, um cachorro entrou no terreno e a cadela pegou cria.
Da gestação nasceram quatro cachorrinhos, mas “Belinha” não tinha condições de amamentar. A mulher tentou dar papinha, leite em potinho, fez de tudo para os filhotes, mas eles não comiam e estavam fracos, foi aí que ela tomou uma atitude.
“Eu amamento minha filha de três anos e tenho leite. Não sabia mais o que fazer e não queria que eles morressem, então pensei em colocá-los no meu peito, mas pensei que eles não iam mamar.
Quando vi eles mamaram e depois me reconheciam pelo cheiro”, conta. Os bichinhos foram amamentados nas primeiras semanas de vida, porque estavam fracos. Agora com um mês eles já comem papinha.Os quatro filhotes ficarão com a família.
Pode parecer curioso, mas no mundo inteiro, o ser humano amamentar animais é uma coisa relativamente comum. Os índios da América do Sul alimentam seus animais de estimação assim. Pacas, macacos, catetos, uma série de animais mamam em seres humanos.
Nada mais justo, na medida em que muitos se acham no direito de beber o leite da vaca e da cabra.
A força da maternidade é maior do que as leis da natureza. Qualquer ser independente da espécie, pode exercer seu dom maternal.
https://www.facebook.com/PensamentoAnimal
12 de fev de 2015
Empresário filmado agredindo cadelas pode ter maltratado cães da própria mãe.
Desde que a publicação do vídeo que mostra Rafael Hermida Fonseca, agredindo as cadelas Victória, de nove meses, com cabeçadas e arremessando Gucci, de quatro anos, contra o chão, surgem diversas outras informações e indagações.
A tutora das cadelas Nina Mandim, disse que passou a desconfiar do noivo depois que os animais começaram a apresentar ferimentos e a temer a aproximação de Rafael.
“Elas tinham muito medo dele. Logo depois apareceram os machucados e o veterinário não sabia explicar de onde vinham. Foi aí que decidi instalar uma câmera na sala.”
Denunciado, Rafael Hermida tentou se justificar e publicou uma mensagem de arrependimento em uma rede social. Ele diz que é dono de sete cachorros, um deles encontrado na rua. “Assumo qualquer erro que tenha cometido e estou profundamente chateado e arrependido”, disse o agressor na mensagem.
No entanto a tutora das cadelas agredidas disse a imprensa, não acreditar que o agressor esteja arrependido e desmentiu a versão do ex-noivo.
— Isso não é verdade. Ele (Rafael) tem somente duas cadelas. Ele as tinha deixado na casa da mãe assim que se mudou para a minha casa. Quem tem mais cães é a mãe dele, mas não são dele — afirmou.
Diante da repercussão do caso, uma amiga da mãe do agressor, ao reconhecer o parentesco entre ambos, lembrou das postagens feitas pela mãe de Rafael, e enviou o link, em cuja foto consta o seguinte texto;
“Meu Branquinho tá tendo umas crises esquisitas, sempre que eu chego ele cai e fica por alguns segundos imóvel chorando, todo duro… Minha veterinária vai investigar, ainda sem diagnóstico… Fico muito aflita!! Pode ser coração.”
No entanto logo que o link começou a ser compartilhado nas redes sociais, o perfil do usuário denominado ‘Silvia Fernanda Hermida’, deixou de existir, e todas as suas publicações desapareceram.
O presidente da Comissão de Defesa dos Animais/OAB-RJ, Reynaldo Velloso, infomou que devido a declaração de Rafael Hermida sobre as três agressões que vai pedir ao Ministério Público, já que cabe ao órgão a tutela dos animais, que ofereça a denúncia a seis crimes de maus-tratos.
“Nós vamos solicitar uma perícia, não só nas duas cadelas que foram atingidas, para testar o estado psicológico e físico destes animais, mas também aos outros sete animais que o acusado diz que tem em seu poder”, contou Reynaldo Velloso.
Infelizmente, isso não é um caso isolado. Diariamente denúncias de que cães, gatos e outros animais são espancados , ou que são queimados, ou violentados sexualmente e cruelmente abandonados á própria sorte, chegam as redes sociais. Entretanto a atual legislação rege que os crimes contra os animais é de baixa periculosidade, portanto os malfeitores, torturadores, e matadores de animais, não não presos, são convidados a ir a delegacia prestar esclarecimentos. Quando então alguns assinam um documento chamado TCO - Termo Circunstanciado de Ocorrência. Os que chegam a enfrentar processos, tem como condenação algumas cestas básicas ou algumas horas de serviço comunitário.
Isso porque os estudos científicos e as estatísticas que concluem que uma 'pessoa' que maltrata ou abandona animais é CINCO vezes mais propensa a cometer crimes contra humanos, foram ignoradas pelos relatores do Novo Código Penal. Penas maiores e punição mais rígida para os crimes contra os animais, é um dos requisitos básicos para a SEGURANÇA PÚBLICA NACIONAL.
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Um dos casos de maior repercussão e indignação diante de um vídeo de maus-tratos aos animais no Brasil, é o do caso da enfermeira Camilla Correia, que em Novembro de 2011, foi flagrada por vizinhos, espancando a pequena yorkshire Lana, em Formosa-Goiás. As imagens mostram quando ela arremessa o animal contra parede, o joga várias vezes no chão e bate na cabeça dele com um balde. Na época o Ministério Publicou alardeou que seria seja proposto uma ação civil pública contra a enfermeira por maus-tratos ao animal e por constrangimento de criança sob sua responsabilidade, delito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). E que o valor da multa, poderia chegar a R$ 20 mil.
Em Dezembro do mesmo ano o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a enfermeira em R$ 3 mil, com base na lei de crime ambiental, mas não foi noticiado se ela pagou ou se recorreu da mesma.
Após quase três anos anos, em 17/09/2014, a enfermeira Camilla Correa Alves de Moura Araújo foi sentenciada. De acordo com a sentença, não há dúvidas de que a enfermeira foi a autora do crime, tendo espancado o animal com chutes e também com um balde. Com isso, ela foi condenada pelos crime ambiental de maus-tratos aos animais, com o agravante de ter realizado toda agressão na frente da filha.
Ainda de acordo com documento, “a ré se valeu notoriamente da fragilidade do animal de pequeno porte para praticar o delito da forma como ocorreu”. Além disso, ficou configurado o motivo fútil, pois consta nos autos que a cadela foi torturada por ter feito cocô na casa. A pena imposta de 1 ano foi convertida em prestação de serviço e multa de R$ 2,8 mil.
A falta de consenso em torno da criminalização de maus-tratos a animais impede que o debate avance na Câmara dos Deputados. Enquanto alguns parlamentares defendem penas mais severas para a prática, outro grupo teme que essas punições criem consequências negativas para o processo penal brasileiro.
Vote na enquete criada pela Câmara dos Deputados, para que eles saibam que você é a favor do aumento de penas para maus-tratos contra cães e gatos (click aqui).
Você também deve enviar um apelo aos Senadores. As penas para os crimes de maus-tratos contra animais constitui o assunto que a população mais tem encaminhado manifestações aos senadores, via Alô Senado, fone 0800-612211 ou pelo site http://www.senado.gov.br/senado/alosenado









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