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18 de mai. de 2015

Mamãe Urso mata seu filhote para salvá-lo de uma vida de tortura e depois se Suicida

(vídeo) Essa real e comovente história, ilustra bem a 'Senciência dos Animais'. 

Senciência é a "capacidade de suportar a dor - o sofrimento, ou de sentir prazer ou felicidade".


“Os ursos pretos asiáticos são criaturas majestosas, muito gentis no seu espírito, são brincalhões e bem dispostos, e solitários na natureza. São encontrados nas montanhas da China, Vietnã e Lao. Usualmente chamados de ursos da lua, por causa da mancha amarela em seu peito em forma de lua.”

No entanto mais de 12.000 ursos estão sofrendo em cruéis condições cruéis nas fazendas de extração de bile na Ásia.

Os ursos são confinados em pequenas gaiolas, para que a bile possa ser extraído de suas vesículas biliares e vendido para uso na antiga medicina asiática.

Os métodos utilizados para extrair a bílis provoca dor intensa por 20 anos, tempo máximo que eles aguentam vivendo nessas pequenas jaulas. Os ursos tem suas vesículas biliares ordenhadas diariamente para a retirada do "leite de urso".

Isso muitas vezes leva os ursos a tentarem se matar. Eles sentem tanta dor, que eles mesmos dão vários socos em seu próprio estômago. Para impedir que isso aconteça, os fazendeiros colocam um colete de ferro em torno do estômago dos ursos.

O relato verídico do caso em que a mãe e o filhote estavam sendo mantidos em gaiolas minúsculas conhecidas como "gaiolas Crush 'que restringem seus movimentos, aconteceu em uma fazenda em uma parte remota do noroeste da China, segundo o Daily Mail.

Uma testemunha (um trabalhador da fazenda de bile), disse que a mamãe urso chamada de Reminbao, arrombou sua gaiola, quando ouviu seu filhote gritar, depois que trabalhadores perfuram o estômago dele para ordenhar a bile.

Uma certa Mamãe Urso reagiu imediatamente ao ouvir seu filhote chorar de angústia porque alguns homens estavam perfurando a vesícula biliar do pequeno pela primeira vez. 

A testemunha, que não quis se identificado, disse:
" Quando um trabalhador queria abrir o estômago do  filhote, a mãe ursa quebrou e abriu sua gaiola e foi atrás do filhote.

A mamãe urso correu para o seu filhote e abraçou-o até que, eventualmente, estrangulou-o, e depois a ursa bateu sua cabeça várias vezes contra a parede, matando a si mesma.

Ela quebrou a sua própria gaiola, pulou para fora, e fez a única coisa que podia para salvar seu bebê do sofrimento. 

"Depois de não conseguir soltar o filhote das correntes que o prendiam, ela abraçou fortemente seu filhote, até sufoca-lo.

A mamãe urso abraçou seu filhote até que ele, sufocado, morresse e, em seguida  se matou, batendo sua cabeça diversas vezes em um muro, para salvar os dois de uma vida de tortura.

"A mamãe urso matou seu filhote para salvá-lo de uma vida de inferno."

Considere que este urso tinha que entender o que estava acontecendo e o que ia acontecer para fazer o que ela fez:
- entender que, o que os homens estavam fazendo com o seu filhote, era o mesmo que fizeram com ela todos esses anos;
- entender que a dor que seu filhote estava sentindo era tão aguda quanto a sua própria dor;
- entender que seus algozes iriam continuar fazendo isso para seu filhote de novo, e de novo, até o final da vida de seu bebê, assim como a todos os demais urso. Somente a morte iria acabar com esse sofrimento.
Os ursos da lua, são mantidos por cerca de 20 anos, nessas condições, antes de pararem de produzir bile, e ai são mortos. Críticos, incluindo praticantes de medicina tradicional chinesa, se opuseram ao uso da bílis de urso em seus tratamentos e um número crescente estão se voltando para ervas e alternativas sintéticas.

A bile, um suco digestivo, é colhida através de um buraco aberto permanente no abdômen e da bexiga de bílis dos ursos negros asiáticos, e como ele está aberto permanentemente, é suscetível a infecções e doenças que podem causar tumores, e uma dor insuportável aos animais.


