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31 de jul. de 2014

Macacos São Envenenados em Poços de Caldas

No Bairro Santana do Pedregal, os Anjos Azuis - Proteção e Defesa Civil de Poços de Caldas foram chamados para acudir os primatas. Dois estavam mortos no telhado e o terceiro agonizava, mas não houve tempo para tentar salvá-lo.

macacos-envenenados

A necropsia revelou - BANANA COM ESTRICNINA.

E tudo isso aconteceu em um bairro cheio de crianças e de animais domésticos.

“Ai eu me pergunto: quem invadiu o ambiente de quem??? Os macacos q invadem nossas casas ou nós que construímos nossas casas devastando a mata deles????

As informações e as fotos foram postados na rede social da Dra. Sheila Patresi

20 de jul. de 2014

Fotografar um Atropelado Colabora para Salvar sua Família

Nota do blog: Por amor aos animais copiem, divulguem, compartilhem essa informação entre seus amigos. “Fotografar um Animal Atropelado pode ajudar a Salvar várias Espécies”
Muitos podem se perguntar como fotografar um animal morto nas rodovias ou ferrovias pode salvar outros animais de serem atropelados. Primeiramente que os animais nunca estão completamente sozinhos. Tem mãe, tem pai, filhotes, ou vivem em grandes bandos. E mesmo aqueles que vivem sozinhos são presas ou são predadores de outras espécies que vivem no local do atropelamento.

animal-atropelado

Trata-se de um aplicativo para celulares e tablets com Android. O Urubu Mobile pode ajudar a registrar os casos de mortes de animais nas estradas. Mais do que fotografar o evento triste, o atropelamento é apenas um dos problemas inerentes da presença de rodovias e ferrovias. Existem espécies que tem medo e se mantém afastadas da rodovia. Isso provoca uma redução do habitat potencial. Outras não conseguem atravessar e sofrem com a fragmentação. Sem falar em poluição química ou sonora. Há várias soluções locais para reduzir os atropelamentos. São redutores de velocidade, passagens inferiores ou pontes suspensas de fauna sob a rodovia, ferrovias ou viadutos com vegetação.

O ATROPELÔMETRO não para; ‘260185500’ animais foram mortos somente este ano em nossas estradas (até essa postagem).

Seja um parceiro do Banco de dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem (BAFS), contribua enviando informações de fauna selvagem atropelada, desde o menor sapo até grandes mamíferos, e ajude na missão de reduzir os impactos ambientais de rodovias e ferrovias. Com isso, é possível tomar cuidados para evitar que mais animais sejam vítimas dos carros, caminhões e trens.

Faça seu cadastro, colabore, seja um parceiro. Divulgue e incentive o uso do Sistema Urubu. Vamos torná-lo a maior rede social de conservação da biodiversidade brasileira.
Todos os dados coletados pelo Urubu Mobile são de livre acesso e estão disponíveis no Portal CBEE.
Você já pode fazer o download no Google Play.

O manual de uso do Urubu Mobile está disponível na seção "Publicações - Textos Técnicos" ou pode ser acessado diretamente através do link: http://issuu.com/portal.cbee/docs/manual_urubu_mobile.

Todos os dados coletados pelo Urubu Mobile são de livre acesso e estão disponíveis no Portal CBEE.

Para que os resultados não fiquem restritos, já que o objetivo maior é a conservação da biodiversidade,e o desenvolvimento de políticas públicas propostas por ONGs ativistas e ambientalistas, na construção de passagens inferiores e pontes suspensas de fauna, para para a redução do número de atropelamentos de animais silvestres.Estamos propondo que o banco de dados seja adotado por diferentes segmentos da sociedade e também pode ser usado para pesquisa científica.

Quando encontrar um animal atropelado, registre a foto e automaticamente o sabemos a data e a posição geográfica. A pessoa pode enviar no mesmo instante ou aguardar para enviar quando tiver wi-fi disponível.



20 de set. de 2013

ANIMAIS SILVESTRES ATROPELADOS EM CAMPINAS/SP

Gatos-do-mato, gambás, suçuaranas, jaguatiricas, capivaras, ouriços e cachorros-do-mato. Esses são alguns exemplos dos animais expostos ao risco de atropelamento todos os dias na Avenida Ivan de Abreu Azevedo, que separa a mata do Jardim Xangrilá da fazenda Monte Deste, onde um grande lago funciona como atrativo para a fauna local.

