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29 de jul. de 2015

Quasi Modo a adorável cão com corcunda ganha concurso

A fêmea de 10 anos de nome Quasi Modo, que tem defeitos na coluna de nascença e parece com o corcunda, venceu o concurso cujo prêmio foi de US$ 1,5 mil (cerca de R$ 4,7 mil reais).

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Embora o concurso tivesse elegido o cão mais feio do mundo, a primeira impressão é que esse título que pode parecer cruel e depreciativo. No entanto os organizadores do concurso dizem que não é essa a intenção.

“Não nos interessa a linhagem”, garante a diretora do evento, Karen Spencer. A tónica está mesmo na beleza interior e na personalidade que o animal demonstra. E o objetivo é “aplaudir a imperfeição e criar consciência sobre a adoção”, que nada pode ter a ver com o aspeto exterior.

O evento é realizado para "celebrar o espírito e as imperfeições que fazem estes cães adoráveis e adotáveis ​​". Os organizadores esperam que a publicidade em torno dos cães não-tão-perfeitos, e que podem ser tão amorosos e leais como os de aparência comum, vai encorajar que mais pessoas venham a adotá-los.

E foi Quasi Modo, a fêmea mix de pit-bull e pastor holandês que "simbolizou a excelência na feiura, e que impressionou os juízes com sua simpatia”. Nascida com um defeito da coluna vertebral que a deixou um pouco corcunda, e que lhe traz muitas complicações de saúde, a cachorra de 10 anos de idade foi abandonada em um abrigo de animais. Felizmente, um veterinário de Loxahatchee/Florida, apaixonou-se pelo animal que mais parecia uma hiena com um olhar incomum, .e que já foi comparada com um demônio da Tasmânia - depois de ter visto que muitas vezes pessoas adultas se afastavam dela por medo de sua aparência, e que decidiu por adotá-la, quando encontrou o animal doente.

Embora tenha algumas dificuldades, gosta de “brincar, correr e viver a vida ao máximo”, pode ler-se na biografia enviada pelo tutor. “Tornei-me um embaixador para ensinar às pessoas o valor da aceitação e tolerância perante aquilo que é diferente”, prossegue.

Além do prêmio de primeiro lugar, Quasi Modo e seus tutores agora aparecem como destaque em vários programas da TV Americana.

O concurso também tem uma outra categoria o ‘Prémio Espírito’, que sublinha o caráter e a personalidade, e a vencedora foi a chihuahua Precious, com oito anos, que tem um problema nos sacos lacrimais – e que agora vai usar o dinheiro do premio para uma consulta com um veterinário especializado tratar do seu problema de saúde.

O concurso deste ano, foi  realizado no dia 26 de Junho e atraiu ao todo vinte e sete cães. Em terceiro lugar ganhou o cão Scamp, que foi resgatado minutos antes que ele pudesse ser sacrificado em um abrigo no sul da Califórnia , ele agora um cão terapeuta que passa seus dias visitando os idosos, que leem e contam histórias para o cão.

 

Fontes: sonoma-marinfair.org, abcnews.go.com, cbsnews.com, dailymail.co.uk

Cãozinho sem uma pata é adotado por menina que teve pés amputados

Lt.Dan o filhote de pastor alemão branco, nasceu sem umas das patas dianteiras. O defeito congênito é muito comum entre criadores de cães, porque eles cruzam cachorros que são aparentados para perpetuar as características das raças.

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Normalmente os criadores tem por hábito sacrificar os cães que nascem com defeitos genéticos, mas milagrosamente nesse caso, a criadora Karen Riddle, queria que esse filhote deficiente tivesse um destino diferente.

Ela, então, começou a procurar por uma pessoa com deficiência ou um veterano ferido, ou algum programa de terapias com cães.

E foi assim que o filhote de cão conheceu a menina Sapphyre, dentro do hospital onde ela é paciente desde seus 3 meses de idade. 

A menina que também nasceu com um defeito genético em suas mãos e pés, passou por uma cirurgia e teve seus pés amputados para que ela pudesse se movimentar através das próteses.

"Sapphyre imediatamente percebeu que faltava uma pata no cãozinho. Ela disse:" Ele tem um pé como o meu!" disse a mãe dela, Ashley Johnson aos repórteres e completou: Sapphyre imediatamente se apaixonou no amor pelo Lt.Dan, quando eles se encontraram”

"Um monte de crianças não veem que outras crianças ou que os animais têm os problemas que eles têm", comentou seu pai, Matthew Johnson.

"Isso foi uma coisa realmente muito boa para o cãozinho e uma coisa muito boa para Sapphyre."

Seja original - Adote um Animal Especial – #PensamentoAnimal

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9 de jun. de 2015

Jovem lobo é morto para que criança não tome vacina

Um jovem lobo foi morto devido a uma série de erros humanos, praticados em um jardim zoológico e pelas autoridades do estado, deixou centenas de pessoas indignadas.

Jovem lobo é morto para que criança não

O incidente aconteceu no final do mês passado no Zoo Park Menominee, um pequeno jardim zoológico público em Oshkosh, Wisconsin, depois que um funcionário deixou aberta uma porta que levava á uma área restrita exclusivamente para trabalhadores do zoo. No entanto vários visitantes aproveitaram o portão aberto para adentrar a área e assim chegar bem perto do recinto que mantinha uma matilha de lobos.

No grupo que invadiu o local restrito era composto entre 15 e 20 pessoas, e entre eles uma criança de apenas 3 anos de idade, aproximou-se e enfiou os dedos através das grades de separação. Foi então que um lobo curioso chamado de Rebel, de 12 anos de idade, tentou a sua maneira se comunicar com a criança e também estendeu seus dedos para cumprimentá-la. No entanto as unhas de seus dedos – suas garras acabaram por arranhar superficialmente a mão da criança, 

A mãe do menino que foi arranhado, disse à polícia que viu o grupo de 15-20 pessoas perto dos lobos, e levou seu filho para essa área. Ela disse que estava tirando fotos dos lobos, quando ouviu as pessoas gritando que os dedos de seu filho estavam dentro da cerca de arame dos lobos. Quando ela tirou os olhos da câmera, viu que havia sangue em dois dedos da mão do filho.

As autoridades de saúde aconselharam os pais do menino, a aplicar as doses da vacina de raiva para humanos, para o caso de que o lobo estivesse infectado. Os funcionários do zoológico  disseram que seria necessário sacrificar o lobo para saber se ele tinha ou não a doença da raiva, que é feito com uma amostra do tecido cerebral e que não pode ser feito em um animal vivo.

No entanto as autoridades locais deixaram os pais decidir se eles queriam dar a sua criança as vacinas preventivas de raiva, ou se queriam que o lobo fosse morto para  que ele pudesse ser testado. E os pais escolheram por matá-lo. E depois de eutanasiado, o lobo Rebel teve todos os resultados negativos para a doença. Os testes mostraram que o animal não tinha a raiva.

No recinto dos lobos havia a mãe e o pai de Rebel, que se tornou o alfa da ninhada de 4 filhotes. 

De acordo com o Departamento de Polícia de Oshkosh , a Divisão de Saúde Pública (DPH) considerou, o lobo Rebel, como uma ameaça alegando que a vacina contra a raiva não tem se mostrado eficaz em lobos.

Spencer Wilhelm, gerente de operações para o Wolf Conservation Center , disse ao The Dodo que a vacina não foi estudada porque ninguém quer matar o número necessário de lobos para pesquisá-lo, mas que todas as evidências apontam que a vacina é eficaz. O lobo Rebel estava em dia com suas vacinas.

Agora, os antigos fãs do zoológico estão em pé de guerra com o trágico destino dado ao lobo Rebel,  os quais sugerem que o lobo estava apenas agindo naturalmente e que ele nunca deveria ter sido concebido dentro do cativeiro.

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"Eu não entendo por que este animal selvagem teve de sofrer devido a ação idiota que os seres humanos fizeram", escreveu uma pessoa escreveu na página do zoo. "Os pais deveriam ter sido punidos por permitir que seu filho ficasse em uma área proibida ao público."

"Por que é correto um zoológico educar as crianças que é certo matar um animal selvagem que nem sequer merece ficar atrás das grades?" outra pessoa perguntou.

Wilhelm disse que, enquanto a vacinação anti-rábica é desagradável, ela dura apenas alguns segundos. No entanto para evitar esse mínimo desconforto temporário, ele explicou, "uma vida foi extinta por algo que não precisava ser extinto."

Mas, infelizmente, a morte de Rebel, é apenas o último de uma série de decisões trágicas apoiados por políticas questionáveis aplicadas aos animais selvagens questionáveis.

O diagnóstico da raiva em animais é feito pelo teste direto fluorescente para antígenos, esse teste requer tecido cerebral do animal suspeito de ter a raiva e só pode ser feito apenas após a morte, e é o mais frequentemente usado para diagnosticar a raiva em animais.

