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6 de abr. de 2015

Na Páscoa Coelho se recusa a abandonar companheira atropelada

Uma foto de partir o coração mostra um coelho inconsolável que se mantém ao ao lado de sua falecida companheira, depois que ambos aparentemente foram despejados na rua por um ‘humano insensível’ depois de terem sido mantidos como pets.

Na Páscoa Coelho se recusa a

Os coelhos criados como animais de estimação, formam laços muito estreitos com seus companheiros e com os seres humanos. Quando eles são separados, e ficam solitários, o coelho sobrevivente pode tornar-se muito deprimido e até mesmo parar de comer.

Os coelhos são animais dóceis, inteligentes e que precisam de companhia, de uma família que lhês dê atenção e carinho. Com o passar da Páscoa, os protetores de animais estão se preparando para uma enxurrada de coelhinhos descartados da Páscoa.

Esse foi o caso do casal de coelhos fotografados em uma estrada da Califórnia, e que  aparentemente tinham sido ‘libertados’ por um humano irresponsável, que não queria mais cuidar deles.

Libertar animais de estimação, que sempre foram alimentados e que sempre viveram dentro de uma casa ou de uma gaiola é condenar os animais à morte.

Os coelhos domésticos não tem como sobreviver na selva de pedra das cidades. A  maioria sobrevive apenas por alguns dias antes de serem vítimas de um acidente, ou de serem atacados por cães ou gatos.

Maslow, o coelho macho se manteve por horas ao lado de sua companheira Hope, que infelizmente, não sobreviveu por muito tempo.

Ela foi tragicamente atropelada por um carro e morreu no meio da estrada. As fotos revelam que Maslow, ficava sentado a uma curta distância do corpo de Hope, e a cada barulho se colocava em pé e alerta vigiando seu corpo.

Um grupo de resgate de coelhos da localidade, foi postando as atualizações depois que o caso chegou as redes sociais. O corpo de Hope, a coelha fêmea foi retirado da rua e teve um enterro apropriado, mas Maslow, estava muito assustado e fugiu diversas vezes das equipes de resgate.

Depois de vários dias em busca do inconsolável coelho, Maslow voltou ao mesmo local onde ele tinha visto Hope pela última vez, e após quase duas horas, ele foi capturado, compreensivelmente, muito assustado.

Felizmente para Maslow, ele foi salvo de ter o mesmo destino de sua amada, e agora terá a chance de viver uma vida feliz. Ele está ao cuidados dos protetores e vivendo ao lado de outros dois coelhos.

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Casos como o de Hope e Maslow, também acontecem no Brasil. O primeiro grupo que uniu sua paixão aos coelhos foi o “Adote um Orelhudo”, com
a missão de resgatar, abrigar, tratar e doar os coelhos abandonados.

Tanto no blog (http://www.adoteumorelhudosp.blogspot.com.br), quanto em sua página (Facebook.com/AdoteUmOrelhudoSp), o grupo mantém dicas e orientações para os tutores de coelho, bem como mantém os dados e as fotos dos coelhos em busca de lares definitivos ou temporários. Você também pode ajudar a mudar a vida de um orelhudo, fazendo algum tipo de contribuição ao grupo.

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22 de jan. de 2015

Nova resolução dá força na luta contra a venda de Animais

Gaiolas e vitrines vazias. Por causa da Resolução nº 1069/14, alguns pet shops decidiram retirar os animais da vitrine. Foi o que aconteceu em uma loja do bairro do limão em São Paulo.

A Resolução que tem poder de Lei, e que proíbe a exposição e venda de animais em vitrines e gaiolas, e que tem sido destaque na imprensa nacional nos últimos dias, está sendo alvo de uma polêmica nas redes sociais. Criada pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), no uso das atribuições conferidas pelo artigo 16, "f", da Lei 5.517, de 23 de outubro de 1968, vem sendo deturpada e combatida pelos interessados em perpetuar o cruel mercado de vidas.

Animais sobrevivendo em gaiolas apertadas ou em vitrines sem água ou comida. Bichos de diferentes espécies sendo obrigados a compartilhar o mesmo espaço. Cães, gatos, pássaros e coelhos – “Presa e predador lado a lado”. A grande maioria nunca viu a luz do dia.

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A proibição de que os pet shops e outros estabelecimentos comerciais, de deixarem expostos em gaiolas e vitrine de qualquer espécie de animais de estimação a venda, foi publicada no Diário Oficial da União, e está em vigor desde quinta-feira (15).

A determinação que todos os pet shops deveriam ter um veterinário responsável já existia. A resolução de manter veterinários diariamente nos locais, já era regulamentado por lei federal, mas nem sempre era cumprida. A regulamentação dará força à lei, e ao veterinário que deverá desempenhar seu papel com mais firmeza.

Castração Imunização e Proibição Contato Pessoas-Animais

A restrição imposta pela resolução do acesso direto da população aos animais disponíveis para comercialização, aliada a relação dos itens descritos nos incisos do Artigo 5º, pelo órgão regulador - é determinante para a retirada dos animais das atuais gaiolas e vitrines vistas nos estabelecimentos brasileiros. "Há casos em que vários animais são alojados em espaços pequenos, sem cama para deitar nem água suficiente para beber, sem alimentação adequada. É bom lembrar que situações de maus-tratos não são apenas um ato doloso, mas também culposo", explica o presidente do CFMV, o médico veterinário Benedito Fortes de Arruda.

Outro ponto importante da Resolução 1069/2014, é que os animais a serem comercializados estejam vacinados, de acordo com os programas de imunização", afirma, o secretário-geral do CFMV, o médico veterinário Marcello Roza.

A castração citada no inciso III do Artigo 11, está ligada ao fato de que muitos municípios brasileiros tem legislação sobre o tema, que é o caso da cidade de São Paulo.

A Lei nº 14483 de 16 de julho de 2007, de autoria de Roberto Tripoli, no capítulo  IV - DO COMÉRCIO DE ANIMAIS REALIZADO POR CANIS E GATIS, existe a obrigação da esterilização (castração) e da microchipagem.

Art. 18. Os canis e gatis estabelecidos no município de São Paulo somente podem comercializar, permutar ou doar animais microchipados e esterilizados.

§ 1º Os animais somente podem ser comercializados, permutados ou doados após o prazo de 60 (sessenta) dias de vida, que corresponde ao período mínimo de desmame.