17 de fev. de 2015

Leão de dois anos que fugiu de fome de Zoo Argentino é morto e ridicularizado

A degradante situação em que vivem e morrem os animais nos zoológicos da argentina, piora a cada dia. A polêmica morte do leão Zupay, de apenas dois anos de idade, que por duas vezes fugiu do zoo, depois de ter sido separado de sua mãe, ganha mais um trágico capítulo a esta triste história.

leao-morto-ridicularizado

Zupay, nasceu no cativeiro do Zoo La Rioja,  dentro do chamado "Park Yacampis' , em Rioja/Argentina.

Em Agosto de 2011, ele fugiu do recinto onde foi colocado, depois de ter sido separado de sua mãe mesmo estando com apenas dois anos de idade. Como de praxe nos zoos argentinos, estava sem água e sem comida. Sem conseguir entrar na jaula da mãe, ficou perambulando pelo zoológico até sair pela cidade, onde atacou e matou um cachorro  

Moradores ao ouvirem os rugidos e os latidos, chamaram a polícia, que chamou pelos funcionários do zoológico, que em apenas uma hora conseguiram recapturar o animal, apenas chamando pelo seu nome, e conduzindo novamente para sua jaula.

Mas uma semana depois Zupay, novamente fugiu do recinto – provavelmente devido a fome já que atacou e matou uma égua e duas lhamas no caminho até a cidade, e depois ficou descansando dentro do quintal de uma residência, o qual a moradora chamou a polícia, que novamente chamou os funcionários do zoo.

Entretanto, os funcionários que conheciam Zupay não apareceram para socorrer o leão pela segunda vez. Segundo relatos, o gerente do zoo, que tinha as chaves do armário onde o fuzil de dardos tranquilizantes ficava trancado,  demorou quase uma hora para chegar e quando o fez, errou o primeiro tiro, deixando o animal muito nervoso.

"O leão estava com muito medo. Cercado por quase cinquenta policiais, que davam tiros para o ar e atiravam as luzes da lanterna sobre o animal, disse Antonella, a proprietária da casa onde eles mataram o animal com dez tiros, após duas horas de perseguição.

Há anos que a imprensa internacional deu destaque ao caso de Arturo – O Urso Polar mais triste do mundo, que sobrevive em temperaturas de mais de 40 graus no Zoo de Mendoza, e cujo translado para um santuário no Canadá foi negado há um ano, sem que nenhuma melhoria que os próprios ‘especialistas’ que negaram a transferência, recomendaram fosse implantada até a presente.

O caso tem um antecedente em 2012. Nesse ano, gerou-se uma polêmica após a morte do urso polar Winner no Zoológico de Buenos Aires. Em meio a uma onda de calor e como consequência dos ruídos dos fogos de artifício da noite de Natal, o urso morreu por hipertermia, agravada pelas altas temperaturas. Winner tinha 16 anos e que havia chegado apenas quatro anos antes, vindo do chile.

Sandra, a orangotango de Sumatra que vive há 20 anos no Zoo de Buenos Aires, e que ganhou as manchetes mundiais ao receber o ‘habeas corpus’, que foi solicitado pela Associação de Funcionários e Advogados pelo Direito dos Animais (Afada), e ela foi considerada como “sujeito não humano”, tendo com isso conseguido em Dezembro de 2014, o direito de ser enviada a um santuário, ainda se encontra aprisionada na Argentina. Somente daqui a alguns meses é que ela deve ir para o Santuário Center for Great Apes, em Wauchula, Flórida. Conforme consta no site do GAP, o trâmite burocrático, que implica nas permissões da Fauna Argentina e da Norte-Americana, é demorado.

Também foi pedido a liberdade dos chimpanzés Toti no zoo de Bubalcó (Río Negro), e de Monti de 45 anos de idade, que estava em Santiago Del Estero, onde o zoológico foi fechado e retro escaveiras entraram e destruíram tudo ao redor com os animais dentro. Monti entrou em pânico. Se escondeu em seu cubículo, e depois de alguns dias, morreu, sem nunca conhecer a liberdade.

Outra morte é a do chimpanzé chamado Xuxa que nasceu em 16 de fevereiro de 1991, em cativeiro e morreu exatamente em 16 de Janeiro de 2015. O grupo Ecológicos Unidos,  que foi quem primeiro denunciou a situação do urso polar Arturo, divulgou um vídeo dos três chimpanzés no Zoológico de Mendoza em maio de 2014. Os primatas não tinham nada na gaiola a não ser o cimento ao redor deles. A denúncia era de que o cárcere estava afetando as mentes dos animais, nunca foi ouvida. Agora só há um chimpanzé, pois dois já morreram.