O mesmo poderia ter acontecido no Brasil com o tigre Hu, que após ter sido provocado por um garoto de 11 anos, resolveu pegar o brinquedo que estava sendo ofertado por entre as grades – o braço do menino. Se as consequências não tivessem sido tão graves para o garoto – elas poderiam ter sido graves para o tigre, que provavelmente também teria sido eutanasiado para o teste da doença de raiva.

Relembre o caso: Garoto Provoca Tigre e Perde o Braço

Em abril, o Alaska havia condenado uma família de ursos negros à morte, simplesmente porque eles exibiam um comportamento defensivo – depois que um grupo de turistas os cercaram e os perseguiram até uma árvore. A decisão foi revertida, felizmente, devido ao clamor público.

Em maio, um leão da montanha, foi brutalmente em Nebraska, simplesmente porque resolveu tirar uma soneca ao lado de um edifício.

E enquanto as preocupações com a doença da raiva são certamente válidas, Wilhelm disse, que a morte do lobo era desnecessária.

"Se os pais estavam preocupados, eles deveriam ter dado as vacinas em seu filho", observou ele. "Eu, na minha opinião, não acho que o lobo deveria ter sido eutanasiado por nenhum motivo."

9 de mar. de 2015

Tuberculose é a verdadeira causa da aposentadoria dos elefantes do circo Ringling Bros

Respeitável público o circo continuar a ludibriar vocês! O anúncio da Feld Entertainment a empresa dona do circo Ringling Bros e Barnum & Bailey, de que irá aposentar seus elefantes até 2018, “pensando no melhor para nossa companhia, nossos elefantes e nossos clientes”, não passou de um golpe de marketing para colocar o nome do circo nas manchetes, antes da divulgação dos documentos que comprovam que a empresa sabia que carregava e distribuía  tuberculose por cada cidade em que passava.
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A tuberculose é um dos mais relevantes problemas de saúde pública no mundo, sendo considerada em sua essência uma “epidemia lenta”, que ressurge nos dias de hoje devido o aumento da exploração animal, se transformando em emergência global.

A tuberculose é uma doença de transmissão respiratória, por meio da inalação de partículas infectantes na forma aerossolisada no meio ambiente, cerca de 5% dos indivíduos em contato podem evoluir para tuberculose ativa em cerca de 2 anos, os outros 95% podem desenvolver a doença anos ou décadas após o primeiro contato, em cerca de 5 a 10% dos casos.

O circo Ringling Bros tentava impedir a divulgação dos registros, de que eles transportaram elefantes doentes para se apresentarem por várias cidades. Os animais sofrem de uma estirpe de tuberculose altamente transmissível para outros elefantes e para os seres humanos, mesmo sem contato direto, como foi reconhecido pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, e que podem se transformar numa pandemia nos próximos anos.

Os principais sintomas da tuberculose nos animais são perda de peso, mastite, emagrecimento, tosse, corrimento nasal, diarreia e debilidade.


A propagação da tuberculose só ocorre em animais cativos nos circos e zoológicos – e a contaminação para o homem, ocorre por via aerógena, e há vários registros desta transmissão em zeladores e trabalhadores desses locais. Como o público não sabe que pode contrair a tuberculose que pode ficar incubada por vários anos, fica difícil de relacionar os casos.
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Durante anos o Ringling Bros e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos se recusaram a liberar os registros médicos e documentos que foram mantidos em segredo, e que foram obtidos recentemente pela PETA, e divulgados em um ‘relatório’, que revelaram que desde 1978, cerca de um terço dos elefantes usados ​​pelo circo Ringling Bros, tiveram exames positivos para a doença da tuberculose.

Além das sessões de tortura as quais os elefantes são submetidos nos treinamentos e durante as apresentações, os elefantes com tuberculose sofrem de dor crônica nas articulações, de diminuição do apetite, de cansaço e mal-estar constante. Tem febre, corrimento nasal e secreção purulenta nos orifícios.

No zoológico de Los Angeles/EUA no período de 1997 a 2000 foram diagnosticados M. tuberculosis em dois elefantes-asiáticos. Em Orlando/EUA, foi diagnosticada tuberculose em elefantes-africanos e em vários outros zoos da América do Norte foi observado em elefantes asiáticos e africanos.


Em Agosto de 2011, durante uma inspeção da vigilância sanitária em San Jose, Califórnia, o veterinário relatou que durante os testes sorológicos para tuberculose a elefante Sarah havia apresentado resultado positivo. A elefanta também Sarah sofria de anemia crônica, e tinha uma secreção purulenta que escorria de sua vagina, claro sintoma de tuberculose. 
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Os Registros também revelaram que o  'Centro de Conservação de Elefantes’ de propriedade do circo está há vários anos sob quarentena imposta pelo estado da Flórida. Em junho de 2014, nove elefantes estavam com tuberculose. Em 2010, pelo menos dezesseis elefantes apresentaram resultados positivos ao exame de tuberculose, e desde então, mais de um terço desses elefantes já morreram.

 Os documentos que durante anos foram mantidos em segredo pelo circo Ringling Bros e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, comprovam que vários funcionários do circo fizeram tratamento para se curar de tuberculose. Assim além das sessões de tortura as quais os elefantes são submetidos nos treinamentos e durante as apresentações, os elefantes com tuberculose sofrem também de dor crônica nas articulações, de diminuição do apetite, de cansaço e mal-estar constante. Tem febre, corrimento nasal e secreção purulenta nos orifícios.

Os animais de vida livre, que não tenham contato com animais domésticos e nem com os homens, dificilmente contraem  tuberculose.

A tuberculose é geralmente transmitida pela inalação ou ingestão de microbactérias, e de acordo com a rota é determinado o local das lesões. 


Diversos animais utilizados pelos circos, além dos elefantes, adoecem e transmitem tuberculose para outros animais e para os seres humanos, como as girafas, os camelos, primatas, tigres e leões  Em primatas mantidos em zoológicos, a tuberculose é indicada como uma das mais importantes enfermidades que provocam um considerável índice de mortalidade

A tuberculose do Gado tem igualmente a capacidade do espalhamento entre outros herbívoros como os cervos, os carneiros, as cabras, os cavalos, os porcos, os lamas, os tapir, os alces, os rinocerontes,  as lontras, as lebres, etc. Podem igualmente contaminar cães, gatos, doninhas, raposas, texugos, ratos, primatas, toupeiras, guaxinins, chacais, leões, tigres, leopardos, e lince.

Entre os animais domésticos infectados encontram-se,principalmente, gatos, cães e suínos, além dos bovinos. Entre os selvagens destacam-se:macacos, elefantes, girafas, leões, tigres, leopardos, raposas, camelos, lhamas, alpacas,cabras, carneiros, lebres, javalis, búfalos, texugos, antílopes, gazelas, equídeos, cervos,gambás, porcos selvagens, ratos, roedores selvagens, lontras, bisões, esquilos, doninhas,corvos, toupeiras, minks (martas), furões e focas, e todos aqueles retirados da natureza que permanecem cativos, explorados pelos circos, pelos zoológicos e outros parques de animais.


27 de jan. de 2015

Cadela 'ALMA' é adotada pela família do Cão Excalibur

A auxiliar de enfermagem espanhola que sobreviveu ao ébola, Teresa Romero, e o marido, Javier Limón, adotaram este sábado uma cadela no canil municipal de Alcorcón, o município madrileno onde vivem.

Alma, como foi batizada, é do mesmo biotipo de Excalibur, que em outubro foi eutanasiado pelas autoridades madrilenas, para prevenir eventuais riscos de contágio.

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O autarca de Alcorcón, David Pérez, entregou Alma ao casal, esperando que muitos sigam o exemplo de Teresa e Javier. E também Teresa Romero, e disse esperar que esta adoção “sirva de exemplo para que estes animais possam ter, como Alma, uma família e serem felizes”, de acordo com um comunicado do município.

A auxiliar de enfermagem que esteve internada com ébola no Hospital Carlos III, em Madrid, após ter contraído ébola enquanto tratava um missionário espanhol infetado, acabou por se curar e teve alta em 5 de novembro. Teresa Romero continua a se recuperar do vírus, e já doou sangue para investigação e para ajudar outros doentes.

"Viemos para CIPA adotar Alma, pois a sociedade precisa se conscientizar e perceber que existem muitos animais abandonados que precisam de lares", disse Javier Limón.  Teresa Romero afirmou, entretanto, que gostaria de servir de "exemplo" para os animais abandonados como Alma. " Que possam ​​ter uma família e ser feliz."

O vereador agradeceu-lhes tanto por este gesto, e encorajou todos a "frequentar o  e adotar alguns dos animais" que estão no local.  "Há muitos, muitos agradáveis e muito bons, e todo mundo precisa de uma família ", disse ele.