Os efeitos da aplicação da resolução, é a diminuição dos animais a venda, bem como das compras por impulso. Com o cadastro dos compradores, será possível identificar e punir as pessoas que compram animais, que depois são abandonados, caso recorrente quando estes são utilizados para serem dados de presentes em datas comemorativas, como a Páscoa, Natal ou aniversários e outros.

A íntegra da Resolução nº 1069/14, pode ser lida no portal da Imprensa Nacional. Abaixo listo alguns destaques da normativa:

Art. 2º Para efeito desta Resolução, entende-se por estabelecimentos comerciais aqueles que expõem, mantêm, promovem cuidados de higiene e estética, vendem ou doem animais.

Parágrafo único. Observado o disposto na Resolução CFMV nº 878, de 2008, ou outra que a altere ou substitua, os estabelecimentos comerciais devem estar devidamente registrados no sistema CFMV/CRMVs e manter um médico veterinário como responsável técnico.

Art. 4º Os grupos taxonômicos aos quais se refere esta Resolução são mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes.

VIII - possuam espaço suficiente para os animais se movimentarem, de acordo com as suas necessidades;
IX - sejam providas de enriquecimento ambiental efetivo de acordo com a espécie alojada.

Art. 5º O responsável técnico deve assegurar que as instalações e locais de manutenção dos animais:
I - proporcionem um ambiente livre de excesso de barulho, com luminosidade adequada, livre de poluição e protegido contra intempéries ou situações que causem estresse aos animais;
II - garantam conforto, segurança, higiene e ambiente saudável;
III - possuam proteção contra corrente de ar excessiva e mantenham temperatura e umidade adequadas;
IV - sejam seguras, minimizando o risco de acidentes e incidentes e de fuga;
V - possuam plano de evacuação rápida do ambiente em caso de emergência, seguindo normas específicas;
VI - permitam fácil acesso à água e alimentos e sejam de fácil higienização;
VII - permitam a alocação dos animais por idade, sexo, espécie, temperamento e necessidades;
VIII - possuam espaço suficiente para os animais se movimentarem, de acordo com as suas necessidades;
IX - sejam providas de sejam providas de enriquecimento ambiental efetivo de acordo com a espécie alojada.

Art. 8º - Com relação à venda ou doação de animais, o responsável técnico deve:

II - orientar o estabelecimento quanto à necessidade de formalização de termo de contrato de compra e venda ou doação;

V - disponibilizar a carteira de imunização emitida por Médico Veterinário, conforme artigo 4º da Resolução CFMV nº 844, de 2006,
ou outra que altere ou substitua, com detalhes de datas e prazos;

VI - orientar para que se previna o acesso direto aos animais em exposição, ficando o contato restrito a situações de venda iminente;

IX - não permitir a venda ou doação de fêmeas gestantes e de
animais que tenham sido submetidos a procedimentos proibidos pelo
CFMV.

Art. 11. Sem prejuízo das obrigações e deveres contidos nos manuais de responsabilidade técnica dos CRMVs, o responsável técnico fica obrigado a comunicar formalmente ao estabelecimento as irregularidades identificadas e as respectivas orientações saneadoras.

III - cuidados veterinários e castração;

Segundo a Resolução nº 1069/14, o responsável técnico do estabelecimento é o veterinário, e caberá a ele assegurar o cumprimento das diretrizes, e se ele não comprovar que está tomando medidas para corrigir o que está errado acaba sendo conivente com a situação, além de responder por infração ética e  se sujeitarem a processos ético-profissionais. Aqueles que não cumprirem tais determinações (veterinário e proprietário), estão sujeitos ao pagamento da multa variável entre R$ 3 mil e R$ 24 mil.

Mas uma das novidades da regulamentação é a forma de punição do médico veterinário. Antes, o profissional poderia ganhar uma advertência, ser suspenso, ou em casos extremos, ter o registro cassado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV). Com a regulamentação, o veterinário também poderá ser enquadrado judicialmente por maus tratos, com pena restritiva de direito de 3 meses a um ano.

Será necessária uma fiscalização ostensiva por parte dos Conselhos Regionais, mas as possíveis punições não soam como ameaça, e sim, como triagem em um mercado tão concorrido. As denúncias devem ser feitas ao CFMV.

Os pet shops irão se adequar à norma, e os profissionais e estabelecimentos que trabalham de forma correta irão se solidificar no mercado. Com o tempo, os maus profissionais não ficarão nessa área, e isso representa mais segurança e qualidade dos serviços, além de mais tranquilidade para os tutores de animais.

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Veja abaixo os títulos publicados nos últimos dias,  pelos grandes veículos de comunicação brasileiros relacionados a Resolução nº 1.069/14.

=> Pet shops não podem mais expor animais em vitrines e gaiolas (Estadão)

=> Lei proíbe exposição e venda de animais em vitrines e gaiolas (G1)

=> Proibida a exposição e venda de animais em vitrines e gaiolas (OAB)

=> Resolução impede contato direto de público com animais em pet shops (Tv Globo)

=> Publicadas regras para comércio e exposição de animais (Brasil.Gov)

=> PET SHOPS NÃO PODEM MAIS EXPOR ANIMAIS EM VITRINES E GAIOLAS (Revista Época)

=> Nova lei proíbe exposição de animais em pet shops (SRZD)

=> Fiscalização do Conselho Federal de Medicina Veterinária (Sindilojas)

16 de jan. de 2015

Venda e Exposição de Animais em Vitrines e Gaiolas está Proibida no Brasil

Desde ontem está proibida a comercialização de animais de estimação em gaiolas instaladas na frente de petshops, clínicas veterinárias, parques de exposição e feiras agropecuárias. O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicou a Resolução 1069/14, que dispõe sobre diretrizes gerais de responsabilidade técnica em estabelecimentos comerciais (pet shops) de exposição, manutenção, higiene estética e venda ou doação de animais, e exige instalações livre de excesso de barulho e poluição, com luz adequada e protegido contra intempéries e situações que causem estresse aos bichos.

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Através da resolução, instituída em outubro de 2014, o CFMV tenta garantir que os serviços sejam prestados de acordo com as boas práticas veterinárias. As regras, que também determinam novas diretrizes de higiene e estética, deverão ser seguidas pelos médicos veterinários que atuam como responsáveis técnicos nos estabelecimentos que comercializam animais domésticos.

