18 de set de 2014

(Vídeo) Algumas são gigantes enquanto outras são transparentes, e ainda há as minúsculas raias nascendo com a ajuda de um dedo humano.

Ambos os nomes referem-se ao mesmo organismo, a família Rajidae´é composta de cerca de 200 espécies agrupadas em 14 géneros, contudo o nome mais aceito e mencionado em livros das comunidades escolares e acadêmicas é Raia. Esses animais, que popularmente são também chamados de arraias, são peixes marinhos e de água doce com esqueleto cartilaginoso, e algumas espécies são transparentes.

Raia ou Arraia – Eis a questão

A raia-lenga (Raja clavata) é um peixe cartilaginoso que habita águas costeiras de quase toda a Europa. São animais que ficaram conhecido por parecerem sorrir na sua parte inferior. O que parecem ser os olhos do animal na verdade se tratam apenas de órgãos sensoriais, enquanto seus olhos reais ficam na parte superior do corpo.

Muitas raias possuem um modo de vida bentônico, ou seja, repousam sobre o fundo marinho e cobrem-se com uma fina camada de areia. Permanecem durante horas parcialmente enterradas e praticamente invisíveis, exceto por seus olhos proeminentes, os quais verificam os arredores. São animais demersais que ocorrem em todos os oceanos, desde o Ártico à Antártica, desde águas costeiras até regiões abissais; chegam a entrar em estuários mas, em águas tropicais, são raras em águas baixas ou perto de recifes de coral.



As maiores raias, assim como os maiores tubarões, também se alimentam de plâncton (organismos microscópicos que vivem na coluna d`água ao sabor das correntes). Raias Manta ou Jamanta, da família Mobulidae, chegam a 6 metros de envergadura. Estas raias, principalmente as dos gêneros Manta (mantas-verdadeiras) e Mobula, nadam em mar aberto com batimentos para baixo e para cima das nadadeiras peitorais, impulsionando seus pesados corpos na coluna d`água.

Quando se alimentam, podem nadar em círculos verticais, lembrando o movimento de looping em montanha russa, que cria um fluxo de plâncton para suas largas bocas posicionadas na região frontal da cabeça.



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18 de set de 2014
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