Conforme explicado pela Câmara Municipal, o Centro de Integrado de Proteção Animal Alcorcón  (CIPA),  é um pioneiro recinto, com instalações de "alta qualidade", e que coloca em Alcorcón "na vanguarda de todos os tipos de animais de estimação" onde, além disso, não são feitas eutanásias.  Assim, o centro tornou-se uma "referência" na Comunidade de Madrid.

No período em que esteve internada, as autoridades madrilenas acabaram por eutanasiar seu cão Excalibur, por temerem risco de contágio. E nem o do marido de Teresa Romero, Javier Limón, nem a petição com mais de 200 mil assinaturas e a vigília de cerca de 50 pessoas à porta da casa do casal conseguiram demover as autoridades.

 

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Emocionante reencontro entre Cão e Enfermeira ao final_thumb[1] latido-excalibur_thumb[3]

7 de jan. de 2015

Homem com câncer incurável diz Cão vadio ajudou a salvar sua vida

"Minha vida tem sido um milagre", disse Bill Hogencamp de 84 anos, e que foi diagnosticado com câncer incurável em maio de 2014.

Os médicos disseram que ele não viveria até o Natal, mas ele disse a  ABC News, que conseguiu graças a um cachorro que ele e sua esposa resgataram.

Homem com câncer incurável diz Cão vadio ajudou

Desde a descoberta da doença,  ele escolheu se submeter ao tratamento e em outubro uma cirurgia removeu três grandes tumores.

Logo depois que esposa, Kathy, resgatou um pequeno cão branco que viu vagando no meio da estrada. Ela e outros carros pararam para ajudar, " Mas o cão passou por seis outros carros, e foi até a lateral do meu carro e colocou as patas em cima da porta."

O casal fez uma extensa busca para localizar os tutores anteriores do pequeno cão, mas não conseguiu encontrá-los. Eles lhe deram o nome de Mahjong

Kathy acredita que Mahjong sentiu que Bill estava doente e que precisava ser cuidado. Ela observou que sempre que Bill se sentava, Mahjong pulava em seu colo. Quando ele chegou em casa depois do tratamento de quimioterapia, o cão tentava de todas as formas anima-lo. Por sua vez, cuidar do cãozinho, deu a Bill um novo sentido no seu dia-a-dia.

Então, poucos dias antes do Natal, Bill recebeu uma notícia surpreendente. Ele estava livre do câncer. Os médicos não conseguiram explicar, nem como, e nem porque, já que o tratamento era um paliativo. Mas a família acredita que o cão Mahjong desempenhou um papel importante em sua recuperação, e no milagre.

13 de dez. de 2014

Animais com Síndrome de Down e outras Trissomias

A chimpanzé Jama e o tigre branco Kenny, foram induzidos pelo ser humano a nascerem com problemas congênitos e hereditários.

Já o gatinho Otto e o orangotango Jimmy foram escolhidos pela mãe natureza para nascerem especiais.
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A síndrome de Down não ocorre somente nos seres humanos, ela pode e já ocorreu em outros mamíferos, e não tem cura. Os tratamentos médicos servem para prevenir e amenizar os sintomas causados por ela e para possibilitar que os portadores da síndrome possam levar uma vida normal.

A Síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e de desenvolvimento físico, e um determinado conjunto de características físicas causadas por uma anormalidade da condição genética.

Embora todos os animais possam ter anormalidades genéticas que afetem a sua aparência e seu comportamento, a síndrome de Down era amplamente considerada como uma específica condição humana, uma vez que é causada pela trissomia do cromossoma 21, que só se encontrava nos seres humanos.

Nos animais não humanos, a incidência dessa rara alteração genética, é também chamada de trissomia.

A maioria das trissomias resultam num número variável de deficiências à nascença (geralmente presentes na maioria dos animais humanos e não-humanos com cromossomas extras). Muitas trissomias resultam em mortes precoces. Uma trissomia diz-se parcial quando parte de um cromossoma extra (e não todo) e é acoplado a um dos outros cromossomas. Uma trissomia em mosaico é uma condição em que nem todas as células contêm a informação genética do cromossoma extra.

Embora a trissomia possa ocorrer com qualquer cromossoma, os tipos mais comuns são:
  • Trissomia 21 (Síndrome de Down)
  • Trissomia 18 (Síndrome de Edward)
  • Trissomia 13 (Síndrome de Patau)
  • Trissomia 8 (Síndrome de Warkany)
Vários casos de primatas com um cromossomo extra equivalente ao cromossomo 21, que causa a síndrome de Down nos humanos, já foram identificados", afirma o pesquisador Charles J. Epstein, da Universidade da Califórnia, em São Francisco.

Jimmy o orangotango com síndrome de Down
O primeiro caso documentado da síndrome de down em um orangotango é o de Jimmy.
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Resgatado aos 3 anos de idade pela equipe do Centro de Conservação de Recursos Naturais (BKSDA) e a equipe do Centro de Proteção de orangotango (COP) em Jacarta.

Sua cabeça é menor do que a média com um rosto achatado e largo, e com uma ponte nasal plana, uma única prega palmar, e a língua para fora (macroglossia).

Ele também tem os olhos em forma amendoada causada por uma dobra epicântica da pálpebra, afirmam os especialistas. O orangotango atualmente recebe cuidados intensivos no Ape Crusader do COP.

Otto o gato turco com síndrome de Down
Otto foi provavelmente o primeiro gato diagnosticado com síndrome de Down na Turquia"; disseram os veterinários que cuidaram dele.
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O gatinho de poucos meses de idade, e que atraiu o interesse público na Turquia, após o veterinário ter diagnosticado que ele tinha síndrome de Down. "Uma condição muito rara para gatos, disse o veterinário Özçetin.

O gatinho que vivia nas ruas, foi chamado de Otto, e levado ao hospital veterinário Hürriyet.

A inesperada morte foi causada por uma insuficiência cardíaca, descrita como "um dos efeitos da síndrome de Down." "Sua condição era boa na parte da manhã. Ele estava comendo regularmente, urinando e defecando, como de costume.

Não havia nenhum sinal de doença ou qualquer coisa que nos fez suspeitar. Mas sua condição de repente piorou e ele teve espasmos na parte da tarde. Precisamos urgentemente transferi-lo para a UTI, mas não conseguimos salvá-lo. Lamentamos muito ", disse Özçetin.

Kenny o tigre-de-bengala branco com Síndrome de Down
A endogamia (cruzamento de animais da mesma família) é uma prática comum, em criadores e zoológicos pelo mundo. Tigres brancos são raros e valem muitos milhões na exploração de animais.

O cruzamento consanguíneo de seus pais presos em cativeiro, e que eram irmãos ocasionou o problema genético.
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Mas apesar de sua fama, suas deformidades o impediam de dar lucratividade. Com retardo mental e limitação de movimentos, o tigre precisava de supervisão e cuidados extras. Aos dois anos de idade seu ‘criador’ se livrou dele, enviando-o a um Santuário de animais. Kenny era um doce, super amigável com os visitantes do lugar,

Pouco tempo depois Willie seu irmão, que sofria com um forte estrabismo, também devido a endogamia, foi enviado para morar com Kenny no santuário. Alguns anos, quando não podiam mais gerar filhotes, e deixaram de ser lucrativos para o criador, os pais de Kenny e Willie, também foram enviados para o santuário.

Kenny Faleceu em 2008 aos 10 anos de idade, por conta de um câncer.

Jama o 1a. animal diagnosticado com Síndrome de Dawn
O primeiro caso documentado de Síndrome de Down em animais não humanos, foi o da chimpanzé Jama, nascida em 1968, em um laboratório de pesquisa nos Estados Unidos.

O cromossomo extra de Jama provocou baixo tônus muscular, desenvolvimento neurológico atrasado e doenças do coração congênitas - manifestações comuns em humanos com Down. Os chimpanzés têm 24 pares de cromossomos, contra 23 dos humanos.
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Wenka, a mãe de Jama deu à luz seis vezes entre 1966 e 1977. Em 6 de julho de 1968, quando Wenka tinha 15 anos, ela deu à luz a Jama, que foi o primeiro chimpanzé conhecido por ter nascido com síndrome de Down.

O boletim de notícias do Yerkes em 1969, relatou; Wenka e Franz serão incentivados a acasalar novamente na tentativa de produzir outra descendência mongoloide. Uma tentativa será a de forçar a procriação de Jama entre seus familiares, para à criação de uma dinastia de chimpanzés mongoloides para a investigação científica.

Mas a chimpanzé Jama nunca procriou. Ela morreu aos 17 meses de idade durante uma operação para tentar corrigir um problema cardíaco.
Wenka e Franz tiveram ainda mais filhotes juntos; Ford um chimpanzé macho, nascido em 10 de agosto de 1974, e Pamela, nascida em 19 de fevereiro de 1977. Nenhum deles tinha Síndrome de Down.