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Resolução n° 1069, de 27 de outubro de 2014

Considerando que a exposição, a manutenção, a venda e a doação de animais em estabelecimentos comerciais são práticas comuns no Brasil, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) decidiu estabelecer princípios e normas que garantam a segurança, a saúde e o bem-estar dos animais que estiverem sob o cuidado de pet shops, parques de exposição e feiras agropecuárias, por exemplo. O objetivo é garantir que os serviços sejam prestados de acordo com as boas práticas veterinárias.

Relacionadas também a procedimentos de higiene e estética, as diretrizes deverão ser seguidas pelos médicos veterinários que atuam como responsáveis técnicos nos estabelecimentos que exercem atividades peculiares à Medicina Veterinária.  ”A Resolução 1069/2014 vem para padronizar a forma de atuação desses profissionais em todo o país. A partir do próximo dia 15 de janeiro, quando a resolução entrar em vigor, os responsáveis técnicos estarão respaldados por uma norma nacional para que possam orientar os estabelecimentos comerciais de exposição, manutenção, higiene, estética, venda e doação de animais, e exigir deles as adequações necessárias”, explica o presidente do CFMV, o médico veterinário Benedito Fortes de Arruda.

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Contato restrito com os animais

De acordo com as novas diretrizes, uma das orientações do médico veterinário deve ser pela restrição do acesso direto da população aos animais disponíveis para comercialização.  ”O contato deve acontecer somente nos casos de venda iminente. Essa medida pode evitar, por exemplo, que os animais em exposição sejam infectados por possíveis doenças levadas nas roupas das pessoas”, exemplifica Arruda. Segundo o presidente do CFMV, os filhotes submetidos a algum tipo de estresse podem ter sua imunidade comprometida, tornando-os vulneráveis a diversos tipos de doenças.

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Instalações adequadas

Os donos dos estabelecimentos comerciais também devem ter em mente que os animais necessitam de espaço suficiente para se movimentarem. “Há casos em que vários animais são alojados em espaços pequenos, sem cama para deitar nem água suficiente para beber, sem alimentação adequada. É bom lembrar que situações de maus-tratos não são apenas um ato doloso, mas também culposo”, esclarece Arruda.
Ferir, mutilar, cometer atos de abuso e maus-tratos aos animais podem acarretar em detenção de três meses a um ano, além de multa. É o que prevê a Lei de Crimes Ambientais, de nº 9.605/1998.  Por isso, a importância dos médicos veterinários, já que somente eles têm condições técnicas para prestar os devidos esclarecimentos que garantam a saúde e a segurança dos animais. “Em casos de descumprimento da Resolução CFMV 1.069/2014, os profissionais devem comunicar o fato ao Conselho Regional de Medicina Veterinária, que tomará as providências necessárias,” finaliza.

Imunização
O secretário-geral do CFMV, o médico veterinário Marcello Roza, também aponta outro ponto importante da Resolução 1.069/2014. “De acordo com as novas regras, os responsáveis técnicos deverão assegurar que os animais a serem comercializados estejam vacinados, de acordo com os programas de imunização”, afirma.  Segundo ele, muitas vezes, acontece de uma ninhada ser comercializada sem estar vacinada. “Esses são animais muito jovens e, se não estiverem imunizados, podem acabar se contaminando (com algum tipo de doença)”, esclarece.

Leia também: Cresce Furto de Cães de Raça no País

Responsabilidade técnica
De acordo com a Resolução 1.069/14, os responsáveis técnicos também devem assegurar:

- que os animais com alteração comportamental decorrente de estresse sejam retirados de exposição;

- os aspectos sanitários dos estabelecimentos, principalmente para evitar a presença de animais com potencial zoonótico ou doenças de fácil transmissão para as espécies envolvidas;

- que não ocorra a venda ou doação de fêmeas gestantes e de animais que tenham sido submetidos a procedimentos proibidos pelo CFMV, como a onicectomia em felinos (cirurgia realizada para arrancar as garras); a conchectomia e a cordectomia em cães (para levantar as orelhas e retirar as cordas vocais, respectivamente); e a caudectomia em cães, cirurgia realizada para cortar a cauda dos animais;

- que as instalações e locais de manutenção de animais sejam livres de excesso de barulho ou qualquer situação que cause estresse a eles;

- que esses locais tenham um plano de evacuação rápida em caso de emergência;

- a inspeção diária obrigatória que garanta a saúde e o bem-estar dos animais.

Publicada no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução CFMV 1.069/2014 entrou em vigor em 15 de janeiro de 2015. 

Fonte:  Portal do CFMV

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5 de jan. de 2015

Pikachu da vida real será exterminado pelo Governo Chinês

O pika um pequeno mamífero que teria servido de inspiração ao personagem Pikachu, e que encantou milhares de fãs da série Pokémon, e que vive em vastas áreas do noroeste da China, está sendo alvo de programas de envenenamento por parte do Governo, que acredita que eles tem um impacto negativo por sobre as pastagens.

Pikachu da vida real será envenenado

Apesar de sua aparência que se assemelha a um roedor, o pika é de uma ordem de pequenos mamíferos herbívoros, que inclui os coelhos e as lebres. E há tempos a comunidade científica vem avisando para os perigos da extinção total dos pika, já que hoje existem atualmente cerca de 30 espécies (mas outras tantas já estão extintas).

Recentemente, um estudo publicado na revista científica Ambio veio contrariar a visão do Governo chinês de que a presença dos pika no planalto tem contribuído para a degradação da qualidade dos solos. Segundo os autores do estudo, estes mamíferos “são uma espécie fundamental para a biodiversidade e a sua atividade de criação de tocas, presta um serviço crucial ao ecossistema, aumentando o nível de infiltração de água, assim reduzindo os escoamentos superficiais”. Os pikas também auxiliam no reflorestamento, pois mesmo se alimentando da produção, as sementes carregadas por estes em suas fezes acabam nas fendas rochosas e degradadas. Por causa de seu habitat nativo, comem principalmente as gramas, musgo, folhas e frutos.

