16 de set de 2013

A pessoa que compra o espaço pode usá-lo como quiser. Se quiser enterrar um cachorro ali, qual é o problema? A liberação é uma demanda da sociedade e um direito do cidadão, que paga para adquirir e manter um túmulo.

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A proposta, dos vereadores Roberto Tripoli (PV) e Antonio Goulart (PSD), visa a permitir o enterro dos bichos ao lado de seus donos.Os parlamentares alegam que os proprietários dos animais os consideram membros da família.

"Quando um deles vem a falecer, além do extremo sofrimento da perda, as pessoas em geral se desesperam sem saber para onde destinar o cadáver", diz a proposta da lei.

Mas o arcebispo de São Paulo, d. Odilo Scherer, foi até Prefeitura com uma missão: impedir a aprovação do projeto de lei que libera o sepultamento de animais domésticos, como cães e gatos, em jazigos comuns dos cemitérios municipais.

Ao prefeito Fernando Haddad (PT), d. Odilo argumentou que a presença de jazigos de animais entre túmulos comuns poderia provocar um processo de depreciação da dignidade humana ou reconhecer aos animais uma dignidade igual à dos humanos, o que seria inaceitável. Informal, a conversa sobre animal ter ou não alma não obteve um desfecho.

Apesar de aprovado em primeira discussão na Câmara Municipal, ainda não há data para nova votação do tema na Casa. Os autores da proposta aguardam uma manifestação de Haddad, o que ainda não ocorreu. A intenção é evitar o desgaste de um possível veto do prefeito a uma lei sugerida e aprovada por vereadores da base aliada.

O vereador ressalta ainda que os poucos cemitérios e crematórios particulares destinados a bichos domésticos na cidade cobram altíssimas taxas, praticamente inviabilizando o uso pela maioria da população.
 

ONGs DE ANIMAIS NÃO RECEBEM VERBA NENHUMA DO GOVERNO

A sigla ONG que significa organização não governamental, é interpretada por muitas pessoas, como se fosse mantida pelo governo, mas isso não é verdade, as ONGs que cuidam de animais abandonados ou resgatados não receberem nenhum apoio das autoridades.
O Arcebispo

A organização não governamental Centro de Atendimento ao Trabalhador (CEAT), que está sendo alvo de investigação pela Polícia Federal, por desvio de R$ 47,5 milhões, em contratos com o Ministério do Trabalho e Emprego, tem como presidente do seu conselho consultivo Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo.

Oito pessoas foram presas, por envolvimento no caso; entre elas, o padre Lício de Araújo Vale, muito ligado a Dom Scherer

A operação da PF, denominada Pronto-Emprego, teve início em janeiro deste ano e constatou o
desvio dos recursos e lavagem de dinheiro desde a concessão de verbas no ministério. Além disso, foi comprovado o direcionamento das contratações, a inexecução de contratos, doações fictícias e simulações de prestações de serviço. Sete integrantes da ONG e um assessor do Ministério do Trabalho foram presos e responderão por quatro crimes: corrupção, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato, cuja soma das penas pode chegar a 37 anos.

A verba obtida com os convênios e aditivos foi repassada ao Ceat e deveria ser investida em centros públicos de emprego e a qualificação de trabalhadores. Porém, foi desviada com a ajuda de empresas de fachada administradas pelos próprios dirigentes da ONG. Parte do dinheiro foi usado para a importação de produtos da China e venda em nas rua 25 de Março e Santa Ifigênia, centros de compras da capital, disse o delegado da PF Alberto Ferreira Neto.








16 de set de 2013
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