6 de nov de 2014

Professora posta vídeo em sua defesa. Cão era chamado de "DANGER" (perigo) pela professora. Autoridades colocam cão em quarentena no canil municipal, mas animal fica sem atendimento veterinário. Rebatizado de "Paticas”, cachorro é retirado de canil e vai para abrigo de protetores.

Slide1

O caso do vídeo do cachorro amarrado e arrastado pelo carro de uma professora, tem indignado muita gente.

Denunciado pelo motoqueiro Wilder Rios em poucas horas se tornou viral. O relato é que o cão estava sendo transportado desta forma, porque suas pernas tinham vestígios de sangue e feridas nas patas. Mas no vídeo o veiculo está parado devido ao bloqueio imposto a abuso ao animal.

As imagens foram capturadas em primeiro de novembro, na estrada de Santa Rosa de Cabal, em Risaralda, na Colômbia.

A mulher identificada como sendo a professora aposentada Amparo Cardona, postou um vídeo com a sua própria versão dos acontecimentos, filmado dentro do canil municipal ao lado dos policiais que a conduziram, com explicações e desculpas, tais como;

"O cachorro é meu, e é um cão agressivo, na sexta-feira ele agrediu com outro cão; e ele já tinha mordido o administrador do condomínio, "e foi solicitado que ele fosse levado embora”, logo depois ela reconheceu seu" mau procedimento, removendo o animal dessa forma", mas insistiu em que o cão foi amarrado dentro do carro, e que ela não iria sacrificar o animal.

O vídeo de Wilder não mostra, mas policiais estiveram no local e escoltaram a mulher até o canil municipal da cidade de Chinchiná.

A outra explicação dada pela professora, é que “Danger” era seu animal de estimação, desde quanto ele era um filhote, há quatro anos, e que ele não foi amarrado ao carro para ser arrastado, ele estava no porta-malas do veículo, e a porta se abriu.

Embora a explicação não diminua seu erro, e nem a dor do cão de ter que correr na mesma velocidade do carro. Quanto às lesões em suas pernas, a professora disse que foi devido à briga com o outro cão no dia anterior.

Com essa explicação a professora espera diminuir os insultos e ameaças que tem recebido nos últimos dias.

A legislação colombiana prevê que a professora poderia ir para a cadeia ou receber uma multa pesada, por ter amarrado o cão ao seu carro e o obriga-lo a trotar até sangrar as patas.

"O paciente encontra-se com almofadas plantares feridas por abrasão com o atrito pelo asfalto. Está também muito nervoso e demonstra agressividade com humanos", disse Felipe Montoya, o veterinário de Manizales.

"O cão veio com as patinhas jorrando sangue", descreveu Dary Luz Hernandez, funcionária do canil municipal Chinchiná Caldas.

Embora o animal tivesse uma recuperação notável, de acordo com Felipe Montoya, ele era a imagem de nervosismo e agressividade.

"Devido à agressividade, a decisão da autoridade ambiental, é que o cão vai ser colocado em quarentena”, disse o veterinário.

De acordo com o secretário de governo de Santa Rosa de Cabal, Risaralda, Claudia Aristizabal, foi instaurado um processo de inspeção pela Polícia com base na lei de proteção dos animais.

No entanto grupos de defesa de animais da região protestaram contra as condições insalubres em que o cachorro estava dentro do canil municipal, ainda amarrado por uma grossa corrente. Várias publicações davam conta que nenhum veterinário havia examinado o cão, e que suas patas não receberam nenhum curativo.

O grupo de voluntários Corazon Pro-animal entrou com a documentação para retirar o cachorro ‘Danger’ do canil municipal.

Hoje rebatizado com o nome de “Paticas’, o cão foi entregue ao grupo e levado ao veterinário, para exames físicos, de sangue e fezes, para que se avalie seu estado geral, e poder ser levado ao abrigo”.

As pessoas que quiserem colaborar com esse caso, podem contribuir diretamente na conta do dono da clínica veterinária.

BANCO DE OCCIDENTE
CORRIENTE No 033488396
GUSTAVO ADOLFO ECHEVERRY FRANCO (DUEÑO CLINICA)
TEL 3170464 EXT 0
INFORMES: 317 4003328 WHATSAPP - NANCY

6 de nov de 2014
comments powered by Disqus

Comentário(s)

Nenhum comentário:

Postar um comentário