Com a morte dos pika, outras espécies ficam afetadas e acabam também por desaparecer, argumentam os cientistas, referindo os casos de aves e répteis que usam as tocas dos pequenos ratos como abrigo. E os programas de envenenamento também significa menos comida para carnívoros - que pode ter "repercussões para as populações humanas" - os quais, fazem  a pika ser uma "espécie-chave".

Esta  não é a primeira vez que estudos científicos demonstram os malefícios de combater a espécie, mas até ao momento Wilson e Smith são os primeiros cientistas a apresentar provas concretas contra as tentativas de acabar com a buraqueira dos mamíferos na região – e ao contrário do que aconteceu em países como a Mongólia, que suspendeu a extinção dos pika -, o Governo chinês não deu ouvidos aos pedidos dos ecologistas e dos cientistas para que pare o programa lançado em 1958.

Conhecido como “torre de água da Ásia”, o planalto tibetano alimenta dez dos maiores rios do continente, fornecendo água para 20% da população mundial, que vive junto às bacias hidrográficas desses rios.

Em 2006, quase 360 mil quilômetros quadrados de terra tinham sido tratados com fosfato de zinco na província de Qinghai China. O governo, então, emitiu um enorme subsídio para uma nova fase de intoxicação que, a partir do final de 2014, foi programado para ter como alvo um mais de 110.000 quilômetros quadrados - custando aproximadamente US $ 35 milhões.

Isso faz com que a ecologia da região extremamente importante, e quando a terra é degradada o governo está sob pressão para fazer algo - qualquer coisa - mesmo que não é apoiado por cientistas.

18 de out. de 2014

O Antes e o Depois do Resgate de Animais do Instituto Royal

O Resgate dos Beagles como ficou conhecido tornou-se um marco e um símbolo da Defesa dos Animais no Brasil.

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Ocorrido na madrugada do dia 18 de Outubro de 2013 foi filmado, fotografado e noticiado pela imprensa nacional e internacional. Entretanto a grande maioria omitiu que as manifestações contra o Instituto Royal começaram muito antes, há anos, mas nunca houve o diálogo solicitado pelos ativistas, atendidos pelo Instituto Royal.

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Em 2012 o evento ‘Comboio pela Vida’, já conclamava as pessoas a se reunirem no dia 19 de agosto no vão do Masp, para de lá seguir para São Roque. Centenas de pessoas atenderam ao chamado dos Ativistas e dos Protetores e seguiram em carreata até o Instituto Royal e de lá denunciavam a crueldade dos testes em animais. Alguns veículos de comunicação até chegaram a noticiar o fato, que na época não gerou comoção entre as autoridades ou a população.

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Em 2013 o “Comboio pela Vida II’, novamente conclamou as pessoas para no dia 22 de Setembro, acompanhar a carreata”. E novamente centenas de pessoas se solidarizaram com o sofrimento dos animais e seguiram até o Instituto Royal, que recebeu as reinvindicações dos ativistas.

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Com o passar dos dias, sem que nenhuma das reinvindicações fosse atendida, alguns ativistas resolveram se acorrentar aos portões do Instituto Royal, em pleno feriado do dia 12 de outubro de 2013.

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A partir dessa data a ação começou a somar forças com a movimentação organizada pelas redes sociais. O site da empresa foi derrubado por grupos como os Black Blocs e o Anonymus, e o endereço do Royal (com mapa para chegar) e outras informações que eles tentavam esconder do público, foram divulgadas.

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A INVASÃO

A invasão aconteceu porque os ativistas que permaneceram dia e noite a frente do portão, não estavam suportando ouvir os cães ganindo, chorando e latindo muito. Era insuportável ficar ali sem fazer nada, e a informação do que estava acontecendo foi sendo passada até chegar às redes sociais.

Por volta da 1h da madrugada do dia 18 de outubro de 2013, centenas de pessoas se dirigiam ao local e ouviam os lamentos dos animais. Foi quando gritos ecoaram “ENTRAMOS, ENTRAMOS”!

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E todos começaram a entrar pelo buraco da cerca. Mas os canis tinham portas de alumínio e portões de ferro, que foram abertos pelos anjos mascarados. Os Black Blocs, os Anonymous e o grupo do ALF (Frente de Libertação Animal).

Assim que a primeira porta foi aberta, o cheiro que saiu de lá foi insuportável, um bafo fétido. Não era cheiro de canil, era um cheiro de coisa podre, um ar pesado. Algumas pessoas se afastaram, algumas vomitaram, enquanto outros organizaram uma corrente humana a fim de ser mais rápida a locomoção dos cães de dentro dos canis, algumas protetoras, alguns rapazes e os Black Blocs estourando as outras portas para que os protetores chegassem até os cães.

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Ao adentrar os canis, qual não foi à surpresa de ver dezenas de beagles apinhados num espaço minúsculo coberto de urina e fezes. Muitos cães. Muitos.

Começamos a retirada, o plano foi: corrente humana até o topo da escada, e lá no alto as pessoas tinham que correr com os cães por uns 400 metros até chegar aos carros pra colocar os beagles em segurança. Cães assustados, paralisados de medo sendo carregados numa corrente humana até o alto da escada.

Muitos cães com mutilações e feridas abertas, alguns bem inchados com cortes que sangravam. Outros com lacerações nos olhos e mucosas, alguns com muita dificuldade de locomoção, muitas fêmeas prenhas com escaras nas costas. O manejo dos cães teve que ser cuidadoso apesar de rápido, porque muitos cães choravam de dor e a maioria defecava, vomitava e urinava de puro medo. O pelo deles também se desprendia com facilidade da pele ferida. Tufos de pelo caíam pelo chão já coberto de fezes. Alguns cães eram muito pesados ou estavam muito machucados e erguê-los pra passar por cima de um dos muros do canil era muito complicado, e esse trabalho foi quase todo feito por homens, muitos deles encapuzados.

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Os mascarados, uns com máscaras, outros com capuzes ou lenços, saíam dos canis como todos os outros: cobertos de fezes e urina dos beagles, algumas pessoas com alguns hematomas e outros com algumas mordidas.

Os maus tratos eram evidentes. Visíveis. A impressão era a de que todos aqueles cães já tinham sido usados em experimentos e, depois de usados, foram descartados numa espécie de depósito de cães.

Além dos beagles, foram resgatados coelhos, e alguns poucos ratos. Informações anônimas de pessoas que se diziam funcionárias davam conta de que os ratos e vários cães já tinham sido mortos a sangue frio e colocados num porão.

