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5 de jan. de 2015

Pikachu da vida real será exterminado pelo Governo Chinês

O pika um pequeno mamífero que teria servido de inspiração ao personagem Pikachu, e que encantou milhares de fãs da série Pokémon, e que vive em vastas áreas do noroeste da China, está sendo alvo de programas de envenenamento por parte do Governo, que acredita que eles tem um impacto negativo por sobre as pastagens.

Pikachu da vida real será envenenado

Apesar de sua aparência que se assemelha a um roedor, o pika é de uma ordem de pequenos mamíferos herbívoros, que inclui os coelhos e as lebres. E há tempos a comunidade científica vem avisando para os perigos da extinção total dos pika, já que hoje existem atualmente cerca de 30 espécies (mas outras tantas já estão extintas).

Recentemente, um estudo publicado na revista científica Ambio veio contrariar a visão do Governo chinês de que a presença dos pika no planalto tem contribuído para a degradação da qualidade dos solos. Segundo os autores do estudo, estes mamíferos “são uma espécie fundamental para a biodiversidade e a sua atividade de criação de tocas, presta um serviço crucial ao ecossistema, aumentando o nível de infiltração de água, assim reduzindo os escoamentos superficiais”. Os pikas também auxiliam no reflorestamento, pois mesmo se alimentando da produção, as sementes carregadas por estes em suas fezes acabam nas fendas rochosas e degradadas. Por causa de seu habitat nativo, comem principalmente as gramas, musgo, folhas e frutos.

Com a morte dos pika, outras espécies ficam afetadas e acabam também por desaparecer, argumentam os cientistas, referindo os casos de aves e répteis que usam as tocas dos pequenos ratos como abrigo. E os programas de envenenamento também significa menos comida para carnívoros - que pode ter "repercussões para as populações humanas" - os quais, fazem  a pika ser uma "espécie-chave".

Esta  não é a primeira vez que estudos científicos demonstram os malefícios de combater a espécie, mas até ao momento Wilson e Smith são os primeiros cientistas a apresentar provas concretas contra as tentativas de acabar com a buraqueira dos mamíferos na região – e ao contrário do que aconteceu em países como a Mongólia, que suspendeu a extinção dos pika -, o Governo chinês não deu ouvidos aos pedidos dos ecologistas e dos cientistas para que pare o programa lançado em 1958.

Conhecido como “torre de água da Ásia”, o planalto tibetano alimenta dez dos maiores rios do continente, fornecendo água para 20% da população mundial, que vive junto às bacias hidrográficas desses rios.

Em 2006, quase 360 mil quilômetros quadrados de terra tinham sido tratados com fosfato de zinco na província de Qinghai China. O governo, então, emitiu um enorme subsídio para uma nova fase de intoxicação que, a partir do final de 2014, foi programado para ter como alvo um mais de 110.000 quilômetros quadrados - custando aproximadamente US $ 35 milhões.

Isso faz com que a ecologia da região extremamente importante, e quando a terra é degradada o governo está sob pressão para fazer algo - qualquer coisa - mesmo que não é apoiado por cientistas.

16 de dez. de 2014

ASSISTAM BLACKFISH - Atriz Brasileira Alerta seus Fãs

Bruna Marquezine se revoltou com o parque aquático SeaWorld, da Florida, neste domingo (14), depois de assistir ao documentário Black Fish, que fala do tratamento que as baleias têm no resort, que vende ingressos para espetáculos dos mamíferos todos os dias.

ASSISTAM BLACKFISH Marquezine

Tentando alertar os fãs sobre o mau trato dos animais no parque, ela escreveu um texto em seu Instagram.

“Eu já tinha ouvido falar muito sobre esse documentário, já tinha pesquisado sobre o assunto, mas só hoje consegui assistir. Ele sempre me causou muito interesse, e de uns tempos pra cá, muita indignação!

ASSISTAM BLACKFISH!

Eu fui ao SeaWorld com a minha família quando era mais nova! Assisti a apresentação da ‘Shamu’ e eu lembro que saí de lá encantada, invejando a criança que tocou nela, e achando que aqueles treinadores tinham o melhor trabalho do mundo!

E eles te contam milhares de mentiras. Dizem que as baleias vivem mais no parque do que na natureza porque lá elas recebem toda a assistência veterinária que precisam, que todas as baleias são da mesma família e que elas amam estar ali, fazem porque gostam e amam seus treinadores.

É tudo tão ‘mágico’ que você acredita! Na verdade não é nada mágico, é extremamente triste. Eu acredito que muitos dos treinadores realmente amavam esses animais e tinham o intuito de cuidar, se encantavam com esse trabalho, desenvolviam uma relação com o animal, criavam afeto!

Mas isso é completamente ERRADO! Esses animais foram criados pra ser livres!

Imagine se alguém te sequestrasse, te afastasse da sua família, e te prendesse numa BANHEIRA pro resto da sua vida! Junto com outras pessoas que não falam sua língua, que não se relacionam bem com você, e ainda ser obrigado a fazer tarefas todos os dias em troca de alimento?!

Assistam #blackfish! O seu entretenimento foi sequestrado e sofre diariamente!”, escreveu a atriz.

Veja outras celebridades que também fizeram o memo pedido a seus fãs.

Celebridades Pedem que Assistam 'BLACKFISH' e Boicotem Parque Marinho

boycott-seaworld[3]

11 de jun. de 2014

Blackfish Nos Bastidores do Parque Marinho SeaWorld

(Vídeo legendado em português) O documentário Blackfish que concorreu ao Oscar 2013, revela os bastidores da história de Tilikum uma das orcas do show do SeaWorld, que é o maior parque de atrações marinhas da Flórida e tem algumas franquias pelo mundo, e existe desde 1973. Nele há Orcas, Golfinhos, leões marinhos, focas e até tubarões.


Nos Bastidores do Parque Marinho SeaWorld

Blackfish foca-se na orca Tilikum e nos perigos de manter as espécies em cativeiro. Em 24 de fevereiro de 2010, a experiente treinadora Dawn Brancheau é atacada pela baleia orca com quem fazia um show no SeaWorld. O caso teve repercussão mundial e levantou questionamentos sobre as condições que os animais viviam em cativeiro e a segurança dos próprios treinadores ao dividirem a mesma piscina com eles durante os shows. 

O documentário investiga o histórico dos shows com baleias orca nos Estados Unidos, mostrando que acidentes deste tipo não são tão raros assim.

A cobertura de Tilikum começa com a sua captura, em 1983, nas águas na Islândia e mostra como ele foi perseguido por colegas animais em cativeiro e deixado em um tanque escuro por horas, o argumento de Cowperthwaite é que esses fatos contribuíram para a agressão da baleia. 

Cowperthwaite também se concentra nas alegações do SeaWorld que as baleias em cativeiro vivem mais tempo, e de que isso é falso.




Fonte: Mural Animal