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18 de jun. de 2015

Mãezinha é baleada por policial por proteger seus filhotes

Ao ouvir disparos, vizinhos foram até o local ver o que estava acontecendo, mesmo baleada e sem conseguir levantar do chão, a cachorrinha abanava o rabinho por entre suas pernas. Os vizinhos então a retiraram da terra e a colocaram por sobre um colchão até a chegada do resgate.
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A cachorrinha que vagava pelas ruas do bairro há algum tempo, havia dado à luz recentemente a dez filhotes, e mesmo debilitada, fraca e faminta, ela amamentava seus bebês, quando o policial disparou sua arma contra ela e seus filhotes recém-nascisdos.
 
Os vizinhos chamaram a corregedoria de polícia que levou Milagros para uma clínica veterinária. Um dos disparos atingiu um filhote que morreu e outros dois ficaram feridos. Chamada de Milagros, após sobreviver ao fuzilamento efetuado pelo homem que era um policial em Neuquén na Argentina, a cachorrinha lutou para sobreviver.
 
Além de perder um olho, Milagros teve a língua e a mandíbula dilacerados pelos disparos, depois da cirurgia para a reconstrução da mandíbula, estava sendo alimentada através de uma sonda nasogástrica. Os filhotes que sobreviveram ao fusilamento foram divididos entre três lares temporários, onde havia outras cadelas que os pudessem amamentar.
 
 
O policial de nome Maximiliano Mellado, foi detido e exonerado de suas funções. O porta-voz da corporação informou a imprensa que o orgão iria arcar com toda a cirurgia e os gastos para a recuperação da cachorrinha, e informou que em depoimento o policial contou que Milagros havia um mordido um de seus cachorros e que então ele sacou a arma e disparou contra a mãe e os filhotes.
 
Em resumo o policial durante sua folga passeava com seus cães sem o uso de coleiras. Quando os cães invadiram o matagal onde Milagros aquecia seus filhotes recém-nascidos, ela como toda mãe zelosa, se colocou em defesa de suas crias com aproximação de outros animais que poderiam lhes fazer mal, partindo para o ataque antes de ser atacada.
 
Os vizinhos ficaram alarmados com a atitude do policial, e recordaram que há alguns dias atrás, durante uma partida do River, ele saiu para o quintal e disparou para o céu. "Usa sua arma para festejar, e é arrogante. O que podemos esperar, que uma bala perdida mate um de nossos filhos?", disse uma vizinha diante da gravidade da situação.
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Após o ato condenável, o policial foi afastado do cargo e agora responderá ao processo instaurado pela polícia Neuquén.

Milagros foi baleada no último dia 10, e estava aos cuidados do veterinário Federico Lopez, que  informou que seu estado de saúde piorou e que ele não poderia salvá-la. "Ela estava lutando", disse ele com angústia que diante deste novo ato de abuso de animais. Agora, seus filhotes estão sendo cuidados por mães de leite. 
 
O veterinário expressou sua tristeza e confessou estar arrependido de ter se "atrasado". "Se tivéssemos castrados todos os animais do bairro antes, talvez ela não tivesse passado por isso".
 
Muito debilitada e altamente desnutrida, o focinho de Milagros começou a necrosar, uma situação que não poderia ser revertida, segundo o veterinário que optou por colocar Milagros no sono eterno, onde nunca mais ela será atingida pela crueldade humana.
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13 de abr. de 2015

Cães foram mortos a pauladas para servir de recheio em pastelarias do Rio de Janeiro

O uso de carne de cães na produção de pastéis é prática comum em lanchonetes chinesas espalhadas pelo Rio de Janeiro, disse em depoimento, o dono da lanchonete, preso graças a investigação do Ministério Público do Trabalho, que identificou uma das pastelarias onde cachorros que haviam sido mortos a pauladas eram congelados para a produção de recheios para pastéis e outros salgados.

Cães mortos a pauladas reheio

A lanchonete ficava em Parada de Lucas, na zona norte da capital fluminense, e era comandada por chineses. O homem chegou a dizer que não sabia que o abate de cachorro era proibido no Brasil.Mais tarde, porém, ele admitiu que sabia da ilegalidade e que recolhia os animais nas ruas da zona norte.

Segundo a procuradora Guadalupe Louro Couto, a descoberta foi em 2013 e causou angústia em toda equipe de fiscalização. "Já vi muita coisa ruim, principalmente em trabalho que realizei em fazendas do Mato Grosso. Mas o que eu encontrei naquela pastelaria foi o pior de tudo. Para começar, havia uma cela, como se fosse uma cadeia, com grades e cadeado, montada dentro da lanchonete, onde o trabalhador ficava encarcerado. Além disso, ele convivia com o cheiro dos cachorros mortos, que ficavam ao lado dele. Eu não aguentei. Quando senti o cheiro, comecei a passar mal e pedi para sair do estabelecimento. Ao abrirmos as caixas de isopor, vimos os cachorros congelados. Ficamos perplexos. Foram vários crimes cometidos ali", disse a procuradora ao jornal.

A pastelaria foi descoberta durante uma operação contra o trabalho escravo envolvendo chineses no Rio de Janeiro. A quadrilha investigada é acusada de aliciar pessoas na província de Guagdong e trazê-las para o Brasil, onde são exploradas em regime de trabalho escravo.

O caso da pastelaria em Parada de Lucas foi o que deu início às investigações em 2013, quando o MPT denunciou o chinês Van Ruilonc, de 32 anos, dono do estabelecimento.

O segundo inquérito foi aberto em 2014, quando o MPT foi informado de que um adolescente chinês havia fugido de uma pastelaria em Itaguaí. O dono do estabelecimento investigado possuiu mais dez lojas no estado. Já a terceira investigação, iniciada em abril deste ano, apura suposto caso de trabalho escravo em uma pastelaria de Copacabana. "O estabelecimento tinha 12 funcionários, dos quais três eram chineses. Eles recebiam tratamento diferente. Ao contrário dos brasileiros, não tinham salário e trabalhavam todos os dias", disse a procuradora Juliana Mobelli.

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27 de jan. de 2015

Cão é encontrado dentro de mala fechada em Nova York

Um cão desnutrido, mestiço de pit bull, foi encontrado na semana passada compactado dentro de uma mala no sul do bairro do Bronx em Nova York/EUA.

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A mala além de estar fechada com o zíper também estava embalada dentro de um saco de lixo, que foi aberto por um catador de rua, que ao se deparar com o animal chamou a polícia, que transferiu o animal para receber tratamento médico  pela ASPCA.

O cão macho de aproximadamente três anos de idade, foi abandonado atrás de um conjunto habitacional. Um benfeitor da ASPCA, está oferecendo U$ 20 mil doláres de recompensa, por informações que levem a prisão e condenação de quem praticou essa terrível crueldade.

Se você tiver informações sobre o caso, entre em contato com o NYPD pelo telefone 1-800-577-TIPS.

O NYPD (Departamento de Polícia de Nova York), aceita denúncias anônimas.

Nós encorajamos os residentes da cidade de Nova York  para chamar 311 para denunciar suspeitas de abuso de animais e para chamar o 911 para relatar crimes em andamento.

Para saber mais sobre o trabalho da ASPCA para acabar com o sofrimento dos animais, por favor, visite nossa seção de Luta contra Crueldade.

 

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