Em 11 de novembro de 2013, o site Contas Abertas divulgou que o valor de R$ 5,2 milhões, repassados integralmente ao projeto do Instituto Royal pelo Governo Federal, sem apresentar resultados foi considerada sigilosa. A decisão 1420 foi tomada em 27 de outubro de 2010.

Infelizmente para os animais, a imprensa não noticiou o fato de que ao mesmo tempo em o governo investiu milhões nesse projeto desnecessário que visava somente torturar animais, deixou no mesmo período, faltar itens básicos que salvariam milhares de vidas humanas. Em 2013, hospitais e postos de saúde não recebiam seringas de insulina, e foram orientados a reutilizar as existentes por até oito vezes.

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Em 22/10/2013, o Deputado Ricardo Izar apresentou o Projeto de Lei n. 6602/2013, que: "Altera a redação dos artigos 14, 17 e 18 da Lei nº 11.794, de 08 de outubro de 2008, para dispor sobre a vedação da utilização de animais em atividades de ensino, pesquisas e testes laboratoriais com substâncias para o desenvolvimento de produtos de uso cosmético em humanos e aumentar os valores de multa nos casos de violação de seus dispositivos”.

Em 11/12/2013, o deputado Estadual Feliciano Filho, encaminha Projeto de Lei que, proíbe a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes, e seus componentes, no Estado de São Paulo, que tramitou em carácter de urgência na Assembleia Legislativa, que o aprovou em dezembro.

Em Janeiro de 2014, ativistas permaneceram acampados do outro lado da rua em frente ao portão principal do Palácio dos Bandeirantes, por quase uma semana, reivindicando que o governador promulga-se a lei.

E na manhã que sancionou a Lei 777/2014, o governador do estado de São Paulo Geraldo Alckmin, quebrou o protocolo e se juntou aos ativistas acampados em frente à sede do governo parabenizando-os pelo empenho. A medida ainda será regulamentada.

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Alckmin disse que o próximo passo agora é uma lei federal. Ele se mostrou favorável a uma iniciativa no Congresso Nacional para tornar os testes em animais para produtos cosméticos proibidos em todo país.

Na Câmara dos Deputados em Brasília, há 21 projetos em discussão que tratam do uso de animais em testes de cosméticos tramitando em conjunto.

Em Porto Alegre funciona uma prestadora de serviços do Instituto Royal, a Genotox Royal. A empresa fica em uma incubadora dentro do Centro de Biotecnologia (CBiot) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no Campus do Vale.

Enquanto uma lei federal não proibir os cruéis testes em animais, milhões de reais, que poderiam ajudar seres humanos, serão desviados para que mais e mais animais continuem a sofrer nesses ditos ‘experimentos’.

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30 de jun. de 2014

Jovens Roubam, Torturam e Incendeiam Coelha, e postam vídeo na internet

Percy a coelha, foi roubada de seu viveiro, entre a noite do dia 27 e a manhã do dia 28 de junho. O paradeiro da coelha permaneceu um mistério até que um vídeo, foi publicado poucas horas, depois de a coelha desaparecer, mostra três jovens nus em uma banheira com um coelho branco muito parecido com Percy.

Depois da cena da banheira, o vídeo que foi postado em um site de mídia social, passou a mostrar que a coelha está sendo incendiada, e é jogada para fora de uma janela em chamas.

Incendeiam Coelha

O tutor da coelha Sr. Atkinson,  disse: "Nós só pensamos que Percy foi roubado por algum motivo, mas nós nunca sequer imaginamos que alguém pudesse fazer algo assim para ela. É nojento e doente, o que se passa na mentes dessas pessoas?

Para torturar um animal dessa forma e jogá-lo para fora da janela é desumano, não podemos deixar de pensar o quanto ela sofreu. "Estamos todos com o coração partido. Rebecca e as crianças choraram durante toda a noite e não dormiram.

Percy deixou para trás cinco bebês de 11 dias de idade, que agora são deixados sem uma mãe. Rebecca e seu marido estão atualmente alimentando-os.

- Eu simplesmente não posso acreditar que alguém poderia ser assim tão cruel.

A família foi informada sobre o vídeo por amigos que tinham visto ele depois que ele foi postado em um site de mídia social, nas primeiras horas da manhã de domingo.

Eles não podiam suportar ver-se as cenas horríveis. A imagem chocou centenas de usuários de mídia social que iam on-line para mostrar o seu desgosto.

Dois homens, com idades entre 19 e 20 e um adolescente, de 17 anos, foram presos e socorrida sobre o incidente e mais de 16 anos de idade, permanece sob custódia.

Um porta-voz da Polícia de Durham no Reino Unido disse: "A polícia está investigando o roubo e posterior morte de um coelho branco.

As informações são do Daily Mail


Nota do Blog: Se você ama coelhos e pode oferecer

um lar responsável, ADOTE UM COELHO

entre em contato com o

ADOTE UM ORELHUDO – SP

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31 de jan. de 2014

DÊ UMA CHANCE AOS ANIMAIS E AOS ABRIGOS

(VÍDEO) O vídeo feito por voluntários de um abrigo dos EUA, é de uma alegria contagiante, que faz com que as pessoas adotem e ajudem os abrigos.

Bem diferente da nossa realidade brasileira, onde os abrigos não divulgam seus endereços e poucos aceitam voluntários ocasionais.

VÍDEO)  DÊ UMA CHANCE AOS ANIMAIS

Esse é um assunto longíssimo e difícil de explicar no Brasil. Enquanto a grande parte da população que se indigna com o fato de ver um cão ou um gato abandonado perambulando pelas ruas, e sai as redes sociais com apelos para algum abrigo resgate o pobre animal, e acaba por descobrir que não existe abrigos que aceitem receber esses animais (por falta de espaço, de dinheiro e de alimento para os mesmos), os dentro da causa animal são totalmente contrários a criação de abrigos de animais pelos mais variados motivos.

É uma pena esse contrassenso, e quem sofre com isso são os animais.