Um Ex-trabalhador de Yerkes ( Centro de Pesquisa de Primatas Yerkes National) escreveu; “Wenka nasceu em um laboratório em 1954. Uma década muito longe, onde todos vivemos em um mundo muito diferente agora. Mas não Wenka. Há mais de cinco décadas, ela ainda está aprisionada no laboratório de Yerkes, e ainda é usada e abusada para a pesquisa que inclui álcool, contraceptivo oral, envelhecimento, e estudos cognitivos”.

A Árvore genealógica de Wenka
Os pais de Wenka eram Web e Banka. Web nasceu no laboratório de Orange Park em 16 de janeiro de 1943, a Wendy e Bokar (avós paternos de Wenka). Wendy, sua avó, foi um dos primeiros de quatro chimpanzés comprados por Robert Yerkes de um comerciante de animais na África. Ela morreu de um derrame em 1971. Bokar veio da África em 1930, pai de 40 filhos, que morreu durante um experimento em 1960.

Banka nasceu no laboratório de Orange Park em 28 de Janeiro de 1941, e morreu quando ela foi erroneamente envenenada em 25 de setembro de 1956. Os pais de Banka (avós maternos de Wenka) foram Bimba e Frank. Bimba veio da África, em 1930, e morreu de disenteria, em 13 de dezembro de 1944. Frank foi comprado de um laboratório na Universidade Johns Hopkins, em 1933. Ele foi usado em um experimento de vício da morfina e faleceu no dia 22 de novembro de 1946.
- Wenka foi a razão pela qual eu fiquei no Yerkes por mais anos do que eu deveria ter. Eu a amo como ninguém...

No entanto, em raras ocasiões, Wenka se conecta e demostra alguma centelha de vida em seus olhos, bem como em seu espírito, um espírito que tem o direito de se expressar e se aposentar em um santuário.

Depois de mais de cinco décadas e com poucos anos restantes de vida, Wenka merece passar o resto de seus dias no relativo conforto relativo de santuário. O Projeto R & R está trabalhando para garantir a libertação de Wenka, juntamente com a libertação dos outros chimpanzés mais velhos, e que ainda são mantidos em laboratórios de todo os EUA. Fizemos uma promessa a Wenka e todos os outros, uma promessa que pretendemos manter.

Como ajudar: Apoie o envio dos chimpanzés para o Santuário · Assine nossas petições e envie cartas · Solicite materiais de divulgação gratuitos · Entre em contato com legisladores federais.  

5 de dez. de 2014

Amanhã vacinação gratuita contra a Cinomose em São Paulo

Transmitida por meio de um vírus, a cinomose, doença contagiosa que acomete cães principalmente no primeiro ano de vida, tem alta taxa de mortalidade, mesmo quando tratada. Muitos animais acabam também sendo sacrificados, quando o comprometimento neurológico é irreversível e incompatível com a vida. Embora seja uma doença grave, a cinomose pode ser prevenida através da vacinação que deve ser feita a partir de 45 dias de vida do animal.

A Campanha pela Erradicação da Cinomose foi lançada em fevereiro de 2013, e é organizada pela Anclivepa-SP (Associação de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais).

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A ANCLIVEPA-SP já realizou cerca de 50 mutirões de vacinação gratuita e vacinou milhares de animais. Nessa semana a CAMPANHA PELA ERRADICAÇÃO DA CINOMOSE acontecerá na Zona Leste de São Paulo, na Av. Radial Leste entre os Metrôs Guilhermina- Esperança e Patriarca.

​Serão disponibilizadas duzentas doses e a vacinação é gratuita.

Local:
RADIAL VET Wilson Grassi e equipe
Avenida Antônio Estevão de Carvalho, 1392 - Fone: 11 3562-5929
Radial Leste entre os Metrôs Guilhermina Esperança e Patriarca

A Campanha pela Erradicação da Cinomose tem o objetivo de realizar e incentivar a realização de mutirões de vacinação contra a cinomose para os animais da população de baixa renda e de ONGs, com o apoio público e privado. E, além disso, estimular as pessoas que têm condições financeiras a vacinarem seus animais em clínicas particulares de confiança.

E você também pode participar da Campanha Pela Erradicação da Cinomose de quatro formas:

1 – CURTA E COMPARTILHE NOSSA FANPAGE NO FACEBOOK

https://www.facebook.com/campanhapelaerradicacaodacinomose

2 – SEJA UM VOLUNTÁRIO NOS MUTIRÕES

Veterinários, enfermeiros ou cuidadores que queiram participar dos mutirões, podem se candidatar pelo e-mail erradicacaodacinomose@gmail.com

3 – ORGANIZE UM MUTIRÃO NO SEU BAIRRO OU NA SUA CIDADE

Você pode organizar um mutirão. Procure alguma ONG ou Associação no seu bairro ou sua cidade e nos ajude a organizar um mutirão. Precisamos de um local coberto no qual possamos realizar a vacinação, divulgação entre os munícipes e autorização da Prefeitura local. A ANCLIVEPA-SP disponibiliza as vacinas e a equipe. Para mais informações, envie um e-mail para erradicacaodacinomose@gmail.com

4 – COMPRE UMA CAMISETA DA CAMPANHA

Na compra de uma camiseta da CAMPANHA PELA ERRADICAÇÃO DA CINOMOSE, você ajuda a vacinar 4 cães! Você pode adquirir sua camiseta no linkhttp://erradicacaodacinomose.wordpress.com/camisetas/

8 de nov. de 2014

Monty um gato tão raro como diamante

O animal sofre de uma rara anomalia cromossômica que afetou o osso nasal. Resgatado de maus-tratos, Monty foi adotado há um ano. Seus tutores o inscreveram em um concurso de fotografias, de uma renomada revista, que vai eleger o gato mais bonito. Eles esperam que isso ajude a mostrar ao mundo - que a aparência não é tudo!

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Há um ano, eu era um gato sem-teto em um abrigo de animais. Eu me sentei e esperei por alguém que me desse um lar. Agora eu tenho uma família, sou muito amado. Tenho mãe, tenho pai e tenho também dois irmãos felinos que também foram adotados.

Mas, apesar de que minha história teve um recomeço feliz, ainda há uma grande quantidade de animais abandonados em abrigos que precisam de um lar amoroso e estável.

Visite um abrigo de animais. Talvez você encontre um diamante na forma de animal. Um amigo sentado ali, apenas esperando por você para levá-lo para casa.

O texto acima foi postado junto à foto de Monty, quando seus pais humanos criaram para ele uma página no facebook.

As fotos do gatinho especial estão sempre acompanhadas de frases que nos fazem refletir, tais como;

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“Quero chamar a atenção para o fato de que ser diferente não significa que você não pode ser fantástico”. “Eu não me importo como me veem, mesmo que eu pareça diferente! Eu estou sendo amado incondicionalmente de qualquer maneira”.

 

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“Diga ao mundo que a coisa mais importante na vida é amor e não a aparência”.
“Se você concorda, por favor, curta a minha página no facebook e vote em mim. Com amor, Monty”.

A história de Monty por tutores

Cerca de um ano atrás nós adotamos esse menino de três anos de idade, em um abrigo de animais. Antes de ir para o abrigo, ele vivia em um local onde havia muitos gatos e as pessoas foram obrigadas a colocar alguns deles para adoção, e um deles era Monty. Nós já estávamos abrigando dois gatos, Mikkel, um gato de três pernas, e Malle um gigante gentil.

A primeira vez que vimos encontramos Monty, já sabíamos que ele viria morar conosco. Sua aparição especial o faz parecer tão incrível bonito, e com sua personalidade, ele mostrou desde o início, ser tão raro como um diamante! Soubemos que outros gatos do abrigo de animais o tinham atacado, mas Monty continuava calmo e sossegado.

Monty está morando conosco por cerca de um ano e agora temos que admitir que nem sempre tem sido fácil.

Nós passamos por muita coisa com o Monty, devido a alguns problemas causados ​​por suas anormalidades cromossômicas. Monty nasceu sem uma ponte nasal (o osso no nariz) que o afeta fisicamente, mas que também faz com que ele espirre um pouco.

Monty também têm uma tendência para urinar enquanto dorme devido aos problemas congénitos da uretra. Ele fica constrangido quando isso acontece, mas, estamos lutando para encorajá-lo a não ficar triste, uma vez que este é um problema que temos que aprender a viver com ele.

Nós desejamos que Monty seja um embaixador "vesgo" dos gatos, afinal nem todo olhar pode parecer perfeito aos olhos de todos!