Muitos dos animais são atingidos por veículos. Na última segunda-feira, um gato-do-mato foi atropelado durante a travessia. Ele sofreu uma fratura na coluna e, graças à ajuda de voluntários, foi socorrido, atendido e está internado em um hospital veterinário de Campinas. O animal deve ser submetido a uma cirurgia e há risco de que não volte a andar. “Não temos um levantamento exato do número de casos, mas recebo relatos de cerca de cinco atropelamentos por semana aqui”, afirma o veterinário especializado em animais selvagens Roberto Stevenson.

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A presidente da Sociedade Protetora da Diversidade das Espécies (Proesp), Márcia Corrêa, explica a estrada divide duas áreas de preservação e que por isso os animais costumam atravessar o local. “Os carros passam ali geralmente em alta velocidade”, diz.

Essa mata é o último resquício de proteção e muitos animais estão migrando para o local. “Eu moro aqui perto e tenho visto muito bicho que não via antes. Os animais não têm mais para onde ir, as matas estão sendo destruídas, queimadas e eles acabam migrando para essas regiões ainda preservadas”, afirma a ambientalista.

Segundo os especialistas, a fauna da região é muito rica. “Lá existem vários tipos de animais, como jaguatirica, gato- do-mato, onça parda, capivara, muitos gambás, ouriços, ratão do banhado e muitas aves”, completa o veterinário, que costuma atender animais atropelados na região.

A maior parte dos atropelamentos, conta o veterinário, termina em morte. “Tem uma placa no local informando sobre a presença de animais selvagens, mas é preciso reduzir a velocidade dos carros que passam por ali com lombadas ou radares”, afirma Stevenson.

Depois de recuperados, os animais são colocados de volta na mata. “O Roberto já me procurou algumas vezes para soltarmos os animais que ele resgata. No mês passado soltamos dois gambás e um ouriço com filhote. Ele cuida dos bichos e traz para a gente e soltamos na mata Xangrilá”, conta Márcia.

Stevenson conta que está fazendo um levantamento do número de animais que são atropelados. “Com base nessas informações, iremos tentar mobilizar a sociedade e os órgãos públicos para melhorar essa situação”, afirmou.

Márcia conta que irá encaminhar um ofício para a Secretaria de Transportes para que visite o local e viabilize lombadas. “Não tem sentido vermos todo dia morte de bichos”, diz.
A Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) informou, por meio da assessoria de imprensa, que assim que receber a solicitação irá fazer estudo no local para verificar o que pode ser feito para amenizar o problema

Fonte: Correio Popular

28 de jun. de 2013

Raposas adotam sede do Facebook como lar

A sede do Facebook em Menlo Park, na Califórnia, ganhou quatro hóspedes que se tornaram ilustres na empresa: uma família de raposas.

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A família, que inclui a mãe e seus três filhotes, vive dentro do campus da companhia, e ganharam uma página no Facebook alimentada pelas fotos tiradas pelos funcionários da empresa durante o expediente.

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A página FB Fox já tem mais de 50 mil curtir na rede social. A página foi criada em 23 de abril por uma funcionária da equipe de Marketing da rede social, Alexis Smith, e mostra os animais circulando pela empresa e convivendo com os funcionários. "Todo mundo estava postando suas próprias fotos das raposas e eu queria um lugar onde pudéssemos compartilhar todas as fotos juntas e honrá-las", afirmou Alexis ao The Wall Street Journal.

O CEO da companhia, Mark Zuckerberg, é um dos fãs da página.

Nesta sexta-feira, ele compartilhou uma foto das raposas. "As raposas do Facebook que vivem em nosso campus são bastante surpreendentes.

Fico feliz que temos o nosso campus certificado como um habitat oficial da vida selvagem para que esses caras possam ficar por aqui", postou.