 

Sou da opinião que deveríamos sim exigir do poder público a construção de abrigos municipais, afinal está na nossa constituição de que os animais são tutelados do estado. Não entendo porque velhas recordações de abrigos falidos, com animais passando fome, possa ser pretexto para deixar que milhares e milhares de animais morram atropelados, morram surrados, escaldados com água ou óleo fervente. Será que é só em São Paulo que temos horário estabelecido para colocar o lixo na calçada, o lixo que outrora servia de alimento a muitos animais errantes, que nem com isso podem contar para sobreviver.

Vejo petições e manifestações pedindo mais castrações, maior rigor no controle populacional dos animais por parte das autoridades, mas parece que todos esquecem que eles não fazem a mínima ideia do que os animais precisam – simplesmente porque sem a existência dos abrigos, e a supervisão destes – eles jamais terão ideia do que tanto falamos.

Pense nisso, existem muitos prédios que poderiam servir como abrigos como ocorre nos EUA. Onde as pessoas poderiam visitar, participar, se voluntariar nem que fosse somente por um dia.

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15 de jan. de 2014

Beagles Coelhos e Ratos Amados

(VÍDEO) Da fome a fuga espetacular - A Amizade entre espécies - O vídeo do beagle sem um olho, que muitos achavam ser montagem. O carinho e o reencontro entre pessoas e seus animais.

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Quase 3 meses depois da invasão do Instituto Royal, quando ativistas retiraram os animais do laboratório, o MP se aproxima de ter uma conclusão sobre as denúncias de maus-tratos contra os animais.

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Aprova Alckmin Projeto Proíbe Animais em Testes

(VÍDEO) Quase três meses depois da invasão do Instituto Royal, quando ativistas retiraram os animais do laboratório em São Roque, no interior de São Paulo, o Ministério Público se aproxima de ter uma conclusão sobre as denúncias de maus-tratos contra os animais. Muitos foram vendidos para serem usados como cobaias na USP, Unicamp e Unesp para testes de odontologia e disfunção erétil, entre outros.

animais-cobaias

De acordo com os documentos que constam no inquérito civil, que segue em segredo de Justiça sob supervisão do promotor Wilson Velasco Júnior. A reportagem do IG, teve acesso a contratos de venda que mostram que, entre agosto de 2010 a maio de 2013, 69 cachorros foram comercializados com acadêmicos ligados a universidades particulares e públicas, como a Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista. Desse total, 51 foram comprados por pesquisadores da área de odontologia, 15 por professores ou doutorandos da área de veterinária e três por um médico que tem como tema de estudo a disfunção erétil.

Em uma tese de doutorado publicada no site da USP (veja aqui), é possível observar que um dos testes comuns realizados com cães da raça beagle é a extração de alguns dentes para substituição por parafusos ou outras técnicas odontológicas. Apenas para o estudo em questão, foram mortos 5 cães com idade média de 20 a 4 meses. Três meses antes do início do estudo, os pré-molares superiores e inferiores dos cães foram retirados. Para iniciar a tese:

60 mini-parafusos foram colocados na maxila e na mandíbula dos cães. Já no primeiro dia, um cão foi morto e teve parte dos ossos da boca retirados para averiguar a resistência à tração que os parafusos teriam. Os ossos da boca do animal, com os parafusos, foram levados ao teste de resistência à tração. Uma máquina "puxou" estes parafusos até que eles foram retirados dos ossos. A força que a máquina precisa exercer para fazer isso é o objetivo do teste de tração. No 2º, 7º, 15º e 30º dias os outros cães foram mortos e os procedimentos repetidos. Este estudo não foi conduzido no Instituto Royal, mas, por evidências encontradas sobre as atividades do instituto, podemos deduzir que práticas muito semelhantes eram realizadas com os cães que foram resgatados de lá.

#AprovaAlckmin - Projeto de lei que proíbe a utilização de animais para desenvolvimento, experimentos e testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes e seus componentes no Estado de São Paulo foi aprovado pelos deputados paulistas em 11/12/13. A matéria depende agora da sanção do governador Geraldo Alckmin.

Todos que nos acompanharam no fechamento do Instituto Royal, juntem-se a nós em mais esta batalha!
Iremos nos reunir em frente ao Palácio do Governador, pacificamente.
Chegaremos no local na quinta-feira (16/01) e ficaremos até recebermos um posicionamento do Governador! Precisaremos de ativistas para revezamento no local!

https://www.facebook.com/events/455089541258288/455159044584671

 

Há também uma petição dirigida ao governador para assinar, clique aqui

 

Fonte: Mural Animal, IG

11 de dez. de 2013

Coelho Abandonado fica Paralítico e ganha Cadeira de Rodas

Ariel é o nome do coelho que vive no NYC Metro Rabbit Rescue, uma organização nos EUA, sem fins lucrativos que encontra casas para coelhos abandonados. Ela está agora no abrigo, e graças a uma generosa doação que recebeu, em setembro, ela está fazendo fisioterapia no Centro Médico animal.

Coelho Abandonado fica Paralítico

Em São Paulo, o Grupo Adote um Orelhudo também procura por novos lares para coelhos, e mantém uma página no facebook para os interessados em adoção e com dicas e cuidados para quem mantém coelhos como animais de estimação.

adote_um_orelhudo

O animal foi abandonado pelo dono nas ruas da cidade e provavelmente deve ter sido atacado por um bicho ou foi atropelado, ou machucado e acabou perdendo o movimento das patas traseiras.

Neste final de semana, Ariel exibiu sua nova cadeira de rodas em um evento de adoção de animais em Nova York. Faz somente duas semanas que ela está usando a cadeira, mas ela já sabe se movimentar e aprende cada dia mais, pois o ajuda a levar uma vida quase normal e ainda virou símbolo de fofura na web.

Para ajudar em seu tratamento, o orfanato criou uma página no Facebook na qual divulga a evolução do coelho.

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A página de Ariel no Facebook mantém seus fãs atualizados em suas aventuras e também visa sensibilizar sobre outros coelhos abandonados, assim como Ariel que esperam ser adotados.

"Desde que ela foi resgatada, cada ser humano que encontrou Ariel só queria poder ama-lá e ajudá-la". "Ela ainda está lutando contra as adversidades causadas por um humano mau, mas Ariel parece ter recuperado a sua confiança nas pessoas."

Para ver um dos vídeos de Ariel, click aqui

Boa sorte, Ariel!