Também queremos chamar a atenção para o fato de que ser diferente - não significa que você não pode ser fantástico.  E acreditamos que o nosso pequeno e doce Monty é um exemplo perfeito para isso e em todos os sentidos ele é FANTÁSTICO!

7 de nov. de 2014

Osteosarcoma em Cães

VÍDEO => A história de Sheridan, um cão feliz antes e depois da amputação.

Osteosarcoma em Cães

A tutora do cão Sheridan é estudante de veterinária, e fez o vídeo para levantar fundos a serem doados para a organização ‘Bone Cancer Dogs’, cuja missão é financiar exclusivamente a pesquisa para o câncer de osso canino, e promover a conscientização e educação sobre a doença.

O tumor maligno ósseo pode afetar animais de todas as idades, mas é mais frequente em cachorros adultos e idosos.

Sheridan é de Indiana, mas vive na ilha de Granada, com seus tutores Morgan e Zach que frequentam a escola de veterinária da Universidade de São Jorge. Eles também gostaria de agradecer a todos os amigos e familiares de Sheridan por seu apoio sem fim. E dar ao cão para o tempo que lhe resta, uma excelente qualidade de vida, que é o que mais importa.

As doações para ajudar a cobrir os custos do diagnóstico de Sheridan, a amputação, seis sessões de quimioterapia e remédios tratamento da dor, podem ser feitos no site YouCaring

Ao assistir você já está contribuindo, pois os anunciantes do youtube - pagam pelos anúncios exibidos no vídeo.

6 de nov. de 2014

Doença da Raiva ressurge no Estado São Paulo por Falta de Proteção a Fauna e Flora

A morte de um felino em decorrência da doença de raiva foi confirmada pela Secretária de Saúde do Município de Campinas/SP.

Em Mococa não era registrado casos de raiva em cães e gatos desde 1989. Mas, neste ano, seis bois e um cavalo já morreram em consequência da doença. No ano passado, a raiva matou 24 animais na região.

Doença da Raiva ressurge no Estado São Paulo

O gato foi encontrado no dia 30 de setembro, em uma rua da cidade, na divisa com a cidade de Sumaré, bastante debilitado e foi encaminhado para atendimento veterinário, onde veio a falecer. "Por rotina foi coletado material do animal e encaminhado para exame no Instituto Pasteur, que levou mais de um mês para ficar pronto e deu positivo", explica a médica veterinária da Vigilância em Saúde, Andrea Von Zuben ao G1.

A degradação do habitat com o desmatamento e as queimadas, faz com que os morcegos percam seu habitat e invadam as cidades, juntando isso à falta de políticas públicas para o controle de natalidade de cães e gatos e a falta de abrigos municipais para os mesmos; uma vez que os animais abandonados nas ruas acabam sempre debilitados e propensos a se tornarem hospedeiros da doença, e os atrasos cada vez maiores nas campanhas de vacinação no combate a raiva – cães, gatos e outros animais estão desprotegidos da doença que é 100% fatal, também para os humanos se não for tratada a tempo.

A raiva é uma doença viral transmitida principalmente por morcegos infectados. Os animais que podem ser hospedeiros da doença se alimentam de frutas e insetos, não são hematófagos como as espécies encontradas em zonas rurais. Por isso, o vírus não é transmitido pela mordida, mas pelo contato.

Os gatos podem apresentar a forma paralítica da doença. Nos cães, o latido fica diferente, mais rouco do que o normal. Os animais também podem ter dificuldade para engolir, salivação excessiva, entre outros sintomas.

Em 2012, após dois anos sem vacinação contra a raiva, um cão na cidade de Ribeirão Preto, teve o primeiro registro da doença no ano. Em 2011, a capital teve só um registro de raiva em gato. Em 2010, foram dois registros da doença em todo o Estado.

"A população está sob risco", disse o epidemiologista e professor da USP em São Paulo Ricardo Dias, referindo-se à indefinição das campanhas nessas cidades.

A imunização contra a raiva havia sido suspensa em setembro de 2010 após reações à vacina levarem à morte alguns animais no país. Neste período, só a rede privada fazia a imunização. Com a baixa cobertura, a população de cães e gatos ficou mais exposta aos riscos

Em 2012, um menino foi mordido por um morcego, dentro de um bufê de alto padrão em Campinas. Em Agosto desse ano cartazes instruíam moradores de Campinas como proceder se avistassem Morcegos. Em 2014, foram encontrados quatro morcegos com raiva na cidade, no bairro Cambuí, Chapadão e em Sousas.

Se uma pessoa entrar em contato com o animal por acidente, deve ir até uma unidade de pronto atendimento para receber o soro antirrábico, além de cumprir o programa de cinco doses de vacina.

O desequilíbrio na conservação do meio ambiente traz o aumento de roedores, morcegos, baratas, mosquitos e moscas, e de doenças como a leishmanioses, leptospirose, e raiva que estão associados a este desequilíbrio. Chamados de fauna sinantrópica nociva, e podem causar transtornos significativos de ordem econômica e social.

Retirados de seu nicho ecológico os morcegos, roedores e outros animais se tornam vetores, e são vítimas de preconceito, já que desempenham importantes funções reguladoras para a manutenção do equilíbrio, disseminando sementes, polinizando, e predando outros animais.

Embora os morcegos possam transmitir raiva e outras doenças, pesquisadores defendem que sua presença pode ser benéfica.

Espécies como o Molossus molossus e Tadarida brasiliensis agem como dedetizadores naturais: elas se alimentam principalmente de baratas, mosquitos e cupins.

“Dos problemas da saúde pública, os morcegos são um dos menores”, diz Susi Pacheco, doutora em zoologia especialista nesses mamíferos, do Instituto Sauver.

Em alta desde 2012, a raiva bovina, atingiu 83 animais em menos de quatro meses no Estado. As notificações feitas neste ano representam um crescimento de 159,3%.

Referências

· Desmatamento região Campinas agrava crise da água em São Paulo. (Folha)

· O ano de 2014 já é o mais seco dos últimos 25 anos em Campinas. (RAC)

· Queimadas aumentam quase 260% em Campinas. (CBN)

· Cartazes alertam sobre presença de morcego no Centro de Campinas. (RAC)

· Força-tarefa contra desmatamento em Mata de Campinas. (RAC)

· Após 15 anos, Saúde confirma novo caso de raiva em gato em Campinas. (G1)

· Caderno de Educação Ambiental – Governo Estado de São Paulo (PDF)

· Campanha de vacinação contra raiva é adiada e gera preocupação na região (G1)

· Vacinação contra raiva começa com dois meses de atraso. (G1)

· Secretaria de Saúde e Higiene adia campanha contra raiva animal (JM)

· Casos-de-raiva-bovina-no-estado-de-sao-paulo-crescem-159-neste-ano. (Folha)

· Estado registra o primeiro caso de raiva em cão no ano (Folha)

3 de nov. de 2014

Emocionante reencontro entre Cão e enfermeira ao final da quarentena de Ebola

(Vídeo) O encontro emocionante com sua "melhor amiga", aconteceu no último sábado, após o cão passar as últimas três semanas em quarentena sendo monitorado. O cão Bentley estava em quarentena por suspeita de ter contraído Ebola.

Emocionante reencontro entre Cão e Enfermeira ao final

Bentley, encheu sua tutora a enfermeira Nina Pham de lambidas,  na cerimônia realizada próximo ao abrigo em Dallas, nos Estados Unidos.

Lá ele vinha sendo mantido em isolamento onde foi tratado por uma equipe de veterinários, e era cuidado por funcionários do abrigo com roupas protetoras

"Estou animada para levar Bentley para casa", disse ela em uma entrevista coletiva, abraçando e beijando o cão feliz.

Bentley foi presenteado com uma cesta cheia de brinquedos e outros presentes, doados por simpatizantes de todo o país.

Assista ao vídeo do emocionante reencontro.

 

Leia também

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20 de out. de 2014

Cachorro de Enfermeira com Ebola não apresenta sintomas da Doença

Bentley, o cão da enfermeira de Dallas que contraiu Ebola, ganhou uma confortável cama, brinquedos e outros itens para distraí-lo . Também recebe carinho e abraços, dos veterinários da Universidade do Texas, que cuidam do animal em uma base aérea desativada, durante o tratamento de Nina Pham, a enfermeira que contraiu ebola ao cuidar de um paciente que faleceu.

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"Estamos esperançosos de que a jornada de Bentley irá contribuir para o que sabemos sobre o Ebola e os cães, uma vez que os animais desempenham um papel tão importante na vida de tantas pessoas", disse o gerente de operação se Serviços de Animais de Dallas, Dr. Cate McManus em uma declaração escrita.