Vejam um dos muitos vídeos da família de raposas

https://www.facebook.com/video/embed?video_id=10200107404349517

13 de jun. de 2013

Filhote de Puma chega a Curitiba

A filhote de puma foi encontrada durante uma colheita na Usina Cerradinho, em Chapadão do Céu, em Goiás, e encaminhada ao Centro de Recepção de Animais Selvagens (Cras) do Mato Grosso do Sul.

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Ela foi atropelada por uma colheitadeira em Goiás e foi encaminhada a Curitiba para se recuperar. Por enquanto, a puma está em uma área reservada (sem visitação) do Passeio Público, onde é amamentada e recebe cuidados. Ela tem cerca de dois meses de idade.

O animal, que ainda não tem nome, será transferido ao Zoológico em dois ou três meses, depois que passar da fase de adaptação. Por ter sofrido o acidente muito jovem, ela não aprendeu a caçar e dificilmente poderá ser reinserida em seu habitat natural

A transferência para Curitiba aconteceu depois que o Zoológico enviou ao Cras o jacaré capturado no parque Barigui no fim do ano passado. O jacaré foi solto em uma fazenda de turismo do Mato Grosso do Sul e deve se readaptar à natureza. As transferências foram autorizadas pelo Ibama.

Animais em risco

Cerca de 30% dos 1,5 mil animais do Zoológico de Curitiba vieram de apreensões e não teriam condições de serem devolvidos à natureza, segundo informações da prefeitura da cidade. O leão Simba, por exemplo, foi resgatado de um circo e não tem a ponta da cauda. O tigre de bengala Shogun veio do Parque Beto Carrero e tem problemas na coluna.

31 de mai. de 2013

Animais também tem sentimentos

 

Quem passou ontem pela Praça Tenente Gil Guilherme, na Urca, se emocionou com a cena de uma triste mãe.

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Um Sagui, também conhecido como mico estrela, animais muito comum na região por circular livremente sobre os fios e muros em busca de alimentos.

A desesperada mãe tentava reanimar seu pequeno filhote que caiu de uma altura de 5 metros sobre um banco de madeira que fica na praça, o animal aparentemente descontrolado pulava de um lado para o outro sem se importar com as pessoas que estavam ao seu redor. Depois de sentir que o pequeno animal não representava qualquer tipo de reação a mãe o acariciou e deu aparentemente um beijo no seu filhote como se já sabia que nuca mais iria vê-lo, e então a triste mãe sem qualquer possibilidade de esperança deixou seu pequeno filhote sobre banco já sem vida e partiu.

Já os populares que estavam ao redor que presenciaram toda a cena, alguns com os olhos cheio de lagrimas, foram aos poucos deixando o local sem se quer dizer uma única palavra.

Simplesmente o ambiente se tornou em poucos minutos um local de reflexão.

Ocorrido em 26/04/2011, texto de Alex Ribeiro.

"Jamais creia que os animais sofrem menos do que o humano. A dor é a mesma para eles e para nós. Talvez pior, pois eles não podem ajudar a si mesmos." Dr. Louis J. Camuti

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29 de mai. de 2013

A maior apreensão do tráfico de animais

 

No que hoje é considerada a maior apreensão de animais exóticos na história americana, 27.000 animais, incluindo vários bichos- preguiças, foram resgatados de uma distribuidora de animais na cidade de Arlington, Texas, em 2009.

bichos-preguica

Membros da PETA, disfarçados conseguiram filmar o local que mostrou que as preguiças foram mantidos em gaiolas sujas que não tinham o equipamento necessário para que os animais sobrevivessem em cativeiro, incluindo lâmpadas de calor e umidificadores.

Os corpos de várias preguiças foram encontrados mais tarde no congelador da instalação.

Assista o vídeo.

28 de mai. de 2013

Família de bichos-preguiça é vendida na Colômbia

O comércio de animais selvagens é agora a terceira empresa criminosa mais lucrativo na Colômbia depois das drogas e armas. Estima-se que 60 mil animais foram vítimas de tráfico no ano passado, incluindo um número crescente de bichos-preguiças.

bicho-preguica

Nas ruas movimentadas de uma aldeia colombiana, pássaros exóticos coloridos, macacos e preguiças, todos os animais que antes eram selvagens, estão sendo vendidos como animais de estimação, e o negócio está crescendo.

