6 de jun de 2014

A alegada vítima, de 26 anos, contou que foi raptada e ameaçada sexualmente e de morte.  Por um instante a mulher conseguiu ligar para a emergência, pedindo socorro e foi nesse instante que o homem, ao descobrir o telefonema, mandou o cão morder a mulher. 

O melhor amigo da mulher foi o Pit

Uma mulher foi raptada, e quase foi violentada, mas ela conseguiu escapar de seu agressor, quando ele foi mordido pelo próprio cão. Esse é o caso mais insólito, de acordo com a polícia de Las Cruces, no México, o pitbull mordeu o dono que era o agressor, quando este o mandou morder a mulher.

Ferido pelo animal, ele já não pôde evitar que a mulher fugisse, terminando o caso com a detenção do alegado sequestrador.  

O cachorro pertence ao pai de Gabriel A. Garcia, que havia levado a mulher até a casa dele, onde a manteve presa durante 10 horas, e fez avanços sexuais em direção a ela.

A vítima tentou distrair Garcia, pedindo-lhe para se juntar a ela na varanda para fumar um cigarro. Os investigadores dizem que ela então perguntou Garcia de voltar para dentro da residência para levá-los um pouco de cerveja. Quando ele entrou na casa, a vítima ligou para o 911.

Ao ouvir a conversa, Garcia tornou-se agitado e teria empurrado a mulher por um lance de escadas antes de ordenar ao seu pit bull terrier que mordesse a mulher. No entanto o cão percebendo o que estava acontecendo, mordeu o braço de Garcia.

Enfurecido por ter sido mordido por seu próprio cão, Garcia pegou um martelo e ameaçou a mulher antes de supostamente arrastando-a pelos cabelos para o quarto dele, onde ele supostamente ameaçou matá-la com um rifle se ela dissesse alguma coisa sobre o incidente.

A mulher conseguiu escapar e ligar para o 911 pela segunda vez.

Os Assistentes do xerife prendeu Garcia, acusando-o de uma acusação de segundo grau de seqüestro, e duas acusações de agressão agravada com uma arma mortal.

Fonte: LCSUN News

Nota do Blog: Usei uma imagem ilustrativa de um Pit Bull para ilustrar a postagem

6 de jun de 2014
comments powered by Disqus

Comentário(s)

Nenhum comentário:

Postar um comentário