Em resposta à manifestação de apoio do mundo todo o mundo para  Bentley, a cidade de Dallas firmou uma parceria para criação de um fundo. As doações nesse fundo ajudarão Bentley e outros animais de estimação em situações de emergência semelhantes no futuro, dedicada a fortalecer a conexão entre pessoas e animais

O fundo Dallas Pet Serviços Transição de Emergência (PETS) vai ajudar a custear os custos associados com animais de estimação deslocadas ou afetadas por situações de emergência, tais como desastres naturais ou possíveis futuros casos de Ebola.

Para doar para o fundo, visite www.DallasAnimals.org e clique em "Donate". Escolha o fundo Dallas PETS.

Outra enfermeira de Dallas, álém de Nina Pham, também apresentou sintomas de Ebola e está isolada.

Mãe humana do Cão Excálibur está curada do Ebola

Teresa Romero, a auxiliar de enfermagem espanhola está livre da doença após testar negativo duas vezes seguidas, disseram os médicos nesta terça-feira.

"Consideramos que ela está curada do vírus Ebola segundo critérios da Organização Mundial da Saúde", disse José Ramon Arribas, médico no hospital Carlos 3º, em Madri, onde a enfermeira recebeu tratamento.

Teresa teve teste negativo duas vezes em um intervalo de 48 horas entre os exames. Ela não receberá alta do hospital até que esteja plenamente recuperada.

Teresa ainda não sabe que Excálibur por assassinado pelas autoridades espanholas.

O pai humano de Excálibur, escreveu uma carta ao cão, uma semana após sua execução;

Excálibur, onde quer que você vá, saiba que nós, seus pais - sempre te levarão em seu coração.
Acabaram contigo pessoas má e sem sentimentos.
Fizemos tudo o que pudemos e mais para salvarte, mas no final não conseguimos.
Enquanto te escrevo esta carta não paro de chorar, mas estou muito orgulhoso de você, porque tem sido um exemplo para o mundo inteiro, e não serás esquecido tão fácilmente.
Agora, de onde você estiver, você tem que dar forças à mamãezinha para que ela fique boa, tal como fez comigo, e continuar a lutar.
Embora já não esteja connosco, te prometo que será feita justiça.
DESCANSE EM PAZ
Javier limão

16 de out. de 2014

Cão Enfermeira Dallas com Ebola Brinca e Ganha Guloseimas

O cão que pertence a uma enfermeira Dallas, e que contraiu Ebola de um paciente sob seus cuidados está bem e vai continuar a ser monitorizado pelas próximas semanas para todos os sintomas da doença, disse o Centro de Serviços Animais de Dallas. Vídeo e fotos foram divulgadas mostrando que Bentley está sendo cuidado e não está sendo utilizado como cobaia.

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"Nós fornecemos alguns tipo de enriquecimento de atividades para ele, como brinquedos e guloseimas", disse Jody Jones, diretor do centro. O cachorro está sendo cuidado em uma antiga base da Marinha dos EUA, no sudoeste Dallas. Todos os seus dejetos estão sendo colocados em barris de contenção de lixo tóxico para uma eliminação segura.

"Ficamos muito felizes em encontrar um ambiente familiar, para o cão ao invés de uma instalação de isolamento padrão", disse Jones. "Bentley está sendo mantido dentro da gaiola durante a sua estadia, pois ele tem que ser confinado - porque esta é uma situação de saúde pública -, mas estamos tentando fazê-lo o mais confortável possível para ele."

"O cão é muito importante para a enfermeira, uma heroína que ajuda a cuidar da saúde de outros, e nós vamos fazer tudo que pudermos para ajudá-la e ao cão", disse o Prefeito de Dallas em uma entrevista. "Acredito que o pet não pegou nada", disse ele.

"Há uma grande preocupação sobre como proteger e tratar bem deste cão, e ao mesmo tempo proteger as pessoas".

A enfermeira Pham que está internada com ebola, ligou para o Centro de Serviços Animais de Dallas, depois da divulgação do vídeo, para agradecer o abrigo por cuidar de Bentley, disseram as autoridades. Ela disse que, sabendo que ele está seguro lhe dá paz de espírito. Bentley será monitorado pelo menos até 01 de novembro, 21 dias a partir do momento do diagnóstico de Pham.

O centro também está coletando doações para o cão; pedindo brinquedos, toalhas de papel e "tapetes para xixi" depois que o animal foi colocado em quarentena pela cidade.

O centro também twittou uma lista de desejos Amazon.com, incluindo fontes que poderiam ser utilizadas para a Bentley. Doações não são necessários para o cuidado da Bentley será usado para outros animais no abrigo, disse um funcionário do centro de Serviços Animais atingido por telefone.

"Se você gostaria de ajudar a cuidar de Bentley, cão de estimação de Nina Pham durante sua quarentena, por favor, considere fazer uma doação toalhas de papel, almofadas xixi, e ossinhos", disse o centro em seu Twitter. "Bentley está em seu novo lar temporário" . "Ele está abanando o rabo e comeu seu jantar!"

Em 2005 o CDC que estudou o Ebola em cães africanos determinou que a espécie pode apanhar o vírus, geralmente a partir de pequenos animais mortos que os animais tinham escavado próximo de aldeias, mas parecem ser assintomático. Não se sabe se os cães poderiam lançar o vírus em seus fluidos corporais sem sinais da doença.

Suínos infectados podem transmitir eficientemente as mesmas espécies de vírus Ebola em macacos em ambientes agrícolas semelhantes, os pesquisadores do Centro Nacional do Canadá para a doença de animal estranho encontrado após a realização de um experimento.

Eles também encontraram razões para suspeitar de que a transmissão no ar pode contribuir para a disseminação do vírus ", especificamente a partir de suínos para os primatas, e pode precisar de ser considerado na avaliação da transmissão de animais para humanos em geral", disseram os pesquisadores em um estudo publicado em relatórios científicos em 2012.

O vírus Ebola chega aos seres humanos de animais infectados, incluindo chimpanzés, gorilas e morcegos.

Enquanto os cães podem ser infectados com o vírus Ebola, eles não têm sido conhecidos por apresentar sintomas. Excálibur, o cão de propriedade de um auxiliar de enfermagem espanhola infectados com o Ebola, foi sacrificado na semana passada.

Javier Limón, pai humano de Excálibur, pensa em tomar medidas legais contra as autoridades de Madri. A mãe humana, que ainda está em estado grave
mas estável, ainda não sabe que ‘Excálibur’ morreu.

Sacrifício do animal gerou comoção nas redes sociais e protestos nas cidades da Espanha
Recentemente, a população espanhola se revoltou com as autoridades da capital, Madri, após cometerem eutanásia em um cachorro que pertencia a uma assistente de enfermaria, infectada com ebola. As autoridades estavam preocupadas de que o animal poderia estar abrigando o vírus.

"Infelizmente não houve outra alternativa", disse o o conselheiro de Saúde da comunidade autônoma de Madri, Javier Rodríguez. Após a divulgação da notícia que o animal seria sacrificado, um grupo de pessoas se reuniu para protestar e tentar impedir a morte do cachorro.

Excálibur era animal de estimação da assistente de enfermagem Teresa Romero, que foi a primeira vítima de contágio do vírus do ebola fora da África. O marido da espanhola, Javier Limón, revelou que se negou a dar autorização para o sacrifício. Mesmo assim, uma caminhonete retirou o cachorro do edifício onde mora o casal.

O último latido do cão Excálibur não vai calar o Ebola

Chefe da equipe que matou cão Excálibur pede demissão

De início, a Universidade Complutense de Madri deu a sua aprovação para que o cão Excálibur, da enfermeira espanhola infectada com ebola, Teresa Romero, fosse sacrificado em casa e levado para as suas instalações na Faculdade de Veterinária da Universidade Complutense. Mas voltou atrás, uma decisão que o diretor de operação da equipe que entrou na casa e matou o animal, Lucas Domínguez, não entende. Domínguez então pediu demissão da direção do Centro de Vigilância em Saúde (Visavet) nesta terça-feira.

O reitor da Universidade reconhece que em um primeiro momento aceitaram acolher o animal morto nas instalações do Visavet para que fosse cremado, ao contrário dos Estados Unidos, onde há um protocolo para manter animais de estimação vivos. Mas ele diz que mudou de opinião depois de ouvir o conselho do Comitê de Segurança e Saúde Ocupacional desencorajando o “tratamento do cadáver”.

Assim, segundo relato da Complutense, foi decidido revogar a decisão “para preservar a segurança e saúde dos trabalhadores do centro, da Faculdade de Veterinária e dos alunos”.

O centro não se considerava capaz de receber o cachorro vivo, mas insistiu em seu site que ele próprio contava “com instalações adequadas para o tratamento e inertização em condições de biossegurança”. Finalmente, a urna com o cadáver foi protegida pelos serviços de segurança diante dos gritos dos ativistas que organizaram uma vigília de 24 horas para tentar salvar Excálibur.