Além do mais, os traficantes estão alimentando uma economia em crescimento que está prosperando fora da Colômbia. O mercado global para os animais selvagens, e que inclui o Estados Unidos , estima-se que trazer US $ 20 bilhões por ano.

A equipe de reportagem do" Nightline ", juntamente com Cooke, foi a uma investigação secreta na cidade de Córdoba, uma região da Colômbia, conhecida por seu comércio ilegal de animais silvestres, onde as preguiças são um dos itens mais populares para venda.

Quando um carro de repente parou próximo a nós, os traficantes se espalharam, mas acabou por ser um alarme falso. Supostamente, foi o prefeito de uma cidade vizinha que queria tirar uma foto com a preguiça.

Então, tivemos a notícia de outro suspeito de tráfico que tinha uma preguiça a venda do lado de fora de uma casa. Quando chegamos, era uma família inteira de preguiças-garganta-pálido, uma mãe com dois bebês, que estavam sendo vendidos em conjunto, e todos os três eram mantidos dentro de uma caixa.

"Eu nunca havia visto um bicho-preguiça-de-garganta pálida antes", disse ela. "Levou toda a minha vida para ver um. Eu nunca esperei que esse seria o cenário onde isso aconteceria."

"Eu vou segurá-los juntos, mas sinto-me muito triste", acrescentou Cooke.

Fomos confrontados com uma decisão, e foi uma situação arriscada. Os traficantes nos cercaram e eles estavam esperando uma venda, mas podemos simplesmente ir embora ou devemos tentar resgatar essa família preguiça?

O que Lucy Cooke e a equipe de reportagem do "Nightline" vão decidir fazer?

Sintonize "Nightline" Esta noite às 12:35 da manhã para descobrir o que aconteceu

Foi uma triste lembrança, zoólogo Lucy Cooke disse, é o equívoco mais comum sobre as preguiças.

"Eles não vão se adaptar a uma casa ou a ser o animal de estimação de alguém", disse Cooke.

"As preguiças são péssimos animais de estimação. Essa é a verdade."

Ela descreveu o fato de mais pessoas se interessarem pelas preguiças como a maldição de ‘ser gracioso’.

Por trás de sua natureza calma, e um aparente abraço carinhoso e aquele sorriso perpétuo, o animal é de uma biologia altamente delicada, o que deixa as preguiças em grande parte incapazes de sobreviver fora da floresta, especialmente porque elas somente sobrevivem se puderem se alimentar de uma dieta complicada de cerca de mais de diferentes 40 espécies  de plantas.

"Eles são animais altamente delicados", disse Cooke. "É por isso que você não os encontra em zoológicos. Você não encontra preguiças de três dedos em zoológicos nos Estados Unidos, porque eles são muito difíceis de manter. Assim, a ideia de que qualquer pessoa poderia simplesmente mante-lo um como animal de estimação é em verdade uma falcatrua "

Samuel, o nosso guia local, disse que os traficantes de operar com impunidade, porque há grupos paramilitares ainda que controlam grande parte da área, e a polícia raramente se envolve.

A poucos quilômetros do passado uma delegacia de polícia vazia e um sinal gigante "No tráfico" eram homens suspeitos de vender animais silvestres. Um homem foi empurrando papagaios selvagens exóticos, que foram amarrados e tiveram suas asas cortadas para evitar que eles voassem. Outro estava se oferecendo para vender um bugio. Outro estava vendendo preguiças por cerca de US $ 30 cada, e tirou um fora de sua bolsa para apresentá-lo.

Fonte: ABC News

30 de set. de 2011

Denuncie Tráfico Animais Silvestres

Vira e mexe temos a notícia de apreensões feitas pela fiscalização do Ibama ou das Polícias Florestais de animais silvestres sendo vendidos ilegalmente;

Subject: ocorrência de tráfico de animais silvestres do MS para a Capital de SP


Trata-se de uma apreensão realizada por uma de nossas Patrulhas Ambientais, no município de Presidente Prudente. A ocorrência foi atendida na madrugada de quarta-feira passada e culminou com a apreensão de 200 filhotes de papagaio que estavam sendo traficados do Mato Grosso do Sul e tinham como destino a Capital.