Fonte: Huffington Post

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4 de jul. de 2013

Coelho com chifres, não é mito é vírus

O Jackalope ou Lebrílope, no folclore, diz-se ser um cruzamento entre uma jackrabbit (lebre) e um antílope (daí o nome) que viveria na Califórnia e é normalmente é retratado como um coelho com galhadas, é uma criatura mítica.

coelho_chifres

Quando um coelho é infectado pelo vírus papiloma, a doença  provoca o crescimento dos tumores na região da cabeça.

O papiloma vírus Shope, que forneceu o primeiro modelo de mamíferos de um câncer causado por um vírus, leva o nome de Dr. Richard E. Shope, que a descobriu em 1930.

coelho_chifres2

A sua investigação tem sido muito benéfica para os seres humanos e tem sido utilizada como um modelo para o vírus do papiloma humano, tais como a vacina de HPV, que foi desenvolvido com base em pesquisas e incorporando feito usando o vírus como um modelo. Também tem sido utilizada para investigar as terapias antivirais.

Alguns acreditam que as histórias de jackalopes foram inspiradas por avistamentos de coelhos infectados com shope papilomavírus, que provoca o crescimento de tumores semelhantes a chifres em diversos lugares da cabeça e do corpo do coelho.

No entanto, criaturas como o grifo e a quimera talvez sugiram que o conceito de um animal híbrido ocorre em muitas culturas.

Para aqueles que ainda tem dúvidas sobre a veracidade das imagens, vejam o vídeo


Fontes: DailyMail, Wikipédia

7 de jul. de 2012

Cientistas Afirmam Animais têm Consciência

A Declaração de Cambrigde, é um manifesto assinado por cientistas de renome internacional, que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, e como essa descoberta pode impactar a sociedade.
“Os seres humanos não são os únicos animais que têm consciência”, é o que diz a Declaração de Cambridge, que demonstra que os cientistas finalmente admitem que os animais têm consciência. 

A declaração é mais uma prova de que devemos tratar os animais com todo o respeito. E reconhecer que eles não querem sentir dor, do mesmo jeito que nós não queremos. Seria perigoso fazer esse tipo de distinção. Todos os animais devem ser tratados como indivíduos. Ainda vai levar tempo para que isso aconteça. Mas a boa notícia é que cada vez mais pessoas aderem a essa ideia.
Cientistas Afirmam Animais têm Consciência

Stephen Hawking, um dos mais consagrados cientistas da atualidade, em parceria o neurocientista canadense Philip Lowcom que apresentou o projeto que originou a assinatura do manifesto que se tornou a declaração.

Declaração de Cambridge sobre a Consciência em Animais Humanos e Não Humanos, foi escrita por Philip Low e editada por Jaak PankseppDiana ReissDavid EdelmanBruno Van SwinderenPhilip Low Christof Koch

A declaração foi proclamada publicamente em CambridgeReino Unido, no dia 7 de julho de 2012, na Francis Crick Memorial Conference on Consciousness in Human and non-Human Animals, no Churchill College, daUniversidade de Cambridge, por LowEdelman Koch

O texto foi assinado pelos participantes da conferência na presença de Stephen Hawking, na sala Balfour do Hotel du Vin, em Cambridge.

A declaração foi publicada no site da Francis Crick Memorial Conference. (A tradução é de Moisés Sbardelotto)

Neste dia 7 de julho de 2012, um proeminente grupo internacional de neurocientistas, neurofarmacologistas, neurofisiologistas, neuroanatomistas e neurocientistas computacionais cognitivos reuniu-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da experiência consciente e comportamentos relacionados em animais humanos e não humanos.
 
Embora a pesquisa comparativa sobre esse tópico seja naturalmente dificultada pela inabilidade dos animais não humanos, e muitas vezes humanos, de comunicar clara e prontamente os seus estados internos, as seguintes observações podem ser afirmadas inequivocamente:

O campo da pesquisa sobre a consciência está evoluindo rapidamente. Inúmeras novas técnicas e estratégias para a pesquisa com animais humanos e não humanos tem se desenvolvido. Consequentemente, mais dados estão se tornando disponíveis, e isso pede uma reavaliação periódica dos preconceitos previamente sustentados nesse campo. Estudos com animais não humanos mostraram que circuitos cerebrais homólogos, correlacionados com a experiência e à percepção conscientes, podem ser seletivamente facilitados e interrompidos para avaliar se eles são necessários, de fato, para essas experiências. Além disso, em humanos, novas técnicas não invasivas estão prontamente disponíveis para examinar os correlatos da consciência.

Os substratos neurais das emoções não parecem estar confinados às estruturas corticais. De fato, redes neurais subcorticais estimuladas durante estados afetivos em humanos também são criticamente importantes para gerar comportamentos emocionais em animais. A estimulação artificial das mesmas regiões cerebrais gera comportamentos e estados emocionais correspondentes tanto em animais humanos quanto não humanos. Onde quer que se evoque, no cérebro, comportamentos emocionais instintivos em animais não humanos, muitos dos comportamentos subsequentes são consistentes com estados emocionais conhecidos, incluindo aqueles estados internos que são recompensadores e punitivos. A estimulação cerebral profunda desses sistemas em humanos também pode gerar estados afetivos semelhantes. Sistemas associados ao afeto concentram-se em regiões subcorticais, onde abundam homologias neurais. Animais humanos e não humanos jovens sem neocórtices retêm essas funções mentais-cerebrais. Além disso, circuitos neurais que suportam estados comportamental-eletrofisiológicos de atenção, sono e tomada de decisão parecem ter surgido evolutivamente ainda na radiação dos invertebrados, sendo evidentes em insetos e em moluscos cefalópodes (por exemplo, polvos).

As aves parecem apresentar, em seu comportamento, em sua neurofisiologia e em sua neuroanatomia, um caso notável de evolução paralela da consciência. Evidências de níveis de consciência quase humanos têm sido demonstradas mais marcadamente em papagaios-cinzentos africanos. As redes emocionais e os microcircuitos cognitivos de mamíferos e aves parecem ser muito mais homólogos do que se pensava anteriormente. Além disso, descobriu-se que certas espécies de pássaros exibem padrões neurais de sono semelhantes aos dos mamíferos, incluindo o sono REM e, como foi demonstrado em pássaros mandarins, padrões neurofisiológicos, que se pensava anteriormente que requeriam um neocórtex mamífero. Os pássaros pega-rabuda em particular demonstraram exibir semelhanças notáveis com os humanos, com grandes símios, com golfinhos e com elefantes em estudos de autorreconhecimento no espelho.