Domínguez disse que ninguém explicou os motivos da revogação e está convencido de que “certamente teria sido mais seguro levá-lo para o laboratório”. O professor de Saúde Animal não quer fazer declarações. Será “um momento de reflexão”. O importante, segundo o ex-diretor, “é que a menina está curada e que as autoridades têm capacidade de responder a esta ou outras doenças, porque isso vai acontecer mais vezes”.

Fontes: USAToday, Bloomberg,

14 de out. de 2014

Cão de enfermeira de Dallas com Ebola é levado para local não revelado

Bentley de apenas 1 ano de idade, é o cachorro da enfermeira de Dallas que contraiu ebola quando estava tratando um paciente contaminado pelo vírus foi levado para uma área não divulgada, onde sua saúde possa ser verificada, informou a porta-voz da cidade de Dallas

O cão é um King Charles Spaniel. A raça dele é uma das mais predispostas a doenças genéticas como a: Doença da Valva Mitral,  Doença da coceira do pescoço, Epilepsia, Problemas osteoarticulares, Problemas Oculares, Seringomielia, Síndrome do braquicefálico (focinho achatado), Otites, Trombocitopenia.

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No domingo o cachorro recebeu comida e água de uma equipe especializada e que fez a descontaminação do apartamento da enfermeira. A equipe também deixou a luz acesa no apartamento para o animal.

O Centro de Serviços de Animais da cidade de Dallas confirmou em seu twitter, que Bentley estava seguro em suas mãos e postou as imagens da operação para retirar o cão da casa de Pham.

Informou também que o cão ficaria isolado de outros cães e de pessoas. "Onde quer que Bentley acabe, ele vai estar sozinho."

O cão será monitorado por sinais do Ebola durante 21 dias, que é o período utilizado nas pessoas que possam ter entrado em contato com o vírus. Os protocolos de descontaminação serão utilizados para o descarte das fezes e outros de Bentley.

A porta-voz ainda disse que Bentley não seria levado a um abrigo. "Ele está em um local não revelado, longe de casas, apartamentos e outros animais". Não há planos para eutanásia do cão.

Durante um surto de Ebola 2001-2002 no Gabão, quase um terço dos cães em algumas aldeias com casos humanos testou positivo para a exposição ao Ebola, possivelmente através do contato com vômitos ou fezes de vítimas do Ebola. Em 2012, um estudo canadense descobriu que todos os macacos alojados com Ebola porcos infectados por - mas sem contato direto - foram infectados. E, em 2009, houve casos de transmissão de Ebola de porcos para humanos nas Filipinas , embora o vírus, nesse caso, era uma cepa que é inofensivo para os seres humanos.

De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças, não há evidências de Ebola pode fazer um cão doente , e há casos confirmados de cães que transmitem o vírus para as pessoas. E porque Nina Pham estava monitorando a si mesma e foi para o hospital ao primeiro sinal de infecção, e que é pouco provável que Bentley tenha sido infetado também.

Perguntado se havia planos para testar Bentley para Ebola, a porta-voz disse que a cidade iria procurar a direção da Secretaria Estadual de Saúde e os Centros Federais de Controle e Prevenção de Doenças. "Nesse meio tempo, um veterinário irá verificá-lo todos os dias".

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A esquerda imagens dos cães afetados pelas doenças genéticas, como a Seringomielia: onde o crânio está ficando muito pequeno, comprimindo o cérebro e o globo ocular e causando dores terríveis aos cães, e são submetidos a cirurgias.

O CDC Americano (Centro Controle Doenças) criou uma página com perguntas e respostas sobre o Ebola e Animais, onde cita

Como são animais envolvidos em surtos de Ebola?

Porque o hospedeiro natural do vírus Ebola ainda não tenha sido confirmado, a maneira na qual o vírus aparece em primeiro lugar um ser humano, no início de um surto é desconhecido. No entanto, os cientistas acreditam que o primeiro paciente é infectado através do contato com um animal infectado, como um morcego ou primatas (macacos e macacos), o que é chamado de um evento de spillover. Transmissão pessoa-a-pessoa segue e pode levar a um grande número de pessoas afetadas. Em alguns surtos de Ebola passadas, os primatas também foram afetados pelo Ebola, e vários eventos de repercussão ocorreu quando as pessoas tocado ou comeu primatas infectados. No atual epidemia do Oeste Africano, os animais não foram encontrados para ser um fator de transmissão contínua de Ebola.

Como o Ebola se espalhar?

Quando ocorre a infecção em seres humanos, o vírus pode propagar-se em vários aspectos às outras. Ebola é transmitido através do contato direto (através da pele quebrada ou membranas mucosas, por exemplo, os olhos, nariz ou boca) com

  • sangue ou fluidos corporais (incluindo mas não limitado a urina, saliva, suor, fezes, vômito, leite materno e sêmen) de uma pessoa que está doente com Ebola
  • objetos (como agulhas e seringas) que foram contaminados com o vírus
  • Ebola não é transmitida pelo ar ou pela água, ou, em geral, pelos alimentos. No entanto, na África, Ebola pode ser espalhado como resultado da manipulação da carne de caça (animais selvagens caçados para alimentação) e contato com morcegos infectados.
  • Apenas algumas poucas espécies de mamíferos (por exemplo, seres humanos, macacos, e macacos) têm demonstrado a capacidade de se infectar com o vírus Ebola e espalhar. Não há evidência de que os mosquitos ou outros incestos podem transmitir vírus Ebola.

Os cães podem ser infectados ou doentes com Ebola?

Neste momento, não houve relatos de cães ou gatos adoecerem com Ebola ou de ser capaz de se espalhar Ebola a pessoas ou outros animais. Mesmo em áreas da África onde Ebola está presente, não houve relatos de cães e gatos adoecerem com Ebola. Há evidência limitada de que os cães se infectam com o vírus Ebola, mas não há nenhuma evidência de que eles desenvolvem a doença.

Macacos podem se espalhar Ebola?

Sim, os macacos estão em risco de Ebola. Os sintomas da infecção em macacos Ebola incluem febre, perda de apetite, e morte súbita. Macacos não deve ser autorizado a ter contato com qualquer um que pode ter Ebola. Macacos saudáveis ​​que já vivem nos Estados Unidos e sem exposição a uma pessoa infectada com o vírus Ebola não correm o risco de propagação de Ebola.

Morcegos podem se espalhar Ebola?

Morcegos frugívoros na África são consideradas um reservatório natural para o vírus Ebola. Os morcegos na América do Norte não são conhecidos por levar Ebola e assim CDC considera o risco de um surto de Ebola de morcegos que ocorrem nos Estados Unidos a ser muito baixo. No entanto, os bastões são conhecidos para transportar a raiva e outras doenças aqui nos Estados Unidos. Para reduzir o risco de transmissão da doença, nunca tente tocar um morcego, vivo ou morto.

Onde posso encontrar mais informações sobre o Ebola e os cães e gatos?

CDC está atualmente trabalhando com o Departamento de Agricultura dos EUA, a American Veterinary Medical Association, e muitos outros parceiros para desenvolver orientações adicionais para a população animal de estimação dos Estados Unidos. Informações e orientações adicionais serão publicadas neste site, bem como sites de parceiros, assim que ele estiver disponível.

