6 de jan de 2014

(Com vídeo) Mas não se engane: raça é o que não falta a JJ, que já salvou a vida da menina muitas vezes.

Nota do Blog: Resolvi republicar a notícia, para que notem as diferenças entre jornalistas que gostam de bichos e os que não gostam. Quando publiquei em 19/12 - Vídeo–Cachorrinha Ajuda Médicos a Monitorar Menina durante Delicada Cirurgia, minha fonte era estrangeira, e fiquei indignada com o fato de uma publicação nacional além de omitir o fato de que o animal não tinha raça definida, inventou que havia riscos de infecção e que a cachorrinha teve que tomar banho.

Passados quase um mês o Fantástico (que é do mesmo grupo) fez uma excelente matéria do caso, onde pelo vídeo vemos claramente que a cachorra não foi obrigada a tomar banho (ela estava vivendo com a menina no hospital há vários dias), e os médicos não tinham nenhuma preocupação com infecção.

No banner que eu havia feito na época, vários casos de alteração dos fatos pela mídia #TôChocada

to-chocada

No Mural Animal

Na Mídia Nacional

Cães Tem Sentimentos Como Crianças

Cachorros tem sentimentos como humanos

Vídeo-Elefantes Caminham Livremente Dentro de Hotel

Elefantes invadem recepção de hotel atrás de comida na África

Vídeo–Cachorrinha Ajuda Médicos a Monitorar Menina durante Delicada Cirurgia

Hospital nos EUA permite presença de cão durante cirurgia de menina de sete anos

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Quando menina tem alguma crise, cachorrinha está sempre alerta e leva os remédios. Elas são um chamego só. Vivem grudadas.  KK e JJ se conheceram dois anos e meio atrás, quando a vira-latas foi resgatada de um abrigo.

KK não poderia estar mais feliz, levando uma vida normal.

"Eu queria ter um milhão de cachorrinhos. Quando crescer quero ser veterinária de cães de serviço e também artista e médica para cuidar de pessoas e animais”, adianta KK.     

E quando perguntamos quem é sua melhor amiga, ela garante que é JJ.

KK tem sete anos. Quando tinha só oito semanas de vida, os pais descobriram que ela sofria de uma doença rara. A mastocitose provoca sintomas semelhantes a reações alérgicas graves que podem comprometer os aparelhos digestivo, respiratório e outros órgãos. A crise chega sem avisar e pode matar KK se ela não tomar o remédio imediatamente.

"Um dia, os médicos nos alertaram que seria muito perigoso para ela frequentar a escola. Nós ficamos muito tristes. Aí um dos nossos cachorros pulou no colo do John e ele brincou: 'será que você não poderia cuidar da nossa filha na escola’”, conta Michelle Krawczyk, mãe de KK.

A mãe da KK ligou para praticamente todas as instituições nos Estados Unidos que fazem treinamento de cães. E de todas ouviu a mesma resposta: ‘sua filha é muito nova pra ter um cão de serviço’. ou: ‘não temos experiência nesse tipo de doença’. Mas a Deb aceitou o desafio, e o trabalho levou um ano.

"Eu já treinava cães para pacientes com diabetes. Os cães sabem quando os donos ficam com o nível de açúcar do sangue fora do padrão”, explica Deb Cunningham.

Sempre que KK tinha uma reação alérgica, Deb colhia amostras da saliva da menina num pedaço de algodão e depois espalhava pela casa, até JJ conseguir encontrá-las pelo cheiro.

“Nós não sabemos exatamente qual substância da saliva da KK que a JJ consegue farejar, mas os cães têm um faro excepcional. Uma característica que a tecnologia ainda não conseguiu imitar", diz Deb.

Durante a gravação dessa reportagem, KK começou a ter uma crise. Ela estava pálida, calada. Mas ninguém percebeu nada até JJ ficar agitada.  Depois de dar o alerta, a cachorrinha abriu a porta do armário e levou o remédio até a mãe. Todos respiraram aliviados.

"No início do ano, JJ estava com a nossa filha dentro de um quarto de hospital. Eu estava no corredor, quando JJ apareceu correndo e me alertou. Imediatamente a enfermeira pegou a medicação. A cachorrinha até subiu na cama para acordar KK, que já estava com a respiração comprometida", lembra a mãe.

Na semana passada, KK teve que passar por um procedimento por uma infecção nos rins. JJ recebeu autorização até pra sala de cirurgia!  Sempre atenta, o tempo todo. JJ só descansou quando a amiga estava no quarto, sã e salva.

A mãe agradeceu tanta fidelidade. O doutor Patrick Seed , responsável pela cirurgia e pesquisador da universidade Duke - uma das mais importantes dos Estados Unidos, permitiu a presença porque confia no faro dela.

Fantástico: Os animais têm mesmo essa habilidade?

“Sim, com certeza. Muitos anos antes da JJ aparecer, já sabíamos de cães que podiam identificar mulheres com câncer de mama apenas pelo cheiro da urina”, afirma o médico Patrick Seed.
Pesquisador

 

Para ver o vídeo do Fantástico click aqui

Fonte: Fantástico

6 de jan de 2014
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