A Fundação Cullunche organizou um protesto para exigir a renúncia do diretor do zoológico, Gustavo Pronotto. "Basta de mortes no Zoo de Mendoza Zoo" é o slogan do protesto, para  lembrar de todos os espécimes que morreram no local recentemente.

Passados mais de três anos da morte do Leão Zupay, uma nova polêmica ultrajante chega as redes sociais. Uma foto onde alguém segura um artefato sexual (pênis de borracha), próximo a boca do animal morto dentro da pick-up policial. O autor da foto não contava com a memória dos defensores de animais, que reconheceram o animal – bem como a crueldade que envolveu seu assassinato.

Muitos outros animais se encontram doentes, desnutridos e até animais mortos em estado de putrefação ficam expostos no Zoo de Rioja. A Fundação Kambra começou um movimento para recolher assinaturas pedindo o fechamento do zoo.

No facebook tanto a comunidade ‘No al Zoo Yastay’ como a ‘Oso Polar Arturo’, expõem as crueldades e os maus-tratos que os animais nesses zoológicos são submetidos, bem como organizam ações e petições contra o descaso das autoridades argentinas. 

No twitter os protestos seguem as hastags; #SinZooArgentina – #Arturo – #EcoparqueMza

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Cientistas_Afirmam_Animais_t_m_Consci_ncia_thumb_1_ zoofilia_pedofilia_thumb[1]

5 de jan. de 2015

Pikachu da vida real será exterminado pelo Governo Chinês

O pika um pequeno mamífero que teria servido de inspiração ao personagem Pikachu, e que encantou milhares de fãs da série Pokémon, e que vive em vastas áreas do noroeste da China, está sendo alvo de programas de envenenamento por parte do Governo, que acredita que eles tem um impacto negativo por sobre as pastagens.

Pikachu da vida real será envenenado

Apesar de sua aparência que se assemelha a um roedor, o pika é de uma ordem de pequenos mamíferos herbívoros, que inclui os coelhos e as lebres. E há tempos a comunidade científica vem avisando para os perigos da extinção total dos pika, já que hoje existem atualmente cerca de 30 espécies (mas outras tantas já estão extintas).

Recentemente, um estudo publicado na revista científica Ambio veio contrariar a visão do Governo chinês de que a presença dos pika no planalto tem contribuído para a degradação da qualidade dos solos. Segundo os autores do estudo, estes mamíferos “são uma espécie fundamental para a biodiversidade e a sua atividade de criação de tocas, presta um serviço crucial ao ecossistema, aumentando o nível de infiltração de água, assim reduzindo os escoamentos superficiais”. Os pikas também auxiliam no reflorestamento, pois mesmo se alimentando da produção, as sementes carregadas por estes em suas fezes acabam nas fendas rochosas e degradadas. Por causa de seu habitat nativo, comem principalmente as gramas, musgo, folhas e frutos.

Com a morte dos pika, outras espécies ficam afetadas e acabam também por desaparecer, argumentam os cientistas, referindo os casos de aves e répteis que usam as tocas dos pequenos ratos como abrigo. E os programas de envenenamento também significa menos comida para carnívoros - que pode ter "repercussões para as populações humanas" - os quais, fazem  a pika ser uma "espécie-chave".

Esta  não é a primeira vez que estudos científicos demonstram os malefícios de combater a espécie, mas até ao momento Wilson e Smith são os primeiros cientistas a apresentar provas concretas contra as tentativas de acabar com a buraqueira dos mamíferos na região – e ao contrário do que aconteceu em países como a Mongólia, que suspendeu a extinção dos pika -, o Governo chinês não deu ouvidos aos pedidos dos ecologistas e dos cientistas para que pare o programa lançado em 1958.

Conhecido como “torre de água da Ásia”, o planalto tibetano alimenta dez dos maiores rios do continente, fornecendo água para 20% da população mundial, que vive junto às bacias hidrográficas desses rios.

Em 2006, quase 360 mil quilômetros quadrados de terra tinham sido tratados com fosfato de zinco na província de Qinghai China. O governo, então, emitiu um enorme subsídio para uma nova fase de intoxicação que, a partir do final de 2014, foi programado para ter como alvo um mais de 110.000 quilômetros quadrados - custando aproximadamente US $ 35 milhões.

Isso faz com que a ecologia da região extremamente importante, e quando a terra é degradada o governo está sob pressão para fazer algo - qualquer coisa - mesmo que não é apoiado por cientistas.