23 de dez. de 2013

O MELHOR AMIGO DE UM PACIENTE COM CÂNCER

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Desde que um cão terapeuta me visitou no hospital durante o meu primeiro ciclo de quimioterapia em maio de 2011, eu me tornei obcecada com a ideia de ter um cão nem que fosse apenas por um dia na minha vida.
Quando você conversa com um cão sobre o fato de ter câncer, não há julgamentos ou tabus. O pequeno cão terapeuta que pulou na minha cama de hospital, começou brincando puxando o cobertor sobre meu colo.
Pela primeira vez desde que eu tinha ficado doente, eu não senti que eu estava sendo tratada como se eu fosse feita de porcelana. O cão terapeuta me fez sentir em primeiro lugar como um ser humano, e depois como uma paciente com câncer.
Durante o primeiro ano do meu tratamento de câncer, adotar um cão estava fora de questão. Passei mais tempo dentro do hospital do que fora dele. E no tempo que eu era capaz de passar em casa, eu tinha que viver em uma bolha livre de germes para proteger o meu frágil sistema imunológico.
O MELHOR AMIGO DE UM PACIENTE COM CÂNCER
Como um substituto para um cachorro de verdade, minha mãe encontrou o "sonolento", que era o meu cachorro de pelúcia na infância. Foi embaraçoso  para mim estar carregando um bicho de pelúcia aos 22 anos, mas “sonolento” foi a melhor coisa em meus braços, depois daquele cachorro no hospital. Ele me fez sentir como uma criança novamente, segura e inocente para as crueldades do mundo.
Seis meses depois do meu transplante de medula óssea, eu finalmente consegui autorização dos meus médicos para ter um cachorro de verdade. Prometi aos meus pais que eu iria tomar inúmeras precauções para proteger a minha saúde. O cão usava botas descartáveis ​​em caminhadas, para manter suas patas como possível livre de germes. Prometi usar luvas ao caminhar e alimentá-lo, prometi que ele nunca iria dormir na minha cama e que  quatro amigos meus prometeram me ajudar a cuidar dele quando eu não tivesse condições ou forças.
Passei meses correndo sites de adoção de animais para escolher o companheiro peludo perfeito, mas logo que eu vi Oscar, eu sabia que tinha que traze-lo para casa comigo. Com sua pele branca e macia, seu nariz em forma de coração pequeno, e olhos castanhos, foi amor à primeira vista.
Mas em menos de 72 horas ao lado de Oscar, comecei a me perguntar se eu tinha feito uma burrada. Eu tinha  preparado para sua chegada meticulosamente (brinquedos, uma caixa, de produtos de limpeza e removedores de manchas: cheque, cheque e cheque). Mas nada poderia ter me preparado para a tarefa de andar com ele, para fora do meu prédio no início da madrugada, com uma aquela mistura de pêlos de 8 semanas de idade, para que ele pudesse fazer xixi.Depois de um transplante de medula óssea e dois anos e meio de quimioterapia em curso, meus músculos estavam fracos e minha energia inexistente .
Andar com Oscar se tornou a parte mais temida do meu dia. Depois de andar algumas quadras, ele estava pronto para uma corrida no parque. Eu, por outro lado, não podia esperar para rastejar de volta para a cama.
Quando meu namorado vem a minha casa depois do trabalho, ele compartilha comigo as responsabilidades de cuidar de Oscar. Mas durante o dia, é apenas eu e o cão.
Oscar, ao contrário de meus cuidadores, não se importam que eu estou cansado, sentindo náuseas depois de meus tratamentos de quimioterapia. Todas as manhãs, entre 6 e 7, Oscar vira para o meu lado da cama e começa o processo de me batizar com sua língua até que eu acorde.
Cuidar do Oscar nem sempre é fácil, mas me obrigar a cuidar dele  foi um dos melhores remédios que eu recebi desde o meu diagnóstico de câncer. Oscar e eu compartilhamos muitas experiências e, juntos, nós lentamente amadurecemos e crescemos com mais disciplina. Ele não faz xixi no tapete oriental na minha sala, e eu parei de dormir em até meio-dia. Oscar acabou recebendo suas vacinas, e eu em breve vou estar recebendo todas as minhas novas vacinas infantis. ( imunizações anteriores são descartadas depois de um transplante de medula óssea).
Subir as escadas costumava ser um desafio para nós. Eu me sentia fraca e meus pés eram meio instáveis depois de passar tanto tempo deitada. E, as pernas curtas do Oscar ocasionaria uma queda quando ele fosse descer as escadas. Agora, nós dois somos obrigado a subir e descer as escadas com facilidade.
Descobri que tenho alguns dos meus melhores pensamentos durante a nossa caminhadas matinais - aquelas poucas horas depois que os caminhões de lixo passaram e antes de os cafés abertos quando Manhattan é tão adormecido como sempre será. Para que uma hora cada manhã, eu estou focado no momento.
Quanto aos cuidados com os cães que eu havia prometido aos meus pais, nós tentamos manter a maioria deles. Lavo as mãos regularmente, e como o meu sistema imunológico se tornou mais forte, que se formou para limpar as patas do Oscar cada vez que ele entra no apartamento.
Embora eu seja a pessoa que resgatou Oscar de um abrigo de animais, tornou-se claro que ele fez a maior parte do resgate em nosso relacionamento. Nós ainda estamos trabalhando os comandos básicos. Mas quando eu saio do meu apartamento, Oscar fica à minha frente, puxando a coleira enquanto ele me guia em direção ao parque de cachorros. Pela primeira vez em muito tempo, não é o câncer que leva. É Oscar.

 

O Melhor amigo de um paciente com câncer

Quando eu estava crescendo, meu sonho era de um dia me tornar uma veterinária. Na quarta e quinta série, eu me ofereci todos os dias depois da escola na clínica de um médico veterinário.
Quando eu tinha 10 anos, eu pedi uma incubadora para o Natal. Na primavera, eu estava cuidando em torno de uma dúzia de pintinhos no meu carrinho de boneca roxo. No ensino médio eu levei alguns cães do abrigo local para uma caminhada. Mas quando fiquei mais velho, não havia faculdade, curso de verão, então o meu primeiro emprego de verdade, em um escritório de advocacia na França. Eu estava entrando no "mundo real", como se costuma dizer em discursos de formatura. E não havia espaço na minha vida de adulto para um cachorro.
Então, veio o meu diagnóstico de câncer, e com ele o retorno para casa. Eu encontrei-me implorando com os meus pais para ter cachorro, assim como eu fiz quando era criança. Mas eu sabia que da minha realidade médica: Meu sistema imunológico enfraquecido, o resultado da quimioterapia, ter um cão era quase impossível. Meus médicos nem sequer pensaram duas vezes antes de rejeitar a perspectiva, embora eu ainda fizesse questão de pedir a cada poucos meses.
No início de setembro, fiquei chocado quando recebi uma mensagem de voz de uma das enfermeiras da clínica de transplante de medula óssea. Em vez de reescalonamento um compromisso ou mudar a dosagem de um dos meus medicamentos, ela teve notícias relacionadas a um cão: Meus médicos decidiram me dar luz verde em adotar um amigo peludo. Na verdade, eles encorajaram-lo. Meu sistema imunológico era mais forte - não tão forte como poderia ser, mas relativamente forte para um paciente nos primeiros seis meses após o transplante. E cuidar de um animal de estimação, meus médicos me disseram, pode até ser terapêutico. Como um paciente com câncer, estou sempre recebendo novas receitas de medicamentos. Mas eu nunca pensei que eu iria obter uma receita para ter um cachorro.
Não perdi muito tempo. No mesmo dia, eu fui com meu namorado, para Haven Animal, uma organização de resgate de animais em Lower Manhattan. E durante a visita, selecionar um entre vários cães, foi difícil, e eu comecei a me sentir oprimida. Havia cães pequenos e grandes, jovens e velhos. Como eu poderia escolher o meu futuro companheiro como se eu estivesse comprando um sapato em um catálogo? Mas quando eu vi, aquela mistura de pêlos de apenas 9 semanas de idade, que parecia uma mistura de schnauzer com poodle, com grandes olhos castanhos, uma pele branca e macia, eu não pude resistir.
Eu não precisava ver quaisquer outros cães. Eu sabia que tinha que trazê-lo para casa. Dentro do táxi, ele foi batizado de "Oscar", em homenagem a meu escritor favorito, Oscar Wilde, e jogador de basquete favorito de Seamus, Oscar Robertson.
Fiquei até meia tonta nos primeiros dias que Oscar entrou na minha vida. Cuidar de um animal de estimação é uma distração bem-vinda na dura realidade do dia-a-dia de ser um paciente com câncer.
Eu não tenho estatísticas do quanto isso é benéfico, mas segurar Oscar, instantaneamente me faz sentir bem melhor. Meu novo passatempo favorito é vê-lo dormir, suas minúsculas patas negras se contorcendo como ele correndo seus sonhos. O calor de seu pequeno corpo e a batida constante de seu coração contra o meu peito me distrai de minha ansiedade. Ele me traz imediatamente para o presente.
Em pouco tempo Oscar tem sido um bem precioso na minha vida Ao invés de olhar para a minha cabeça raspada, transeuntes param para olhar e brincar com Oscar, e ficam me dizendo o quão bonito ele é.
Meus vizinhos de prédio agora dizem “Olá para o meu cão antes de me cumprimentar”. E, em vez de discutir os meus sintomas e plano de tratamento para a semana, o meu namorado e eu temos passado mais tempo focado no que podemos oferecer de divertimento para o cão, com longas caminhadas no parque e levando Oscar a suas aulas de obediência. É muito bom não ser sempre o centro das atenções para uma mudança saudável.
Mas a realidade é que eu sou uma paciente com câncer. Eu tenho que tomar precauções adicionais de saúde, como o uso de luvas quando eu limpar depois dele e lavar as mãos cuidadosamente. É um trabalho, mas eu gosto da estrutura, pacientes com câncer, muitas vezes falta algo. Eu compartilho a responsabilidade de Oscar com meu namorado, que me permite descansar quando eu preciso.
Meu sistema imunológico está ficando mais forte, meus médicos me dizem. Oscar não pode mudar o que está acontecendo na minha medula óssea. Mas eu posso sentir que ele faz um tipo de mágica na minha vida.
Fotos: Suleika Jaouad
Fonte: Mural Animal/Well Blogs/Well Blogs/