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Infelizmente, cerca de 50 filhotes já estavam mortos.
Os filhotes foram destinados a uma instituição da região para os devidos cuidados. Contra os traficantes foram arbitradas multas que totalizaram R$ 311.500,00, além da responsabilização penal imposta. O resultado, em que pese indesejado, decorre da intensificação das ações de fiscalização desencadeada em todo o Estado.


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Coronel PM – Comandante - Comando de Policiamento Ambiental
Rua Colônia da Glória, 650 - Vila Mariana  - São Paulo – Capital 
Fone: (11) 5082.3330  
     
"JUNTOS, FAREMOS UMA POLÍCIA MILITAR AMBIENTAL CADA VEZ MAIS FORTE"
Quando ocorre dependendo das condições em que foram encontrados, estes são encaminhados para a um local denominado Centro de Triagem de Animais Silvestres – Cetas. De acordo com a Lei nº 5.197/67, os animais silvestres são propriedade do Estado, então, esses Centros podem ser gerenciados pelo próprio Ibama ou por outras Instituições, em sistema convênio ou parceria, sob a supervisão do Órgão, existem aproximadamente 117 Cetas no país, o que é pouco devido a demanda de apreensões que infelizmente é alta.

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A escolha estratégica dos locais para implantação ou reforma, considera os estudos relativos à rota do tráfico, além da proximidade de universidades aeroportos. Todas essas medidas visam, além de oferecer local e condições adequadas para a recuperação e a destinação desses animais, possibilitar o desenvolvimento de pesquisas e o aperfeiçoamento técnico por meio de parcerias com universidades. 

Os Centros de Triagem são apoiados e supervisionados pelo Ibama por meio de termos de cooperação técnica normalmente pertencem à instituições científicas, jardins zoológicos, empresas privadas, fundações e secretarias estaduais ou municipais.

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O trabalho de recepcionar e triar animais implica em registrar a entrada de cada indivíduo; identificando qual é a espécie e o sexo (quando possível), buscando o máximo de informações quanto ao local em que foi capturado e o tempo de cativeiro; verificando qual é o habitat da espécie; e alojando os animais em local adequado para receberem o devido tratamento. Após serem examinados, os animais ficam sob quarentena para receber nutrição adequada e sob observação para identificar o aparecimento de possíveis doenças. Durante esse período, a equipe de técnicos do Cetas estuda o melhor destino para os animais.

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Para que um Cetas funcione a contento, precisa dispor em seu quadro de pessoal, no mínimo, um biólogo, um médico-veterinário e tratadores pois são atividades complexas e requerem bastante conhecimento de quem as desempenha. Por trata-se de empreendimento oneroso e que lida diretamente com vida, as suas atividades não podem ser interrompidas repentinamente por falta de recursos. Dessa forma, os Cetas normalmente são vinculados à pessoas jurídicas ou a órgãos de governo.

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Nos últimos anos, uma média de 45 mil animais foram apreendidos, anualmente, em todo território brasileiro. As aves representam a maior parte dos animais traficados e, em seguida, observa-se um número maior de répteis, seguido pelos mamíferos. Esses animais recebem tratamento nas unidades dos Centros de Triagem de Animais Silvestres – Cetas, onde são recebidos, recuperados e devolvidos à natureza, dependendo das condições em que se encontram, durante o processo de tentativa de reabilitação, muitas vezes a devolução ao seu habitat se torna impossível, os animais acabam sendo destinados aos jardins zoológicos ou criadores de animais silvestres, devidamente registrados junto ao Ibama.

Precisamos de mais CETAS? Sim, eles são necessários, mas o combate ao tráfico de animais silvestres deve estar mais atrelado a campanhas educacionais efetivas, bem como, fiscalização firme e as punições aplicadas conforme a lei de crimes ambientais. As condições em que muitos animais chegam aos centros de triagens são inexplicáveis e inadmissíveis.
Então pense muito bem caso tenha passado pela sua cabeça ter um animal silvestre em casa, a maioria morre no caminho, ao comprar estará compactuando com o crime, ajude denunciado a prática, não tenha em sua consciência a morte destes seres indefesos diante das ações humanas!

Fonte: IBAMA e Projeto CETAS Brasil