Em humanos, o efeito de certos alucinógenos parece estar associado a uma ruptura nos processos de feedforward efeedback corticais. Intervenções farmacológicas em animais não humanos com componentes que sabidamente afetam o comportamento consciente em humanos podem levar a perturbações semelhantes no comportamento de animais não humanos. Em humanos, há evidências para sugerir que a percepção está correlacionada com a atividade cortical, o que não exclui possíveis contribuições de processos subcorticais, como na percepção visual. Evidências de que as sensações emocionais de animais humanos e não humanos surgem a partir de redes cerebrais subcorticais homólogas fornecem provas convincentes para uma qualia afetiva primitiva evolutivamente compartilhada.

Nós declaramos o seguinte: "A ausência de um neocórtex não parece impedir que um organismo experimente estados afetivos. Evidências convergentes indicam que animais não humanos têm os substratos neuroanatômicos, neuroquímicos e neurofisiológicos de estados de consciência juntamente como a capacidade de exibir comportamentos intencionais. Consequentemente, o peso das evidências indica que os humanos não são os únicos a possuir os substratos neurológicos que geram a consciência. Animais não humanos, incluindo todos os mamíferos e as aves, e muitas outras criaturas, incluindo polvos, também possuem esses substratos neurológicos".



Estima-se que 25 milhões de ratos, pássaros, peixes e outros animais sejam usados todo ano em experimentos de laboratório. Muitos passam por um sofrimento terrível durante os testes e a maioria sofre "eutanásia" - são mortos - depois. As pessoas justificam atitudes assim dizendo que vão ajudar os humanos.

O grupo de neurocientistas — doutores de instituições de renome como Caltech, MIT e Instituto Max Planck — publicaram em Junho de 2012, um manifesto em Cambridge, asseverando que o estudo da neurociência evoluiu de modo tal que não é mais possível excluir mamíferos, aves e até polvos do grupo de seres vivos que possuem consciência. O documento esquenta uma discussão que divide cientistas, filósofos e legisladores há séculos sobre a natureza da consciência e sua implicação na vida dos humanos e de outros animais.

Os pesquisadores descobriram mais do que isso. Sabemos, por exemplo, que ratos e galinhas sentem empatia. Eles conseguem se colocar no lugar dos bichos ao redor e sentem pena ao vê-los sofrer. Elefantes vivenciam alegria, luto e depressão. Lamentam a perda dos amigos, assim como os cães, chimpanzés e raposas vermelhas. Os polvos foram protegidos de pesquisas invasivas no Reino Unido bem antes dos chimpanzés, pois os cientistas já haviam reconhecido que eles são conscientes e sentem dor. Hoje muita gente ainda não quer admitir esses fatos científicos, pois terão de mudar a forma como tratam os animais. Na verdade, temos de tratar todos os animais da mesma forma, com compaixão e empatia - sejam eles os "animais humanos" como nós, sejam todas as outras espécies.

No entanto, mais de 90% das drogas que funcionam em animais não têm o mesmo efeito em nós. Menos de 10% delas nos ajudam de fato. Além disso, já existem formas de pesquisa que não maltratam os animais. Em lugar de gotejar xampu nos olhos de coelhos imobilizados, por exemplo, podemos usar modelos de computador para simular a ação do produto sem dano algum. Portanto, não se trata apenas de um desperdício de animais; é um desperdício de tempo e dinheiro que poderiam ser investidos em outras alternativas.

Representa, no entanto, um posicionamento inédito sobre a capacidade de outros seres perceberem sua própria existência e o mundo ao seu redor.

Estudos recentes, como os da pesquisadora Diana Reiss (uma das cientistas que assinaram o manifesto), da Hunter College, nos Estados Unidos, mostram que golfinhos e elefantes também são capazes de se reconhecer no espelho. Essa capacidade é importante para definir se um ser está consciente. O mesmo vale para chimpanzés e pássaros. Outros tipos de comportamento foram analisados pelos neurocientistas. "Quando seu cachorro está sentindo dor ou feliz em vê-lo, há evidências de que no cérebro deles há estruturas semelhantes às que são ativadas quando exibimos medo e dor e prazer", diz Low.

Dizer que os animais têm consciência pode trazer várias implicações para a sociedade e o modo como os animais são tratados. Steven Wise, advogado e especialista americano em direito dos animais, diz que o manifesto chega em boa hora. "O papel dos advogados e legisladores é transformar conclusões científicas como essa em legislação que ajudará a organizar a sociedade", diz em entrevista ao site de VEJA. Wise é líder do Projeto dos Direitos de Animais não Humanos. O advogado coordena um grupo de 70 profissionais que organizam informações, casos e jurisprudência para entrar com o primeiro processo em favor de que alguns animais — como grandes primatas, papagaios africanos e golfinhos — tenham seu status equiparado ao dos humanos.

O manifesto de Cambridge dá mais munição ao grupo de Wise para vencer o caso. "Queremos que esses animais recebam direitos fundamentais, que a justiça as enxergue como pessoas, no sentido legal." Isso, de acordo com o advogado, quer dizer que esses animais teriam direito à integridade física e à liberdade, por exemplo. "Temos que parar de pensar que esses animais existem para servir aos seres humanos", defende Wise. "Eles têm um valor intrínseco, independente de como os avaliamos."

Questão moral - O manifesto não decreta o fim dos zoológicos ou das churrascarias, muito menos das pesquisas médicas com animais. Contudo, já foi suficiente para provocar reflexão e mudança de comportamento em cientistas, como o próprio Low. "Estou considerando me tornar vegetariano", diz. "Temos agora que apelar para nossa engenhosidade, para desenvolver tecnologias que nos permitam criar uma sociedade cada vez menos dependente dos animais." Low se refere principalmente à pesquisa médica. Para estudar a vida, a ciência ainda precisa tirar muitas. De acordo com o neurocientista, o mundo gasta 20 bilhões por ano para matar 100 milhões de vertebrados. Das moléculas medicinais produzidas por esse amontoado de dinheiro e mortes, apenas 6% chega a ser testada em seres humanos. "É uma péssima contabilidade", diz Low.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

Fontes: